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sexta-feira, 29 de abril de 2022

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Malaias





























Retratos.

O crepúsculo do GP da Malásia.

Azul, mas a força é Ferrari.

O bueiro que quase matou Romain Grosjean e deu um prejuízo de 750.000 euros
para a Haas.

E o guarda-chuva da sorte (?) de Toto Wolff.

Por fim.

A tendência (90%) é que tudo permaneça como está em 2018...


terça-feira, 11 de julho de 2017

Clipping




























Fernando.

Olhadinha básica.

Alonso e a Ferrari

Sim.

O presidente Sergio Marchionne disse com todas as letras que não há
interesse no piloto espanhol.

Sei que as partes estiveram juntas e conversaram.

Nada feito, por agora.

O Asturiano não aceita receber pouco como Raikkonen e a Ferrari não
vai pagar a outro piloto nada perto do que Sebastian Vettel recebe.

Jump Start

Apareceu até joguinho para que qualquer um pudesse mostrar suas habilidades
de reação após as luzes vermelhas se apagarem.

Fato é que o carro de Bottas se moveu pouco antes do que deveria.

Na avaliação dos comissários, o piloto da Mercedes ficou dentro da tolerância.

Uma margem que não aparece e muito menos é especificada em nenhuma linha
do regulamento.

O artigo 8.6.1 do Código Esportivo Internacional da FIA define que uma largada
falsa se dá quando um veículo:

8.6.1.b avança da posição determinada antes do sinal de início ser dado;

8.6.1.c está se movendo quando o sinal de início é dado durante uma largada
parada.

Não há menção de tolerância.

Quer dizer, a decisão de punir ou não o piloto não foi baseada nas regras.

Acho razoável haver uma tolerância.

(apesar que, depois de 9 etapas, apenas um se moveu...)

O que penso não ser correto é não existir uma norma que determine qual
é o limite.

Já pensou todo mundo soltando o carro pouco antes das luzes se apagarem?

Falta transparência.

Livre

“Max Verstappen tem um contrato até 2019.

Depois disso estará no mercado.”

Christian Horner (Red Bull)

Toro Rosso

Danill Kvyat e Carlos Sainz Jr. (bem queimado depois da história sobre Max)
deverão ser os titulares da escuderia de Faenza no ano que vem.

Pierre Gasly, que estava esperando uma chance, deve buscar lugar
na Fórmula E.

Red Bull

Melhorias gritantes na aerodinâmica (túnel de vento ajustado) e um
motor Renault mais confiável e que permite um setup mais ambicioso.

O time de Milton Keynes deve fazer bonito no restante da temporada.

Stefan GP

O nome de Zoran Stefanovic voltou a aparecer no paddock.

O mesmo que tentou plantar uma equipe na F1 com uma tentativa frustrada
de utilizar os restos da Toyota sete anos atrás.

Há também o caso da tentativa de compra da Manor.

Aqui o que acontece é uma nova empreitada.

Primeiro estão tentando uma permissão da FIA.

(a ideia de franquias como nos esportes americanos desperta interesse)

Picareta?

Desonesto?

Não acho que chegue a tanto.

Mas é preciso mostrar o dinheiro para participar da brincadeira.

Saco de Gatos

A McLaren pode ter feito um pré-acordo com a Mercedes.

Válido até setembro, data em que as equipes da Fórmula 1 precisam
revelar suas unidades de força para a próxima temporada.

Enquanto isso a Honda trabalha.

Houve ganhos de potência na Áustria.

Boatos (desmentidos pelos japoneses) falam que o contrato com a Sauber
seria rasgado.

Na imprensa italiana surge algo impensável.

A Ferrari fornecendo motores para a McLaren.

Do outro lado, a Renault se diz pronta para fornecer para outro cliente.

E ninguém ficaria espantado se a Haas passasse a correr com uma unidade
chamada Alfa Romeo em 2018.

Uma ou outra coisa (só para não passar em branco o assunto).

Sucessor

Antonio Giovinazzi estará guiando uma Haas (de Grosjean) no primeiro treino
livre em Silverstone.

Primeira de sete.

O Trabalho para o Retorno de Kubica

A saga continua.

O polonês estará novamente no cockpit do E20 (antiga Lotus) em Paul Ricard
nos próximos dias.

Mas a seguir ele deverá finalmente encarar o RS17 nos testes de Hungaroring.

Não haverá muitas surpresas pois Kubica já conheceu o bólido no simulador.

Na Hungria ele terá seus tempos comparados com os de Nico Hulkenberg.

Alain Prost disse que a Renault está avaliando Kubica.

Entretanto a última palavra será da FIA.

Precisamos lembrar que cada piloto precisa estar habilitado fisicamente para
atender todas as normas de segurança.

Reparei

A tal proibição da mistura de óleo com gasolina parece não ter prejudicado
a Ferrari.

Mais.

Pelas características da pista e com as inovações testadas pela Haas, a
Scuderia Italiana está muito otimista para Silverstone.

Vencer na terra alheia quebraria a Flecha de Prata.

Gold and Silver shine

A BRDC, a entidade que controla o circuito de Silverstone, colocou um
ponto final no acordo que viabilizava o GP da Inglaterra de Fórmula 1 na
famosa pista.

(assim teríamos corrida somente até 2019 ao invés de 2026)

A intenção seria firmar um novo acordo, mais vantajoso, com a FIA.

E se existisse outra opção?

Pois é.

Na região de Royal Docks (Londres) há algo interessante acontecendo.

Um investimento chinês de mais de um bilhão de euros está fazendo florescer
toda uma parte da cidade abandonada que antes era uma zona industrial.

Coisa que já estava rolando desde as Olimpíadas de 2012.

O Asian Business Port será um novo distrito residencial e comercial para
a cidade.

Com muita facilidade de acesso.

Li todo o planejamento (bem explicado) num documento de 52 páginas.

E daí?

Daí que a região abrigaria sem dificuldade uma prova da categoria máxima
do automobilismo nas ruas da região.

Sem se preocupar com barulho já que o London City Airport fica ao lado.

Existe a ideia, a proposta e o dinheiro.

Faltava a oportunidade.

Pode ser...





















domingo, 9 de julho de 2017

Grazie, Boss!
























Com a palavra o comandante supremo, Sergio Marchionne.

"Nós não negociamos com Max Verstappen e muito menos estamos
interessados em Alonso para a próxima temporada."

