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terça-feira, 26 de maio de 2020

Clipping
























Um Clipping!

Fazia tempo...

Mão

Uma pequena história.

Financeira.

Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.

Eram 34 milhões de euros.

Muito.

A Petronas ajudou.

A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.

6 milhões.

Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.

Perguntar não ofende

Falando nisso.

Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.

Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.

El Dinero

A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.

Briga feia entre a Movistar e a DAZN.

Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.

Os vencimentos?

Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.

Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.

Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.

(provavelmente no capacete)

Vettel e a Mercedes

Assim.

2021.

Toto Wolff diz que o quer:

Hamilton / Russell.

A Daimler (dona da Mercedes) fala em:

Hamilton / Vettel

Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.

Decisão só daqui dois meses.

Quem?

Valtteri Bottas?

Ninguém fala mais nele.

Se ele for campeão em 2020??

Vocês perguntam cada coisa...

Dificuldades Financeiras

A McLaren e a Renault estão fazendo contas.

Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.

Já os franceses contam com o socorro estatal.

Trocas e Mudanças

No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.

O Time dos Energéticos disse não.

Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.

Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.

A Renault entrou na jogada.

Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.

Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.

E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.

No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.

Ricciardo não gostou.

A presença de Esteban Ocon também  lhe deixou incomodado.

A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.

(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)

Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.

Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.

Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.

Dois mais um.

2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).

Salário de 10 milhões de euros.

Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.

E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.

Ah, sim.

E o status de primeiro piloto.

Por Fim

Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).

Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).

OK.

E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?

sábado, 2 de setembro de 2017

Time After Time












































Chuva.

Poderia ser pior.

Uma classificação histórica para Lewis Hamilton.

Os números contam.

O talento também.

Foi o piloto inglês o responsável por melhor gerenciar os pneus nas condições
adversas de Monza.

Diferente de Valtteri Bottas que não contou com a mesma facilidade.

Mercedes e Ferrari  foram pro qualifying molhado com setup para pista seca.

Porém a Scuderia Italiana fez ainda mais ajustes do que o time das Flechas
de Prata.

Os italianos apostam tudo no sol de domingo depois de uma sexta-feira difícil.

O trabalho noturno foi intenso.

Esperamos que Gina responda.

Duro será lidar com a Force India e a Williams (motores Mercedes) numa
pista que clama por potência.

As filiais conseguiram ótimos resultados no grid apostando tudo nos ajustes
radicais para o asfalto encharcado.

Sem ressalvas, excelente resultado para Esteban Ocon e Lance Stroll.

Nada melhor que dar tempo ao tempo, não?


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Clipping



































Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.

A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.

Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.

O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.

A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.

Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.

O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.

E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.

A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.

Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.

A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.

Sim.

Em Monza a Mercedes continua favorita.

Mas não pode cometer nenhum erro.

Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.

Privilegiados

Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.

Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.

Toro Rosso

Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.

Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?

Toro Rosso 2

A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.

As discussões então avançadas.

O que tem pegado é a questão financeira.

Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.

Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.

(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)

A McLaren quer a Renault.

A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.

Tem mais pimenta.

Há outros interessados na Toro Rosso.

O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.

A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.

Outro é a Ferrari.

Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.

A Honda precisa se decidir.

Sauber

Charles Leclerc vem vindo.

Pascal Wehrlein está saindo.

Dos Males

Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.

Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.

Renault

Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.

A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.

Ferdi está queimado.

Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.

Dilema

Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.

Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.

Fácil

Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.

Falastrão

Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.

Emoção

Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.

E ele se preparou.

Foram dois dias de testes para não fazer feio.

Reforço

Quem também testou foi Lance Stroll.

Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.

Novas Praças

Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.

Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.

Uma alternativa para o Brasil.

Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.

Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.

Bate-Bate

Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.

Por fim

Faz tempo.

Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.













sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Clipping

























Pronto para disparar.

Mercado

Parece que as coisas estão se definindo.

Para 2018.

Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen na Ferrari.

Max Verstappen e Daniel Ricciardo na Red Bull.

Lewis Hamilton e Valtteri Bottas na Mercedes.

A expectativa é que Fernando Alonso continue com a McLaren.

A permanência da Sauber no universo da Scuderia Italiana abre espaço para
que jovens talentos possam ser encaixados.

No cenário atual, Charles Leclerc está mais próximo de um lugar no time suíço
do que Antonio Giovinazzi.

Explico.

Precisamos lembrar que Frédéric Vasseur (Sauber) possui ótimo relacionamento
com Nicolas Todt que é responsável pela carreira de Leclerc.

E as conversas nos últimos dias entre os dois se tornaram mais intensas.

Leclerc é um jovem promissor que poderá render dividendos numa negociação
futura.

Há apenas uma vaga.

Já que Marcus Ericsson é intocável pois, apesar de Vasseur ter comando total,
o dono da Sauber é sueco.

Por certo, Pascal Wehrlein está em busca de um cockpit para o ano que vem.

Com a Haas (a outra unidade Ferrari) fechada com Kevin Magnussen e Romain
Grosjean, Giovinazzi pode continuar como piloto de testes e reserva por mais
uma temporada.

A porta para Wehrlein poderia ser a Force India.

Saiba que existe um movimento da Renault entorno de Esteban Ocon.

(Perez permanecerá na Force India)

Apesar do investimento em Robert Kubica?

Kubica só perde o lugar em 2018 se realmente não tiver condições físicas.

Posso estar enganado, mas vejo as coisas se desenvolvendo de uma maneira
específica.

McLaren fechando com a Renault (acordo de três temporadas) e Ocon
substituindo Vandoorne ao lado de Alonso.

Tudo depende do acordo de motorização para dizer o momento certo desse
movimento.

