Mostrando postagens com marcador Pierre Gasly. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pierre Gasly. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Os Eleitos















Podemos afirmar que houve uma quebra.

Uma ruptura.

A mudança está diante dos olhos.

Não percebeu?

A assinatura de Sergio Perez com a Red Bull para a temporada de 2021 e, após isso, sua renovação até 2024 explicitou que a equipe austríaca confirmou que vivemos novos tempos.

O mexicano não era a primeira opção.

O alvo era Valtteri Bottas.

Sólido e acumulador de pontos.

Mas Toto Wolff não queria fortalecer as linhas inimigas.

A tinta do contrato nem secou e o finlandês já havia assinado com a Alfa Romeo.

George Russell poderia chegar com as coisas, ou Bottas, num lugar seguro.

Helmut Marko tentou atrapalhar.

Disse que, caso a Mercedes demorasse, contrataria Russell.

Uma cortina de fumaça para acelerar o processo de liberação de Bottas.

Toto foi mais sagaz.

Marko ainda queria um experiente ao lado de Max Verstappen.

Perez estava sem equipe.

E havia o dinheiro.

O piloto mexicano traz consigo 100 milhões de reais / ano através de patrocinadores.

Mesmo assim perdeu a cadeira na Aston Martin para Sebastian Vettel.

(para entender o tamanho do piloto alemão)

Aí está a quebra.

Perez nunca foi um piloto da Academia Red Bull.

Assim como a primeira escolha, Bottas, também não é.

Uma bronca.

Explico.

A alteração na linha de montagem bloqueou a promoção de pilotos ligados a marca dos energéticos.

Um programa que demanda muitos recursos.

Hoje a Red Bull possui cerca de uma dezena de pilotos juniores.

Desde o Kart até a F2.

Um investimento de 260 milhões de reais / ano amiguinhos!

É muito dinheiro na preparação de candidatos que não chegarão a lugar algum.

Qual a razão disso?

Não é difícil de entender.

Primeiro de tudo, a Red Bull não precisa de quatro pilotos. 

Contando com a Alpha Tauri.

Ela precisa de um só.

Antes era Sebastian Vettel.

Estava tudo tranquilo.

Até que o sonho de seguir os passos de Michael Schumacher na Ferrari fez Seb dizer adeus.

Detalhe.

Ele tinha 26 anos.

E poderia estar na Red Bull até hoje, com 34 anos.

A saída de Vettel trouxe um grande problema e fez a equipe procurar um substituto.

Mesmo sem idade ou rodagem para tal empreitada, um garoto chamava a atenção.

Max Verstappen foi então colocado no carro.

Incrível. 

Deu certo.

O piloto holandês é um fenômeno.

A Red Bull conseguiu seu piloto número um.

Um campeão mundial. 

E com apenas 24 anos!

Escaldados com o caso Vettel, renovaram com Max até 2028.

Verstappen ao final de seu acordo estará com 31 anos e a Red Bull espera que nesse período já terá encontrado seu substituto.

(um menino que hoje deve estar com 15 anos mais ou menos)

Perceba como seria o mesmo caminho se Vettel tivesse permanecido...

Tendo seu principal piloto, a Red Bull só precisa de um escudeiro ao lado dele.

Não é hora de incentivar jovens famintos.

Pois só há alimento para Verstappen.

Sei que você já entendeu que haverá muitos órfãos.

Percebendo a situação, Pierre Gasly se movimenta.

Helmut Marko não quer perdê-lo.

E o incentiva a permanecer na Alpha Tauri dizendo que não enxerga outra perspectiva para o francês.

Gasly está com os pés no chão e conformado de não poder disputar contra o dinheiro de Perez.

E reconhece os predicados do mexicano:

"Ele (Perez) preenche todos os requisitos de segundo piloto. Está se saindo bem, é rápido, tem APOIO FINANCEIRO, experiência e traz bons feedback para a equipe (...)"

Pierre olha a McLaren (Ricciardo) e a Alfa Romeo (se Zhou não trouxer o dinheiro combinado).

Se for embora da Alpha Tauri, Alexander Albon seria a escolha lógica para ocupar seu espaço.

Abrindo vaga para um noviço da academia Red Bull alcançar a Fórmula 1.

Agora, olhando o cenário como um todo.

A situação da Red Bull / Max Verstappen pode se repetir. 

Na Ferrari com Charles Leclerc (24 anos).

Na Mercedes com George Russell (24 anos)

E na Alpine com Esteban Ocon (25 anos) / Oscar Piastri (21 anos)

Podendo estabilizar o mercado de pilotos por muitas temporadas.

Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e Fernando Alonso estão finalizando suas passagens pela categoria máxima do automobilismo.

