Mostrando postagens com marcador Bottas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bottas. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de maio de 2021

Adaptação















Quem acompanha o Blog ou nossos comentários no twitter há mais tempo sabe que muitas vezes pedimos calma nos julgamentos.

Pois o primeiro impulso pode trazer uma visão turva.

E isso é bem comum na Fórmula 1 entre os milhares de fãs.

Calma.

Até porque a categoria máxima do automobilismo, apesar de sua absurda velocidade, é mais do que tudo calma.

Ou você acha que um afobado conseguiria ficar naquele invólucro apertado colocando o pneu no mesmo lugar nas curvas de forma repetida?

E sem direito a erros.

Tudo isso para tratarmos do assunto deste post.

Adaptação.

Que, segundo o dicionário, é o ajuste de uma coisa a outra.

No nosso caso, o ajuste de um piloto a sua nova equipe.

E ainda, a chegada de um estreante na F1.

O tempo tem mostrado que existe um período necessário de adaptação.

De ajuste.

Vamos exemplificar.

Lewis Hamilton desembarcou na Fórmula 1 em 2007.

Ao lado do já duas vezes campeão, Fernando Alonso.

Difícil, não?

Mas houve uma cuidadosa preparação para que o piloto inglês sentisse o mínimo no impacto da mudança da GP2.

Hamilton executou um programa brutal com a McLaren.

Testes e mais testes.

Na época podia.

Lewis rodou o equivalente a 24 GPs nas mais diversas pistas durante seis meses em 2006.

Por pouco Sebastian Vettel não faturou o título de 2009.

Acho que duas coisas pesaram também para que Button vencesse.

A primeira briga de verdade da Red Bull pelo título.

O que exige um minucioso planejamento.

E o fato de Vettel ser um novato no time principal.

Mais experiente, o time do energético passou a colecionar títulos nos anos seguinte com seu piloto mais ajustado.

Sabendo lidar melhor com os desafios, principalmente em 2010 e 2012.

Penso que o tempo de adaptação pode ser de uma ou duas temporadas.

Dependendo das circunstâncias.

Lembremos de Valtteri Bottas.

Pego no laço pela Mercedes após a saída abrupta de Nico Rosberg.

Foram duas temporadas complicadas.

Depois, mais ajustado, dois vice-campeonatos.

Michael Schumacher fez um retorno para a mesma Mercedes.

E sofreu para se encaixar.

E ainda tendo como referência um subestimado (na época) Rosberg. 

Tenso.

A história parece se repetir na Alpine com Alonso e, o mal avaliado, Esteban Ocon.

Vettel pena na Aston Martin.

Sergio Perez na Red Bull.

Carlos Sainz Jr. na Ferrari.

E Daniel Ricciardo na McLaren.

Todos os citados com momentos impressionantes na Fórmula 1.

Entretanto a coisa exige trabalho.

Repetição.

Pense em Mick Schumacher, Tsunoda e Mazepin.

Ou em alguns erros primários de Russell.

Não se guie por comentaristas afobados.

O tempo é cruel.

Sim.

Porém o tempo não apaga o que o talento já gravou.

Mais.

No caso, o tempo deverá aclarar.

E tende a nos lembrar do que é verdadeiro.

terça-feira, 4 de maio de 2021

Por um Lugar ao Sol





















O meio da temporada de 2021 poderá ser de mudanças significativas em algumas equipes.

Falo da dança das cadeiras, ou cockpits, dos pilotos.

O cenário.

Aston Martin, Alpine, Ferrari, Haas, McLaren e Red Bull indicam um caminho de repetição em suas duplas.

O restante pode ser mais movimentado.

Acredito que Lewis Hamilton deixe a categoria após seu oitavo título.

Abrindo caminho para Russell na Mercedes.

Para equilibrar tal mudança, Toto Wolff tende a conservar Valtteri Bottas ao lado de George.

Assim, há uma vaga criada na Williams ao lado de Nicholas Latifi. 

Um nome?

Poderia estar indo para Danill Kvyat.

Interessante que o Russo não se desliga da Fórmula 1.

Existem algumas razões para isso.

Devemos observar que, ao contrário de seus compatriotas que passaram ou estão na categoria máxima do automobilismo, Kvyat é um cidadão do mundo.

Mais italiano que russo, rodado em diversas escuderias e de fino trato.

Esta última característica parece irrelevante ao primeiro olhar.

Mas já afastou alguns condutores de um futuro mais promissor.

Exemplos?

No paddock dizem que Paul di Resta era uma criatura difícil de lidar.

Falam desse defeito em Hulkenberg também.

Outro que pode seguir em frente é Pierre Gasly.

Seu caminho na Red Bull está bloqueado e uma alternativa deve estar sendo buscada.

Onde?

A Alfa Romeo pode ser uma resposta.

Qual a raciocínio?

A Sauber poderá obter um novo acordo de motorização com a Renault.

Em uma parceria mais vantajosa do que tem hoje com a Ferrari.

Pois está claro que a filha preferida é a Haas.

Mas em qual lugar?

Kimi Raikkonen é um campeão.

E Antonio Giovinazzi tem entregado um trabalho digno.

Claro, Gasly ainda pode esperar.

Já que seu posto na Alpha Tauri não está ameaçado.

Percebam que os nomes se repetem.

E reparem na dificuldade de haver um novo entrante.

A Indy e a Fórmula E agradecem.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Devaneios

















Não é informação.

São apenas pensamentos.

Achismos.

