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quarta-feira, 4 de setembro de 2024

De Quatro

 














O acordo entre Andrea Kimi Antonelli e a Mercedes é de quatro temporadas.

Ou seja, vai até 2028.

Sendo que a primeira temporada (2025) é a mais importante. 

No próximo ano o jovem prodígio italiano será avaliado na Fórmula 1.

Tendo boa performance, ativará automaticamente a opção que confirmará as três temporadas seguintes (2026/27/28).

sábado, 31 de agosto de 2024

Avisamos

 


Andrea Kimi Antonelli será o companheiro de George Russell na Mercedes a partir de 2025.

Mas quem acompanha nosso trabalho já sabia há muito tempo...

sábado, 8 de maio de 2021

Adaptação















Quem acompanha o Blog ou nossos comentários no twitter há mais tempo sabe que muitas vezes pedimos calma nos julgamentos.

Pois o primeiro impulso pode trazer uma visão turva.

E isso é bem comum na Fórmula 1 entre os milhares de fãs.

Calma.

Até porque a categoria máxima do automobilismo, apesar de sua absurda velocidade, é mais do que tudo calma.

Ou você acha que um afobado conseguiria ficar naquele invólucro apertado colocando o pneu no mesmo lugar nas curvas de forma repetida?

E sem direito a erros.

Tudo isso para tratarmos do assunto deste post.

Adaptação.

Que, segundo o dicionário, é o ajuste de uma coisa a outra.

No nosso caso, o ajuste de um piloto a sua nova equipe.

E ainda, a chegada de um estreante na F1.

O tempo tem mostrado que existe um período necessário de adaptação.

De ajuste.

Vamos exemplificar.

Lewis Hamilton desembarcou na Fórmula 1 em 2007.

Ao lado do já duas vezes campeão, Fernando Alonso.

Difícil, não?

Mas houve uma cuidadosa preparação para que o piloto inglês sentisse o mínimo no impacto da mudança da GP2.

Hamilton executou um programa brutal com a McLaren.

Testes e mais testes.

Na época podia.

Lewis rodou o equivalente a 24 GPs nas mais diversas pistas durante seis meses em 2006.

Por pouco Sebastian Vettel não faturou o título de 2009.

Acho que duas coisas pesaram também para que Button vencesse.

A primeira briga de verdade da Red Bull pelo título.

O que exige um minucioso planejamento.

E o fato de Vettel ser um novato no time principal.

Mais experiente, o time do energético passou a colecionar títulos nos anos seguinte com seu piloto mais ajustado.

Sabendo lidar melhor com os desafios, principalmente em 2010 e 2012.

Penso que o tempo de adaptação pode ser de uma ou duas temporadas.

Dependendo das circunstâncias.

Lembremos de Valtteri Bottas.

Pego no laço pela Mercedes após a saída abrupta de Nico Rosberg.

Foram duas temporadas complicadas.

Depois, mais ajustado, dois vice-campeonatos.

Michael Schumacher fez um retorno para a mesma Mercedes.

E sofreu para se encaixar.

E ainda tendo como referência um subestimado (na época) Rosberg. 

Tenso.

A história parece se repetir na Alpine com Alonso e, o mal avaliado, Esteban Ocon.

Vettel pena na Aston Martin.

Sergio Perez na Red Bull.

Carlos Sainz Jr. na Ferrari.

E Daniel Ricciardo na McLaren.

Todos os citados com momentos impressionantes na Fórmula 1.

Entretanto a coisa exige trabalho.

Repetição.

Pense em Mick Schumacher, Tsunoda e Mazepin.

Ou em alguns erros primários de Russell.

Não se guie por comentaristas afobados.

O tempo é cruel.

Sim.

Porém o tempo não apaga o que o talento já gravou.

Mais.

No caso, o tempo deverá aclarar.

E tende a nos lembrar do que é verdadeiro.

terça-feira, 4 de maio de 2021

Por um Lugar ao Sol





















O meio da temporada de 2021 poderá ser de mudanças significativas em algumas equipes.

Falo da dança das cadeiras, ou cockpits, dos pilotos.

O cenário.

Aston Martin, Alpine, Ferrari, Haas, McLaren e Red Bull indicam um caminho de repetição em suas duplas.

O restante pode ser mais movimentado.

Acredito que Lewis Hamilton deixe a categoria após seu oitavo título.

Abrindo caminho para Russell na Mercedes.

Para equilibrar tal mudança, Toto Wolff tende a conservar Valtteri Bottas ao lado de George.

Assim, há uma vaga criada na Williams ao lado de Nicholas Latifi. 

