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domingo, 5 de junho de 2022

Cultura















Perto do final dos anos 80, os quatro cavaleiros fizeram um acordo.

Eles eram as estrelas.

Nenhum deles receberia menos de US$ 5 milhões de salário / temporada.

Valores da época.

Uma desordem.

Um problema.

Para Bernie Ecclestone.

O poderoso chefe comercial da Fórmula 1 viu o mercado travar e inflacionar com a ação de Ayrton Senna, Nelson Piquet, Alain Prost e Nigel Mansell.

Medidas precisavam ser tomadas.

"Nunca se deve deixar que aconteça uma desordem para evitar uma guerra (...)"

Quebrar essa fortaleza das estrelas significaria manter o poder e o controle sobre a categoria máxima do automobilismo.

A primeira parte do plano de Bernie foi fazer surgir uma nova estrela.

Assim, de forma surpreendente, Michael Schumacher assumiu o controle do volante da Benetton.

Mais tarde, o mesmo piloto alemão desembarcaria na Ferrari, ouvindo Willi Weber, seu empresário, que havia ouvido Ecclestone...

Senna desapareceria.

E Piquet envelheceria.

Bernie conseguiu bloquear Prost (1996) na Scuderia Italiana com Schumacher e ao mesmo tempo incentivou Ron Dennis e a McLaren a buscar novos talentos ao invés de reviver uma aventura com o campeão francês.

Outra cartada já havia sido dada.

Ecclestone estendeu o tapete para Jacques Villeneuve.

Estrela da Indy, com um sobrenome maravilhoso e novato sem as contaminações das ideias dos antigos quatro cavaleiros.

A lição foi aprendida.

Bernie Ecclestone sabia que um campeão não deveria envelhecer no trono.

E, pior, começar a pensar por si próprio.

Um jovem deveria surgir e quebrar hegemonias.

A busca pelo novo se tornou a palavra de ordem.

Com isso vieram Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Jenson Button, Sebastian Vettel e Felipe Massa.

O brasileiro, por força do destino, único a não ser campeão.

O processo continuou com Max Verstappen.

Aí, interessante, sem qualquer imposição.

Pois a cultura já estava estabelecida.

Perceba.

Lando Norris, George Russell e Esteban Ocon são frutos dela.

Mais.

Acho graça quando Alonso, Vettel e Hamilton começam a emitir opiniões demais.

Alguém disse que a história se repete pois os homens continuam os mesmos.

Não estava errado.



 

quinta-feira, 11 de março de 2021

A Saga de Lawrence















Começamos nas vésperas do outono europeu.

O ano era 2014.

Caterham, Marussia, Sauber e Lotus estavam em maus lençóis financeiros.

Lawrence Stroll estava caçando uma escuderia na Fórmula 1 para chamar de sua.

Durante a demanda, Gerhard Berger era seu guia.

Lotus e Sauber foram eleitas.

Bernie Ecclestone se aproximou do empresário canadense e sugeriu que ele pedisse conselhos para um velho conhecido.

Flavio Briatore.

O italiano, empresário de Fernando Alonso (já voltamos no piloto), apontou a Lotus.

O que se revelou ser mais difícil.

Havia o cheiro do dinheiro de Pastor Maldonado derramado por todos os cantos da equipe.

Era um empecilho.

A Sauber, parceira da Ferrari (academia de Lance), se mostrou mais viável.

Já no final daquela temporada (2014), Stroll e Peter Sauber não se entenderam.

Nem com quase 80 milhões de euros sobre a mesa.

O tempo passou.

Chegamos até 2017.

Com Lance conduzindo a Williams, seu pai apontou cada vez mais seus canhões para o time de Frank.

Na Casa de Grove, ele falou para Claire sobre uma proposta ousada.

Trazer Fernando Alonso (eu disse que ele voltaria) para correr ao lado de seu filho e ainda aumentar seu aporte financeiro na tradicional equipe.

Lawrence bancaria o salário de Ferdi (25 milhões euros) e assinaria um cheque de 40 milhões de euros para a Williams.

Claire recusou.

Em 2018 Stroll estava encantado pela Haas.

Pelo modelo seco.