Eu não acho que Lewis Hamilton fique em 2022 na Fórmula 1.

Seguindo a ideia, temos um buraco na Mercedes.

Com o principal time da categoria precisando de uma estrela.

Pode subir George Russell.

E continuar com Valtteri Bottas.

A saída do multicampeão inglês seria a única alternativa para uma possível permanência do finlandês conduzindo uma das Flechas de Prata.

Possível.

Pois Russell (a estrela) talvez combine mais com um piloto campeão ao seu lado.

Surge então o nome de Sebastian Vettel.

Já está na família (Aston Martin - Toto Wolff)...

Para seu posto a Aston Martin buscaria um nome de peso e mídia para correr com Lance Stroll.

Penso em Kimi Raikkonen.

Aí abriríamos duas vagas.

Na Williams (lugar Russell) e na Alfa Romeo (lugar de Raikkonen). 

Com Bottas voando.

No próximo box, Sergio Perez precisa mostrar muito serviço na Red Bull.

Os cabeças dos energéticos estão apaixonados por Yuki Tsunoda.

Max Verstappen é uma incógnita para mim.

A história precisa andar mais.

Se a Red Bull continuar competitiva e não conseguir o título, a coisa poderia pesar.

Climão, entende?

Helmut Marko já deu sinais de não confiar 100% no talento do holandês perante Hamilton.

Aliás, Marko só tem paciência com Vettel.

Depois das dificuldades enfrentadas na primeira etapa no Bahrein pelo piloto alemão em sua estreia no carro verde, ele foi um dos poucos a dizer que em algumas corridas Sebastian vai estar voando novamente.

Pode ser efeito as boas lembranças dos bons tempos.

Voltando, Max não parece ser uma figura fácil de lidar.

Pode estar cansando.

Um título perdido pode entornar o caldo da latinha.

Pensou na Mercedes?

Esquece Russell e Verstappen num mesmo time.

Toto nunca mais irá trabalhar com uma dupla de pilotos que lembre a treta entre Rosberg e Hamilton.

Ele já deixou bem claro isso.

Pensamentos, OK?

Mas 2021 / 2022 pode ser mais interessante do que imaginamos...

terça-feira, 26 de maio de 2020

Clipping
























Um Clipping!

Fazia tempo...

Mão

Uma pequena história.

Financeira.

Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.

Eram 34 milhões de euros.

Muito.

A Petronas ajudou.

A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.

6 milhões.

Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.

Perguntar não ofende

Falando nisso.

Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.

Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.

El Dinero

A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.

Briga feia entre a Movistar e a DAZN.

Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.

Os vencimentos?

Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.

Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.

Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.

(provavelmente no capacete)

Vettel e a Mercedes

Assim.

2021.

Toto Wolff diz que o quer:

Hamilton / Russell.

A Daimler (dona da Mercedes) fala em:

Hamilton / Vettel

Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.

Decisão só daqui dois meses.

Quem?

Valtteri Bottas?

Ninguém fala mais nele.

Se ele for campeão em 2020??

Vocês perguntam cada coisa...

Dificuldades Financeiras

A McLaren e a Renault estão fazendo contas.

Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.

Já os franceses contam com o socorro estatal.

Trocas e Mudanças

No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.

O Time dos Energéticos disse não.

Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.

Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.

A Renault entrou na jogada.

Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.

Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.

E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.

No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.

Ricciardo não gostou.

A presença de Esteban Ocon também  lhe deixou incomodado.

A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.

(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)

Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.

Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.

Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.

Dois mais um.

2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).

Salário de 10 milhões de euros.

Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.

E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.

Ah, sim.

E o status de primeiro piloto.

Por Fim

Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).

Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).

OK.

E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?

terça-feira, 12 de maio de 2020

Para onde irá Vettel?



























Um movimento de mercado que agita toda a Fórmula 1.

Sebastian Vettel se separa da Ferrari ao final da temporada
de 2020.

A proposta?

Apenas mais um ano de contrato.

Redução salarial.

O piloto escolheu seguir outro caminho.

A razão?

Dinheiro?

Não.

A parte financeira poderia ser solucionada.

O curto período do acordo proposto pela Scuderia Italiana
foi o gatilho.

Vettel sabe que a Ferrari não vai vencer em apenas um ano.

2020

Ou dois.

Em 2021.

Necessita de mais trabalho.

E sua dedicação ao projeto, os gastos de energia tentando
melhorar a performance do carro, desgastaram sua imagem.

Enquanto que Charles Leclerc voava, se preocupando
apenas com sua pilotagem.

Chamando muita atenção.

Leclerc me lembra Senna...

E para onde vai Sebastian.

Minha visão é que ele deverá retornar para a Red Bull.

Ele é amado ainda por lá.

Marko e Horner pensam num equilíbrio ao lado de
Max Verstappen.

Podendo assim, disputarem novamente os dois títulos.

De pilotos e construtores.

A Honda aprovaria a empreitada.

Uma redução de salário deverá ocorrer.

De 35 milhões de euros anuais para 20.

McLaren? 

Renault??

Seria dar murro em ponta de faca.

E para o seu lugar na Ferrari?

Leonildo aponta Sainz Jr.

Com Ricciardo, Giovinazzi e até Bottas (!) sendo citados.

Ver a Scuderia sem um campeão mundial será estranho.

Mas as opções são estranhas e mirabolantes.

Raikkonen.

(ressuscitar) Alonso.

Ou (desencavar) Rosberg (quem dera!!)

De qualquer forma a notícia do tetra campeão mundial
foi excelente.

