quinta-feira, 4 de julho de 2013

Por uns Trocados























O mar não está pra peixe!

É fácil notar que a dificuldade das equipes da Fórmula 1 em conseguir um grande 
patrocinador continua.

Dois exemplos.

Para entender melhor o cenário.

Um.

A Lotus vendendo participação acionária.

A entrada da Coca-Cola no circo através do energético Burn acabou sendo
bem mais discreta que o esperado.

Como o aguardado acordo com a Honeywell segue como um filme de suspense,
a escuderia negra não teve outra opção a não ser cortar a própria carne.

Dois.

A Williams buscando diversas parcerias tecnológicas.

A última com a Nismo, a divisão esportiva da Nissan.

Tudo para fazer dinheiro.

Fica a dúvida sobre os resultados.

Porém é um caminho bem criativo.

Existem outras alternativas?

A McLaren tenta laçar a empresa aérea Emirates.

Enquanto a Sauber, que você já leu por aqui, vai até a Rússia atrás da Gazprom.

Sauber que anda desesperada por dinheiro e, sem trocadilhos, espera que a bwin
aposte uns trocados na carenagem de seus carros.

A verdade é que o último grande aporte financeiro foi para a Red Bull.

A Infiniti colocou quase 35 milhões de dólares a disposição do time austríaco nesta
temporada.

Um apoio do tamanho da PDVSA de Pastor Maldonado.

Uma última notinha.

Interessante.

Escondida entre os patrocinadores de Vettel e Webber está a AT & T.

Bem discreta.

A gigante americana do ramo de comunicações anda ouvindo propostas para que volte
a figurar entre os maiores nomes da categoria.

Uma esperança para muitas equipes que sonham, e ainda não sabem como, sobreviver
na Nova Era Turbo.

4 comentários:

Anônimo disse...

Complicado
Que as equipes precisam de dinheiro, não há duvidas. O problema é a FIA tomar umas atitudes estúpidas como a asa móvel e os pneus paçoca com a desculpa esfarrapada de que "é pra melhorar o espetáculo".
Já estou duvidando que a entrada de Jean Todt venha realmente fazer bem à F1.
Ainda mais com uma atitude como à tomada contra a Mercedes que claramente infringiu o regulamento pra melhorar o desempenho. Pirelli também não é santa, por mais que diga e jure pela alma da própria mãe que é.
Parece haver um esforço por parte de quem dita as regras para que a Mercedes obtenha vantagem.
Isto tira a credibilidade do evento.
Fica com "cheiro" de jogo de cartas marcadas.
Paul Hembely sabe, por mais que a FIA não lhe demonstre, pelo menos publicamente, que a batata da Pirelli já assou com as desintegrações dos pneus em alta velocidade na última corrida.
Terrível.
De repente o fantasma das mortes volta a assombrar a F1! Como não? Vale lembrar que Felipe Massa rodou bem no meio de uma curva de alta velocidade devido à delaminação de seu pneu traseiro. Caso não fosse a generosa área de escape daquela curva, algo mais grave poderia ter ocorrido.

Danilo Cintra

Secastro disse...

Em um mundo em crise, estava parecendo, no minimo, intrigantes os valores da F1. Mais cedo ou tarde cairia a ficha.

No final, deve ser uma boa opção - tudo está ficando tão caro e tecnológico que a F1 está se afastando cada vez mais da realidade - e do povo que gosta de corridas.

Emerson Fernando Pippi disse...

A contradição é que, em uma época de crise, inventam aparatos para encarecer ainda mais a categoria (Kers, DRS, Volta dos Motores turbo...)
Idéias para levantar mais recursos ou cortar custos não são consideradas:
- Permitir o terceiro carro, com patrocinadores diferentes para cada piloto.
- Retornar a venda de chassis, assim como fazem com os motores.
- Limitar a quantidade de funcionários nos boxes.

Isso me faz pensar se a FIA e as grandes equipes querem realmente cortar custos.

Rubens disse...

Eu se fosse dono de equipe na Fórmula 1 apostaria uma parceria com a Sony.

Todos diziam que ela ia falir, mas a empresa niponica deu a volta por cima e está mais forte depois da crise.

Eles poderiam chegar com um grande porte financeiro e ainda de quebra ajudar no desenvolvimento tecnológico!

Inclusive, eu apostaria na Polyphony, para testar seus pilotos nos bólidos da F1, Vettel teria muita concorrência de peso!