Assim ele tornou a falar nos ouvidos da filha de Frank.

Um cheque de 80 milhões de euros, uma parceria mais estreita com a Mercedes e um sensível corte nos gastos (demissão de 200 cabeças).

A Williams ainda acreditava no sonho de ser grande sozinha.

E novamente disse não.

O fim nós já sabemos.

Lawrence foi embora e montou seu acampamento na conturbada Force India.

Nascia a Racing Point.

A ideia de ter a dupla de pilotos formada por Alonso e Stroll seguia no horizonte.

Além das pistas, Stroll queria repetir o sucesso da Tommy Hilfiger na marca Kimoa do piloto espanhol.

O horizonte seria 2020 por causa de acordos firmados com Sergio Perez.

O acidente em Austin e as declarações de Alonso sobre Stroll (piloto amador) acabam com tudo.

Palavras são flechas lançadas.















Briatore deve ter coçado a cabeça.

As temporadas de 2019/2020 foram de investimentos no time.

Stroll queria brigar pelo terceiro posto já em 2020.

Conseguiu.

Com a chegada dos novos regulamentos, o objetivo era estar sempre no pódio.

Acordos firmes de patrocínio foram selados (BWT).

Toto Wolff se tornou o melhor amigo.

A intimidade era tanta que, em Gstaad na Suíça, até tramaram um plano B (uma nova categoria) com Ecclestone e Montezemolo, caso a Liberty não atendessem seus interesses.

Stroll já investiu mais de 150 milhões de euros com a Racing Point.

A cartada final veio com a Aston Martin.

Direito de usar por 10 anos deste nome tradicional do mundo do automobilismo na Fórmula 1.

Com 17% de controle da marca.

Selou a parceria com Wolff e a Daimler.

E ainda possui 120 cabeças para construção de sua própria unidade de força.

Com projeção para apresentar o primeiro protótipo ainda nesta temporada.

Stroll construiu sua escuderia. 

Com um nome inquestionável.

Boas parcerias.

E com Sebastian Vettel.

Um piloto experiente, agregador e que caiu do céu graças a uma doideira da Ferrari.

Sorte?

Pode ser.

Mas sabemos que sem preparo, nem a sorte ajuda.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Pequenas Passagens














































Quando a Philip Morris se cansou das desventuras da BRM, ela procurou uma
outra casa dentro da Fórmula 1.

A poderosa fabricante de cigarros ficou diante de duas opções.

McLaren e Brabham.

A condição para receber tamanha fortuna era que a escuderia escolhida deveria
incluir entre seus pilotos ninguém menos que Emerson Fittipaldi.

Nada mal para um brasileiro que anos antes havia desembarcado em Harthrow
numa aventura improvável.

Vale dizer que Bernie Ecclestone, dono da Brabham, tentou de tudo para convencer
a gigante do tabaco.

Em vão.

Interessante é notar o prestígio do piloto campeão.

Por isso nunca devemos subestimar a capacidade de sobrevivência de um campeão
como Raikkonen no mundo da F1.

A história ensina.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Barenitas
































Retratos.

A Scuderia Italiana indo receber seu piloto.

Encontro de velhos amigos.

Pascal Wehrlein marca território.

E Minttu Virtanen esperando. Duas vezes.

Ensaio.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Clipping



























Testes e Toques

A temporada de 2016 acabou.

Mas Ferrari, Red Bull e Mercedes foram para a pista de Abu Dhabi para
o último teste com os pneus que serão usados na próxima temporada.

A Scuderia Italiana rodou com Kimi Raikkonen.

O time do energético levou sua dupla titular e colocou Daniel Ricciardo e
Max Verstappen no futurístico circuito.

A Mercedes tinha programado seu ensaio com Lewis Hamilton.

Entretanto o piloto inglês não deu nem meia dúzia de voltas e entregou a
flecha de prata para Pascal Wehrlein (que estava de plantão).

Foi alegado uma indisposição.

No mesmo instante, Nico Rosberg estava na Malásia numa ação promocional
com a Petronas.

Descumprimento das ordens da equipe e a perda do título mundial ainda ecoam
nos noticiários.

Toto Wolff se preocupa com o precedente aberto.