Agitou a categoria máxima do automobilismo.

E retornou a mente aquela velha certeza.

A única.

Que tudo vai sempre mudar.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Desejo



























Engraçado como as pessoas despejam suas frustrações mais íntimas
de forma desprezível.

Fiquem tranquilos.

Mercedes será campeã novamente em 2019.

Assim como Hamilton.

Não tenho dúvidas.

Ainda mais testemunhando como a Casa de Brackley trata bem seu
principal piloto.

Tanto que Valtteri Bottas recebeu ordens de reduzir seu ritmo para não
ultrapassar seu companheiro após sua parada em Singapura...

Lamento que a Ferrari tenha encontrado seu caminho tarde demais.

Porém algo aponta para uma esperança.

Em 2020.

Os vermelhos sendo dominantes numa luta épica entre Sebastian
Vettel e Charles Leclerc pelo título.

Com brigas internas, divisão na equipe e olhares atravessados.

Uma luta temperada por Lewis e Verstappen.

Desejo.

Quero sangue!

segunda-feira, 11 de março de 2019

O Ano de Bottas



























O ano de 2019 começou!

Pelo menos aqui no Blog...

Os testes?

São difíceis de decifrar.

E eu sou rodado demais pra meter a mão nesse vespeiro.

Estou feliz por ver algo que defendi há tempos entrar nas regras.

A pontuação por volta mais rápida.

Iremos ver algumas entradas marotas no box para colocar pneus
novos e voar nos últimos momentos das corridas.

Deverá ser interessante.

Mercedes, Red Bull e Ferrari continuam sendo as maiores.

Absolutas.

Depois o resto.

E, por fim, a Williams.

Confesso estar curioso a respeito de certo personagem no princípio
da temporada.

Nada sobre os garotos.

Quero saber é do Valtteri Bottas.

 Sim.

Creio que 2019 será um ano de decisão para ele.

A pergunta.

Quem é você afinal?

Ele sabe que continuar a abrir portas para Lewis Hamilton não
é futuro para ninguém.

E as entrelinhas de suas primeiras palavras no novo ano me
deixaram a impressão que ele pode tentar entrar na briga.

Isso seria ótimo.

Se ele estiver com instinto de sobrevivência quem sabe testemunhemos
um Bottas mais agressivo e egoísta?

Não acredita?

Ninguém acredita.

Entretanto ninguém acreditava em Nico Rosberg também, não?












sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Contratos, Poderes e Afins


























Tempo faz falta.

E é dinheiro.

Realmente.

Queria ter mais para escrever no Blog.

Falando nisso.

Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.

Casamento inabalável.

As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.

O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.

O novo acordo deverá ir até 2020.

A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.

Um pouco menos.

Um fixo mais premiação por vitórias.

(proposta de Toto Wolff)

Ou um fixo mais bônus por título mundial.

Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.

Amplamente divulgado no paddock.

Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.

Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.

Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.

E deixou o tempo passar.

(é dinheiro, lembra?)

A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.

Entretanto duas coisas aconteceram.

A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.

E a saída abrupta de Nico Rosberg.

Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.

Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.

O início de 2017 muda o cenário novamente.

Gina se mostra competitiva.

A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.

E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.

Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.

Com cláusulas de saída!

Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.

Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.

Uma situação inusitada.

Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.

Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.

Ficando em casa.

Onde foi criado.

E já conhece tudo e todos.

Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.

Esperto.

Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.

E acho que não estará errando.

Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.

Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Emiradenses





























Retratos.

Cenário espetacular.

As habitações locais.

O pensamento em 2018.

E uma alegre despedida para todos. (para todos...)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Brasileiras











































Interlagos 2017.

Retratos.

Caminhando para  fim.

O clima de incerteza.

A fauna local curiosa com os invasores.

E a ação que definiu a prova.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Japão - 2017

























O final de semana da Fórmula 1 na Terra do Sol Nascente prometia.

Os treinos livres foram movimentados.

E duas das três principais equipes fizeram opções inusitadas para o qualifying.

Diferente de Spa-Francorchamps (pista com características semelhantes)
Mercedes e Red Bull escolheram colocar mais downforce.

Enquanto que a Ferrari foi pelo mesmo caminho escolhido na Bélgica.

Mas a Scuderia Italiana não conseguiu brigar pela pole.

(diferente de Singapura e Malásia)

Com a potência da unidade de força fazendo diferença devido ao traçado
de Suzuka, a Mercedes com seu motor número quatro teve mais tranquilidade.

Lewis Hamilton fez a diferença no setor onde o motor importava mais.

Sabendo da punição de Valtteri Bottas, Sebastian Vettel arriscou tudo tentando
tirar alguns décimos.

Podia.

Sem uma unidade de força ideal a Red Bull não tinha como alcançar a Ferrari.

A aposta maior de Vettel ficaria para a corrida.

Sua simulação de corrida com pneu amarelo da Pirelli foi fortíssima.

Raikkonen, com o vermelho (supermacio), havia ficado bem perto dos tempos
de Lewis.

Ainda no sábado, ao terminar a classificação, a Mercedes imediatamente trocou
uma das velas do bólido de Hamilton.

Antes das luzes vermelhas serem apagadas o time de Toto Wolff já havia largado
na frente.

O mesmo problema atingiria a Ferrari de Vettel.

No grid foi impossível resolver.

Por diversas razões.

Gina tem um envelopamento melhor dos que as Flechas de Prata.

Principalmente na parte de trás.

Entretanto o "aperto" dificulta na hora de se mudar algo imprevisto.