Um nome?

Poderia estar indo para Danill Kvyat.

Interessante que o Russo não se desliga da Fórmula 1.

Existem algumas razões para isso.

Devemos observar que, ao contrário de seus compatriotas que passaram ou estão na categoria máxima do automobilismo, Kvyat é um cidadão do mundo.

Mais italiano que russo, rodado em diversas escuderias e de fino trato.

Esta última característica parece irrelevante ao primeiro olhar.

Mas já afastou alguns condutores de um futuro mais promissor.

Exemplos?

No paddock dizem que Paul di Resta era uma criatura difícil de lidar.

Falam desse defeito em Hulkenberg também.

Outro que pode seguir em frente é Pierre Gasly.

Seu caminho na Red Bull está bloqueado e uma alternativa deve estar sendo buscada.

Onde?

A Alfa Romeo pode ser uma resposta.

Qual a raciocínio?

A Sauber poderá obter um novo acordo de motorização com a Renault.

Em uma parceria mais vantajosa do que tem hoje com a Ferrari.

Pois está claro que a filha preferida é a Haas.

Mas em qual lugar?

Kimi Raikkonen é um campeão.

E Antonio Giovinazzi tem entregado um trabalho digno.

Claro, Gasly ainda pode esperar.

Já que seu posto na Alpha Tauri não está ameaçado.

Percebam que os nomes se repetem.

E reparem na dificuldade de haver um novo entrante.

A Indy e a Fórmula E agradecem.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Devaneios

















Não é informação.

São apenas pensamentos.

Achismos.

Eu não acho que Lewis Hamilton fique em 2022 na Fórmula 1.

Seguindo a ideia, temos um buraco na Mercedes.

Com o principal time da categoria precisando de uma estrela.

Pode subir George Russell.

E continuar com Valtteri Bottas.

A saída do multicampeão inglês seria a única alternativa para uma possível permanência do finlandês conduzindo uma das Flechas de Prata.

Possível.

Pois Russell (a estrela) talvez combine mais com um piloto campeão ao seu lado.

Surge então o nome de Sebastian Vettel.

Já está na família (Aston Martin - Toto Wolff)...

Para seu posto a Aston Martin buscaria um nome de peso e mídia para correr com Lance Stroll.

Penso em Kimi Raikkonen.

Aí abriríamos duas vagas.

Na Williams (lugar Russell) e na Alfa Romeo (lugar de Raikkonen). 

Com Bottas voando.

No próximo box, Sergio Perez precisa mostrar muito serviço na Red Bull.

Os cabeças dos energéticos estão apaixonados por Yuki Tsunoda.

Max Verstappen é uma incógnita para mim.

A história precisa andar mais.

Se a Red Bull continuar competitiva e não conseguir o título, a coisa poderia pesar.

Climão, entende?

Helmut Marko já deu sinais de não confiar 100% no talento do holandês perante Hamilton.

Aliás, Marko só tem paciência com Vettel.

Depois das dificuldades enfrentadas na primeira etapa no Bahrein pelo piloto alemão em sua estreia no carro verde, ele foi um dos poucos a dizer que em algumas corridas Sebastian vai estar voando novamente.

Pode ser efeito as boas lembranças dos bons tempos.

Voltando, Max não parece ser uma figura fácil de lidar.

Pode estar cansando.

Um título perdido pode entornar o caldo da latinha.

Pensou na Mercedes?

Esquece Russell e Verstappen num mesmo time.

Toto nunca mais irá trabalhar com uma dupla de pilotos que lembre a treta entre Rosberg e Hamilton.

Ele já deixou bem claro isso.

Pensamentos, OK?

Mas 2021 / 2022 pode ser mais interessante do que imaginamos...

terça-feira, 7 de julho de 2020

Maxime Vero





















Primeiro uma lista.

De vice-campeões.

2014 - Nico Rosberg (Mercedes)

2015 - Nico Rosberg (Mercedes)

2016 - Lewis Hamilton (Mercedes)

2017 - Sebastian Vettel (Ferrari) 46 pontos atrás

2018 - Sebastian Vettel (Ferrari) 88 pontos atrás

2019 - Valtteri Bottas (Mercedes)

Na Era de domínio absoluto das Flechas de Prata.

Agora a real, na fala de Max Verstappen sobre rivalidade.

"Existem muitos bons pilotos.

Mas no final, é mais o carro do que o condutor.

Porque nos últimos anos muitos pilotos poderiam ter sido
campeões se estivessem ao volante de uma Mercedes."

terça-feira, 26 de maio de 2020

Clipping
























Um Clipping!