Se Hamilton deixou de lado o interesse da Mercedes (preocupada em vencer a prova),
Rosberg poderia fazer o mesmo no futuro.

E seguir o planejamento tem sido motivo dos sucessos da escuderia alemã até aqui.

Que tipo de consequência isso trará só o tempo poderá dizer.

Sombra

Olhando de fora, Zak Brown (novo comandante da McLaren) deixa claro que
Hamilton pode voltar quando quiser.

Brasil

Parece que os apaixonados podem se programar.

Interlagos deverá receber a Fórmula 1 em 2017.

Brasil II

Monisha Kaltenborn diz estar procurando um companheiro para Marcus Ericsson
em 2017.

(desde que não pontue, ou então será demitido)

Felipe Nasr procura uma vaga.

De titular ou reserva.

Pois a prioridade é permanecer na categoria máxima do automobilismo.

Pode ser (eu disse pode ser) que os ventos acabem favorecendo o brasileiro.

Quebra-cabeça.

Stephen Fitzpatrick está negociando a venda da Manor para Tavo Hellmund.

Hellmund, que foi responsável pela entrada de Austin e a volta do México ao
calendário da Fórmula 1, possui ligações estreitas com Bernie Ecclestone.

Um dos pilotos da Manor deverá ser Esteban Gutierrez.

A outra vaga estaria entre Rio Haryanto (com dinheiro) e Nasr (sem tanto dinheiro).

No caso, diferente da Force India, Bernie teria mais voz na decisão.

Como o chefe apoia Nasr abertamente, poderíamos ter aí uma oportunidade de
titularidade para o brasileiro.

Pode ser (eu disse pode ser).

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Óleo

























A dupla da Williams para 2017.

Nos uniformes continua o nome da Petrobras.

A escuderia de Frank já abriu tratativas para prolongar a parceria com a estatal
brasileira.

Pelo menos por mais três temporadas.

A ação se faz urgente.

Pois a ameça da Petronas deixar a categoria máxima do automobilismo é real.

O baixo preço do petróleo vem complicando a economia de muita gente.

A própria Mercedes acendeu o sinal de alerta.

E é fácil entender a razão.

O desenvolvimento da melhor unidade de força da Fórmula 1 foi feita numa
estreita parceria com a Petronas.

Pensar em alterar essa operação está causando muito desconforto em Brackley.

Já em Grove, a Williams deseja que a Petrobras forneça seu combustível.

(e também aumente consideravelmente sua cota de patrocínio)

Principalmente para ter um pouco mais de independência no futuro.

Enquanto isso, outras peças vão alterando suas posições no tabuleiro.

A Exxon Mobil está se movendo para a Red Bull e a British Petroleum se
aproxima da Honda.

Total segue com a Renault.

Bernie Ecclestone, em silêncio, vai trazendo a poderosa Gazprom para o circo.

A se confirmar esse cenário, poderemos ver um Felipe Nasr ganhando força na
Williams em 2018 (no lugar de Valtteri Bottas) e a chegada de um piloto russo
em uma outra escuderia.

Estaremos atentos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Clipping

























Sorrisos.

Não custa ser agradável.

Melhor

Hamilton foi o grande vencedor do final de semana.

(mudou atitude e afinou para a imprensa)

Superou seu companheiro na classificação e fez seu trabalho no domingo.

Fruto de trabalho.

O piloto inglês passou horas no simulador da Mercedes apenas ensaiando
as largadas.

Faltava treino?

Dominó

Parece estar clareando a situação do mercado de pilotos para 2017.

Daniil Kvyat foi confirmado pela Toro Rosso.

(já havia uma opção, porém o time precisava ativá-la)

O olho da Renault sobre os pilotos de Faenza fez a direção descartar outras
opções.

Sim.

Pierre Gasly estava sendo preparado para assumir o lugar do russo.

Felipe Nasr na Force India já vinha sendo cogitado um mês atrás.

Mas a palavra de Bernie Ecclestone (apoiando) tem peso dois.

Fico com a impressão que o brasileiro está com seu nome no mercado somente
porque é brasileiro.

Magnussen tinha uma cláusula em seu contrato que ativaria sua renovação
automaticamente de acordo com seus resultados.