A hora da nova geração parece ter chegado finalmente.

Os jovens ocuparão os espaços dos antigos campeões.

Nem todos os jovens, claro.

Já que muitos são chamados e poucos são escolhidos.





terça-feira, 4 de maio de 2021

Por um Lugar ao Sol





















O meio da temporada de 2021 poderá ser de mudanças significativas em algumas equipes.

Falo da dança das cadeiras, ou cockpits, dos pilotos.

O cenário.

Aston Martin, Alpine, Ferrari, Haas, McLaren e Red Bull indicam um caminho de repetição em suas duplas.

O restante pode ser mais movimentado.

Acredito que Lewis Hamilton deixe a categoria após seu oitavo título.

Abrindo caminho para Russell na Mercedes.

Para equilibrar tal mudança, Toto Wolff tende a conservar Valtteri Bottas ao lado de George.

Assim, há uma vaga criada na Williams ao lado de Nicholas Latifi. 

Um nome?

Poderia estar indo para Danill Kvyat.

Interessante que o Russo não se desliga da Fórmula 1.

Existem algumas razões para isso.

Devemos observar que, ao contrário de seus compatriotas que passaram ou estão na categoria máxima do automobilismo, Kvyat é um cidadão do mundo.

Mais italiano que russo, rodado em diversas escuderias e de fino trato.

Esta última característica parece irrelevante ao primeiro olhar.

Mas já afastou alguns condutores de um futuro mais promissor.

Exemplos?

No paddock dizem que Paul di Resta era uma criatura difícil de lidar.

Falam desse defeito em Hulkenberg também.

Outro que pode seguir em frente é Pierre Gasly.

Seu caminho na Red Bull está bloqueado e uma alternativa deve estar sendo buscada.

Onde?

A Alfa Romeo pode ser uma resposta.

Qual a raciocínio?

A Sauber poderá obter um novo acordo de motorização com a Renault.

Em uma parceria mais vantajosa do que tem hoje com a Ferrari.

Pois está claro que a filha preferida é a Haas.

Mas em qual lugar?

Kimi Raikkonen é um campeão.

E Antonio Giovinazzi tem entregado um trabalho digno.

Claro, Gasly ainda pode esperar.

Já que seu posto na Alpha Tauri não está ameaçado.

Percebam que os nomes se repetem.

E reparem na dificuldade de haver um novo entrante.

A Indy e a Fórmula E agradecem.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Clipping






























A ideia da Renault para a próxima temporada da Fórmula E.

Categoria que possui mais mídia que velocidade.

No asfalto é tipo uma Fórmula 4.

Fica a dica que devemos ver uma Renault com detalhes diferentes
também onde interessa.

Na Fórmula 1.

Malásia

Tá lembrando que é a primeira pista projetada por Hermann Tilke?

O traçado teoricamente favorece a Mercedes.

Mas as Flechas de Prata não reclamariam se uma chuva diminuísse
a temperatura.

A Ferrari deverá vir com tudo.

Precisa.

O quarta versão da unidade de força italiana está na bagagem.

Não sei se será utilizada aqui ou no Japão.

A Mercedes eu sei.

Motor 3 nos treinos livres e a unidade mais nova (quatro) estará equipando
os carros de Hamilton e Bottas no qualifying e corrida.

A Scuderia Italiana apresentará um bólido com mudanças aerodinâmicas.

Enquanto que a Red Bull vai torcer por erros das duas líderes.

Equilíbrio.

Troca

Todo mundo já sabe que Daniil Kvyat cederá seu lugar para Pierre Gasly
na Toro Rosso.

Acronis, o patrocinador do piloto russo, diz que será apenas em Sepang
e Suzuka.

Marca que coloca dois milhões de euros por temporada no time de Faenza.

Historinha esquisita.

Vou te falar que fizeram um acordo com Gasly esperando que Carlos Sainz Jr.
fosse para a Renault no lugar de Jolyon Palmer.

Só que Palmer não abriu mão de seu posto.

(eu disse que havia um contrato)

Os franceses ofereceram um caminhão de dinheiro para Palmer largar
o osso.

Recusado.

(houve uma contra-proposta..)

No papel de escola, a Toro Rosso pode fazer essas doidices.

Mas o alinhamento de 2018 deve ser com Kvyat e Gasly mesmo.

Palmer sonha com a Williams.

Nobuharu Matsushita (Honda) deve ficar na reserva por conta da
super licença.

E o outro japonês, Nirei Fukuzumi, mira o futuro.

A Vaga na Williams

Quem será o companheiro de Lance Stroll no ano que vem?

