domingo, 12 de agosto de 2018

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Clipping






























Caminhos diferentes.

Escolhas.

Faz parte.

Daniel Ricciardo escolheu a Renault.

Coisa que havíamos comentado ser a melhor opção ainda no ano passado.

Um cenário que víamos como inevitável.

Clique aqui para lembrar.

A equipe francesa precisou alterar seu plano original de copiar a trajetória
da Mercedes.

Nico Hulkenberg seria Nico Rosberg.

E Fernando Alonso assumiria o papel de Michael Schumacher.

Não deu certo por várias razões.

Financeiras principalmente.

O orçamento da Renault é algo perto da metade da dupla
Ferrari / Mercedes.

Há um atraso.

Tecnológico.

Chassi e unidade de força.

A meta agora é conquistar pódios com Ricciardo.

Repetindo o caminho de Kimi Raikkonen com a Lotus.

E quem sabe um terceiro lugar no mundial de pilotos ao final
de 2019/20.

Acha pouco?

Os franceses entenderam que não há como enfrentar Ferrari e Mercedes.

Por enquanto.

A Red Bull ficou com um lugar vago ao lado de Max Verstappen.

Eu diria que Carlos Sainz Jr. ocupará tal espaço.

Acho que o time de Milton Keynes quer a dupla mais forte possível em
seus carros principais.

Se Sainz Jr. recusar, e optar pela McLaren (se houver uma oferta...),
por exemplo, eu veria como um erro.

A McLaren pertence a Fernando Alonso.

A quem Chistian Horner disse dispensar para evitar o caos dentro
da Red Bull.

Sainz Jr. ir para uma escuderia que pertence a outro piloto seria enterrar
sua carreira.

Já temos o interessante nome de Pierre Gasly na Toro Rosso.

Ficando assim com um certo equilíbrio de jovens pilotos.

Penso que Helmut Marko e Horner enxergam com bons olhos tal combinação
após o dano causado pela surpreendente (palavras de Horner) saída de Ricciardo.

Interessante.

Estive pensando na McLaren.

Mudo de entendimento.

Talvez Stoffel Vandoorne fique mais uma temporada.

Por três motivos.

Alonso gosta dele.

Alonso é dono da equipe (já disse isso).

E Lando Norris é um inimigo desconhecido.

Na Force India podemos ter um conjunto formado com Lance Stroll
depois do investimento do seu pai e Esteban Ocon por conta da parceria
com a Mercedes.

Sérgio Perez me parece estar dizendo adeus para a Fórmula 1.

Na Williams (precisando de dinheiro) teríamos a chegada de Nikita Mazepin,
que cansou de testar pela Force India.

Dmitry, pai do piloto russo, é um bilionário russo que também está investindo
na carreira do seu rebento.

Assim teríamos uma dupla da Rússia conduzindo os bólidos de Frank.

Falta entender o que será da Scuderia Italiana.

O Tordo me disse que Raikkonen encerrou conversas há tempos com suas
alternativas externas.

Por seu desejo de permanecer ao lado de Sebastian Vettel.

Creio que fica.

A Haas e a Sauber são incógnitas.

Kevin Magnussen e Charles Leclerc não serão dispensados, claro.

Mas Marcus Ericsson e Romain Grosjean ninguém sabe.

Lembrando que estamos apenas tentando entender e não prever as
mudanças na categoria máxima do automobilismo.

Pois não devemos especular.

Principalmente sobre o futuro!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

domingo, 5 de agosto de 2018

Exportação



















As fotos acima são de um pedaço muito legal na história do automobilismo
brasileiro.

E uma aventura difícil de imaginar nos dias de hoje.

O ano é 1982.

Organizados por Reinaldo Campello, 20 pilotos da Stock Car do Brasil
e seus carros embarcaram em um navio.

O destino era Portugal.

Mais precisamente o autódromo de Estoril, onde participariam  de duas
corridas de uma hora de duração cada no circuito português.

A empreitada foi um sucesso.

Nos dias 4 e 18 de julho daquele ano, com a participação de quatro pilotos
portugueses convidados, os brasileiros e seus Opalas à álcool não fizeram
feio no velho continente.

Os carros foram apenas 2 segundos mais lentos que os Porsches 911 que
já haviam corrido na pista lusitana.