Kevin precisava alcançar uma certa pontuação para isso acontecer.

Não deu.

Está no ar.

Magnussen quer uma decisão rápida da Renault pois a Haas mira o dinamarquês
para o lugar de Esteban Gutierrez.

Aguri

A Sauber pode levar um pacote completo da Honda em 2018.

Um piloto e unidades de força japoneses.

Lembrando que Nobuharu Matsushita não está longe de obter uma super
licença.

Preferências

Bernie Ecclestone afirmou que Hamilton seria um campeão melhor que Rosberg
para a Fórmula 1.

A Mercedes respondeu na tampa.

Segundo Niki Lauda, as palavras de Bernie são injustas e excessivas.

Ainda mais neste momento do campeonato.

Já Toto Wolff declarou que o piloto que alcançar a maior pontuação será campeão.

E que Nico merece o título e deve ser respeitado.

Não se engane.

Ecclestone quis influenciar o jogo.

Nico?

Living on a prayer...


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Clipping
















































A Fórmula 1 vai para as mãos dos americanos.

A CVC Capital de Donald Mackenzie passará o controle para a Liberty Global
de John Malone.

E Bernie Ecclestone?

Acho que continuará.

Penso que a mão dele esteve conduzindo essa mudança desde o princípio.

De qualquer maneira, Ecclestone possui 5,2% dos direitos da categoria máxima
do automobilismo.

Além disso, a Bambino Holding (empresa de sua ex-mulher e filhas) detém 8,2%.

Sergio Perez.

O mexicano declarou outro dia a respeito de seu futuro:

"Parece que o que vai acontecer é o que eu sempre quis, por isso estou muito feliz
por isso."

Então é o que ele sempre quis.

Olhando o cenário qualquer um diria que ele vai desembarcar num time de fábrica.

Pela lógica, a Renault.

Aí o Eddie Jordan joga que Perez deverá ficar na Force India.

É isso que ele sempre desejou??

Ron Dennis arrumou uma maneira de retirar Button e ainda impedir que ele fosse
para a Williams.

Stoffel Vandoorne assume a titularidade em 2017 e Jenson fica com a parte do
desenvolvimento do carro.

Reserva.

Um plano B para o caso de Fernando Alonso abandonar o barco.

Realmente Ferdi me parece doente com a performance da McLaren.

A Ferrari continuará seus testes com a Pirelli em Barcelona.

Vettel e Raikkonen estarão presentes.

Pela Mercedes quem vai guiar é Pascal Wehrlein em Paul Ricard, circuito que
pertence a Bernie Ecclestone.

Interessante.

Marcus Ericsson, Kevin Magnussen e Felipe Nasr (nesta ordem) são os pilotos
que mais ganharam posições nesta temporada.

Romain Grosjean espera pela confirmação de quem será seu companheiro na
Haas na próxima temporada.

Três linhas.

Toto Wolff quer ajudar a Manor.

Ao mesmo tempo quer determinar a escalação da time.

Stephen Fitzpatrick poderia vender sua escuderia para o dono da equipe Mercedes.

É isso.

Olhando toda a movimentação até aqui, pode ser que a coisa não
fique ruim para Felipe Nasr.

Não estou mais sozinho, grandes jornalistas já citam Lance Stroll.

Por fim.

Ninguém pode errar.













sábado, 13 de agosto de 2016

Pequenas Passagens































David Beckham.

Em 2009, Bernie Ecclestone declarou que a Fórmula 1 precisava de um astro
como o jogador de Futebol inglês.

O visionário líder considerava Fernando Alonso e Kimi Raikkonen campeões
sem carisma.

Ou apelo midiático.

Até brincou sobre o aparecimento de uma mulher na categoria máxima do
automobilismo.

"Se fosse negra e judia, seria o ideal."

Tudo pelos holofotes.

Mas nada que não pudesse ser providenciado.

Corte para 2012.

Ainda a Era Vettel.

Meados daquela temporada.

Lewis Hamilton procurou Ecclestone.

Pediu que o dirigente interviesse ao seu favor na busca por uma vaga na Red Bull.

Bernie conhecia o futuro.