O presidente esclarece o boato plantado pela família de Carlos Sainz Jr.
na imprensa espanhola.

Treta interna da Red Bull que fez Christian Horner e Helmut Marko
colocar o jovem em seu lugar.

A palavra sobre Alonso é reveladora.

Uma decisão que precisava ser tomada.

Mais.

Pode ser a razão das doçuras que estão saindo da boca de Ferdi sobre
a Honda no Red Bull Ring.

O Asturiano baixou o tom.

Penso que também foi enquadrado pelos japoneses que pagam seu
milionário salário.

Uma demissão sumária poderia ter sido cogitada.

"Raikkonen é um bravo que se dedica muito em seu trabalho.

Ele é necessário para vencer o Mundial de Construtores."

Marchionne colocando as coisas como ela são.

Vettel é o primeiro piloto.

Por fim a alegria das novas especificações do motor.

A Haas está testando a máquina para a Scuderia italiana na Áustria.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Clipping


























Quem será o campeão de 2017?

Kevin Magnussen deixou a pergunta sem resposta...

Paz

Não.

Pausa.

O duelo Vettel x Hamilton subiu um tom.

Dose de Realidade

Outro dia comentei que o custo para um piloto ir do Kart até à Fórmula 1
gira em torno de seis milhões de euros.

Pois bem.

Christian Horner tratou de lembrar isso para Carlos Sainz Jr.

O piloto espanhol fez um balão de ensaio com declarações que deixavam
em aberto seu futuro para a próxima temporada.

Não colou.

Horner (que é seco como o deserto do Atacama) respondeu na tampa.

O diretor da Red Bull declarou que Sainz Jr. só está na Fórmula 1 graças
ao investimento do time do energético.

E ainda que o piloto está sob um contrato que o vincula até 2019.

Uma dose de realidade pra quem acha que sem dinheiro alguém poderia
alcançar um cockpit na F1.

Testes e Testes

Falando nisso, a Williams tratou de rebater as afirmações de Jacques Villeneuve.

Villeneuve criticou seu ex-time por organizar testes particulares em um carro
de 2014 para o Lance Stroll.

Ele acha injusto Stroll ter esse privilégio por conta do dinheiro.

Claire Williams não enxerga malefícios em aprimorar o jovem piloto de sua
escuderia.

Interessante que Villeneuve esqueceu o passado.

Mas eu lembro.

Antes de ingressar na F1, Jacques rodou mais de 6.000 km com a própria
Williams durante sua preparação para sua estreia na categoria máxima do
automobilismo.

Treinos Livres

O mexicano Alfonso Celis Jr. (Force India) e o russo Sergey Sirotkin (Renault)
estiveram conduzindo no Red Bull Ring.

Vários interesses envolvidos.

Xerox

A Haas vai utilizar a unidade com especificação mais recente da Ferrari na
Áustria.

Promessa de um desempenho melhor.

Eu só queria ver o time de Grosjean e Magnussen desenvolvendo e buscando
soluções aerodinâmicas diferentes da Scuderia Italiana.

Só copia.

Alonso

"Eu estou feliz com meu companheiro de equipe."

"Eu prefiro Kimi."

Lewis Hamilton e Sebastian Vettel.

Respectivamente.

Time dos Sonhos

O comandante da  McLaren, Zak Brown, revelou como seria seu time ideal.

Pilotos: Ayrton Senna e Mario Andretti.

Chefe de equipe: Colin Chapman.

Projetista: Adrian Newey.

Motor: V12.

Escuderia: McLaren.

Onde?

Numa pista de rua: Nova York.

Dica

Está com dinheiro?

A Mercedes vai vender um W04.

Bólido que foi guiado por Lewis Hamilton e Nico Rosberg em 2013.

Você sabia?

Que até aqui, a Force India é a equipe que mais rodou em 2017?

Que Vettel e Hamilton são os pilotos que possuem mais giros?

Que a Red Bull é a escuderia que possui menos voltas?

E que Verstappen rodou menos que Fernando Alonso?

Novas Fronteiras

Uma etapa na Dinamarca é praticamente certa no calendário da F1
nos próximos anos.

Pista de rua com forte apoio estatal.

A rua também deve abrigar um futuro segundo GP nos Estados Unidos.

Futuro

Muitas presenças significativas na discussões sobre as novas unidades de
força a partir de 2020.

Audi (Domenicali), Porsche, Alfa Romeo, Aston Martin, Cosworth, Ilmor
e McLaren Automotive.

Além, claro, de Honda, Ferrari, Mercedes e Renault.

Várias ideias sobre a mesa.

Um único mapeamento de motor para cada final de semana.

Sem diferença entre classificação e corrida.

Conceito híbrido mais simples (sem o complicado MGU-H).

Ross Brawn falou sobre diminuição nas punições por troca de componentes,
aumento do número de motores a serem utilizados e o cuidado para evitar
longas supremacias.

O Trabalho para o Retorno de Kubica

A Renault não consegue esconder a empolgação.

Alegria

Fernando Alonso é a prova que felicidade é momento.

Ou seja, nada tem a ver com uma média matemática e muito menos com
o passado.

Bicampeão mundial e com salários exorbitantes ao longo dos anos, poderíamos
avaliar que o espanhol é feliz.

Ganhos obtidos, diga-se de passagem, graças a habilidade de Flavio Briatore
em costurar bons acordos.

Os anos na McLaren sem poder lutar por vitórias têm sido uma decepção.

Por isso ele se oferece (sem condicionantes!) para os times que estão no
topo.

Horner (Atacama...) afirma que só se Ferdi for para GP2, pois na Red Bull
não há lugar.

Niki Lauda se mostra horrorizado com qualquer possibilidade do Asturiano
ir parar na Mercedes.

A Ferrari permanece em silêncio.

É uma espera.

Relato

"Eu estava ao lado de Mika Hakkinen no avião.

Na nossa frente estava Sebastian Vettel.

Escrevia todos detalhes técnicos em um caderno.

E ele havia acabado de vencer a corrida.

Virei para Mika e comentei.

O cara ganhou e continua trabalhando duro."

Toto Wolff.

O mesmo que acredita que Vettel é um dos fatores que possibilitaram
o salto da Ferrari em 2017.

Por Fim

A arte de Elia Bonetti.


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Clipping
























O cavalo amarelo.