Um feito.

Pra constar, as duas provas foram vencidas por Paulo Gomes, que não deu
chances a ninguém.

sábado, 4 de agosto de 2018

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Clipping































Lewis Hamilton mostrou mais uma vez que é um grande piloto.

A oportunidade dada pela chuva não poderia ser desperdiçada.

O campeão de 2017 fez a pole numa das piores pistas para ultrapassagens
da atual Fórmula 1.

Por isso venceu.

Com Valtteri Bottas conseguindo bloquear as investidas da Ferrari na largada,
bastou ao piloto inglês conduzir para a linha de chegada.

A estratégia da Scuderia Italiana não deu o resultado esperado.

Sebastian Vettel foi atrapalhado por Carlos Sainz Jr. e Esteban Ocon, quando
perdeu cerca de cinco segundos, e ainda por cima houve um pit stop bem abaixo
do padrão ideal.

A equipe ainda conseguiu minimizar os danos com as ultrapassagens dos seus
dois carros sobre Bottas.

De qualquer maneira Vettel não poderia superar Hamilton.

A diferença (gap) entre os carros necessária para que isso acontecesse (ultrapassar)
era muito grande.

O resto.

Daniel Ricciardo colocou sua Red Bull no lugar possível.

Pierre Gasly brilhou.

Se tornou nome firme para a Turma do Energético.

Kevin Magnussen continua confirmando as impressões que o Blog sempre
teve sobre ele.

Notei algo a mais sobre o dinamarquês nesta prova.

A maturidade em certos momentos de disputa de posição.

Se ele se tornar um colecionador de pontos, fechar bem a atual temporada
e se estabelecer frente a outro companheiro como Charles Leclerc em 2019...

Pode se tornar um nome forte no mercado e uma opção interessante para uma
das fabricantes.

Vamos ver.

Fernando Alonso, Sainz Jr. e Romain Grosjean fecharam os que pontuaram.

Foi uma etapa interessante.

O campeonato segue incerto.

Bottas 1

As duas ações do piloto da Mercedes contra Vettel e Ricciardo foram
bem negativas.

Ele sabia muito bem o que estava fazendo.

Deixou rolar na ultrapassagem de Seb.

Tipo assim: 'quem tem mais a perder?'

E bateu propositalmente na Red Bull em seguida.

Acho Valtteri um ótimo piloto.

Entretanto ele agiu de forma tosca.

Erro é uma coisa.

Inconsequência é outra.

Bottas 2

Com inteligência, Vettel não alimentou a discussão.

Disse que seu adversário deve ter escorregado na pista.

Seb briga pelo título.

E sabe que encontrará Bottas em outras ocasiões.

Não é hora de colecionar desafetos.

Bottas 3

Wolff chamou o finlandês de escudeiro.

Toto sem tato

O piloto não gostou.

Claro.

Hamilton lambeu as feridas do companheiro exaltando seu trabalho
dentro da equipe.

Lewis briga pelo título.

E sabe que precisará de Bottas em outras ocasiões.

Não é hora de colecionar desafetos.

(ainda mais dentro do time)

Água

Comentaram muito sobre o fato de Raikkonen pilotar sem hidratação.

Aí o Marcus Ericsson disse que há dois anos não toma nada na Sauber.

Por que?

Sem o peso extra, numa pista como a da Hungria, por exemplo, o sueco
ganha dois segundos após as 70 voltas.

Embaralhado

Assim.

Force India podendo ficar nas mãos de Lance Stroll e Sergio Perez.

Com a família Stroll investindo (não comprando) na equipe (salários).

Há o entendimento que o time criado por Vijay Mallia deverá ficar com
todos os direitos adquiridos, mesmo sendo vendida.

Esteban Ocon firmado com a Renault.

Carlos Sainz Jr. indo parar na McLaren.

Lando Norris na Toro Rosso.

E o protegido da Mercedes, George Russel na Williams.

Será que acontecerá tudo isso?

Por Fim

Força aí!




segunda-feira, 30 de julho de 2018

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Os Pingos



























Toto Wolff tem insistido em afirmar que existe algo de ilegal ou no mínimo
estranho no rendimento da Ferrari nesta temporada.

Reuniões com a FIA têm sido realizadas para esclarecer, ou levantar
novas questões, a cada final de semana de GP.