Logo viu a oportunidade de realizar seu desejo expressado três anos antes.

E direcionou o piloto inglês para a Mercedes.

"Disse aos responsáveis da Mercedes que contratassem o Lewis."

Assim a Fórmula 1 ganhou uma estrela para promover o esporte.

Ninguém está desmerecendo o talento.

Somente para mostrar como os caminhos são traçados.

E que nada é deixado ao acaso.

Ah, sim.

Só mais uma coisa.

Preciso dizer que Bernie já se cansou do domínio da Mercedes...











segunda-feira, 25 de julho de 2016

Clipping































Três imagens da Hungria.

A costumeira solidão de Hamilton.

A telemetria justificando o julgamento da FIA sobre a pole position de Rosberg.

E a Ferrari no escuro.

A corrida foi chata.

Decidida na primeira curva.

Lewis assumiu a ponta e foi assim até o final.

Sem ataques ou ameaças.

Parecia combinado.

Ficou estranho quando o piloto inglês diminuiu seu ritmo claramente para prejudicar
Nico no jogo de paradas em relação a Daniel Ricciardo.

A Mercedes percebeu e ameaçou chamar Rosberg primeiro ao box.

Hamilton imediatamente voltou a acelerar e com isso puxou seu companheiro.

Como eu disse, parecia combinado.

Sem ataques ou ameaças após a largada.

Uma notinha a mais vinda da Mercedes.

Nos contratos de seus dois pilotos consta uma cláusula de opção para 2018.

Que pode ser ativada ou não.

Toto Wolff joga pesado e mostra desta forma que os interesses da Mercedes estarão
sempre em primeiro lugar.

A interpretação das regras acabou ajudando Daniel Ricciardo, Max Verstappen,
Sergio Perez, Nico Hulkenberg e Valtteri Bottas na classificação.

Poderiam ter sido excluídos.

No Q1 eles ficaram acima dos 107% em relação ao tempo de Rosberg.

Falando em regras, haverá uma reunião entre a FIA e as escuderias na Alemanha.

A proposta é eliminar a partida inicial lançada após a entrada do safety-car.

Os carros alinhariam novamente na posição do grid de largada.

A McLaren desmentiu qualquer possibilidade de Stoffel Vandoorne assumir o lugar
de Rio Haryanto na Manor.

Sobre isso, a Pertamina (principal patrocinadora da Manor) pediu que até a próxima
quarta-feira a escuderia se posicione oficialmente em relação ao assunto.

A ameaça é de suspensão do pagamento do acordo de patrocínio.

A Fórmula E fechou um acordo com Montreal para sediar uma de suas etapas.

No circuito Gilles Villeneuve mesmo.

Bernie Ecclestone não gostou da história e diz estar pronto para tirar os canadenses
do calendário da Fórmula 1.

Pierre Gasly (Red Bull) assumiu a liderança da GP2.

"Hamilton: ser um campeão mundial não te dá o direito de desrespeitar os outros
competidores."

Frase de Esteban Gutierrez.

Por fim.

A mala de Carmen Jordá.















segunda-feira, 27 de junho de 2016

Clipping


























Os pedais.

Há uma certa empolgação na Holanda por conta de Max Verstappen.

Quando isso acontece (surgimento de uma estrela) a imprensa local (normalmente)
fica faminta por notícias.

Então.

Dito isso, há uma história circulando sobre o Circuito de Assen abrigar a Fórmula 1
no futuro.

A pista recebeu investimentos nos últimos anos e conta com boa estrutura no seu
entorno.

Saiba que a vocação do lugar é o motociclismo.

Mas é preciso lembrar que o autódromo já recebeu provas da falecida Superleague,
da Fórmula Renault e a da Fórmula 3 alemã.

É necessário dinheiro para executar as adaptações necessárias para se receber um GP.

Com as novas regras de 2017, a Red Bull tende a dar um salto de competitividade
já que foi ela a maior defensora das mudanças.

E, claro, um título de Verstappen facilitaria muito a obtenção de recursos para a
empreitada.

Vamos acompanhar.

Bernie Ecclestone apresentou a ideia de uma divisão mais justa na premiação entre
as equipes.

A proposta é diminuir as diferenças e equilibrar o jogo.