(2018 ou 19?)

Chegamos na Toro Rosso.

Antes tudo é necessário dizer que o time de Faenza começa a tomar novos
caminhos.

Começando com a parceria com a Honda.

Interessante notar que a presença do indonésio Sean Gelael não é figurativa.

Muito rico (seu pai controla a cadeia KFC em seu país) o piloto pode estar
disputando uma vaga já para o ano que vem.

Trazendo vinte milhões de euros na sacola, Galael repetiria uma programação
semelhante a que Lance Stroll realizou na Williams até aqui.

O maior ameaçado neste caso seria Danill Kvyat.

A Williams espera os ventos do mercado para decidir sobre Felipe Massa.

Depois?

Ninguém pode prever o futuro.

Vou dizer o que eu penso com as informações até aqui.

2019.

Sebastian Vettel (se a renovação com a Ferrari for de um ano) na Mercedes.

Contrato de dois anos (2019/20).

(antes da mudança das regras de motorização)

Fernando Alonso (que estava em Maranello semana passada) ou Lewis
Hamilton (para quem Sergio Marchionne abriu as portas) na Ferrari.

Os italianos sempre querem um campeão pronto.

Vamos ver.

Unidades de Força

A tendência é que quase tudo deva ficar com está para o ano que vem.

Exceção para a Honda.

McLaren indo com a Renault (já falamos acima) poderia ser o acontecimento
imediato.

A Haas e a Sauber deverão correr com o motor Ferrari sob o nome da
Alfa Romeo.

O acordo com a Sauber acabou livrando a Ferrari de ser obrigada pela FIA
(três equipes) a fornecer sua unidade para a McLaren.

A Maserati seria a marca escolhida para representar a Famiglia na Fórmula E.

Depois do acordo com a Toro Rosso a Honda tem tudo para se casar com a
Red Bull, OK?

Mais ou menos.

Helmut Marko hesita, Franz Tost é a favor e Christian Horner é a voz contrária.

Por enquanto.

Testes

Muitos nomes interessantes experimentaram a Fórmula 1 em Hungaroring.

No primeiro dia a sensação foi Charles Leclerc.

A Ferrari aproveitou o dia para testar um novo fundo.

Sean Gelael conduziu a Toro Rosso e deu 100 giros no circuito.

(superlicença?)

No segundo dia todos os olhos estavam em Robert Kubica.

Temperatura bem alta e circuito exigente.

O polonês cumpriu um programa pesado e completou 142 voltas.

Algo equivalente a dois Grand Prix.

Mesmo com tanta comoção por Kubica, Lando Norris se fez notar na
McLaren com uma excelente performance.

Podemos ver também que a nova asa dianteira que a Red Bull trouxe
para a Hungria sofreu alterações.

Um suporte de titânio apareceu nos testes para impedir que ela flexione
além do permitido pela regras.

É a FIA atendendo Mercedes e Ferrari.

Raikkonen usou muitas alterações no carro.

Sempre andando com o pneu soft (amarelo).

Composto que tem sido mais afinado com a Mercedes.

Para não passar em branco, Antonio Giovinazzi e Charle Leclerc ainda
testam com a Ferrari no programa da Pirelli em Barcelona.

Mudança de programação.

Pois Leclerc, que não estava escalado, foi chamado de última hora.

Cuidado

Massa sentiu tonturas na sexta-feira e no sábado em Hungaroring.

Principalmente após as primeiras voltas.

A substituição por Paul di Resta se fez necessária.

Pode ter sido um mal estar passageiro.

Tomara.

Entretanto se for algo mais sério pode significar o adeus do brasileiro.

Comando

Luta pelo poder entre  Maurizio Arrivabene e Mattia Binotto dentro da Ferrari?

Por Fim

A Cosworth começou a trabalhar em um possível retorno para a F1 em 2021.

Final do atual Acordo de Concorde.

Nome que possui 176 vitórias na categoria máxima do automobilismo.

A FIA e a Liberty (dona da F1) apoiam a entrada de unidades independentes
para diminuir o poder das grandes fabricantes.

O segredo para que a coisa possa vingar é o custo.


sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Força da Unidade
















































O tema é motor.

Primeiro a Sauber.

O time suíço parece ter entendido que não existem muitos cockpits
disponíveis no grid.

E quase sempre quando algo é raro acaba se tornando valioso.

Ferrari, Honda e Mercedes procuram espaço para suas esperanças
mais jovens.

Alguns nomes?

Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Antonio Giovanazzi, Charles Leclerc
e Nobuharu Matsushita.

Olhando o mercado, a Sauber resolveu ouvir propostas.

E por isso seu acerto com a Honda esfriou.

A McLaren tem um contrato com os japoneses.

Um acordo tão bom, financeiramente falando, que permite que
a equipe nem precise de um patrocinador master.

Ainda acredito que em algum momento a boa performance virá.

Há capacidade e dinheiro suficiente para isso.

Romper uma parceria como essa seria uma lástima apesar dos
resultados até aqui.

A razão?

Ser um time de fábrica é o mais importante hoje na categoria máxima
do automobilismo.

A Red Bull está louca por uma unidade de força só sua.

As cabeças de Milton Keynes sabem que sem isso não haverá vitórias
no futuro.

Uma notícia é que a Honda decidirá nas últimas provas de 2017 se vai
permanecer ou não na Fórmula 1.

O comando da categoria (Liberty) não quer perder tal marca.

Seria um sinal muito ruim para outras fabricantes que estudam uma
entrada após 2020.

Aqui a conversa se move para a Porsche.