Robert Kubica, Felipe Massa ou Jolyon Palmer?

A equipe de Grove queria que Kubica testasse em Suzuka.

Explico.

Stroll esteve no Japão duas vezes nas últimas semanas conduzindo
o carro de 2014.

Parte de seu programa de treinamento.

A Williams queria aproveitar e experimentar Kubica.

A família Stroll vetou.

Há favorito para a vaga?

Acho que não.

Existe azarão.

Pascal Wehrlein.

Williams Porsche

É o caminho para 2021.

Inicialmente a marca alemã entraria como fornecedora.

Entretanto uma compra é dada como certa no futuro.

Force Racing

O nome preferido era Force One.

Porém a semelhança com F1 impediu a Force India de usar a primeira
opção.

Parceria

Red Bull e Aston Martin selaram o acordo.

A marca inglesa se torna assim a principal patrocinadora do time dos
energéticos até 2022.

A estimativa é de 30 millhões de euros / ano.

Com a parceria, Milton Keynes desenvolverá modelos esportivos de rua
para a Aston Martin.

Motor?

A Aston Martin (Red Bull) e a Cosworth (McLaren) deverão desenvolver
uma solução conjunta nos próximos anos.

Saindo da dependência de outras fabricantes.

A Toro Rosso (vendida) deverá se tornar equipe de fábrica da Honda.

Por Fim

Como tudo poderá ficar ao final da música.

Fabricantes

Ferrari

AMG Mercedes

McLaren (Cosworth)

Red Bull Aston Martin (Aston Martin-Cosworth)

Renault

Honda (adquirindo a Toro Rosso)

Williams (Porsche)

Ford (???)

Clientes

Sauber Alfa Romeo (Ferrari)

Force Racing (Mercedes)

Haas (Ferrari)








terça-feira, 18 de julho de 2017

Clipping
























Imagem de Charles Leclerc.

Piloto que estará conduzindo a Ferrari ao lado de Kimi Raikkonen nos testes
na Hungria.

Todos apontavam para Jules.

Mas próprio Bianchi dizia que Leclerc era o fenômeno.

Meninos

Nikita Mazepin e Lucas Auer são os escolhidos da Force India para assumirem
os cockpits do time rosa nos experimentos em Hungaroring.

A Mercedes vai com George Russell (GP3).

Red Bull anunciou Max Verstappen e o substituto de Buemi nas etapas da
Fórmula E em Nova York, Pierre Gasly.

O "novato" Gary Paffett e Felipe Massa são os favoritos na Williams.

A McLaren deve colocar Lando Norris e Stoffel Vandoorne.

O americano Santino Ferrucci provará a Haas.

Sean Gelael (lembra dele?) levará a Toro Rosso num dia e os titulares
no outro.

Preste atenção nas nacionalidades pois a Sauber vai com o sueco
Gustav Malja e o japonês Nobuharu Matsushita.

Pela Renault deverão estar presentes Nicholas Latifi e, se tudo der certo,
Robert Kubica.

Se você é daqueles que implica com Lance Stroll, anote o nome de Latifi.

Família rica (rica mesmo!) e canadense.

OK?

S.H.I.E.L.D.

Depois do teste de Vettel, poucos acreditam no Escudo para 2018.

Mercado

Na Inglaterra, Christian Horner deixou claro que toda a movimentação do
mercado de pilotos depende da decisão de Sebastian Vettel.

Ele possui um acordo com a Mercedes.

Acertado diretamente com Toto Wolff.

(que inclusive participou da comemoração privada do aniversário de Seb)

Há também uma proposta da Ferrari para a renovação.

Mais três temporadas e um caminhão de dinheiro.

Na espera, Wolff cozinha o rápido e impressionante Valtteri Bottas.

E ainda pede para a Williams não tomar qualquer decisão sobre Felipe Massa.

Um lugar no time de Grove pode ser necessário.

(Williams que ainda sonha com Alonso)

Toto entrega que a decisão sobre o line-up de sua equipe envolve não apenas
a temporada de 2018, mas as de 2019 e 2020.

Rumores indicam que Wolff também trabalha com a hipótese de contar com
Vettel a partir de 2019.

Sendo assim, o multi campeão assinaria um contrato com a Ferrari somente
por uma temporada a mais.

A mudança de Vettel para a Casa de Brackley parece questão de tempo.

Do outro lado, Sergio Marchionne já conversou com Kimi Raikkonen.

Em caso de renovação, seu salário deverá ser menor.

Nada decidido.

O campeão de 2007 segue no ar.

Voltando para Horner, fico com a impressão que a Red Bull considera
aceitável a perda de Daniel Ricciardo no futuro (2019).