Como ficaria?

A Ferrari hoje recebe algo em torno de 110 milhões de dólares pelo atual Acordo
de Concorde.

Esse valor cairia para cerca de 95 milhões de dólares.

A diferença real se daria na vida das menores escuderias do grid.

Seguindo o pensamento de Bernie, a Manor, por exemplo, iria colocar as mãos
em um valor aproximado de 75 milhões de dólares por ano.

O que garantiria o orçamento do time para uma temporada inteira.

Ouviu boatos sobre Sergio Perez e a Ferrari?

Na imprensa espanhola alguns chegaram a cravar que o piloto mexicano estará
no lugar de Kimi Raikkonen em 2017.

Qual a história?

Perez fez uma proposta real para a Scuderia Italiana.

Pagar pelo cockpit vermelho (dinheiro do bilionário Carlos Slim).

O valor do cheque chega dezenas de milhões de dólares.

(fora a multa contratual com a Force India que precisa ser resolvida)

Um fato novo, com certeza.

Quem decide a questão é o presidente Sergio Marchionne.

Antes de julgar a questão do dinheiro, vale dar uma olhada nas recentes palavras
de Vettel.

(que, segundo o Tordo, é adorado por Marchionne)

"Sou grato às pessoas que têm apoiado minha carreira.

Como o apoio que recebi da Red Bull e da BMW, que me permitiu fazer minha
estréia.

Isso é muito importante.

Se você está sozinho, e não possui apoiadores, fica muito difícil chegar a um nível
elevado de competição."

Outra do pequeno pássaro italiano.

Em Maranello muitos novos contratos foram assinados nos últimos meses.

A Ferrari vem na surdina cooptando técnicos e engenheiros para reforçar suas
fileiras.

Por fim.

A saída do Reino Unido da União Europeia deve afetar para baixo os salários
daqueles que recebem em Libras.

Fernando Alonso é um deles.

















terça-feira, 14 de junho de 2016

Rascunho Notre Dame




































Na bandeja.

O troféu de Valtteri.

Sua colocação e a má corrida de Felipe Massa equilibraram as pontuações
na Williams.

Aliás vale dizer que além de Bottas, apenas as duas Red Bulls e as duas Ferraris
conseguiram chegar na mesma volta de Hamilton.

Duas categorias dentro da Fórmula 1.

Rosberg sofreu.

Após o encontro com seu companheiro no início da prova do Canadá e tendo que
economizar combustível (ao mesmo tempo que precisava ultrapassar Verstappen).

Lewis entrou no modo guerra.

Nico precisa ligar seu interruptor também.

Bernie Ecclestone adora jogos.

Gamão (que joga sempre com Vettel) é um deles.

Mas o chefe da categoria máxima do automobilismo curte mesmo um Cassino.

Gosta de apostar.

Principalmente nas mesas exclusivas e fechadas para os comuns.

Certa vez, num final de semana de Grande Prêmio, Ron Dennis chegou a porta
de uma dessas salas privadas esperando ser convidado para entrar.

A direção (que não reconheceu o comandante da McLaren) consultou Bernie
sobre o que fazer.

O conselho do pequeno homem foi para que se barrasse o sujeito.

"Ele não tem dinheiro suficiente."

Antecipando os movimentos, Ecclestone tenta achar uma solução para o GP Brasil.

(falta dinheiro)

Bernie já havia oferecido a data para a Argentina.

Entretanto nosso vizinho não possui a prata.

Lembra de Vegas?

Então.

Por fim.

Os números.












sexta-feira, 10 de junho de 2016

Rascunho Open Your World

























Bernie Ecclestone aprontou mais uma.

A cabeça pensante da Fórmula 1 trouxe um patrocínio milionário para a categoria.

A chegada da Heineken promete.

Não só dinheiro (mais de 400 milhões de euros).

Além de patrocinar provas específicas (Monza), existe a expectativa que a cervejaria
ainda ressuscite algum GP tradicional na Europa nos próximos anos.

A marca também estará no comando de divulgação da Fórmula 1 na internet.

Ousadia.