Uma Nova Escuderia?

Surgiu um forte rumor sobre o aparecimento de uma nova equipe na Fórmula 1.

Sede na Inglaterra (próximo de Renault, Williams, Mercedes...).

E dinheiro chinês.

A base seria o material humano da falecida Manor.

Christian Horner (Red Bull) admitiu que membros de sua escuderia
receberam convites nos últimos dias.

Apesar de muitos interessados, não houve nenhum pedido oficial de licença
para a FIA.

Ou seja, para a próxima temporada seria impossível.

Uma nota.

Você não vai ler nada do que está escrito abaixo em outro lugar.

Se houver um plano sendo elaborado, o motor será Ferrari.

Pois o modelo da Haas, pioneiro e de baixo custo, pode ser considerado
um sucesso.

Outra.

A Scuderia Italiana não se incomodaria em ter outra unidade de força
sua funcionando no grid e fornecendo informações.

Fiquemos de olho.

Não é a Hora

A aventura (ou desventura) da Honda está assustando os aventureiros.

A Hyundai estava estudando uma abordagem mais forte no automobilismo.

Entenda F1.

Recuou.

Vai ficar apenas no TCR (turismo).

Preto no Branco

A Red Bull tratou de esclarecer o vínculo com seus principais pilotos.

Pra não deixar dúvidas.

Daniel Ricciardo tem acordo até o final de 2018 com opção automática.

Max Verstappen vai ainda mais além com cláusulas bem mais rígidas.

Carlos Sainz Jr. também possui vínculos fortes.

Helmut Marko joga ainda mais luz sobre o assunto.

Os contratos são longos e somente nós (Red Bull) podemos rompê-los.

Proteção Dupla

A Ferrari não hesitou em se oferecer para testar a nova proteção para
os pilotos.

Aquela que foi denominada escudo.

Nós devemos ver o apetrecho no carro vermelho já em Silverstone.

A bondade vem com o desejo de entender primeiro o efeito aerodinâmico
do troço sobre o carro.

Sim.

A irmã de Gina já está sendo planejada.

Williams ou Red Bull?

Se for abandonada pela McLaren, a Honda não deverá ficar sem par
na próxima dança.

Descaminho da Honda

A Honda parece perdida.

Nada dá certo.

Alguns apontam a falta de intercâmbio.

Na Fórmula 1 é importante a divisão do conhecimento.

Isso ocorre ao contratar membros do exército inimigo.

A informação flui.

Exemplos não faltam.

Jock Clear trocou a Mercedes pela Ferrari.

Peter Prodromou saiu da Red Bull e fez morada na McLaren.

Bob Bell trouxe a filosofia da Mercedes para a Renault.

James Allison, que até ontem vestia vermelho, agora recebe ordens
de Toto Wolff.

E saindo do forno, Peter Machin (primeiro nome abaixo de Adrian Newey)
está se mudando para a Renault.

Essas alterações permitem que todos possam se aprimorar.

Melhorar conceitos.

O pensamento é que a Honda tem dificuldade nessa metodologia de trabalho.

Os japoneses tem orgulho de formar seus vencedores.

Pode estar aí a causa do fracasso até aqui?

Boa pergunta.

Mas podemos ir mais além.

Existem sempre dois caminhos para o sucesso.

A história ensina.

O primeiro é a continuidade.

Palavra fortíssima e essencial dentro da categoria máxima do automobilismo.

A Honda abdicou dela.

Ao contrário da Renault.

Os francese nunca tiraram seus olhos completamente da Fórmula 1.

Seja apenas como fornecedora de motores ou com participação em projetos
como Supertec ou Mecachrome.

A continuidade permitiu que a Renault retornasse como equipe na atual
Era Híbrida.

A segunda trilha exige sacrifício.

A Ferrari abriu mão da temporada de 2016 já nos últimos meses de 2015.

Só assim foi possível criar um bólido de primeira linha em 2017.

A Mercedes fez algo semelhante em 2013 ao preparar seu domínio nas
temporadas seguintes.

Lotus, Williams e McLaren já fizeram o mesmo no passado.

Voltemos.

A Honda não fez nem uma coisa e nem outra.

Após deixar a categoria ao final de 2008, não fez questão de preservar
uma unidade de monitoramento visando um retorno competitivo no
futuro.

No alvo!

Ao voltar, encontrou um abismo tecnológico entre ela e suas concorrentes:
Ferrari, Mercedes e Renault.

Pior.

Ao deixar de abrir mão de uma temporada, apostou na modificação de conceito
em sua unidade de força.

Uma eterna metamorfose que busca resultados sem uma devida maturação.

Hoje os japonese estão na sua terceira geração de motores.

Três gerações de unidades de força com diferentes conceitos em três temporadas
seguidas.

Sem resultado.

Com custos que beiram a marca de 1 bilhão de euros (total de três anos).

E um terrível efeito colateral.

O de assustar todo membro da indústria automobilística que pensa em investir
na Fórmula 1.






















segunda-feira, 5 de junho de 2017

Clipping


















































As duas McLarens.

Melhorando.

Aos poucos.

Honda

Más notícias.

A terceira versão da unidade de força da Honda não será vista no Canadá.

O conceito original tinha a ideia de apresentar um motor mais leve e com alta
eficiência térmica.

Os japoneses conseguiram entregar uma unidade que não pesa tanto e ajuda
na construção aerodinâmica do carro.

Porém a coisa ainda padece na hora de mostrar potência.

Os problemas de vibração foram praticamente resolvidos com alterações tanto
no hardware quanto nos softwares dos carros.

Cada um vem fazendo sua parte.

A British Petroleum (Castrol) já fez duas alterações na mistura do combustível.

Uma na primeira etapa do campeonato e outra quando a Fórmula 1 retornou
para a Europa.

A segunda versão da unidade de força foi incorporada de forma plena na
corrida de Barcelona.

Um novo software melhorado para o mapeamento do motor e outras modificações
que trouxeram finalmente um ganho de potência para Stoffel Vandoorne e Fernando
Alonso.

Na terceira versão se espera que desapareça de vez os problemas que trazem
vibração.

Fornecedores também deverão ser trocados.

Exemplo.

Sai a Magneti Marelli e entra a Bosch nos injetores.

Espera-se que na nova versão haja um aumento na eficiência térmica e assim,
consequentemente, uma redução no consumo.