Fazia tempo...

Mão

Uma pequena história.

Financeira.

Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.

Eram 34 milhões de euros.

Muito.

A Petronas ajudou.

A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.

6 milhões.

Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.

Perguntar não ofende

Falando nisso.

Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.

Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.

El Dinero

A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.

Briga feia entre a Movistar e a DAZN.

Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.

Os vencimentos?

Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.

Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.

Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.

(provavelmente no capacete)

Vettel e a Mercedes

Assim.

2021.

Toto Wolff diz que o quer:

Hamilton / Russell.

A Daimler (dona da Mercedes) fala em:

Hamilton / Vettel

Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.

Decisão só daqui dois meses.

Quem?

Valtteri Bottas?

Ninguém fala mais nele.

Se ele for campeão em 2020??

Vocês perguntam cada coisa...

Dificuldades Financeiras

A McLaren e a Renault estão fazendo contas.

Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.

Já os franceses contam com o socorro estatal.

Trocas e Mudanças

No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.

O Time dos Energéticos disse não.

Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.

Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.

A Renault entrou na jogada.

Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.

Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.

E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.

No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.

Ricciardo não gostou.

A presença de Esteban Ocon também  lhe deixou incomodado.

A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.

(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)

Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.

Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.

Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.

Dois mais um.

2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).

Salário de 10 milhões de euros.

Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.

E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.

Ah, sim.

E o status de primeiro piloto.

Por Fim

Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).

Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).

OK.

E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Brincadeira



















Levando em consideração a negativa da Red Bull, minhas
considerações sobre as vantagens de um retorno de Sebastian 
Vettel para o time dos energéticos fizeram água.

As opções expostas são deprimentes.

Uma McLaren cliente.

Ou uma Renault longe de seus tempos áureos.

E aí?

Quem disse não poder deixar passar em branco um
piloto como Vettel no mercado foi Toto Wolff.

Ele pode.

Dentro da Fórmula 1 atual ele pode tudo.

Desde o longínquo ano de 2014, o comandante da
Mercedes não conhece derrota.

Foram seis títulos seguidos.

Seus carro são o reflexo de um trabalho perfeito.

Se Lewis Hamilton não fosse campeão em 2019,
Valtteri Bottas teria chegado ao título.

E por quatro temporadas o fenômeno se repetiu.

Com seus dois pilotos, desde a época de Nico Rosberg,
lutando entre si.

E em apenas duas oportunidades houve um intruso.

Sebastian Vettel foi vice em 2017 e 2018.

Toto está seguro.

Será campeão novamente nesta (2020) e na próxima
temporada (2021).

Mas...

E se ele colocasse Vettel ao lado de Lewis?

Não seria interessante fechar um ciclo com chave de
ouro?

Contar com dois dos maiores campeões da história ao
mesmo tempo em suas fileiras?

Duelando em condições de igualdade?

Ah, se estivesse ativo, Bernie Ecclestone não hesitaria
em pegar o telefone e ajeitar as coisas.

Convenceria Toto.

Diria que ele venceria de qualquer forma.

Porém na melhor das temporadas em muitos anos...

Para a categoria máxima do automobilismo seria um
estrondo.

Para a Mercedes, toneladas de mídia cairiam do céu.

Se quiser, Toto pode brincar.

E ver o circo pegar fogo.

Quem sabe?

Fica claro que, se ele quiser, todos nós nos divertiríamos
bastante, não?

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Nebelmeister





















Nurburgring.

1936.

O tempo não estava bom na Alemanha.

A largada se deu em pista molhada.

Estavam todos lá.

As lendas.

Rudolf Caracciola, Stuck, Bernd Rosemeyer e Tazio Nuvolari..

Mais de 300.000 pessoas foram ver seus heróis ao vivo.

Especialista em pisos escorregadios, Caracciola pulou na frente na primeira
volta da prova quando os bólidos passavam pelo Karussell.

Entretanto veio a infelicidade.

Poucas voltas depois o motor de sua Mercedes falhou.

Tazio Nuvolari (com sua Ferrari - Alfa Romeo) tomou a ponta.

As condições foram piorando.

Neblina.

Que foi ficando mais densa a cada volta.

Ninguém via nada direito.

Parecia que tudo conspirava contra Nuvolari.

Pois naquelas circunstâncias, Rosemeyer foi se aproximando.

Em frente ao seu público, a Auto Union de Bernd surgiu do nada liderando
a prova.

Delírio da torcida.

E como um raio desapareceu novamente no nevoeiro.

Os pilotos só conseguiam enxergar até 30 metros a sua frente.