A Volkswagen entendeu que o Endurance não dá mídia.

E depois de cansar de vencer nas 24 horas de Le Mans as únicas coisas
novas que podem vir são a mesmice ou a derrota.

Participando de todas as reuniões que definirão como será a unidade
de força da F1 a partir de 2021, a Porsche vai nas próximas semanas
resolver seu futuro.

Endurance, Fórmula E ou Fórmula 1.

Sendo que a opção de mesclar a Fórmula E com uma das outras duas
deve também está sobre a mesa.

A favor da F1 pesa o fato do motor híbrido ser bem conhecido pelos
engenheiros da Porsche.

Fornecer unidades para a categoria não seria algo tão difícil.

Nem encontrar clientes.

As peças no tabuleiro estão se movendo.

Provável entrada da Porsche.

Caminhos da Honda.

Sauber e McLaren (Unidades da Renault) especulando seus destinos.

E tudo acaba atingindo o mercado de pilotos.

Os próximos dias serão importantes.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Clipping


















































As duas McLarens.

Melhorando.

Aos poucos.

Honda

Más notícias.

A terceira versão da unidade de força da Honda não será vista no Canadá.

O conceito original tinha a ideia de apresentar um motor mais leve e com alta
eficiência térmica.

Os japoneses conseguiram entregar uma unidade que não pesa tanto e ajuda
na construção aerodinâmica do carro.

Porém a coisa ainda padece na hora de mostrar potência.

Os problemas de vibração foram praticamente resolvidos com alterações tanto
no hardware quanto nos softwares dos carros.

Cada um vem fazendo sua parte.

A British Petroleum (Castrol) já fez duas alterações na mistura do combustível.

Uma na primeira etapa do campeonato e outra quando a Fórmula 1 retornou
para a Europa.

A segunda versão da unidade de força foi incorporada de forma plena na
corrida de Barcelona.

Um novo software melhorado para o mapeamento do motor e outras modificações
que trouxeram finalmente um ganho de potência para Stoffel Vandoorne e Fernando
Alonso.

Na terceira versão se espera que desapareça de vez os problemas que trazem
vibração.

Fornecedores também deverão ser trocados.

Exemplo.

Sai a Magneti Marelli e entra a Bosch nos injetores.

Espera-se que na nova versão haja um aumento na eficiência térmica e assim,
consequentemente, uma redução no consumo.

A McLaren aponta a causa no atraso no desenvolvimento: a cultura da Honda
de não aceitar ajuda externa.

Só que até isso vem mudando.

A Ricardo (empresa britânica que já trabalha com a McLaren) foi quem deu
a soluções de software para a Honda que trouxeram um melhor desempenho
para Vandoorne em Mônaco.

A compra das unidades de recuperação de energia da Mercedes parece ter
sido descartada.

Além da resistência dos japoneses, a Force India foi contrária a ideia da marca
alemã ajudar uma rival direta que pode entrar no bolo do meio da tabela.

Entretanto Mario Illien já está trabalhando para que o MGU-K e o MGU-H
tenham pelo menos mais durabilidade.

Tenso.

Pra você entender, o MGU-H (que recupera a energia térmica) original da
Honda não aguenta duas provas seguidas.

Existem conversas com a austríaca AVL também, devido sua experiência nos
testes com motores.

Para não passar em branco, Masashi Yamamoto, diretor da divisão de Motorsport
da Honda, esclareceu que somente a McLaren continuará desenvolvendo a parte
de motorização com a Honda.

Aquela construção conjunta chassi-unidade de força.

Falando de 2018.

A Sauber ficará mesmo como uma equipe cliente.

Inclusive a escuderia suíça receberá as atualizações com atraso (que beleza!).

Yamamoto ainda confirma que dobrará o número de empregados na sede de
Milton Keynes da Honda para a próxima temporada.

Kubica & F1

Robert Kubica irá testar em Valência com um Fórmula 1.

O polonês não entra num bólido da categoria máxima do automobilismo desde
o seu acidente.

Ele rodará com um Renault de 2012 (antiga Lotus).

O russo Sergey Sirotkin também estará presente.

Segredo do Sucesso

Interessante.

Outro dia destaquei o empenho de Vettel para entender os pneus que estão
sendo usados em 2017.

Nos testes (de 2016) dos compostos que a Pirelli vem utilizando nesta temporada
foi permitido que as equipes alterassem seus carros para ter uma noção do
downforce produzido.

Estamos falando de aumento de asas dianteiras e traseiras para se entender
o efeito sobre as novas regras.

Acredite.

Enquanto Mercedes e Red Bull fizeram um trabalho incompreensível adotando
elementos que nem seriam permitidos em 2017, a Ferrari fez uma obra perfeita.

E tudo nas medidas exatas do novo regulamento.

Claro que as concorrentes também retiraram frutos dos experimentos, mas a
Scuderia Italiana de forma clara saiu na frente.

Sem contar o desinteresse de suas estrelas principais.

Enquanto pilotos reservas passeavam, a Ferrari tratou de rodar com Vettel
e Raikkonen.

Chega a ser engraçado lembrar o que Lewis Hamilton disse no teste de
Abu-Dhabi.

"Estou tão feliz por não ter feito esse teste (com o pneu protótipo), porque
o carro é muito diferente.

Eu fiz algumas voltas no teste de Abu Dhabi no carro de 2015 e era muito
diferente do atual.

Teria sido um desperdício do meu tempo, estou feliz por não ter feito isso.

Não faz diferença."

Hoje a Mercedes W08 é uma diva cheia de vontades, difícil de ser tratada e por
vezes imprevisível.