A McLaren aponta a causa no atraso no desenvolvimento: a cultura da Honda
de não aceitar ajuda externa.

Só que até isso vem mudando.

A Ricardo (empresa britânica que já trabalha com a McLaren) foi quem deu
a soluções de software para a Honda que trouxeram um melhor desempenho
para Vandoorne em Mônaco.

A compra das unidades de recuperação de energia da Mercedes parece ter
sido descartada.

Além da resistência dos japoneses, a Force India foi contrária a ideia da marca
alemã ajudar uma rival direta que pode entrar no bolo do meio da tabela.

Entretanto Mario Illien já está trabalhando para que o MGU-K e o MGU-H
tenham pelo menos mais durabilidade.

Tenso.

Pra você entender, o MGU-H (que recupera a energia térmica) original da
Honda não aguenta duas provas seguidas.

Existem conversas com a austríaca AVL também, devido sua experiência nos
testes com motores.

Para não passar em branco, Masashi Yamamoto, diretor da divisão de Motorsport
da Honda, esclareceu que somente a McLaren continuará desenvolvendo a parte
de motorização com a Honda.

Aquela construção conjunta chassi-unidade de força.

Falando de 2018.

A Sauber ficará mesmo como uma equipe cliente.

Inclusive a escuderia suíça receberá as atualizações com atraso (que beleza!).

Yamamoto ainda confirma que dobrará o número de empregados na sede de
Milton Keynes da Honda para a próxima temporada.

Kubica & F1

Robert Kubica irá testar em Valência com um Fórmula 1.

O polonês não entra num bólido da categoria máxima do automobilismo desde
o seu acidente.

Ele rodará com um Renault de 2012 (antiga Lotus).

O russo Sergey Sirotkin também estará presente.

Segredo do Sucesso

Interessante.

Outro dia destaquei o empenho de Vettel para entender os pneus que estão
sendo usados em 2017.

Nos testes (de 2016) dos compostos que a Pirelli vem utilizando nesta temporada
foi permitido que as equipes alterassem seus carros para ter uma noção do
downforce produzido.

Estamos falando de aumento de asas dianteiras e traseiras para se entender
o efeito sobre as novas regras.

Acredite.

Enquanto Mercedes e Red Bull fizeram um trabalho incompreensível adotando
elementos que nem seriam permitidos em 2017, a Ferrari fez uma obra perfeita.

E tudo nas medidas exatas do novo regulamento.

Claro que as concorrentes também retiraram frutos dos experimentos, mas a
Scuderia Italiana de forma clara saiu na frente.

Sem contar o desinteresse de suas estrelas principais.

Enquanto pilotos reservas passeavam, a Ferrari tratou de rodar com Vettel
e Raikkonen.

Chega a ser engraçado lembrar o que Lewis Hamilton disse no teste de
Abu-Dhabi.

"Estou tão feliz por não ter feito esse teste (com o pneu protótipo), porque
o carro é muito diferente.

Eu fiz algumas voltas no teste de Abu Dhabi no carro de 2015 e era muito
diferente do atual.

Teria sido um desperdício do meu tempo, estou feliz por não ter feito isso.

Não faz diferença."

Hoje a Mercedes W08 é uma diva cheia de vontades, difícil de ser tratada e por
vezes imprevisível.

Dando muito mais trabalho para a Casa de Brackley.

Ao todo, Hamilton rodou 50 km nos testes.

Vettel?

2.228 km.

Calendário

Programação de testes da Pirelli 2017:

18-19 Abril: Ferrari no Barein

16 e 17 de Maio: Renault e Toro Rosso em Barcelona

31 de Maio 01 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard (pneu de chuva)

02 de junho: Ferrari em Fiorano (pneu de chuva)

29 e 30 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard

18 e 19 Julho: Williams e Haas em Silverstone

19 e 20 de Julho: McLaren Honda em Magny-Cours

1 e 2 de Agosto: Mercedes em Hungaroring

3 e 4 de Agosto: Ferrari em Barcelona

7 e 8 de Setembro: Mercedes em Paul Ricard

31 de outubro e 1 Novembro: Sauber e Force India no México

14 e 15 de Novembro: McLaren-Honda em Interlagos

Programa

Falando nisso, Antonio Giovinazzi participará de sete sessões de treinos livres
com a Haas no restante desta temporada.

Inglaterra, Hungria, Itália, Malásia, México, Brasil e Abu Dhabi foram os locais
escolhidos.

Somente Kevin Magnussen cederá seu carro seis vezes para o terceiro piloto
da Ferrari.

Calma que o dinamarquês tem contrato até o final de 2018.

Perguntas

Ao final da temporada, quem estará mais valorizado?

Sergio Perez ou Esteban Ocon?

USA

Houve muita festa sobre a participação de Fernando Alonso nas 500 Milhas
de Indianápolis.

Porém um dado não foi muito notado.

A audiência americana caiu quase 10% em relação a edição do evento do
ano passado.

Por Fim

Metade do ano.

Metade.






















domingo, 9 de abril de 2017

China - 2017


























Foi uma corrida maravilhosa.

Com ultrapassagens duras e reveladoras.

Ao final houve o triunfo de Lewis Hamilton.

O piloto inglês fez o que se espera dele.

Após perder o título do ano passado, as distrações parecem ter sido deixadas
de lado.

Como comenta Briatore.

"Ao tentar ser DJ, deixou o mundo escapar (para Rosberg)"

A dedicação (muita) no simulador da Mercedes trouxe bons frutos.

Não há margem para equívocos.

Lewis reconhece.

"Sebastian é incrivelmente rápido.

Ele me empurra até o limite.

Vitórias contra ele valem mais porque eu não posso errar."

Com a bandeirada final, o time das Flechas de Prata conseguiu respirar.

"Estou aliviado", disse Lauda.

A Ferrari, apesar dos infortúnios, demonstrou força mais uma vez.

Reconhecendo ter problemas, Raikkonen poderia ter facilitado para Vettel.

Sebastian entendeu a senha vinda do box.

Numa mensagem a equipe queria saber se deveria haver ordens ou não.

Cifrada.

Entretanto ele não deixou que houvesse intromissão.

(preservou o bom relacionamento)

A dificuldade se deu para encontrar um brecha entre Kimi e Ricciardo.

Depois nem foi preciso caçar Verstappen por conta do erro do holandês.