Bem diferente da situação de Max Verstappen.

O holandês é aquele que arrasta multidões vestidas de laranja para os
autódromos.

A turma do energético fará de tudo para segurar sua estrela.

Com o movimento em direção à Honda, os titulares da Toro Rosso para
2018 (que estavam definidos) poderão ser alterados.

Carlos Sainz Jr. (visto no paddock como problemático) e Daniil Kvyat
estão com uma neblina sob suas carreiras.

Neste caso, olhando no longo prazo.

Fernando Alonso tem tratado com a Renault, assim como a McLaren na sua
busca por uma unidade de força, entretanto existe um polonês em teste.

E aí Sergio Perez vai ficando de lado e pra piorar sofrendo comparações com
um Esteban Ocon sete anos mais novo ao seu lado.

Se não estou enganado Ocon é hoje o maior piloto da categoria máxima do
automobilismo com 1,86m de altura.

Não sei como ficaria a Haas por conta do desejo da Ferrari por Giovanazzi.

O italiano em seu primeiro treino livre na equipe americana foi quase meio
segundo mais lento que Grosjean.

Hoje, em Silverstone, Giovanazzi retomou a Haas no teste para a Pirelli.

Foram 119 voltas.

(Lance Stroll também estava lá e deu 106)

Já a Sauber está sob nova direção.

Frederic Vasseur (ex-Renault).

Que chega com muita autonomia.

Vamos ver os rumos.

Olho da Rua

"O GP da Grã-Bretanha não precisa ser em Silverstone."

Chase Carey (Liberty)

Ficou

Petronas garantiu que o seu futuro na F1 não está comprometido.

Mesmo com a retirada do Grande Prêmio da Malásia do calendário,
a estatal estendeu seu acordo de patrocínio com a Mercedes.

(apesar de Eddie Jordan ter noticiado o contrário)

Desde 2010 a empresa vem investindo algo em torno de 40 milhões
de euros por temporada no time de Toto Wolff.

Com o apoio, a Petronas tem obtido um retorno midiático de mais de
800 milhões de euros anuais.

(pra quem duvida do tamanho da Fórmula 1...)

A empresa não deve aumentar a verba.

Por outro lado tem garantido relevância cada vez maior na parte técnica.

O investimento no moderno centro de pesquisa e desenvolvimento de
Villastellone (Turim) na Itália tem rendido frutos para a equipe na F1.

Excelente para os alemães.

Pois a gasolina Petronas é uma das principais colunas do ousado plano
da Mercedes.

Que consiste em dominar a categoria até o final do atual Acordo de
Concorde em 2020.

E, depois de atropelar Audi e BMW em casa, se tornar não apenas uma
das melhores marcas do segmento premium, mas uma lenda mundial.

Como a Ferrari.

Sábado

Sebastian Vettel acusou o qualifying da Mercedes como a maior dificuldade
da Ferrari.

Sim.

Largar na frente faz toda a diferença.

A Ferrari perdeu, mas ainda não está tão longe.

Sempre olho para Valtteri Bottas.

Enquanto um bólido vermelho estiver entre as duas Flechas de Prata ainda
temos um campeonato.

Se o viés de alta da Mercedes continuar, aí será quase impossível recuperar.

Parecia que não, entretanto Silverstone foi totalmente favorável para
a Mercedes.

Houve muita dificuldade na Scuderia Italiana para achar o setup correto.

Diferente das primeiras provas.

A esperança reside na exigência aerodinâmica da Hungria.

A Ferrari tem que mostrar nas próximas semanas que o SF70H tem espaço
significativo para o desenvolvimento.

Se Gina mostrar fôlego será um alento.

Algumas das novas especificações da unidade de força testadas pela Haas
na Áustria foram utilizadas na corrida da Grã-Bretanha.

Mas só veremos o real poder de forma completa em Monza.

A Empresa austríaca AVL tem auxiliado no desenvolvimento.

Ao mesmo tempo a unidade da próxima temporada já está sendo formatada.

A saída de Lorenzo Sassi pode indicar que ele não estivesse conseguindo
gerenciar as duas equipes de engenheiros.

Pois o modelo 2018 da máquina promete ser bem audacioso.

Dias cruciais.

Por fim

Penso que as clientes são uma forma de ver (sem tanta influência aero)
o poder do motor.

Por isso gosto de comparar Haas, Force India e Williams.












quinta-feira, 8 de junho de 2017

Clipping















































 O lindo poster escolhido pela Ferrari para Montreal.

Vontade

Impossível não comentar sobre o teste realizado por Robert Kubica
em Valência.

A Renault estava lá, oficialmente, para dar rodagem ao russo
Sergey Sirotkin.

