domingo, 10 de março de 2013

Casa de Palha























Mônaco. 1967.

O fim dos fardos de feno na Fórmula 1.

4 comentários:

TW disse...

Que não ofereciam proteção alguma

Ituano Voador disse...

E infelizmente, o fim de Bandini também, que teve o azar de não cair no mar, como Ascari e Paul Hawkings.

Anônimo disse...

Trágico... de doer...
Os fiscais de pista achavam que Bandini, de alguma forma, tinha saído do carro e por isso não se apressaram em apagar o fogo...

Não me lembro qual foi o piloto (está no documentário 'The Killer Years', se não me engano), mas ele dizia que a cada volta, quando passava pelo local do acidente de bandini, dava para sentir o cheiro de carne queimada...

E depois ainda criticavam Jackie Stewart em sua cruzada pela segurança nas pistss!!


um abraço,
Renato Breder

fernando disse...

foto impressionante desse acontecimento terrível; quem passa no momento pela cena é Chris Amon, que fazia sua estréia pela Scuderia na F1 - e (pela intensidade do fogo) pode ser que este registro mostre a primeira passagem do neozelandês pelo acidente, já que vinha em terceiro, atrás do desafortunado italiano.
Amon terminou em terceiro, sendo ultrapassado por Graham Hill ("Mr. Monaco") a poucas voltas do fim.
Hulme venceu essa corrida 'de lavada', botando uma volta em cima dos outros dois do pódio; mas com o peso do acidente sobre o evento, Bandini agonizando no hospital, foi cancelado o tradicionaljantar de gala no domingo å noite, em homenagem ao vencedor da corrida.
o peso negativo desse acidente foi aumentado severamente pelo fsto que a corrida foi trnansmitida ao vivo pela TV no continente europeu, uma novidade naquela época - dizem ter sido a rimeira vez que um acidentefatal na F1 foi visto ao vivo por telespectadores.

somando-se aos fardos de feno, havia o fato de os motores serem de 3 litros de capacidade cúbica, o que implicou num grande aumento do volume de gasolina nos tanques - e nenhum sistema de prevençnao de vazamentos, rompimentos e claro, incêndios.
hoje em dia é simplesmente inimáginavel que os caras topassem correr os riscos inerentes åquela situação de então.

não por menos Chris Amon abandonou o GP da Alemanha de 76, e também a F1, após passar pelo carro (em condição infernal) de Lauda na segunda volta daquele GP; declarou å imprensa que estava cheio de ver colegas sendo assados vivos em cockpits destroçados, citando meia dúzia de nomes começando por Bandini.