(Max que vinha fazendo uma prova brilhante)

Vettel chegou em segundo, porém parecia ter vencido.

Há motivos para tal impressão.

Constatamos ao ouvir o piloto alemão conversar com o restante da Scuderia.

"Nós somos mais rápidos!"

Devido a muito trabalho, digo.

Antonio Fuoco, Charles Leclerc e Antonio Giovinazzi praticamente dormem
no simulador de Maranello.

E dessa forma ajudam Sebastian a não deixar a máquina parada na busca
por soluções.

Filosofia de vitória.

Valtteri Bottas cometeu um erro terrível.

Precisa se recuperar logo para o mal ser esquecido.

É muita responsabilidade.

Toto Wolff ainda culpa a ausência de Nico Rosberg por parte das dificuldades
enfrentadas pela Mercedes.

Atenção.

Fernando Alonso é um grande piloto.

Mas a McLaren Honda não é a desgraça que pintaram.

Falta confiabilidade e está longe de brigar com Ferrari e Mercedes.

Só que está fazendo frente a Hass, Force India, Williams e Renault.

Com um olhar aguçado, Bob Fernley (Force India) admite que o carro laranja
está no bolo.

Cheio de problemas como os outros.

(Williams é um bólido desequilibrado, a Renault frágil e por aí vai...)

Assim.

Eu digo que meu time de Futebol é horrível.

Se eu marcar um gol, serei gênio.

Ou (em espanhol) Más grande de todos...

Entendeu?

Lamento que nada tenha dado certo para Romain Grosjean.

(apesar das belas ultrapassagens)

A Haas pode muito ainda.

Kevin Magnussen aproveitou a oportunidade e marcou seus pontos.

Esteban Ocon (que também marcou, outra vez) e Sergio Perez formam uma
dupla guerreira no grid.

Bom para Force India.

E a Toro Rosso vai bem, obrigado.

Hulkenberg e Palmer não conseguiram levar a Renault até os pontos.

Zero, por enquanto.

Giovinazzi, Stroll.

Essa nova Fórmula 1 castiga os novatos.

Eles aprendem.

Sergio Marchionne (Ferrari) fala em "dar tempo aos jovens."

Também diz que "se Vettel está feliz, somos todos felizes."

E que "Raikkonen (na corrida na China) parecia ter outros compromissos..."

Frittura.

























terça-feira, 28 de março de 2017

Aussies




























Retratos.

Sebastian Vettel encara a escuridão para achar a luz no domingo.

A Haas interage com seus fãs para incentivar seus pilotos.

E Melbourne sendo descoberta no passeio de Lewis Hamilton.

Ensaio.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Clipping





















Interessante como Nico Rosberg está conduzindo.

Fazendo somente o necessário.

A chuva trouxe renovo em Interlagos.

Houve aquela despedida de Massa com o gosto de que tudo poderia ter
sido diferente.

Mas também contemplamos a luta de Felipe Nasr.

O brasileiro mostrou ser valoroso.

Pilotou dentro de suas limitações, entretanto fez o seu melhor.

Este é o segredo.

Não importa seu equipamento.

Faça bem feito.

Nasr pode ter garantido dezenas de milhões de dólares para Sauber com
sua performance.

Pontos valiosíssimos para a escuderia suíça no mundial de construtores.

Uma posição que garante até economia no transporte de equipamentos de
uma corrida para outra.

Deu orgulho.

Fiquei com pena de Romain Grosjean.

Depois de uma classificação heroica, sair da pista daquele jeito foi uma
lástima.

Ainda na Haas, Esteban Gutierrez estava visivelmente alterado.

O sangue ferveu.

Max Verstappen deu um show.

Estava solto.

Já o estrategista da Red Bull errou de forma grosseira.

Não fosse por isso, Max teria engolido as Mercedes.

Piloto do dia, fácil.

A confirmação do Esteban Ocon na Force India ( 3 anos de contrato), deixou
Pascal Wehrlein numa situação delicada.

Ainda mais que os motivos da escolha não foram claros.

A Globo abriu negociação para as cotas de patrocínio da temporada 2017
da Fórmula 1.

A prioridade é para os atuais anunciantes.

Itaipava, Renault, Zap Imóveis (grupo Globo), Tim, Santander e Unilever.

O valor sofreu um aumento de 10% em relação aos praticados neste ano.

Pela nova tabela, cada cota irá custar quase 90 milhões de reais.

A categoria máxima do automobilismo ainda é um produto de alto valor
na tela pois atinge um público formado em sua maioria pela classe A e B.

E uma audiência cativa.

Apesar de tudo.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Encaixes


























Bom dia petrolheads!

Então a coisa vai caminhando para ficar assim.

Esteban Gutierrez na Renault

Kevin Magnussen na Haas

Esteban Ocon na Force India

Felipe Nasr na Sauber.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Clipping


































Piadinha da Mercedes.

Mas cabe uma pergunta sobre a prova no México.

Por que Verstappen foi punido por cortar caminho em uma disputa de posição
em que estava sozinho e Lewis Hamilton (que fez a mesma manobra na largada)
não?

Dois pesos e duas medidas?

Na corrida em Austin, Fernando Alonso fez uma manobra suspeita sobre Felipe
Massa.

Sem consequências.

Levanto outra questão.

Qual seria a razão de Vettel (em Silverstone) e Rosberg (em Hockenheim) serem
penalizados em situações análogas ao do piloto espanhol?

A arbitragem da Fórmula 1 parece não ter coerência.

Foice e Martelo

Na disputa pela vaga na Force India há uma briga que envolve forças poderosas.

A Mercedes (fornecedora de motores) quer Esteban Ocon ao lado de Sergio Perez.

Já Bernie Ecclestone tenta encaixar Felipe Nasr.

A Globo fala em detalhes para a confirmação do brasileiro.

No paddock cravam que a vaga é do francês.

Meu Grid 2017 (1)

Se tornou pública a proposta da Haas para Kevin Magnussen.

Meu Grid 2017 (2)

Interessante foi ver a reação de Pierre Gasly ao saber da confirmação de Daniil
Kvyat na Toro Rosso por mais uma temporada.

"O que aconteceu???"

O comando dos energéticos já havia deixado claro para o menino que o lugar
seria dele.

As coisas mudam.

Upgrade

Williams e Force India estão melhorando suas performances.

A culpa é da atualização das unidades de força.

