quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Tá doido!

























San Marino.

1994.

E pensar que Rubens Barrichello ainda permaneceria mais 17 anos na
categoria máxima do automobilismo depois disso.

11 comentários:

Renato Santos disse...

Eu estava lá, na minha sala de TV, e vi isso! Lembro perfeitamente! Ele vinha numa baita volta, mas se empolgou na tricky chicane que há ali.

LGD disse...

Diria que é uma imagem chocante, não recordo de ver em algum acidente o braço do piloto assim para fora, impensável algo assim hoje.

Danilo Candido disse...

LGD, ocorreu o mesmo no acidente do Greg Morre (Fontana '99), só que com os DOIS braços...

Leandro Angelo disse...

O mais irônico é que a batida do Barrichello foi muito mais violenta que a do Ratzemberger ou mesmo do Senna e ele saiu vivo.

Aquele fim de semana foi a prova da invitalidade da morte.

Diogo Moura disse...

E pensar que esse foi o acidente mais fraco desse fim de semana maldito...

Anônimo disse...

Leandro Angelo, a batida do Ratzemberger foi pior, talvez não tendo a "plástica" da batida do Barrichello. O Austríaco bateu seco no muro, no ponto mais veloz da pista.

Andre Magalhaes disse...

...esta mais para um Peão de Rodeio montado em seu Potro que atende por ARISCO....

Roberto Taborda disse...

LGD e Candido... Tem uma foto de um acidente de F3 em Mônaco que o carro Capota, e o piloto por instinto poe as mãos no chão.. Porém por azar, o santantonio acabou apoiando bem nas mãos do piloto... Corradi, você lembra desse caso?

E sobre o Greg Moore... Até hoje é o único acidente que ainda fico com a garganta fechada ao ver a cena, principalmente na questão dos braços, pois no final vê-se claramente que estão fraturados em inúmeras vezes...

Lucas disse...

Renato, com todo o respeito, esse acidente foi na sexta. A menos que morasse na Europa, não teve como ver na sua sala.

juniorcaixote disse...

O do Zanardi também é horrível

politicamente_incorreto disse...

O que mata é a segunda batida, a primeira batida, a do carro pode dar plasticidade - como já foi abordado aqui - e uma tragicidade que na realidade não corresponde a extensão dos danos ao piloto.
Inclusive as batidas mais espetaculosas muitas vezes estão na realidade salvando o piloto com um fenomeno chamado dissipação de energia, Quando voce dissipa a energia como foi o caso do Barrichello nesse acidente as chances do pilotos se salvar são enormes ,como foi o caso.
Nesse interim o acidente do Senna também foi do ponto de vista da dissipação de energia bem favorável, o carro bateu num angulo não muito agudo, resvalou dissipando a energia a contento, só que por fatalidade um braço da suspensão como uma lança perfurou o capacete e transfixou a cabeça do piloto com o impacto de uma Magnum 45.
Das tr|ês a pior batida foi a do Ratzxemberger, frontal, violenta, sem dissipação de energia que foi toda absorvida pelo corpo do piloto, haja vista que ele apresenta hemorragias diversas pelas vias respiratórias.
Desculpem pela morbidez , mas tecnicamente foi isso que aconteceu, a verdade é essa.....