Isso foi feito no primeiro dia.

Entretanto a equipe continuou disponível mais um dia para que
Kubica fizesse seu experimento.

Foi um processo que levou doze meses para ser concretizado.

O volante foi adaptado para que o piloto pudesse compensar a
falta do braço direito.

Aquele mesmo que já passou por dezoito intervenções cirúrgicas.

Durante a programação elaborada pela Renault, Kubica enfrentou
as durezas de um final de semana de Grand Prix em um único dia.

E foi aprovado.

Apesar da desvantagem, o polonês estava pronto fisicamente para
o desafio.

Chegou a emagrecer cinco quilos no último ano.

Um planejamento tão minucioso...

Está claro que a Renault procura um piloto para ser companheiro
de Nico Hulkenberg em 2018.

E Robert Kubica está entre os candidatos.

Musa

A Mercedes faz de tudo para apaziguar sua diva.

Após os testes realizados no Bahrein houve uma mudança sensível
no setup do carro.

Tudo para que a máquina possa lidar melhor com os pneus.

Interessante que a alteração parece ter favorecido mais o tocada de
Valtteri Bottas do que a de Lewis Hamilton.

A falta de estabilidade fere mais o inglês.

Pois Hamilton gosta de agredir mais em comparação com Bottas.

Para esclarecer, a diva é o bólido.

Que foi tratado dessa forma primeiramente por Toto Wolff por conta
de suas reações, por vezes, imprevisíveis.

UP

Ambas, Williams e Force India, vão utilizar a segunda unidade de
força da Mercedes em Montreal.

Tudo dentro do plano original.

Equipe

Pierre Gasly enfurnado no simulador da Red Bull.

Mais de duzentas voltas para encontrar um pouco mais de informação
para Daniel Ricciardo e Max Verstappen.

Cliente Não

Red Bull continua se considerando grande demais para não ter um
motor para chamar de seu.

E é mesmo.

Setembro

Parece que a McLaren e Fernando Alonso deram um basta para Honda.

E o que seria impossível meses atrás começa a ganhar forma.

Uma fala sobre o rompimento entre as partes pode ser ouvido de
boas fontes no paddock.

Acontecendo, Zak Brown fecharia acordo com a Mercedes.

A Honda entrega um caminhão de dinheiro todo ano em Woking.

E permite que a McLaren seja uma escuderia de fábrica.

Não sei a quebra do acordo é o melhor caminho.

Do risco de se tornar protagonista, a McLaren abriria mão de
tudo para se transformar oficialmente numa coadjuvante
tentando ser melhor que Force India e Williams.

Um cenário estranho.

Porque algo não se encaixa.

Estou com várias questões na cabeça.

Estaria a McLaren esperando que a profecia de Eddie Jordan
se cumprisse e a Mercedes fechasse seu time de principal para
apenas fornecer motores na Fórmula 1?

A Honda se contentaria com a Sauber?

A Red Bull, que procura desesperadamente se desvencilhar dos
grilhões da Renault, não abriria tratativas com os japoneses?

E aí?

Alguém tem um pensamento?


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Clipping


































Piadinha da Mercedes.

Mas cabe uma pergunta sobre a prova no México.

Por que Verstappen foi punido por cortar caminho em uma disputa de posição
em que estava sozinho e Lewis Hamilton (que fez a mesma manobra na largada)
não?

Dois pesos e duas medidas?

Na corrida em Austin, Fernando Alonso fez uma manobra suspeita sobre Felipe
Massa.

Sem consequências.

Levanto outra questão.

Qual seria a razão de Vettel (em Silverstone) e Rosberg (em Hockenheim) serem
penalizados em situações análogas ao do piloto espanhol?

A arbitragem da Fórmula 1 parece não ter coerência.

Foice e Martelo

Na disputa pela vaga na Force India há uma briga que envolve forças poderosas.

A Mercedes (fornecedora de motores) quer Esteban Ocon ao lado de Sergio Perez.

Já Bernie Ecclestone tenta encaixar Felipe Nasr.

A Globo fala em detalhes para a confirmação do brasileiro.

No paddock cravam que a vaga é do francês.

Meu Grid 2017 (1)

Se tornou pública a proposta da Haas para Kevin Magnussen.

Meu Grid 2017 (2)

Interessante foi ver a reação de Pierre Gasly ao saber da confirmação de Daniil
Kvyat na Toro Rosso por mais uma temporada.

"O que aconteceu???"

O comando dos energéticos já havia deixado claro para o menino que o lugar
seria dele.

As coisas mudam.

Upgrade

Williams e Force India estão melhorando suas performances.

A culpa é da atualização das unidades de força.