Estágio

A Audi deixou o WEC e foi para a Fórmula E.

A decisão foi tomada faz tempo.

Só que o destino seria a Fórmula 1.

O escândalo da fumaça atrasou o plano.

Entretanto estive olhando os recentes gráficos de vendas da Volkswagen.

Acho que a Red Bull não vai ficar dependente da Renault por muito tempo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Clipping























Existe muitos movimentos especulativos no ar.

Carlos Slim ainda tenta encaixar Sergio Perez na Renault.

O piloto mexicano está sob contrato e a multa exigida pela Force India no caso
de uma mudança é bem alta.

Se houvesse o deslocamento de Perez, Pascal Wehrlein contaria com o apoio da
Mercedes para a vaga no time de Vijay Mallya.

Pascal indo, vaga na Manor.

Esteban Gutierrez (no caso do plano Perez dar errado) espera ter uma oportunidade
na Renault.

Aí o mercado olharia para Haas.

Pois ninguém saberia dizer quem seria o companheiro de Romain Grosjean.

Carlos Sainz Jr. também parece sonhar com a vaga na casa francesa.

Já que a estrela Max Versttapen é tratada como o futuro da Red Bull.

(apesar de Daniel Ricciardo mostrar cada vez mais que não é Mark Webber)

A Williams se trancou na dupla Valtteri Bottas e Lance Stroll.

E a foto do post?

Apesar de todos os esforços, houve a recusa de Sebastian Vettel em estender
seu contrato com a Ferrari por mais três anos.

Isto é um sinal.

O multi campeão estará no mercado a partir do ano que vem buscando um vaga
nas melhores escuderias para 2018.

Entendo.

É a fome.

De vitórias.

E o indivíduo, que se encontra nessa situação, não consegue pensar em mais
nada.

Tem um desejo somente.

Saciar a vontade que o está consumindo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Clipping

























Imagem da atual família Red Bull.

Com o patriarca Helmut Marko ao centro.

Marko nos conta que o projetista da Toro Rosso, James Key, possui contrato
com o time de Faenza até o final de 2018.

Também dá indícios de querer contar com Danill Kvyat no ano que vem.

Claro que pode ser apenas uma força para o piloto desprezado.

Outra coisa que precisamos lembrar é que um piloto Red Bull é sempre um piloto
Red Bull.

(desde que a marca queira)

Vide Mark Webber que continua ligado aos energéticos competindo na Porsche.

Há apenas uma exceção.

Sebastian Vettel.

O filho pródigo.

Não sei se você conhece a história.

Mas ao retornar, o filho foi recebido pelo pai de braços abertos e foi lhe dado um
novo anel.

Um registro que se faz necessário.

Sergio Perez parece lutar por um lugar na Renault.

Agradece sempre que pode a Vijay Mallya e a Force India por terem salvado sua
carreira após a desastrosa passagem pela McLaren.

Mas ao mesmo tempo se diz preparado para liderar e consciente que para ser
campeão precisa ir para uma escuderia de fábrica.

Falando nisso, houve mais uma confirmação do interesse da McLaren sobre Max
Verstappen.

Fica assim.

Agora, a troca.

Gwen Lagrue conseguiu encaixar seu piloto na Manor.

Com a mão da Mercedes.

Esteban Ocon será provado ao lado de Pascal Wehrlein.

(curiosidade: o francês será o mais alto do grid com 1,86 m)

Wehlein que já mostrou talento, porém deixou a desejar em certos momentos.

Principalmente nos sábados.

Rio Haryanto fica como piloto reserva.

O indonésio não fez nada de errado.

Apenas não tem o dinheiro.

Vale destacar que a vaga foi oferecida primeiro para Alexander Rossi.

Que recusou.

O americano, sem afobação, diz ter opções tanto na Indy como na Fórmula 1
para 2017.

Jordan King foi descartado por conta do critério econômico.

Como possui mais de 300 km de testes a bordo de um F1, a superlicença
poderia ter sido requisitada pelo time perante a FIA.

Neste quesito, Ocon (com dois títulos na bagagem - GP3 e F3 Europe) chega
com 70 pontos.

Tendo assim 30 a mais que os necessários 40.

Fiquem de olho em Nobuharu Matsushita.

Se conseguir a terceira posição na GP2 neste ou no próximo ano, o japonês
protegido da Honda alcançará a pontuação de superlicença.

Mudou tudo na Sauber.

Tanto que a Casa de Hinwil está até contratando engenheiros e técnicos
para a próxima temporada

Quem veio para as olimpíadas no Rio de Janeiro?

Luca Cordero di Montezemolo.

Para defender a candidatura de Roma (2024).

E Valtteri Bottas.

Pra passear.

Pastor Maldonado poderá dirigir para a Manor no Endurance na etapa mexicana.

Por fim.

Steve Robertson abriu tratativas com a Haas.

Defendendo Felipe Nasr.

Uma opção.

Difícil.

Pois Romain Grosjean parece sólido dentro da escuderia americana e Esteban
Gutierrez afirma que estará na categoria em 2017.

Quem sabe acontece...

Ficar no radar da Ferrari (via Haas) não seria nada mau.


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Notinhas de Sexta
















































Só umas coisas.

Sobre a ajuda da Mercedes para a Ferrari.

Me parece que o objetivo era equilibrar a potência das unidades de força.

E que a consultoria também foi oferecida para as outras fabricantes.

Olhando a confiabilidade das adversárias, tal atitude dos alemães não oferece
risco ao seu domínio atual.

O que é novidade para as outras, já passou por testes e toda adaptação no
time de Toto Wolff.

Fraquezas nas flechas de prata?

Desgaste dos pneus e as largadas.

Falando em largada, foi por este motivo que a Mercedes desmontou o carro de
Lewis Hamilton e achou um problema em sua caixa de marcha.

Problema que ainda não foi desvendado.

Por isso a troca.

A alteração na especificação da pressão mínima (aumentou) dos pneus na China
tende a favorecer a Ferrari.

Button e Grosjean reclamaram da borracha por conta da falta de aderência.

Romain também falou da relação da Haas com a Ferrari.

E disse ser a mesma que havia entre a Lotus e a Mercedes no passado.

E o espanhol Fernando Alonso revelou que ainda sente dores nas costelas.






quarta-feira, 6 de abril de 2016

Rascunho Impulsivo

























Existe uma mágica!