Dando muito mais trabalho para a Casa de Brackley.

Ao todo, Hamilton rodou 50 km nos testes.

Vettel?

2.228 km.

Calendário

Programação de testes da Pirelli 2017:

18-19 Abril: Ferrari no Barein

16 e 17 de Maio: Renault e Toro Rosso em Barcelona

31 de Maio 01 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard (pneu de chuva)

02 de junho: Ferrari em Fiorano (pneu de chuva)

29 e 30 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard

18 e 19 Julho: Williams e Haas em Silverstone

19 e 20 de Julho: McLaren Honda em Magny-Cours

1 e 2 de Agosto: Mercedes em Hungaroring

3 e 4 de Agosto: Ferrari em Barcelona

7 e 8 de Setembro: Mercedes em Paul Ricard

31 de outubro e 1 Novembro: Sauber e Force India no México

14 e 15 de Novembro: McLaren-Honda em Interlagos

Programa

Falando nisso, Antonio Giovinazzi participará de sete sessões de treinos livres
com a Haas no restante desta temporada.

Inglaterra, Hungria, Itália, Malásia, México, Brasil e Abu Dhabi foram os locais
escolhidos.

Somente Kevin Magnussen cederá seu carro seis vezes para o terceiro piloto
da Ferrari.

Calma que o dinamarquês tem contrato até o final de 2018.

Perguntas

Ao final da temporada, quem estará mais valorizado?

Sergio Perez ou Esteban Ocon?

USA

Houve muita festa sobre a participação de Fernando Alonso nas 500 Milhas
de Indianápolis.

Porém um dado não foi muito notado.

A audiência americana caiu quase 10% em relação a edição do evento do
ano passado.

Por Fim

Metade do ano.

Metade.






















terça-feira, 1 de novembro de 2016

Encaixes


























Bom dia petrolheads!

Então a coisa vai caminhando para ficar assim.

Esteban Gutierrez na Renault

Kevin Magnussen na Haas

Esteban Ocon na Force India

Felipe Nasr na Sauber.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Clipping


































Piadinha da Mercedes.

Mas cabe uma pergunta sobre a prova no México.

Por que Verstappen foi punido por cortar caminho em uma disputa de posição
em que estava sozinho e Lewis Hamilton (que fez a mesma manobra na largada)
não?

Dois pesos e duas medidas?

Na corrida em Austin, Fernando Alonso fez uma manobra suspeita sobre Felipe
Massa.

Sem consequências.

Levanto outra questão.

Qual seria a razão de Vettel (em Silverstone) e Rosberg (em Hockenheim) serem
penalizados em situações análogas ao do piloto espanhol?

A arbitragem da Fórmula 1 parece não ter coerência.

Foice e Martelo

Na disputa pela vaga na Force India há uma briga que envolve forças poderosas.

A Mercedes (fornecedora de motores) quer Esteban Ocon ao lado de Sergio Perez.

Já Bernie Ecclestone tenta encaixar Felipe Nasr.

A Globo fala em detalhes para a confirmação do brasileiro.

No paddock cravam que a vaga é do francês.

Meu Grid 2017 (1)

Se tornou pública a proposta da Haas para Kevin Magnussen.

Meu Grid 2017 (2)

Interessante foi ver a reação de Pierre Gasly ao saber da confirmação de Daniil
Kvyat na Toro Rosso por mais uma temporada.

"O que aconteceu???"

O comando dos energéticos já havia deixado claro para o menino que o lugar
seria dele.

As coisas mudam.

Upgrade

Williams e Force India estão melhorando suas performances.

A culpa é da atualização das unidades de força.

Estágio

A Audi deixou o WEC e foi para a Fórmula E.

A decisão foi tomada faz tempo.

Só que o destino seria a Fórmula 1.

O escândalo da fumaça atrasou o plano.

Entretanto estive olhando os recentes gráficos de vendas da Volkswagen.

Acho que a Red Bull não vai ficar dependente da Renault por muito tempo.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Clipping



























Imagem do passado.

Logo voltaremos ao assunto.

Faça sua parte.

Este é um bom conselho.

Alguns podem dizer que Lewis Hamilton teve sorte com os acidentes na Bélgica.

Safety-car e tal.

Mas a verdade é que o piloto inglês cumpriu seu papel.

Fez a parte dele e por isso alcançou uma bela colocação no final.

A Fórmula 1 é isso.

As escuderias precisam fazer a sua parte.

Um bom projeto, material humano qualificado, estratégia, política, dinheiro e
evolução constante.

Já os pilotos precisam dar o seu melhor dentro do cockpit.

Lembro de 2010.

Fernando Alonso ficou preso atrás de Petrov.

Vettel foi campeão contra as probabilidades.

Bernie Ecclestone havia falado algo ao jovem alemão antes da largada.

E quando soube do resultado, já voando em seu jato (ele nunca fica para ver
o fim das corridas) revelou suas palavras.

"Eu disse para ele não cometer erros."

Hamilton faz sua parte.

Rosberg também cumpriu sua ordem.

Quem fizer o melhor, será campeão.

Seguindo com seu programa, Alfonso Celis Jr. comandará uma Force India
no primeiro treino livre de Monza.

Voltando ao assunto inicial.

Sergio Perez caminha para a Renault.

Sobre a mesa está um contrato até 2019 para o piloto mexicano.

A permanência Valtteri Bottas na Williams é dada como certa por mais dois
anos.

Porém a turma de Grove vai precisar aumentar os vencimentos do finlandês.

(existe uma minuta da Renault com um salário maior)

Esteban Ocon ainda não sabe quais as cores vai defender no ano que vem.