O que normalmente se troca em 15 minutos, leva 40.

Com apenas cinco cilindros funcionando, Vettel ficou sem potência.

Abandonar foi questão de tempo.

O duelo ficaria entre Hamilton e Max Verstappen com uma surpreendente
Red Bull.

Sem problema com temperatura, o W08 foi bem na primeira parte da prova.

O drama veio na segunda parte.

O pneu amarelo não funcionou para Lewis como deveria.

(lembra da simulação de corrida da Ferrari?)

Com o tanque mais leve (menos combustível) a Mercedes viu o carro de Lewis
se comportar de forma bem diferente ao de Bottas que largou com o mesmo
composto.

Acontece que o carro mais pesado de Valtteri (mais gasolina) assentou melhor
no começo da prova com o soft (amarelo).

Verstappen aproveitou para sonhar com a vitória.

Protegendo Hamilton, Valtteri (com razão) e Alonso (?!?) seguraram Max.

Cada um no seu momento.

E assim Lewis venceu.

Daniel Ricciardo completou o pódio.

Valtteri "Kovalainen" Bottas e "Heikki" Kimi Raikkonen chegaram em seguida.

(o papel de coadjuvantes entristece)

Em ordem (obedecidas) Esteban Ocon e Sergio Perez colocaram a Force India
nos pontos.

O agressivo (é um elogio) Kevin Magnussen e (o lutador) Romain Grosjean
trouxeram a bandeira da Haas.

Felipe Massa fechou a lista daqueles que pontuaram.

Adeus para Jolyon Palmer.

(apesar do contrato, a pressão devia estar insuportável dentro da Renault)

E grande mudança para Carlos Sainz Jr.

A briga no meio do mundial de construtores está intensa.

Williams, Toro Rosso, Haas e Renault lutam pela quinta posição.

No mundial de pilotos, só uma combinação maluca tira o campeonato de Hamilton.

E devolve o sono para Maurizio Arrivabene.


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Clipping


























Uns anos atrás...

Ferrari

As atualizações feitas pelos italianos nas últimas provas mostraram que houve
uma mudança na liderança da corrida armamentista.

O carro vermelho é melhor hoje.

Além das melhorias aerodinâmicas, o bólido da Scuderia Italiana possui agora
um sistema de refrigeração mais eficiente.

O que significa uma margem maior para ganho de potência.

A equipe parece ter achado também o equilíbrio na suspensão.

Havia dificuldade para achar o acerto ideal.

O que justifica a diferença de performance entre Spa-Francorchamps e Monza.

Vettel está utilizando todas as inovações.

Criadas debaixo de sua tutela para seu estilo de pilotagem, o piloto alemão se
adaptou rapidamente.

Já Kimi Raikkonen encontrou dificuldades.

O preferiu continuar com a suspensão tradicional.

As duas soluções funcionam.

Houve também alteração no centro de gravidade dos carros.

Ao conseguir baixar o centro de gravidade a Ferrari alcança uma melhor
performance.

E os problemas da Malásia?

O tipo de composto utilizado é a causa.

Houve fadiga de material numa mangueira de carbono em ambos os carros.

A FIA autorizou o reforço, sem penalidade, para que melhore a confiabilidade.

Na visão de Sebastian, o título está em aberto pois ele acha que pode vencer
em todas as etapas daqui até o final.

De qualquer forma a Ferrari tem uma boa base para trabalhar em 2018.

É inegável notar que a presença de Vettel alterou os rumos da Scuderia Italiana.

O fato do time entregar Gina ao seu gosto, mostra seu trabalho e influência.

Ao enfrentar os problemas sem desqualificar seus engenheiros e técnicos e sim
reconhecendo o esforço, traz cumplicidade entre as partes.

Perdemos juntos e vencemos juntos.

Uma filosofia que lembra Michael Schumacher.

Trabalho incessante.

Época em que a Ferrari podia testar e ocupava quatro circuitos ao mesmo tempo
para cavar décimos de segundos.

E colecionar vitórias.

Red Bull e Renault

Max Verstappen venceu.

O time dos energéticos colocou a conquista na conta da aerodinâmica.

Parece que o carro se move sem qualquer unidade de força...

Limites

Falando nisso.

Amarrado pelo contrato, Max Verstappen espera por 2018.

No ano que vem a Red Bull precisará cumprir cláusulas de desempenho para
manter o piloto holandês.

Os interessados no passe do jovem estarão atentos.

Poder

A Renault quer estar entre as grandes.

Apesar do ruído das adversárias, o tal Budkowski está indo mesmo para as
fileiras francesas.

A resposta para a insatisfação dos outros?

"Não estamos aqui para fazer amigos."

A empresa também vai alocar mais recursos em seu time de fábrica em 2018.

É a Renault entornando dinheiro na Fórmula 1.

Cadeiras

A Williams vai testar Robert Kubica e Paul di Resta.

Felipe Massa ainda é favorito para a vaga.

(as fontes dizem que a família Stroll não pode opinar no assunto)

Na Toro Rosso, Franz Tost queria na próxima temporada ceder o lugar de
Daniil Kvyat para Pascal Wehrlein.

(Wehrlein que conta com grande apoio de Toto Wolff na Williams)

Helmut Marko é contra.

Pierre Gasly deverá voltar para a Super Fórmula japonesa e Kvyat poderá
mostrar algum serviço em Austin.

Para não passar em branco.

Há um ruído.

Da Honda com Kubica e Toro Rosso.