Isso mesmo.

Os carros da Ferrari e Mercedes contêm um dispositivo que permite que
eles possam tirar algo a mais de suas respectivas unidades de força.

Basicamente é uma alteração da pressão do ar que traz um mudança no
rendimento do motor de combustão interna (o que gera mais potência).

O sistema da Mercedes é mais eficiente e duradouro.

Comparando os ganhos.

Temos algo em torno de 35 cv nas flechas de prata e 20 cv na Ferrari.

O truque, além de ser usado na qualificação, também tem feito diferença nas
corridas.

Claro que exige mais do equipamento.

Por isso os alemães restringem seu uso a cerca de 15 voltas.

Geralmente após os pit stops.

Aquilo do "it's hammer time!"

A Scuderia Italiana já testou o dispositivo também nesta temporada.

Mas como a confiabilidade ainda está em jogo, o impulso extra está sendo
tratado com mais cautela pelos italianos.

A tal fragilidade que trouxe problemas tanto para Raikkonen como para
Vettel.

Pra se ter uma ideia, Kimi conduziu seu carro no Bahrein com 25 cv a menos
que sua potência normal.

Independente de qualquer ajudinha.

Andou preservando mesmo.

Na China, Sebastian Vettel usará uma nova unidade de força.

O problema na configuração do motor na última etapa causou tanto estrago
que a máquina ficou irrecuperável.

A necessidade de utilizar tudo no limite aumenta os riscos.

A Haas busca um novo patrocinador para fechar as contas.

Já no início deste ano a escuderia americana abriu tratativas com uma fabricante
de bebida energética.

Provavelmente a 5-Hour Energy, que já trabalha sua marca na NASCAR.























Os noticiários contam que a Sauber estaria negociando acordos com um grupo
de Dubai, com a Tetra Pak (apoiadora de Marcus Ericsson) e com os italianos.

O tal grupo de Dubai teve uma reunião com Monisha no Bahrein.

É o que eu sei disso.

A Tetra Pak foi quem solucionou o problema de atraso de salários de alguns
meses atrás.

E a última opção seria o plano "Alfa Romeo".

A Sauber receberia um desconto no pagamento de suas unidades de força e em
contrapartida estamparia o nome da tradicional marca italiana em seus carros.

O que significaria uma folga no caixa de 14 milhões de euros.

A McLaren revelou que se não tornar Stoffel Vandoorne titular em 2017, o rapaz
estará livre (por cláusula contratual) para encontrar um cockpit vago na categoria
máxima do automobilismo.

Aí eu tava lembrando que (no ano passado) Vandoorne rompeu com Richard
Goddard, seu empresário até então.

Só que o mesmo Goddard cuida dos interesses de Jenson Button na Fórmula 1.

Vou nem falar mais nada.

Por fim.

Se Nico Rosberg faturar o GP da China, ele alcançará uma marca importante.

E somente três pilotos na história estarão à frente dele em vitórias consecutivas.






sexta-feira, 1 de abril de 2016

Rascunho Max

























Carlos Sainz Jr. em destaque.

Mas os holofotes estão em Max Verstappen, confirmado para a Red Bull em 2017.

No lugar de Daniil Kvyat.

Ao lado de Ricciardo.

Sendo assim a primeira movimentação num mercado de pilotos que promete gerar
muitas especulações nesta temporada.

As coisa permanecem indefinidas na Toro Rosso.

Pierre Gasly poderia subir ou Kvyat descer.

Falando em Verstappen, o jovem holandês pediu desculpas em Faenza depois do
episódio do rádio em Albert Park.

Após o acidente com Fernando Alonso na Austrália, Esteban Gutierrez disse que
seu carro foi mais danificado pelo modo como foi feita a retirada do guindaste do
que pela batida em si.

Apesar do princípio de incêndio, a Ferrari conseguiu salvar a unidade de força de
Kimi Raikkonen.

Na Haas a palavra é preparar o carro de 2017.

Costelas trincadas?

No meu entendimento Alonso escapou por muito pouco da morte.

E essa história da McLaren com BMW?

No início do ano passado aconteceram as primeiras reuniões entre as partes.

O projeto de parceria para se construir um super esportivo já tinha sido oferecido
primeiramente para a Mercedes e depois para a Honda.

As recusas de ambas as fabricantes aproximaram a McLaren da BMW.

Uma joint venture que, estabelecida, terá um investimento de 1 bilhão de euros.

Mais.

Aponta para um futuro.

Após o término do acordo com a Honda.

O caminho de retorno da BMW para a Fórmula 1.

Por fim.

Uma descoberta interessante.

Na elegante casa de Frank Williams em Newbury, apenas um detalhe revela que
ali mora alguém que ama a categoria máxima do automobilismo.

Uma discreta e única inscrição num dos bancos do belo jardim.







quarta-feira, 30 de março de 2016

Notinhas de Quarta



























Rapidinho.

Reserva

Stoffel Vandoorne já está voando para o Bahrein.

O reserva da McLaren precisa estar pronto caso Fernando Alonso não seja
aprovado nos exames médicos da FIA que serão feitos nesta quinta-feira.

Reserva 2

Na Force India, Alfonso Celis Jr. vai substituir Sergio Perez no primeiro treino
livre em Sakhir.

Novidades

Williams apresentará seu novo bico mais curto, a Haas sua nova asa dianteira e
a Mercedes atualizará seu software de embreagem para melhorar seu sistema de
largada.

2017

Toto Wolff sinalizou com uma renovação para Nico Rosberg.

Carestia

A Williams vai tentar terminar a temporada com apenas quatro unidades de força
para tentar economizar alguns milhões de euros.

Cabeça

Ruth Buscombe estava por trás das escolhas que levaram Romain Grosjean até
os pontos na Austrália.

A estrategista está na Haas emprestada pela Ferrari.

Vettel ou Hamilton?

"Eu acho Vettel mais completo. Eu o conheço desde novo e digo que ninguém
trabalha como ele."

Palavras do colombiano Juan Pablo Montoya.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Rascunho do que está Escrito






















Nem bem os testes de Barcelona começaram e eles já se encontraram na pista!

Importante.

Todos os carros rodaram.

Lembrei dos pilotos excluídos.

Saiba que existem boatos sobre Alexander Rossi, Pastor Maldonado, Roberto
Merhi e Will Stevens na Indy.

E o primeiro dia de testes?