Estágio

A Audi deixou o WEC e foi para a Fórmula E.

A decisão foi tomada faz tempo.

Só que o destino seria a Fórmula 1.

O escândalo da fumaça atrasou o plano.

Entretanto estive olhando os recentes gráficos de vendas da Volkswagen.

Acho que a Red Bull não vai ficar dependente da Renault por muito tempo.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Clipping

























Filhos.

De Keke, de Michael e de Mika.

Monza vai pagar e assim vai continuar no calendário por mais quatro
temporadas.

Pascal Werhlein está completamente entregue.

A Mercedes define totalmente os rumos de sua carreira.

Sabe aquela história de mudança na largada com safety-car?

Fica tudo como está.

Os sensores que vigiam os limites da pista estarão presentes também em
Hockenheim.

Bem em cima da linha mesmo.

O rigor, em comparação com Hungaroring, será maior.

Como o Tordo havia adiantado, o projetista James Allison deixou a
Scuderia Italiana.

Mattia Binotto assumiu o cargo de diretor técnico.

Sobre isso o Tordo conta três coisas.

A primeira é que Binotto é um homem que sabe lidar melhor com as pessoas.

A segunda é que ele é um interino.

(existe a busca por uma solução definitiva)

A terceira é Wolf Zimmermann.

Já em Maranello, um dos criadores da unidade de força da Mercedes ganha
ainda mais influência dentro da Ferrari.

McLaren contará com uma nova mistura elaborada pela Mobil.

Vem mais potência por aí.

Esteban Ocon (pela Renault) e Charles Leclerc (pela Haas) vão aparecer
do primeiro treino livre na Alemanha.

No último Clipping, a gente destacou o fato de Pierre Gasly ter assumido
a liderança da GP2.

No pior momento de Daniil Kvyat, Gasly mostra serviço e aparece como
uma opção real para seu lugar na Toro Rosso.

Mais.

Os ventos da Rússia dizem que a turma dos energéticos já descartou Kvyat.

A Longbow (Tetra Pak), que adquiriu a Sauber, possui planos bem definidos
para o time.

No início, a instituição financeira irá garantir o dinheiro para sustentar a
Sauber pelos próximos três anos.

Durante esse período, há a expectativa de surgir um patrocinador master.


O departamento de design será incrementado para poder criar em outros
seguimentos da indústria (tipo a Williams).

A Sauber tem um histórico de inovação na Fórmula 1.

Sua tecnologia pioneira permitiu que times menores pudessem construir
bólidos para a categoria mesmo sem dispor de um túnel de vento,

Tudo isso através do software que calcula a dinâmica dos fluidos.

A Caterham, por exemplo, foi uma das escuderias que usufruiu dessa
tecnologia.

E por falar em túnel de vento, a Sauber conta com um monstro desses
para chamar de seu.

E de primeira.

Tanto que a Audi utilizou o ventilador de Hinwil para construir o poderoso
R18.

Tudo isso para dizer que (com o dinheiro da Longbow) a Sauber se tornou
um lugar interessante para se estar nas próximas temporadas.

Frases.

"Uma equipe não funciona, se dentro dela existirem dois times diferentes."

Kimi Raikkonen sobre 2014 (quando estava ao lado de Fernando Alonso).

"Rosberg tem um companheiro difícil.

Forte, rápido e que não erra.

E fora da pista ele tem uma influência significativa...

Boa sorte para Nico ao lidar com isso!"

Fernando Alonso, rindo.

Por fim.

Design 2017.





















segunda-feira, 25 de julho de 2016

Clipping































Três imagens da Hungria.

A costumeira solidão de Hamilton.

A telemetria justificando o julgamento da FIA sobre a pole position de Rosberg.

E a Ferrari no escuro.

A corrida foi chata.

Decidida na primeira curva.

Lewis assumiu a ponta e foi assim até o final.

Sem ataques ou ameaças.

Parecia combinado.

Ficou estranho quando o piloto inglês diminuiu seu ritmo claramente para prejudicar
Nico no jogo de paradas em relação a Daniel Ricciardo.

A Mercedes percebeu e ameaçou chamar Rosberg primeiro ao box.

Hamilton imediatamente voltou a acelerar e com isso puxou seu companheiro.

Como eu disse, parecia combinado.

Sem ataques ou ameaças após a largada.

Uma notinha a mais vinda da Mercedes.

Nos contratos de seus dois pilotos consta uma cláusula de opção para 2018.

Que pode ser ativada ou não.

Toto Wolff joga pesado e mostra desta forma que os interesses da Mercedes estarão
sempre em primeiro lugar.