O polonês foi muito bem no simulador de Milton Keynes.

Malaias

Valtteri Bottas foi sacrificado duas vezes.

Com o pacote aerodinâmico que não funcionou.

E ainda com a missão de segurar Vettel.

(obrigando o alemão a adiantar seu pit)

Daniel Ricciardo também não foi o mesmo.

Na comparação com Verstappen.

Explico.

O australiano usou o modelo antigo de suspensão e o seu companheiro o novo.

Em Suzuka ambos estarão com equipamentos iguais.

Por Fim

Depois da Caterham, foi a vez do GP da Malásia sumir do calendário.

A China quer outra etapa.

Tudo indica que com o novo acesso ligando a Hong Kong o destino deverá
ser Macau.











segunda-feira, 17 de julho de 2017

Britânicas




























Retratos.

A espera.

Em casa: o herói nos braços do seu povo.

Uma família feliz de estar na Fórmula 1.

E o revés.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Austríacas





























Retratos.

A polêmica da largada.

Afinal descobrimos que os compostos da Pirelli também sofrem.

Os soldados trabalhando.

E sangue.

Ensaio.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Clipping













































Restaurante.

Com amigos.

Mercado

Christian Horner insistiu mais uma vez que Max Verstappen e Daniel Ricciardo
estarão defendendo a Red Bull  na próxima temporada.

E deixou claro que não existe qualquer brecha no contrato de seus pilotos que
permitiria uma saída.

O time aprendeu a lição após a perda de Sebastian Vettel para a Ferrari.

(lembra do improviso de Kvyat?)

Horner explica que, depois do segundo título, Vettel colocou no seu acordo
uma cláusula de performance.

O que lhe concedeu liberdade depois da temporada de 2014 ao lado de Ricciardo.

Assim, quando a Scuderia Italiana se livrou de Fernando Alonso, Seb foi viver
seu sonho.

Portanto a Red Bull está fechada.

O acordo de renovação entre Vettel e a Ferrari parece próximo de ser anunciado.

Kimi Raikkonen caminha no mesmo sentido.

Entretanto, no caso do finlandês, há opções.

Raikkonen é uma das alternativas da McLaren no caso de uma partida de
Fernando Alonso.

Steve Robertson, que cuida dos negócios de Kimi, fez a ponte.

Outra?

O eterno (e chato) Jenson Button

(não gosto dele. Sim, é uma agressão gratuita minha!)

Zak Brown (McLaren)  ainda trabalha com Flavio Briatore para conseguir
a unidadede força da Mercedes (condições) e que Ferdi permaneça em
Woking.

Um contrato de renovação de três anos está sobre a mesa.

Sobre as condições, da unidade de força, falo pensando no tratamento.

Ser mais uma (ao lado de Williams e Force India) esperando atualizações
já experimentadas no time de fábrica é dose.

Briatore estava em Baku.

(ele é o articulador do GP e ganha comissão com isso)

O consigliere de Alonso abriu tratativas sobre a possibilidade de encaixar
seu pupilo ao lado de Lewis Hamilton em 2018.

Sobre o passado, Briatore tenta vender a imagem que Alonso não tem
problemas com seus companheiros.

Toto Wolff demonstra receio com a aventura.

Pesa o fato que Valtteri Bottas vem superando expectativas.

Ao mesmo tempo, Luis Garcia Abad prospectava em outra frente.

O empresário de Ferdi esteve reunido com o comando da Renault.

Uma dupla Hulkenberg e Alonso é bem interessante no papel.

O salário seria algo em torno de 20 a 25 milhões de euros.

Mas difícil saber a duração do acordo.

Nada foi assinado na reunião entre Abad, Alain Prost e Cyril Abiteboul.

Outra opção é que Alonso possa estar em outro time mesmo sob contrato
da McLaren.

Até que a unidade de força da Honda se torne competitiva.

Vale notar que o asturiano estava bem feliz ao final do domingo no Azerbaijão.

Alguns chegaram a usar uma expressão curiosa.

Radiante.

Vettel x Hamilton

O mundo da Fórmula 1 não ficou calado sobre os acontecimentos de domingo.

Ainda mais que envolve os líderes do campeonato.

"Quem bate atrás é culpado. Erro de Vettel."

Niki Lauda (Mercedes)

"Hamilton fez um brake test. Ambos deveriam ser punidos. A justiça não tardou,
e o problema no encosto de cabeça da Mercedes completou o juízo."

Helmut Marko (Red Bull)

"Eu acho que Hamilton estava tentando colocar Vettel em dificuldade.

A reação de Vettel foi normal.

Mais para que Hamilton soubesse que ele estava ciente sobre o que o inglês
estava fazendo."

Bernie Ecclestone

"Parecia que Sebastian, obviamente, sentiu que Lewis o estava testando."

Christian Horner (Red Bull)

"Lewis o testou com freio. Eu sou um piloto e já estive lá.

Se um piloto fizesse isso comigo eu faria o mesmo que Sebastian.

(sobre o segundo contato)

"Ninguém bate com suas rodas viradas assim, você quebraria o seu próprio
carro, para bater em alguém você tem que estar com as duas mãos no volante!"

Jacques Villeneuve (Campeão de 1997)

"Seria muito simples colocar a culpa completa em um homem, mas o que iniciou
o mau comportamento foi o que aconteceu antes."

Jackie Stewart (Tricampeão Mundial)

"F1.

Impressionante!"