Houve destaques na fria pista espanhola.

Sebastian Vettel na ponta.

Lewis Hamilton que cansou de dar voltas.

Foram quase três GPs de uma só vez!

A Mercedes quer seus bólidos andando algo em torno de 700 km por dia.

E os novos carros?






















A Manor apresentou cores muito bonitas.

Com toques de nostalgia pura.

O marketing do time de Stephen Fitzpatrick está afiado.

(e não ficou na última colocação! Deixou para o remendo da Renault)

Destaque para a marca da petrolífera Pertamina trazida por Rio Haryanto.

Haryanto que ainda não levantou fundos suficientes para andar a temporada
toda.

(existem prazos para pagar cada parcela)

Mas o apoio do governo indonésio deve convencer para que apareçam
parceiros comerciais também na iniciativa privada.

Normal.

É muito dinheiro.

Alexander Rossi entregou que, em relação a sua proposta, Rio apresentou o
dobro de recursos!

Essa grana trouxe o equilíbrio financeiro necessário para as finanças do time.

Apesar disso a Manor já definiu oficialmente que Pascal Wehrlein será o piloto
número um da equipe.

A saúde financeira em dia e o apoio da Mercedes poderão ajudar no plano
principal de Fitzpatrick.

Achar um comprador e lucrar alguns milhões com a venda da Manor no final
desta temporada.

E a Haas?




















Carro limpinho.

Quase sem patrocinadores.

Achei na frente o nome do relógio chique Richard Mille e escondidinho nos retrovisores
a TelCel do mexicano Carlos Slim (Esteban Gutierrez).

Tem que ver isso aí.

A poderosa Mercedes veio para Espanha sem apresentar todas as suas novidades
aerodinâmicas.

O novo bico ("impressionante", segundo Toto Wolff) será revelado somente na
quarta-feira.

Mais?

















A malaia Petronas ainda reina absoluta na carenagem.

Pouco falada.

Porém já colocou quase um bilhão de dólares na Fórmula 1 em duas décadas
presente na categoria.

Discretamente a Petronas já desembolsou mais de trezentos milhões de dólares
somente na Mercedes nesses seis anos de parceria com as flechas de prata.

Vale lembrar que o acordo entre as duas termina nesta temporada.

Entretanto as negociações para a renovação do acordo já foram abertas.

A vez da  Scuderia Italiana.























A seta indica a presença da Marlboro.

Quem paga define a pintura.

Além do patrocínio, a Philip Morris (dona da marca) é quem banca os salários
de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen.

Trato feito ainda sob o comando de Enzo Ferrari.

Depois de anos de tentativas, foi a única forma da Marlboro conseguir estampar
seu nome no carro vermelho.

O Commandatore não via com bons olhos a indústria do tabaco.

Só mais uma nota.

Marc Gené será o piloto reserva da Scuderia em 2016.

McLaren.

Que coisa!
























Desde o final de 2015 havia a ideia do carro vir vermelho e branco.

Cores da Honda.

E de lendas.

Para que Ron Dennis pudesse ceder, em troca a Honda permitiria  aumentar
a visibilidade dos outros patrocinadores na carenagem.

Nada feito.

Ron aderiu ao outro lado da força e apresentou essa versão Lego.

Os japoneses então o fizeram engolir um piloto.

Assim o campeão da F3 Japonesa, Nobuharu Matsushita se tornou o reserva
caso Fernando Alonso ou Jenson Button tenham algum problema.

Alguns entenderam o movimento como o primeiro indício de que a Honda se
prepara para ter uma segunda equipe em 2017.

Com o novo sistema de pontuação pra superlicença entrando em vigor no ano
que vem, esses alocações de pilotos passaram a ganhar importância significativa.

Por fim.

A Williams.

Nada sobre o carro.

A notícia é que Frank está envolvido num empreendimento imobiliário.

E, o mais legal, ao lado da fábrica de Grove!

Numa área que foi desmembrada, serão construídas 160 casas que formarão
um condomínio.

Um sonho pra muitos fãs da Fórmula 1!

Veio em boa hora.

A captação dos recursos será importante para completar o orçamento de 2016
da equipe britânica.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rascunho N























Ele mesmo.

Ayrton Senna se preparando para temporada de 1994.

Circuito de Paul Ricard.

Novas?

Estão cravando Pascal Wehrlein na Manor.

O que seu sei?

Que o americano Alexander Rossi está bem confiante.

E que Rio Haryanto estaria apenas aguardando uma resposta da equipe.

Piers Hunnisett, seu empresário, trabalha 24 horas por dia para que se
confirme uma boa notícia para o piloto da Indonésia.

Através de Cyril Abiteboul, a Renault confirmou que Esteban Ocon estará
presente em todos os GPs e que também participará de alguns treinos livres.

O que ele não disse é que nessas oportunidades Ocon irá sempre substituir
Jolyon Palmer.

Está claro que na briga interna da Renault Kevin Magnussen terá vantagem
sobre seu companheiro novato nesta temporada.

Ainda no assunto Renault, a informação é que a fábrica do diamante invista
algo em torno de 1 bilhão de euros (num período de dez anos) na categoria
máxima do automobilismo.

Tudo isso para vencer nas pistas e impulsionar as vendas de seus segmentos
esportivos e de luxo.

Com orçamento médio (previsto) de 300 milhões de euros para as próximas
temporadas, não é de se espantar que os franceses estejam atrás de um líder
para suas campanhas futuras.

A Renault mira as estrelas.

E quer uma delas num de seus cockpits.

Haas e Ferrari vão realizar no mesmo dia seus 100 km de filmagens.

A coisa vai rolar em Barcelona mesmo, um dia antes do início dos testes.

Pastor Maldonado contou que está com muitas propostas para seguir carreira
no automobilismo e que em breve irá revelar seu destino.

Por fim.

Se eu fosse apostar na entrada de um novo fabricante na Fórmula 1?

Diria o nome da Hyundai.

Por que?

Explico.

Sob o comando de Albert Biermann (que foi por décadas o chefe da divisão de
motorsport da BMW), a marca sul-coreana deverá investir forte no automobilismo
nos próximos anos para divulgar sua seção de alto desempenho batizada de N.

Estamos falando de bilhões de euros.

No plural mesmo.

E não se engane, nada traz mais exposição que a categoria máxima do automobilismo.

Estamos de olho.