Nuvolari ainda tentou acompanhar Rosemeyer.

Fez de tudo.

Impossível.

O piloto alemão não diminuía o ritmo.

E começou a abrir cerca de 30 segundos por volta para o italiano.

Todos ficaram  abismados

Rosemeyer cruzou a linha de chegada com mais de 2 minutos de diferença!

Impressionante.

Uma vitória histórica.

Um assombro de pilotagem em uma situação tão adversa.

O texto pode parecer até exagerado.

Cheio de licenças poéticas.

Ainda bem que existe a prova em vídeo!

terça-feira, 7 de abril de 2020

O Faro



























A impressão.

“Não há dúvida sobre as habilidades de Sebastian Vettel.

Infelizmente, porém, muitas vezes a vontade não é suficiente.

Hamilton e a Mercedes dominam há anos.

Se a temporada tivesse começado, provavelmente estaríamos falando sobre
as vitórias das Flechas de Prata.

Após a parada, vencer a dupla Hamilton - Mercedes não será nada fácil.

Assim como reduzir a diferença ... "

Palavras de Robert Kubica.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Desejo



























Engraçado como as pessoas despejam suas frustrações mais íntimas
de forma desprezível.

Fiquem tranquilos.

Mercedes será campeã novamente em 2019.

Assim como Hamilton.

Não tenho dúvidas.

Ainda mais testemunhando como a Casa de Brackley trata bem seu
principal piloto.

Tanto que Valtteri Bottas recebeu ordens de reduzir seu ritmo para não
ultrapassar seu companheiro após sua parada em Singapura...

Lamento que a Ferrari tenha encontrado seu caminho tarde demais.

Porém algo aponta para uma esperança.

Em 2020.

Os vermelhos sendo dominantes numa luta épica entre Sebastian
Vettel e Charles Leclerc pelo título.

Com brigas internas, divisão na equipe e olhares atravessados.

Uma luta temperada por Lewis e Verstappen.

Desejo.

Quero sangue!

sábado, 24 de agosto de 2019

Freezer



























Esquentou.

Ou melhor, vai esfriar.

A proposta declarada pela Renault é congelar o desenvolvimento das
unidades de força da Fórmula 1 em 2021.

Por que?

Redução de custos e melhoria no desempenho.

Equilíbrio.

A Honda concorda pelas palavras vindas da Red Bull.

Do lado italiano, a Ferrari não se pronunciou.

Ainda.

Mercedes?

Toto Wolff demonstra preocupação com a proximidade dos rivais
quando o assunto é potência.

E por isso a prioridade é manter a supremacia das Flechas de Prata.

Em Brackley, sede da equipe, o protótipo da unidade de força que
empurrará os carros de Bottas e Hamilton na próxima temporada
já foi ligado.

Uma ousadia.

Pois é a maior atualização da unidade de força da Mercedes dos
últimos seis anos.

Estão se preparando.

Pois o inverno está chegando.

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Olhando



























A Red Bull Honda está surpreendendo.

Com uma máquina rápida e confiável, Max Verstappen está lutando
mais vezes por vitórias.

Não.

Não acredito que o título de Lewis Hamilton esteja ameaçado.

A Mercedes é um carro de exceções.

Em certos momentos, em certas circunstâncias, o bólido prateado não
é um foguete comparado aos outros.

E isso não poderá atrapalhar sua trajetória vitoriosa em 2019.

A Ferrari?

A lentidão gritante na Hungria não deixa dúvidas que Lina está doente.

O SF90 possui problemas aerodinâmicos, de temperatura e consumo
de combustível.

As próximas duas etapas, Spa-Francorchmaps e  Monza, devem favorecer
a Scuderia Italiana.

Se acontecer.

Mesmo assim é muito pouco.

A categoria máxima do automobilismo pode ser definida numa palavra.

Continuidade.

E neste ponto está chave do sucesso.

Perceba que, quando há oportunidade, Toto Wolff contrata um engenheiro
ou projetista da Ferrari.

Por que?

Porque a mão-de-obra especializada é escassa na Fórmula 1.

De vez em quando o Burti não comenta na TV que aquele engenheiro
que apareceu na tela trabalhou com ele mil anos atrás?

É isso.

Se continuidade é a palavra, A Red Bull e a Mercedes estão em vantagem
sobre a Ferrari para 2020.

Basta evoluir,

Aperfeiçoar.

Os italianos precisam inventar.

Acho (um pensamento, sem adivinhações, claro!) que Verstappen poderá
brigar pelo título na próxima temporada de forma real.

Adrian Newey não costuma perder oportunidades.