Depois de adquirir visibilidade com a Liga dos Campeões (Futebol), a Heineken adianta
suas tropas sobre o automobilismo numa plataforma que alia negócios (eventos privados)
e a chamada publicidade tradicional.

Lembra da Índia?

Buddh?

Logo teremos novidades (F1).

Raikkonen declara querer ficar mais um ano na Ferrari.

E Minttu (a mulher de Kimi) fala em ter mais um filho.

A Mercedes já iniciou os testes de seu bólido 2017 no túnel de vento.

Ainda sem o halo.

A Pirelli já descobriu como se dá a maracutaia usada na pressão dos pneus.

Suspeitas?

Mercedes e Red Bull (além das filiais Force India e Toro Rosso) são alvos da
Operação Soffiando (eu que inventei o nome).

Red Bull passou no crash test e vai pro Canadá com um bico mais curto.

Mesmo tamanho do usado pela Mercedes atualmente.

Segundo Ricciardo, é tudo ou nada.

"Esta corrida vai nos dizer sobre o resto da temporada."

Por fim.

Fernando Alonso afirma que sua prioridade continua sendo a Fórmula 1.

Porém se nos testes do ano que vem a McLaren não demonstrar força, ele
poderia olhar para outras categorias.

Interessante.

Pela primeira vez Ferdi fala abertamente sobre deixar a F1.

Desde sua entrada na categoria máxima do automobilismo, Alonso coleciona
elogios.

Merecidos.

Apesar da grande sorte no início da carreira ao encontrar Flavio Briatore que
lhe proporcionou o impulso que seu talento necessitava para brilhar.

Interesses, claro.

Briatore havia ganho (de Ecclestone) os direitos de transmissão da F1 na Espanha.

Para valorizar o presente (e aumentar a audiência) nada melhor que cultivar um
herói local.

Anos mais tarde o empresário colheria os frutos vendendo seus direitos por milhões
de euros.

Voltando.

Alonso fala em outra categoria.

Não poderia ser outra escuderia?




















terça-feira, 24 de maio de 2016

Coisas de Família
























A Brabham de Jose Carlos Pace em Mônaco.

1975.

Irregular.

Pesos eram colocados e retirados do carro para burlar as regras.

Coisa comum naqueles tempos.

No mesmo ano, Niki Lauda e a Ferrari deveriam ser desclassificados por usarem
uma mistura de combustível fora dos padrões.

Depois da súplica do piloto, foi Bernie Ecclestone (que já mandava na categoria)
quem impediu que os comissários tirassem o título do austríaco.

"Os sábios interpretam as regras e os tolos obedecem.."

Frase de Colin Chapman.

Ah, sim.

Os tais pesos da Brabham em Monte Carlo foram cedidos por Frank Williams.

Williams que era costumaz pedinte de empréstimos financeiros a Bernie.

Frank que só sobreviveu aos anos 70 com sua escuderia por causa disso.

As coisas eram entrelaçadas.

Ligadas.

A prova maior se dava quando Enzo Ferrari reunia todos em Maranello.

O Commendatore, após a refeição, deixava que Williams, Bernie, Chapman,
Ken e Teddy Mayer conduzissem suas Ferraris na pista de Fiorano.

Brabham, McLaren, Lotus, Williams e Tyrrell se derretiam perante o mito
vermelho da Scuderia Italiana.

Outros tempos.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Pequenas Passagens
























A Sauber está lutando outra vez para sobreviver.

Mais uma temporada e o time de Hinwil busca alternativas para resolver seus
problemas financeiros.

Participações no time estão sendo oferecidas no mercado.

O controle (Peter Sauber 2/3 e Monisha Kalterborn 1/3) da escuderia poderá
ganhar mais um nome.

Pelas conversas (e geografia do dinheiro), Marcus Ericsson parece estar envolvido
na busca por soluções.

Enquanto isso, a Sauber fará pequenas parcerias a cada GP para completar seu
orçamento.

Não é de hoje que a escuderia suíça tenta se equilibrar.

Talvez a solução mais curiosa tenha sido quase realizada em 2013.

Do meio para o final daquela temporada, Andrei Tscheglakow (Marussia) e a
Sauber abriram tratativas para uma fusão.

O nome seria Marussia F1 Team Sauber.