A atual amarela (que pode se tornar azul) ou laranja/verde/branca de Vijay.

Vandoorne na McLaren já ultrapassa a lógica.

Jenson Button pode ir para a Williams.

Mas a segunda vaga parece depender da decisão de Lance Stroll.

Pular para a categoria máxima do automobilismo de uma vez ou continuar
devagar passando pela GP2 com muitos treinos livres de sexta-feira na F1
em 2017 (para se preparar melhor para 2018).

Kvyat tenta um lugar na Sauber.

A visita de Nasr fez a Temer rendeu a continuidade do apoio do Banco do
Brasil.

Com menos aporte financeiro.

Nasr aposta tudo em uma ida para a Haas.

Por fim.

Felipe Massa?

Trocou olhares e sorrisos com a Sauber.

Estão ficando.

Pode ser que daí renasça um velho amor.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Clipping

























Imagem da atual família Red Bull.

Com o patriarca Helmut Marko ao centro.

Marko nos conta que o projetista da Toro Rosso, James Key, possui contrato
com o time de Faenza até o final de 2018.

Também dá indícios de querer contar com Danill Kvyat no ano que vem.

Claro que pode ser apenas uma força para o piloto desprezado.

Outra coisa que precisamos lembrar é que um piloto Red Bull é sempre um piloto
Red Bull.

(desde que a marca queira)

Vide Mark Webber que continua ligado aos energéticos competindo na Porsche.

Há apenas uma exceção.

Sebastian Vettel.

O filho pródigo.

Não sei se você conhece a história.

Mas ao retornar, o filho foi recebido pelo pai de braços abertos e foi lhe dado um
novo anel.

Um registro que se faz necessário.

Sergio Perez parece lutar por um lugar na Renault.

Agradece sempre que pode a Vijay Mallya e a Force India por terem salvado sua
carreira após a desastrosa passagem pela McLaren.

Mas ao mesmo tempo se diz preparado para liderar e consciente que para ser
campeão precisa ir para uma escuderia de fábrica.

Falando nisso, houve mais uma confirmação do interesse da McLaren sobre Max
Verstappen.

Fica assim.

Agora, a troca.

Gwen Lagrue conseguiu encaixar seu piloto na Manor.

Com a mão da Mercedes.

Esteban Ocon será provado ao lado de Pascal Wehrlein.

(curiosidade: o francês será o mais alto do grid com 1,86 m)

Wehlein que já mostrou talento, porém deixou a desejar em certos momentos.

Principalmente nos sábados.

Rio Haryanto fica como piloto reserva.

O indonésio não fez nada de errado.

Apenas não tem o dinheiro.

Vale destacar que a vaga foi oferecida primeiro para Alexander Rossi.

Que recusou.

O americano, sem afobação, diz ter opções tanto na Indy como na Fórmula 1
para 2017.

Jordan King foi descartado por conta do critério econômico.

Como possui mais de 300 km de testes a bordo de um F1, a superlicença
poderia ter sido requisitada pelo time perante a FIA.

Neste quesito, Ocon (com dois títulos na bagagem - GP3 e F3 Europe) chega
com 70 pontos.

Tendo assim 30 a mais que os necessários 40.

Fiquem de olho em Nobuharu Matsushita.

Se conseguir a terceira posição na GP2 neste ou no próximo ano, o japonês
protegido da Honda alcançará a pontuação de superlicença.

Mudou tudo na Sauber.

Tanto que a Casa de Hinwil está até contratando engenheiros e técnicos
para a próxima temporada

Quem veio para as olimpíadas no Rio de Janeiro?

Luca Cordero di Montezemolo.

Para defender a candidatura de Roma (2024).

E Valtteri Bottas.

Pra passear.

Pastor Maldonado poderá dirigir para a Manor no Endurance na etapa mexicana.

Por fim.

Steve Robertson abriu tratativas com a Haas.

Defendendo Felipe Nasr.

Uma opção.

Difícil.

Pois Romain Grosjean parece sólido dentro da escuderia americana e Esteban
Gutierrez afirma que estará na categoria em 2017.

Quem sabe acontece...

Ficar no radar da Ferrari (via Haas) não seria nada mau.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Clipping

























Filhos.

De Keke, de Michael e de Mika.

Monza vai pagar e assim vai continuar no calendário por mais quatro
temporadas.

Pascal Werhlein está completamente entregue.

A Mercedes define totalmente os rumos de sua carreira.

Sabe aquela história de mudança na largada com safety-car?

Fica tudo como está.

Os sensores que vigiam os limites da pista estarão presentes também em
Hockenheim.

Bem em cima da linha mesmo.

O rigor, em comparação com Hungaroring, será maior.

Como o Tordo havia adiantado, o projetista James Allison deixou a
Scuderia Italiana.

Mattia Binotto assumiu o cargo de diretor técnico.

Sobre isso o Tordo conta três coisas.

A primeira é que Binotto é um homem que sabe lidar melhor com as pessoas.

A segunda é que ele é um interino.

(existe a busca por uma solução definitiva)

A terceira é Wolf Zimmermann.

Já em Maranello, um dos criadores da unidade de força da Mercedes ganha
ainda mais influência dentro da Ferrari.

McLaren contará com uma nova mistura elaborada pela Mobil.

Vem mais potência por aí.

Esteban Ocon (pela Renault) e Charles Leclerc (pela Haas) vão aparecer
do primeiro treino livre na Alemanha.

No último Clipping, a gente destacou o fato de Pierre Gasly ter assumido
a liderança da GP2.