Nico Rosberg (Atual Campeão Mundial)

"Minha recomendação seria tirar Vettel da corrida e levar a questão para
o Conselho Mundial"

Max Mosley

A abordagem de Vettel me lembra um pouco Schumacher.

O trabalho profissional, a capacidade de construir uma equipe.

Michael não gostava de perder.

O que também pode ser dito de Vettel."

Jean Todt (Presidente da FIA)

"Nós não queremos reclamar, porque não é nosso estilo, mas analisando a corrida
e vendo o que aconteceu entre Bottas e Raikkonen e ainda o episódio de Vettel,
pergunto se a Fórmula 1 está no Coliseu?

Se estamos no Coliseu, basta fazer uma normativa técnica e todos nós vamos nos
adequar.

Na Áustria, nós vamos voltar mais determinados do que antes, pois falamos pouco,
mas trabalhamos muito."

Maurizio Arrivabene (Ferrari)

"Eu não estou tentando proteger Sebastian, mas acho que ele pensou que Lewis
estava fazendo testes de freio.

Todo mundo tem sua própria maneira de olhar para estas coisas. Eu só posso
imaginar que Sebastian agiu devido à falsa suposição de que Lewis queria
atrapalhar a ele de propósito.

Eu também não posso imaginar que ele fez isso de propósito.

Sebastian apenas não queria perder tempo na relargada e Lewis não fez nada
de errado.

Ele teve sua sentença e, portanto, está tudo bem.

Minha cabeça já está na Áustria.

A Fórmula 1 nos une.

Em cada GP, normalmente, eu sempre tomo café da manhã com a Ferrari nas
manhãs de domingo."

Toto Wolff (Mercedes)

Evidente que o comandante das Flechas de Prata não tem interesse algum em
alimentar o ocorrido.

Nem Maurizio Arrivabene (Ferrari).

É uma história que quanto mais se cava pior fica.

Não Acaba

A Pirelli estuda um novo composto mais macio.

Depois do Ultra Soft viria o Mega Soft.

Dessa maneira o pneu médio passaria a ser o mais duro de todos.

Air

A Force India vai apresentar para a FIA a sugestão para seu novo nome.

Force 1 foi escolhido.

Segundo Otmar Szafnauer, a palavra Força permanece para lembrar as
origens.

Dignidade

Ainda bem que a Mercedes não atendeu os pedidos de Hamilton para que
Bottas bloqueasse Vettel ao final da corrida em Baku.

Caos

Desde 2013 não tínhamos mais de duas escuderias diferentes vencendo.

E nove equipes diferentes pontuando?

Novos

Jean Todt trabalha para atrair mais uma montadora para a Fórmula 1.

Quanto aos empreendedores independentes, Todt parece levantar barreiras.

Não é todo mundo que dispõe de quase 20 milhões de euros apenas para
uma inscrição.

Ou só para dizer que pretende entrar antes de desembolsar mais 300 milhões
de euros para iniciar uma nova escuderia.

Limite

Acho que em breve a FIA vai falar sobre a regulamentação.

O assunto?

Limitar o que foi feito por Hamilton (não só ele, outros pilotos também fazem)
enquanto o safety car estiver na pista.

E se isso acontecer, será esclarecedor.

Reciclados

Paul Ricard vai alugar as arquibancadas de Mônaco para serem reutilizadas
no GP da França em 2018.

Treta

A confusão colocou fogo no campeonato.

Guerra entre os pilotos.

Não espere tréguas.

Não Pode

A coisa do óleo na gasolina pode ter pocado no colo da Ferrari.

Boa

Gina estava toda remendada (menos 3 décimos) e mesmo assim foi bem
num circuito de baixa carga aerodinâmica que é Baku (mais motor).

Lembrando que, após Baku, Vettel completou impressionantes 4.822 km
somente com seu primeiro motor!

O carro foi muito bem construído.

Pra quem achava (tipo eu antes dos testes) que 2017 seria um passeio
da Mercedes...

Por fim

Fim mesmo.

A caçada de Bottas!



quinta-feira, 22 de junho de 2017

Decisões
























"Qual será o meu destino?"

Piloto em dúvida.

Antes de começar, uma observação.

O nervosismo de Grosjean.

Com qualquer infortúnio que atrapalhe sua caminhada.

A veste vermelha nunca esteve tão próxima.

Voltemos ao assunto principal do post.

Lewis Hamilton abriu a tampa.

O talentoso piloto inglês colocou em dúvida sua continuidade na Fórmula 1.

"O meu futuro está em minhas mãos.

Eu posso parar ao final deste ano.

Isso significaria que o meu legado seria menor do que em 5 anos?"

Damon Hill arregalou os olhos ao ler tais palavras.

"O que ele quer dizer com isso?" Indagou o ex-campeão.

Hamilton abriu o jogo.

A mensagem foi direta para Toto Wolff.

A questão aqui é Vettel.

Seb está com uma decisão a ser tomada.

Continuar na Ferrari ou ir para a Mercedes.

O que Lewis deseja?

Status Quo.

Que fique tudo como está.

E entrega.

"Tenho uma equipe incrível em torno de mim e um grande chefe que me permite
ter tempo para outros interesses que me permitem ficar de pé".

Mais?

Afirma que Valtteri Bottas ganhou seu lugar nas Flechas de Prata e se tornará ainda
mais forte se a Mercedes estender seu contrato.

Cristal.

Valtteri é paciente e tenta fazer sua parte.

"Eu sei que há algum tipo de plano sobre quando a equipe terá as coisas ordenadas,
mas isso é entre nós.