A interpretação das regras acabou ajudando Daniel Ricciardo, Max Verstappen,
Sergio Perez, Nico Hulkenberg e Valtteri Bottas na classificação.

Poderiam ter sido excluídos.

No Q1 eles ficaram acima dos 107% em relação ao tempo de Rosberg.

Falando em regras, haverá uma reunião entre a FIA e as escuderias na Alemanha.

A proposta é eliminar a partida inicial lançada após a entrada do safety-car.

Os carros alinhariam novamente na posição do grid de largada.

A McLaren desmentiu qualquer possibilidade de Stoffel Vandoorne assumir o lugar
de Rio Haryanto na Manor.

Sobre isso, a Pertamina (principal patrocinadora da Manor) pediu que até a próxima
quarta-feira a escuderia se posicione oficialmente em relação ao assunto.

A ameaça é de suspensão do pagamento do acordo de patrocínio.

A Fórmula E fechou um acordo com Montreal para sediar uma de suas etapas.

No circuito Gilles Villeneuve mesmo.

Bernie Ecclestone não gostou da história e diz estar pronto para tirar os canadenses
do calendário da Fórmula 1.

Pierre Gasly (Red Bull) assumiu a liderança da GP2.

"Hamilton: ser um campeão mundial não te dá o direito de desrespeitar os outros
competidores."

Frase de Esteban Gutierrez.

Por fim.

A mala de Carmen Jordá.















quinta-feira, 7 de julho de 2016

Clipping
























Monumental.

Enquanto que a atual temporada parece que novamente será decidida entre
Lewis Hamilton e Nico Rosberg, o futuro ainda se mostra obscuro.

As novas regras poderão colocar fim ao domínio absoluto da Mercedes.

Sendo assim, seria a última chance da dupla da flecha de prata obter um
título de forma tão fácil.

Talvez por isso a disputa neste ano esteja tão sangrenta.

O novo regulamento recebeu sugestões diretas da Red Bull.

E a escuderia de Milton Keynes não esconde sua empolgação.

Adrian Newey já se dedica em tempo integral ao bólido de 2017.

Com as unidades de força saindo das restrições de desenvolvimento impostas
pelas leis atuais, a aerodinâmica voltará a ter um papel principal no circo.

E ninguém envelopa melhor um bólido que o projetista da turma dos energéticos.

Adicione aí o desenvolvimento do motor Renault que já conta com investimento
pesado da marca francesa.

Interessante.

Porque Max Verstappen quer ser o novo Vettel.

Só que Daniel Ricciardo não é Mark Webber.

Após a reunião com seus pilotos, Toto Wolff partiu para outra conversa.

Dessa vez com Valtteri Bottas, que possui a carreira ligada a ACES Management.

(empresa que conta com os sócios Toto Wolff- Didier Cotton- Mika Hakkinen)

No paddock dão como certo que mais cedo ou mais tarde o finlandês irá desembarcar
na Mercedes.

O Tordo (que enxerga tudo de perto) diz que seus sorrisos fáceis entregam sua
segurança em relação ao futuro.

"Meu sonho e minha missão é trilhar o meu caminho até a F1 e me tornar campeão
mundial."

As palavras acima estão no site oficial de Petr Ptácek Jr.

O menino (Kart) da República Tcheca estava até bem pouco tempo no programa
de jovens pilotos da Lotus.

Seu pai (rico) está sendo figura habitual circulando no mundo da Fórmula 1.

Pode ser um ensaio para um novo patrocinador de uma equipe na categoria máxima
do automobilismo.

Claro, para dar continuidade aos estudos de seu filho.

A famosa Ray-Ban passou a patrocinar a Ferrari.

Haryanto garantiu sua permanência na Manor até o fim de seu contrato.

Agora os novatos.

Pierre Gasly (Red Bull) e Santino Ferrucci (Haas) estarão nos testes de Silverstone.

Charles Leclerc (Haas) no primeiro treino livre em Silverstone.

Por fim.

Voltando a falar de Renault, a proposta de Nicolas Todt pode não dar em nada.

O empresário de Felipe Massa ofereceu o talento do brasileiro com salário de
iniciante.

Só que a recente mudança no comando do time não foi boa para o negócio.

Frederic Vasseur assumiu o comando em Viry Chatilllon.

O foco do novo comandante está em pilotos mais jovens.

E juventude não é o forte de Massa.

Pra você saber, somente um hecatombe tiraria uma das vagas de Esteban Ocon
no time amarelo em 2017.

Complicado.

Apenas Kimi Raikkonen e Jenson Button são mais velhos que Massa no grid.

Mas diferente de Felipe, ambos são campeões mundiais.

O que pesa muito nesta balança.