No pior momento de Daniil Kvyat, Gasly mostra serviço e aparece como
uma opção real para seu lugar na Toro Rosso.

Mais.

Os ventos da Rússia dizem que a turma dos energéticos já descartou Kvyat.

A Longbow (Tetra Pak), que adquiriu a Sauber, possui planos bem definidos
para o time.

No início, a instituição financeira irá garantir o dinheiro para sustentar a
Sauber pelos próximos três anos.

Durante esse período, há a expectativa de surgir um patrocinador master.


O departamento de design será incrementado para poder criar em outros
seguimentos da indústria (tipo a Williams).

A Sauber tem um histórico de inovação na Fórmula 1.

Sua tecnologia pioneira permitiu que times menores pudessem construir
bólidos para a categoria mesmo sem dispor de um túnel de vento,

Tudo isso através do software que calcula a dinâmica dos fluidos.

A Caterham, por exemplo, foi uma das escuderias que usufruiu dessa
tecnologia.

E por falar em túnel de vento, a Sauber conta com um monstro desses
para chamar de seu.

E de primeira.

Tanto que a Audi utilizou o ventilador de Hinwil para construir o poderoso
R18.

Tudo isso para dizer que (com o dinheiro da Longbow) a Sauber se tornou
um lugar interessante para se estar nas próximas temporadas.

Frases.

"Uma equipe não funciona, se dentro dela existirem dois times diferentes."

Kimi Raikkonen sobre 2014 (quando estava ao lado de Fernando Alonso).

"Rosberg tem um companheiro difícil.

Forte, rápido e que não erra.

E fora da pista ele tem uma influência significativa...

Boa sorte para Nico ao lidar com isso!"

Fernando Alonso, rindo.

Por fim.

Design 2017.





















domingo, 24 de julho de 2016

Pacote

























Interessante.

Com Lance Stroll apresentando uma proposta de mais de 25 milhões de euros
para a Williams, os destinos da dupla Felipe Massa e Vatteri Bottas pode
parecer ameaçado.

Entretanto um dos cenários apontados no horizonte parece ser bem reconfortante.

Os titulares da escuderia de Frank desembarcariam na Renault em 2017 tendo
Kevin Magnussen como piloto reserva.

Um negócio de oportunidade que tiraria dos planos o piloto Mercedes Esteban
Ocon.

Que reviravolta!

Assim os franceses estariam monitorando de forma atenta as negociações de Grove
com Jenson Button / Lance Stroll.

Quem disse que o mercado de pilotos não está aquecido?

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Clipping




























Reparou na diferença?

A largura do pneu do ano que vem chama a atenção!

E muda tudo.

Por isso os times já estão trabalhando firme para a próxima temporada.

Adrian Newey não esconde sua empolgação.

Para não passar em branco, nos últimos dias, Pierre Gasly conduziu o RB10
no circuito de Valellunga seguindo com a programação de testes da Pirelli.

A Force India anda fazendo experimentos no túnel de vento da Toyota
localizado na Alemanha.

Falando nisso, a relação (ou a falta dela) túnel de vento / pista tem sido a
causa dos maiores problemas da Williams em 2016.

A Petrobras parece firme em continuar na categoria máxima do automobilismo.

Além da tentativa de criar um vínculo com a Renault através da Toro Rosso,
os números mostram que seus investimentos tendem a crescer na Fórmula 1.

Do ano passado pra cá, já houve um aumento de 8 milhões de euros no
seu aporte.

A procura por novas frentes demonstra que o montante pode ultrapassar
facilmente 30 milhões de euros anuais em 2017.

Esteban Ocon, figurinha carimbada na Renault para o ano que vem, foi
confirmado no primeiro treino livre na Hungria.

Aliás, os atuais dois pilotos da escuderia francesa seguem com o futuro
incerto.

Hungaroring com novos sensores em algumas curvas.

A FIA pode ter gostado da brincadeira de vigiar quem gosta de ultrapassar
os limites da pista.

Com todas as portas fechadas, Felipe Nasr parece abraçar a Sauber.

(apesar de um boato - boato!! - com a Haas)

O brasileiro admite a necessidade do patrocínio do Banco do Brasil para
seguir ao lado de Marcus Ericsson na próxima temporada.

Sauber que foi vendida para a Longbow Finance S.A.

Empresa que é o braço financeiro da Tetra Pak.

Mas por que uma instituição financeira compraria o time de Hinwil?

Lembra da Genii Capital com a Lotus?

É a mesma coisa.

O luxuoso paddock da Fórmula 1 é um dos melhores ambientes do mundo
para fomentação de novos negócios.

Um lugar mágico para encantar clientes.

Atrair novos investidores a olharem para sua vitrine e adquirirem seu produto.

Simples.

O Tordo diz que James Allison pode dizer adeus a qualquer momento para
a Ferrari.

O projetista inglês tem ido pouco em Maranello.

Suas faltas são constantes.

Talvez os motivos estejam na atual situação da Scuderia Italiana mais a
perda recente de sua esposa.

Ou uma proposta da McLaren.

Não sei.

O que sei é que James Key (Toro Rosso) recebeu uma proposta dos italianos.

Recusada.

(assim como fez Ross Brawn)

Brawn que chegou a dizer que a Ferrari precisa de tranquilidade.

Um recado.

Sebastian Vettel não está indiferente para a falta de rumo.

É de sua estirpe (assim como Alonso e Hamilton) querer vencer sempre.

Ele vai esperar o bólido do ano que vem.

E ver os resultados.

Mas em todo caso já sondou Toto Wolff para saber até quando ele pretende
contar com Nico Rosberg.