Não há pressa."

Bottas não está em discussão com outras equipes.

Não me surpreenderia que ele tenha um retorno garantido para a Williams caso sua
história com a Mercedes termine ao final deste ano.

Se eu fosse a Renault ficaria de olho.

Muito bom, ainda novo, rápido e barato.

Na expectativa, Fernando Alonso mira uma das vagas.

O espanhol não disfarça.

"Há alguns movimentos lá fora."

E completa.

"Eu sei que há ainda mais movimentos do que provavelmente todos
nós sabemos e há algumas equipes que pensamos estarem fechadas
para o próximo ano, não acho que as coisas estejam 100 % confirmadas.

Eu penso que haverá muitas mudanças para o próximo ano."

Então.

Qual será a decisão de Vettel?

Mercedes ou Ferrari?

Com a palavra, Sebastian.

"Não tenho resposta para lhe dar, estamos em uma fase muito difícil da temporada,
teremos um monte de corridas em um curto espaço de tempo, no verão, haverá
melhores condições para pensar nisso."

O tempo...

Baku, Silverstone e Hungaroring.

Vettel espera ver onde estará ao final disso para tomar um caminho.

Interessante perceber que tudo está nas mãos de uma só pessoa.

Gina.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Clipping


























Olhando para frente.

Casa

De boa fonte, Sebastian Vettel estará na Ferrari em 2018.

De outra, que não conheço, vem a informação que Raikkonen continuaria
também.

Nova Escuderia

No último Clipping eu disse ao falar sobre a nova equipe na Fórmula 1 que
o motor Ferrari seria o escolhido.

Engano.

A conversa aqui caminha para Renault (forte) ou Mercedes.

Estranho.

Pois fui levado ao erro por conta de que é um ex-membro da Scuderia
Italiana um dos principais envolvidos na empreitada.

Lenha?

Jean Todt confirmou que a FIA recebeu uma sondagem recente sobre
um novo time.

Pink

O austríaco Lucas Auer está sendo cotado para o testes de jovens pilotos
da F1 em Hungaroring.

O sobrinho de Gerard Berger conduziria a Force India.

A adaptação deverá ser rápida.

Auer também pilota um carro rosa na DTM sob o mesmo patrocínio da
BWT que hoje também envelopa o time de Vijay Mallya.

Mais Force India

Por trás da conversa sobre a alteração do nome da equipe está um patrocinador.

Algo em torno de 30 milhões de euros anuais.

Calendário

Ímola?

Não há dinheiro.

Esqueça.

Quanto?

Equipe de fábrica.

Grande e tal.

Mas Toto Wolff esclareceu que a opção por Valtteri Bottas para o lugar
de Nico Rosberg foi facilitada porque o ex-piloto da Williams chegou com
seu patrocinador.

"O objetivo da equipe é gerar renda.

Um piloto com apoio sempre terá vantagem."

A fala de Wolff mostra um pouquinho da realidade.

Se na Mercedes é assim, imagine o resto.

Unidades de Força

O debate sobre como serão os motores da categoria máxima do automobilismo
após 2020 continuam.

A Renault acredita ter encontrado o caminho para diminuir a distância entre ela
e a dupla Ferrari / Mercedes.

E por isso os franceses clamam pela continuidade e estabilidade.

Ou seja, nada de mudanças bruscas.

A Porsche acompanha todas as discussões.

A presença dos alemães no WEC (LMP1) está garantida em 2018.

Para além, não.

Em Le Mans, Chase Carey conversou com a marca da Volkswagen.

Houve tratativas com a Toyota também.

A Liberty está tentando trazer outras opções para a Fórmula 1.

E iniciar uma nova era ao final do atual Acordo de Concorde.

Tem Contrato

A Renault deverá manter Jolyon Palmer até o final da atual temporada.

Em 2018 veremos um novo nome ao lado de Nico Hulkenberg.

Fritando

Na briga por um lugar na Toro Rosso, Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr.
estão com a vantagem.

As performances de Pierre Gasly na Super Fórmula decepcionam.

Gasly precisa logo mudar esse quadro.

Por fim

Baku.

Maranello não parece otimista.

Deve ser apertado?

Sim.










quinta-feira, 8 de junho de 2017

Clipping















































 O lindo poster escolhido pela Ferrari para Montreal.

Vontade

Impossível não comentar sobre o teste realizado por Robert Kubica
em Valência.

A Renault estava lá, oficialmente, para dar rodagem ao russo
Sergey Sirotkin.

Isso foi feito no primeiro dia.

Entretanto a equipe continuou disponível mais um dia para que
Kubica fizesse seu experimento.

Foi um processo que levou doze meses para ser concretizado.

O volante foi adaptado para que o piloto pudesse compensar a
falta do braço direito.

Aquele mesmo que já passou por dezoito intervenções cirúrgicas.

Durante a programação elaborada pela Renault, Kubica enfrentou
as durezas de um final de semana de Grand Prix em um único dia.

E foi aprovado.

Apesar da desvantagem, o polonês estava pronto fisicamente para
o desafio.

Chegou a emagrecer cinco quilos no último ano.

Um planejamento tão minucioso...

Está claro que a Renault procura um piloto para ser companheiro
de Nico Hulkenberg em 2018.

E Robert Kubica está entre os candidatos.

Musa

A Mercedes faz de tudo para apaziguar sua diva.

Após os testes realizados no Bahrein houve uma mudança sensível
no setup do carro.