Mais.

Uma grande parte da imprensa entrou na campanha.

Você acha facilmente artigos de colunistas e reportagens em inglês e
alemão jogando em favor do time prateado.

Alguns com birra declarada há tempos por conta da Scuderia Italiana
não dar atenção que os jornalistas gostariam de receber.

Uma cruzada da Mercedes.

Só que um terceiro personagem resolveu opinar sobre a questão.

Aclarando.

Helmut Marko da Red Bull.

Suas palavras.

"A Mercedes possuiu o melhor motor por quatro temporadas, agora
é a Ferrari."

E continuou.

"Eles (Mercedes) precisam aceitar isso e parar de lavar roupa suja!"

Mais

"A Red Bull não vai participar dessa boataria."

Vettel?

"Nós (Red Bull) sabemos o que Sebastian pode fazer.

Inclusive no desenvolvimento de motores.

Ele é uma das razões que explicam a Ferrari ter ultrapassado a Mercedes."

terça-feira, 24 de julho de 2018

Clipping

























Sorte?

Sim.

Mas faça a sua parte para estar no lugar certo.

Ou então o acaso não te beneficiará.

Lewis Hamilton fez sua parte.

E por isso venceu.

Assim como Sebastian Vettel no qualifying.

Quando o time da Estrela de Prata falhou.

Segue o campeonato.

O mais emocionante desde 2012.

Está claro que a Mercedes não tem mais o domínio do motor que
havia nos últimos quatro anos.

A queda do rendimento em relação às últimas temporadas se nota
principalmente durante as corridas.

Tudo por conta da regulamentação que mudou as regras sobre a
queima de óleo.

A Scuderia Italiana igualou o jogo.

As reclamações de Toto Wolff e Cyril Abiteboul (Renault) evidenciam
até um certo desespero.

A coisa se reflete, e fica evidente, ao olharmos a Force India e a Williams.

As dificuldades das clientes mostra que a unidade de força da Mercedes
não é mais absoluta.

Ainda mais que as clientes não podem utilizar o modo "festa" no qualifying.

O equilíbrio também eleva o prejuízo das faltas e falhas.

Um momento bem interessante da Fórmula 1.

Mesmo

Vettel continua grande.

Olhando os críticos.

A chuva cai sobre os mau e bons.

Ricciardo

Daniel Ricciardo ainda está no mercado.

Conversou com a Renault.

Os franceses não quiseram pagar sua pedida salarial.

Há uma tradição aí no time de Viry-Châtillon / Estone que precisa
ser compreendida.

Qual?

De não pagar valores excessivos para seus pilotos.

A Renault trabalha com um orçamento salarial abaixo de 25 milhões
de euros desde sempre para sua dupla titular.

(rompido apenas uma vez, quando Alonso retornou para o time)

Pagar os 20 milhões exigidos por Ricciardo se mostra alto demais para
o padrão.

Ao mesmo tempo o piloto da Red Bull entende uma limitação nos gastos.

Sinal que dificultaria aos franceses alcançarem Mercedes e Ferrari num
futuro próximo.

A pedida do Australiano vem da proposta da McLaren e do salário de
Max Verstappen.

O seu companheiro holandês recebe 12 milhões de euros de forma fixa
mais 8 milhões através de bonificação.

Já a McLaren colocou sobre a mesa os 20 milhões de euros desejados
por Ricciardo na Red Bull.

A turma do energético ofereceu 13,5 milhões de euros mais bônus.

A McLaren não desistiu.

Sei que já encaminharam um aumento na sua proposta inicial que poderia
chegar a algo em torno de 27 milhões de euros anuais fixos.

Tudo para ter o piloto em Woking.

O mercado está vivo.

Por fim

O clima na Hungria.




terça-feira, 17 de julho de 2018

A Conta





















Um infográfico sobre as diferenças de orçamento entre a atual
temporada e a anterior.

(clique na imagem para ampliar)

Umas notas.

Testemunhe o rombo de 300 milhões deixado pela Honda ao sair da
McLaren e amortizado em 100 milhões pelos acionistas principais
da equipe.

A chegada da Alfa Romeo mudou a Sauber, não?

E olhe os números.

Lembre-se que há uma proposta de redução onde haveria um teto
de 150 milhões de euros.