Lewis pode não ter gostado da aproximação do rival.

E, marcando território, disse querer ficar na Mercedes por mais cinco
temporadas.

Interessante.

O mercado de pilotos?

Lance Stroll e Jenson Button colocam suas sombras sobre a Williams.

Sergio Perez se recusa a confirmar sua permanência na Force India,
apesar de Vijay Mallya ter dito que ele continua.

(o mexicano trata de uma possibilidade com a Renault)

E a Manor já começou a leiloar o lugar de Haryanto.

Por fim.

Um exemplo de ousadia para o ano que vem.

Asas da imaginação!












quinta-feira, 7 de julho de 2016

Clipping
























Monumental.

Enquanto que a atual temporada parece que novamente será decidida entre
Lewis Hamilton e Nico Rosberg, o futuro ainda se mostra obscuro.

As novas regras poderão colocar fim ao domínio absoluto da Mercedes.

Sendo assim, seria a última chance da dupla da flecha de prata obter um
título de forma tão fácil.

Talvez por isso a disputa neste ano esteja tão sangrenta.

O novo regulamento recebeu sugestões diretas da Red Bull.

E a escuderia de Milton Keynes não esconde sua empolgação.

Adrian Newey já se dedica em tempo integral ao bólido de 2017.

Com as unidades de força saindo das restrições de desenvolvimento impostas
pelas leis atuais, a aerodinâmica voltará a ter um papel principal no circo.

E ninguém envelopa melhor um bólido que o projetista da turma dos energéticos.

Adicione aí o desenvolvimento do motor Renault que já conta com investimento
pesado da marca francesa.

Interessante.

Porque Max Verstappen quer ser o novo Vettel.

Só que Daniel Ricciardo não é Mark Webber.

Após a reunião com seus pilotos, Toto Wolff partiu para outra conversa.

Dessa vez com Valtteri Bottas, que possui a carreira ligada a ACES Management.

(empresa que conta com os sócios Toto Wolff- Didier Cotton- Mika Hakkinen)

No paddock dão como certo que mais cedo ou mais tarde o finlandês irá desembarcar
na Mercedes.

O Tordo (que enxerga tudo de perto) diz que seus sorrisos fáceis entregam sua
segurança em relação ao futuro.

"Meu sonho e minha missão é trilhar o meu caminho até a F1 e me tornar campeão
mundial."

As palavras acima estão no site oficial de Petr Ptácek Jr.

O menino (Kart) da República Tcheca estava até bem pouco tempo no programa
de jovens pilotos da Lotus.

Seu pai (rico) está sendo figura habitual circulando no mundo da Fórmula 1.

Pode ser um ensaio para um novo patrocinador de uma equipe na categoria máxima
do automobilismo.

Claro, para dar continuidade aos estudos de seu filho.

A famosa Ray-Ban passou a patrocinar a Ferrari.

Haryanto garantiu sua permanência na Manor até o fim de seu contrato.

Agora os novatos.

Pierre Gasly (Red Bull) e Santino Ferrucci (Haas) estarão nos testes de Silverstone.

Charles Leclerc (Haas) no primeiro treino livre em Silverstone.

Por fim.

Voltando a falar de Renault, a proposta de Nicolas Todt pode não dar em nada.

O empresário de Felipe Massa ofereceu o talento do brasileiro com salário de
iniciante.

Só que a recente mudança no comando do time não foi boa para o negócio.

Frederic Vasseur assumiu o comando em Viry Chatilllon.

O foco do novo comandante está em pilotos mais jovens.

E juventude não é o forte de Massa.

Pra você saber, somente um hecatombe tiraria uma das vagas de Esteban Ocon
no time amarelo em 2017.

Complicado.

Apenas Kimi Raikkonen e Jenson Button são mais velhos que Massa no grid.

Mas diferente de Felipe, ambos são campeões mundiais.

O que pesa muito nesta balança.

A Ferrari está enrolada em arrumar um desculpa válida para dispensar o finlandês.

Enquanto que Button demonstra estar tranquilo em relação ao seu futuro.

A ponto de dizer uma frase reveladora sobre a corrida em Silverstone.

"Acho que este não será meu último GP em casa..."













terça-feira, 5 de julho de 2016

Clipping























Muito bom.

Muito bom mesmo.

O período de pasmaceira parece ter chegado ao fim.

Da contemplação sem objetivo.

Da apatia.

Rosberg acordou e assim reagiu ao ataque de seu companheiro.

Finalmente!

Quer o título e pronto.

A controvérsia entre os pilotos da Mercedes não são novas.

Começaram na Malásia em 2013 e se seguiram até Baku 2016.

Um resumo com os que levaram vantagem entre parenteses.

Malásia 2013 (ordem de equipe favorecendo Hamilton).

Bahrein 2014 (Rosberg um setup de motor contra a vontade do time).

Espanha 2014 (Hamilton dá o troco e utiliza a mesma artimanha do setup).

Mônaco 2014 (Rosberg erra na classificação, conservando assim a pole).

Hungria 2014 (Hamilton não cumpre o combinado de estratégia com a equipe).

Bélgica 2014 (Contato entre os pilotos prejudica Hamilton).

Uma nota.

Neste momento Rosberg foi vaiado no pódio e ainda punido pela Mercedes.

Lewis, com o time ao seu lado, venceria 6 corridas das 7 que faltavam pra encerrar
o campeonato e se sagraria campeão.

China 2015 (Rosberg acusa Hamilton de prejudicar propositadamente sua prova).

Austin 2015 (Nico reclamou de manobra de Lewis, o vencedor. O GP do boné).