Tudo para que a máquina possa lidar melhor com os pneus.

Interessante que a alteração parece ter favorecido mais o tocada de
Valtteri Bottas do que a de Lewis Hamilton.

A falta de estabilidade fere mais o inglês.

Pois Hamilton gosta de agredir mais em comparação com Bottas.

Para esclarecer, a diva é o bólido.

Que foi tratado dessa forma primeiramente por Toto Wolff por conta
de suas reações, por vezes, imprevisíveis.

UP

Ambas, Williams e Force India, vão utilizar a segunda unidade de
força da Mercedes em Montreal.

Tudo dentro do plano original.

Equipe

Pierre Gasly enfurnado no simulador da Red Bull.

Mais de duzentas voltas para encontrar um pouco mais de informação
para Daniel Ricciardo e Max Verstappen.

Cliente Não

Red Bull continua se considerando grande demais para não ter um
motor para chamar de seu.

E é mesmo.

Setembro

Parece que a McLaren e Fernando Alonso deram um basta para Honda.

E o que seria impossível meses atrás começa a ganhar forma.

Uma fala sobre o rompimento entre as partes pode ser ouvido de
boas fontes no paddock.

Acontecendo, Zak Brown fecharia acordo com a Mercedes.

A Honda entrega um caminhão de dinheiro todo ano em Woking.

E permite que a McLaren seja uma escuderia de fábrica.

Não sei a quebra do acordo é o melhor caminho.

Do risco de se tornar protagonista, a McLaren abriria mão de
tudo para se transformar oficialmente numa coadjuvante
tentando ser melhor que Force India e Williams.

Um cenário estranho.

Porque algo não se encaixa.

Estou com várias questões na cabeça.

Estaria a McLaren esperando que a profecia de Eddie Jordan
se cumprisse e a Mercedes fechasse seu time de principal para
apenas fornecer motores na Fórmula 1?

A Honda se contentaria com a Sauber?

A Red Bull, que procura desesperadamente se desvencilhar dos
grilhões da Renault, não abriria tratativas com os japoneses?

E aí?

Alguém tem um pensamento?


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Russas


























Retratos.

Bottas nos lembrando o quanto é difícil obter conquistas na Fórmula 1.

Em casa: Daniil Kvyat.

E Lance Stroll. Ainda na sombra.

Abaixo.

Dia seguinte a sua vitória.

Valtteri conduz a Mercedes numa exibição na Hungria.

Ensaio.


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Russia - 2017






















"Espero que esta seja a primeira vitória de muitas.

Meu objetivo é ser campeão do mundo!"

Valtteri Bottas.

É sempre interessante ver um novo vencedor.

O piloto da Mercedes foi impecável na corrida em Sochi.

Largou de forma fantástica.

Um relâmpago ao passar por Raikkonen e Vettel.

Conduziu com maestria.

O bólido construído pela Mercedes é excelente.

Mas ele não admite erros.

Precisa da sensibilidade para os ajustes no setup.

A janela de troca dos pneus é apertada.

Por isso levar os pneus até a hora exata de troca é importantíssimo.

Valtteri faz isso de forma superior ao ser comparado com a estrela do time.

Lauda já havia confidenciado nos treinos livres.

"Bottas conduz a Mercedes melhor que Hamilton, por isso é mais rápido."

Wolff concluiu o pensamento.

"O setup (ajuste do piloto) de Lewis está errado em algum lugar, o que causa 
diferença entre companheiros. 

Está acontecendo em todas as equipes."

Vale notar que as mudanças nas condições de temperatura causaram problemas
para todos.

Adaptar-se se fez necessário.

Alguns jornalistas que frequentam paddock durante toda a temporada foram duros
com Lewis nas críticas.

Falaram em apatia.

E sobre ele ter sido derrotado facilmente pela adversidade.

Bottas está muito ajustado com seus novos engenheiros desde o começo deste ano.

Exercitou cada saída para eliminar suas fraquezas e erros de largadas do passado.

Trabalha duro esse finlandês.

Fica claro que o sucesso não está vindo por sorte.

Hamilton precisa responder rapidamente na próxima etapa.

A Ferrari não esperava a derrota.

Não foi muita surpresa os dois carros vermelhos na primeira fila.

Estava no plano.

A pista russa é bem difícil de ultrapassar.

Começar na frente parecia ser a receita infalível.

Nos testes do Bahrein os olhos mais atentos detectaram que a Scuderia Italiana
alterou várias configurações em suas máquinas.

Principalmente a parte frontal.

Em busca da pole position.

OK.

Entretanto faltou combinar com os alemães.

Vettel fez de tudo para vencer, mas Bottas estava em seu dia.

Na emoção, Seb foi até deselegante com Massa.

Massa riu.

Entende a sede por vitórias.

Os outros?

Perez e Ocon continuam pontuando com a Force India.

O mexicano (pilotos) e sua equipe (construtores) lideram a segunda divisão.

Mais uma vez Grosjean teve um final de semana embaçado.

Stroll conseguiu terminar a corrida.

O canadense admitiu ter dificuldade com as configurações do carro da Fórmula 1
e a gestão dos compostos da Pirelli.

E ainda ter que lidar com pistas desconhecidas.

Podemos afirmar que Felipe tem ajudado muito o novato no seu aprendizado.

Lembrando que todos esperam pela nova Red Bull.

Um tempo para Adrian Newey.

Alonso ficou a pé novamente.

Se a Honda não mostrar uma evolução real nesta temporada, ele vai embora.