E a Honda deve estar enxergando a chance de voltar a triunfar e por isso
não vai poupar recursos.

Talvez testemunhemos experimentos escandalosos com a Toro Rosso nas
últimas etapas...

Sim.

O ano de 2020 promete.

Menos para Romain Grosjean e Robert Kubica.

Parece que já deu pro francês.

E o polonês (apesar do dinheiro) tem um concorrente talentoso
(e com mais dinheiro ainda) olhando pro seu lugar: Nicholas Latifi.

No aguardo.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Mercedes?


























A classificação atualizada do campeonato de 2019:

1. Max Verstappen - 195 points
2. Sebastian Vettel - 181
3. Charles Leclerc - 171
4. Pierre Gasly - 89
5. Carlos Sainz - 64
6. Kimi Räikkönen - 52
7. Lando Norris - 43
8. Daniel Ricciardo - 42
9. Nico Hülkenberg - 32
10. Daniil Kvyat - 31

A informação vem do perfil do twitter F1 Without Mercedes.

Que simula uma Fórmula 1 sem a dinastia das Flechas de Prata.

Mais.

Nos últimos anos a coisa teria sido assim:

Mundial de Pilotos

2014: Ricciardo

2015: Vettel

2016: Ricciardo

2017: Vettel

2018: Vettel

Mundial de Construtores

2014: Red Bull

2015: Ferrari

2016: Red Bull

2017: Ferrari

2018: Ferrari

Interessante?

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Todos

































O espetáculo não é feito apenas por quem está acelerando na pista.

sábado, 16 de março de 2019

terça-feira, 8 de maio de 2018

Mercado e uma ou outra coisa






























Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.

A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.

Nada contra o Endurance.

Muito menos contra o grande talento do espanhol.

Mas estava tudo errado.

Coadjuvantes para todos os lados.

Dividindo os carros com figuras obscuras.

A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.

Só.

Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.

Todo mundo sabia como iria acabar.

Parte da imprensa espanhola estava histérica.

Pior.

Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.

Ordens são ordens.

E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.

Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.

O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.

Foi um ensaio.

O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.

Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.

Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.

Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.

O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.

Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.

Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.

É clara a sua oposição.

O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.

Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.

Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?

Não.

Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!

Parei.

Não.

Tem mais.

Briatore também pisou na Red Bull.

Daniel Ricciardo não tem espaço.

Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.

Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.

E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.

Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.

Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.

The End.

Parece desespero?

É isso mesmo.

Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.

Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.

Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.

Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.

Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.

Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.

Já Ricciardo não precisa provar mais nada.

Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.

Ah, sim.

A Renault não foi procurada.

E também não pensa em Alonso.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

As Brumas de Milton Keynes






















Na imagem acima.

O passado e o futuro lado a lado.

Ainda esperando pelo início da temporada.

A Red Bull segue numa bruma indecifrável.

Newey apresentará um milagre?

A unidade de força da Renault vai brilhar?

Por outro lado a Mercedes caminha tranquila.

Toto Wolff e sua trupe esperam que a confiabilidade e potência continuem
ao seu lado.

O objetivo são os sete títulos de Schumacher.

A Ferrari?

Em Maranello procuraram reduzir o peso de tudo no motor.

Funcionou.

Nos testes a macchina mostrou mil cavalos.

E tudo foi bem no túnel de vento.

Atenção.

Os novos bólidos de Vettel e Raikkonen miram a pole position.

Largar em primeiro é a prioridade.

Na atual F1, no equilíbrio, ninguém ultrapassa.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Contratos, Poderes e Afins


























Tempo faz falta.

E é dinheiro.

Realmente.

Queria ter mais para escrever no Blog.

Falando nisso.

Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.

Casamento inabalável.

As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.

O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.

O novo acordo deverá ir até 2020.

A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.

Um pouco menos.

Um fixo mais premiação por vitórias.

(proposta de Toto Wolff)

Ou um fixo mais bônus por título mundial.

Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.

Amplamente divulgado no paddock.

Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.

Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.

Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.

E deixou o tempo passar.

(é dinheiro, lembra?)

A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.

Entretanto duas coisas aconteceram.

A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.

E a saída abrupta de Nico Rosberg.

Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.

Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.

O início de 2017 muda o cenário novamente.

Gina se mostra competitiva.

A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.

E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.

Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.

Com cláusulas de saída!

Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.

Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.

Uma situação inusitada.

Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.

Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.

Ficando em casa.

Onde foi criado.

E já conhece tudo e todos.

Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.

Esperto.

Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.

E acho que não estará errando.

Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.

Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Propaganda



Pisando no pescoço!

"O valor da vitória está no tamanho do seu oponente."