Espanha 2016 (na ânsia de ultrapassar, Hamilton bate em Rosberg).

Áustria 2016...

Após o incidente, Toto Wolff foi direto sobre o retorno das ordens de equipe.

"O sucesso da Mercedes está acima dos interesses individuais.

Vamos sentar e tomar uma decisão.

E os pilotos não têm voz ".

Niki Lauda ainda entregou que não há ambiente entre os dois pilotos.

E que Hamilton está agindo como um animal.

Em Baku, o piloto inglês chegou a quebrar parte das instalações da escuderia num
acesso de fúria.

Se você não sabe, o Transtorno Explosivo Intermitente, normalmente afeta indivíduos
com problemas constantes no trabalho ou na vida pessoal.

Os inimigos estão atentos.

Christian Horner afirmou que a Mercedes deveria rever a decisão de manter seus
dois pilotos.

E Maurizio Arrivabene deu graças à Deus pela relação entre Raikkonen e Vettel.

No meio disso tudo, o contrato de Nico ainda não foi assinado.

(falta de acordo em relação aos valores)

E a Mercedes lançou um novo modelo Classe A.

Versão Rosberg.

Vamos aos experimentos.

O menino russo Nikita Mazepin (falei dele noutro dia) conduzirá a Force India
nos testes de Silverstone.

Esteban Ocon dirige a Mercedes.

Já em Fiorano, a Ferrari será a primeira a testar os compostos Pirelli versão 2017.

O carro de 2015 será modificado para ter a mesma carga aerodinâmica das
novas regras.

O Tordo me confirma que parte do time italiano já trabalha no carro de 2017.

E alguns, num espaço separado, se dedicam ao motor de 2018.

A Renault está se chegando cada vez mais para o lado de Felipe.

Salário (baixo) de um milhão de euros mais bônus por duas temporadas.

Ah sim, Felipe é o Massa, OK?

Por fim.

Os salários atuais.

Em castas..

Hamilton (32), Alonso e Vettel (30 cada).

Button (17) e Rosberg (16).

Raikkonen (8).

Ricciardo (5,5), Massa, Hulkenberg e Perez (4 cada).

Grosjean (3) e Bottas (2).

Gutierrez, Magnussen, Kvyat (750 cada) perto de Verstappen e
Wehrlein (500 cada).

Sainz Jr. (350) Palmer (250), Nars, Ericsson (200 cada) e Haryanto (150).

Tudo em milhões e milhares de euros.

Interessante notar que Grosjean conservou seu salário mesmo mudando de equipe.

E a diferença (patrocinador) de vencimentos entre Massa e Bottas.















segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rascunho N























Ele mesmo.

Ayrton Senna se preparando para temporada de 1994.

Circuito de Paul Ricard.

Novas?

Estão cravando Pascal Wehrlein na Manor.

O que seu sei?

Que o americano Alexander Rossi está bem confiante.

E que Rio Haryanto estaria apenas aguardando uma resposta da equipe.

Piers Hunnisett, seu empresário, trabalha 24 horas por dia para que se
confirme uma boa notícia para o piloto da Indonésia.

Através de Cyril Abiteboul, a Renault confirmou que Esteban Ocon estará
presente em todos os GPs e que também participará de alguns treinos livres.

O que ele não disse é que nessas oportunidades Ocon irá sempre substituir
Jolyon Palmer.

Está claro que na briga interna da Renault Kevin Magnussen terá vantagem
sobre seu companheiro novato nesta temporada.

Ainda no assunto Renault, a informação é que a fábrica do diamante invista
algo em torno de 1 bilhão de euros (num período de dez anos) na categoria
máxima do automobilismo.

Tudo isso para vencer nas pistas e impulsionar as vendas de seus segmentos
esportivos e de luxo.

Com orçamento médio (previsto) de 300 milhões de euros para as próximas
temporadas, não é de se espantar que os franceses estejam atrás de um líder
para suas campanhas futuras.

A Renault mira as estrelas.

E quer uma delas num de seus cockpits.

Haas e Ferrari vão realizar no mesmo dia seus 100 km de filmagens.

A coisa vai rolar em Barcelona mesmo, um dia antes do início dos testes.

Pastor Maldonado contou que está com muitas propostas para seguir carreira
no automobilismo e que em breve irá revelar seu destino.

Por fim.

Se eu fosse apostar na entrada de um novo fabricante na Fórmula 1?

Diria o nome da Hyundai.

Por que?

Explico.

Sob o comando de Albert Biermann (que foi por décadas o chefe da divisão de
motorsport da BMW), a marca sul-coreana deverá investir forte no automobilismo
nos próximos anos para divulgar sua seção de alto desempenho batizada de N.

Estamos falando de bilhões de euros.

No plural mesmo.

E não se engane, nada traz mais exposição que a categoria máxima do automobilismo.

Estamos de olho.















quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Rascunho - Avulsas
























Imagens soltas.

O jovem campeão Esteban Ocon testando a Ferrari em Fiorano.

E a Red Bull se exibindo em Austin.

Umas notinhas soltas também.

Marcus Ericsson dançou com várias interessadas.

Mas no final da noite foi visto dando um beijo carinhoso na Sauber.

Será namoro ou amizade?

Fernando Alonso não vai sair de mãos vazias da Ferrari.

É uma bolada.

Se é pra sair vamos levar uma lembrança, não?



Enquanto isso a McLaren atualizou seu site.

As versões japonesa e espanhola já estão funcionando.

Por fim.

A Toro Rosso não está com pressa de anunciar o companheiro de Max Verstappen.

A meninada deve estar tensa sonhando com a chance.