A Ferrari está enrolada em arrumar um desculpa válida para dispensar o finlandês.

Enquanto que Button demonstra estar tranquilo em relação ao seu futuro.

A ponto de dizer uma frase reveladora sobre a corrida em Silverstone.

"Acho que este não será meu último GP em casa..."













quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Rascunho de Pouca Coisa
























Na imagem acima aparece Max Verstappen.

Que finalmente (agora com 18 anos) poderá realizar seu sonho de dirigir um carro
de rua no Brasil.

Rascunho demorado (para aparecer).

Falta de assunto.

Ou melhor, de assuntos interessantes.

A McLaren fechou patrocínio com a Chandon (marca de champagne).

Pois tem muito a comemorar em 2015, não?

Isso não importa.

O que interessa?

A turma de Woking busca mesmo uma grana que faça diferença.

Para isso trabalha em duas frentes.

Em ambas sobre empresas do Oriente envolvidas com tecnologia de ponta.

Uma marca japonesa (num formato normal) para colocar seu nome na
carenagem do carro.

E outra chinesa, que além de estampar seu nome no bólido, entraria também
como acionista.

Mais de lá.

Parece que Fernando Alonso deixou claro para a McLaren seu desejo de participar
das 24 horas de Le Mans no próximo ano.

Incrível como a Lotus está abandonada esperando a conclusão do negócio
com a Renault.

Para conseguir trabalhar a escuderia negra fica pedindo emprestado tudo
quanto é tipo de equipamento para as outras equipes.

Uma vergonha.

Falando nisso, percebeu que a Renault / Lotus não anunciou o companheiro de
Pastor Maldonado para 2016?

É que a saída de Romain Grosjean para Haas (uma prova do comprometimento
do piloto com o projeto Ferrari) pegou todo mundo de surpresa mesmo.

A Lotus não vai se mexer.

Deixará para a Renault decidir quem ocupará o cockpit vazio.

Pierre Gasly assumiu o posto de piloto reserva da Red Bull.

O menino na GP2 faz parte da DAMS, mesma escuderia de Alex Lynn que
tem sua carreira ligada a Williams.

Aproveitando, vamos de Manor.

A equipe, que contará com a unidade de força da Mercedes na próxima
temporada, pode reservar surpresas na escolha de seus pilotos.

Pascal Wehrlein é o queridinho da turma da estrela de prata para um lugar.

Seu talento é cantado em prosa e verso por Toto Wolff.

Piloto reserva da Mercedes, conhece muito o carro da time da fábrica, pois
trabalha como ninguém no simulador dos alemães.

Seria a primeira opção caso a Manor peça desconto nos motores.

A segunda opção é Rio Haryanto.

Aqui o dinheiro deverá correr solto.

Com apoio da Pertamina (Estatal petrolífera da Indonésia), o piloto já foi
informado de quanto deverá desembolsar para cavar uma vaga na F1 em
2016.

E assim que soube foi até o Presidente da Indonésia contar a novidade.

O Chefe de Estado ordenou que seus ministros busquem apoio também na
iniciativa privada do país (além da Pertamina) para apoiar a aventura de sua
estrela da velocidade.

A terceira opção é o malaio Jazeman Jaafar.

Este patrocinado pela Petronas.

Aquela que fornece o combustível que move os bólidos de Lewis Hamilton e
Nico Rosberg.

Jaafar é outro que conta com a mão do governo na busca por apoiadores ricos.

Uma coisa menos empolgada, se comparamos com a situação de Haryanto.

A quarta opção é o americano Alexander Rossi.

O mais sombrio de todos.

Digo isso porque está difícil decifrar sua situação.

Rossi ganhou a chance de pilotar a Manor no lugar de Roberto Merhi em quase
todas as provas restantes de 2015.

Cabe perguntar quais são suas conexões e patrocinadores que o fizeram chegar
nesta posição.

Tudo muito obscuro e misterioso!

A Manor com a ajuda da Mercedes deverá se tornar um time interessante.

Poderão ser bons lugares (saindo do fundo para o meio do grid).

Difícil prever quem vai ganhar essa corrida.

Vamos aguardar.






















quinta-feira, 16 de outubro de 2014

4 x 1




















A turminha sonhando com a vaga na Toro Rosso.

Os candidatos?

Carlos Sainz Junior, Alex Lynn e Pierre Gasly. 

E correndo por fora ainda tem Jean-Eric Vergne (lutando para permanecer).

Olhando o movimento de Vettel para a Ferrari (que fez a fila andar), fico pensando
se a desistência de Félix da Costa em chegar à Fórmula 1 tenha sido prematura.

Faltou persistência?