O plano era promover uma interação entre os grupos técnicos utilizando as
instalações da Sauber, incluíndo aí seu túnel de vento para desenvolvimento
do carro.

Tscheglakow entraria com um investimento de 10 milhões de euros anuais e
ainda se comprometeu a trazer parcerias russas.

Avisado pelas partes, Bernie Ecclestone deu sinal verde para a concretização
do negócio.

Faltava apenas uma coisa.

Os pilotos.

O consenso indicou dois nomes.

Jules Bianchi (revelando que o motor da nova equipe seria Ferrari) e venezuelano
Pastor Maldonado.

Pastor e seus milhões de euros da PDVSA seriam essenciais para o time poder
iniciar sua caminhada.

Com o francês tudo foi bem.

O projeto foi apresentado para Maldonado.

E o trabalho pelo convencimento da Venezuela de entrar na empreitada foi intenso.

Entretanto o piloto latino e seu apoiador escolheram salvar a Lotus.

Enterrando qualquer possibilidade da fusão Marussia / Sauber se concretizar.














segunda-feira, 18 de abril de 2016

Rascunho de Dados

























Estamos vivendo tempos maravilhosos na Fórmula 1.

Na pista.

Mais equilíbrio e dezenas de ultrapassagens por corrida.

Nos bastidores a guerra vai se acirrando.

As fabricantes querem que esta seja a última temporada de Bernie Ecclestone
no comando do espetáculo.

Por outro lado, o chefe espera virar a mesa e retomar o poder como nunca.

As liberdades de escolha dentro da Mercedes não estão fazendo bem para Hamilton.

Suas opções de setup, mesmo levando em conta todos os infortúnios, não tem dado
os resultados esperados.

Interessante que após um dos pits de Vettel, o piloto alemão se encontrou com Kimi
Raikkonen.

O finlandês não demorou em ceder a posição ao companheiro.

Espírito de equipe.

E a atitude de quem deseja permanecer mais uma temporada na Scuderia Italiana.

Sergio Marchionne deixou claro o caminho para transformar a Sauber em Alfa Romeo.

Assumir as dívidas.

Falando nisso, o chassi de Felipe Nasr deverá ser substituído em Barcelona.

As McLarens também gostam de comer borracha!

Desgaste muito elevado.

Por fim.

Os dados.




Repare.

A velocidade máxima de Nico Rosberg e como fica claro que o piloto conservou
seu equipamento durante toda a prova.

A turma do baixo clero acelerando tudo no final e fazendo as melhores voltas.

Por isso defendo um ponto para o piloto que for o mais rápido em um GP.

Seria uma boa briga até a última volta!

E como o primeiro e o terceiro setor de Massa não foram bons.

Como a turma aqui é excelente, sei que vocês vão notar outras coisas!

Comentários abertos.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pequenas Passagens





























Curioso como os patrocinadores da Fórmula 1 revelam histórias.

Conseguimos detectar movimentos estratégicos, experiências e os primeiros sinais
de grandes projetos apenas olhando fotos do passado recente da categoria máxima
do automobilismo.

Selecionei algumas imagens.

Na primeira, de cima para baixo, podemos ver a Subaru com o nome estampado na
carenagem da Coloni.

Era o início dos anos 90.

A pequena escuderia italiana estava quase morta no final de 1989.

Então a Subaru chegou como o raiar de um novo dia.

A montadora japonesa assumiu o controle da equipe (e das dívidas) e ainda
trouxe um motor que prometia ser competitivo.

Ilusão pura.

A máquina oriental era um lixo e antes do meio da temporada a Subaru já havia
devolvido suas ações para Enzo Coloni.

Destruída, a Coloni sobreviveu por mais uma temporada com somente seis pessoas
e um carro baseado num projeto estudantil.

Ainda em 1991, Enzo Coloni vendeu sua equipe para um aventureiro.

Nascia assim a lendária Andre Moda.

Na segunda imagem temos a Martini em destaque.

A marca de bebidas patrocinou a Ferrari por duas temporadas (2007/2008).

Um retorno depois da Brabham e Lotus nos anos 70.

Talvez uma experiência que trouxe a conclusão que era necessário uma exposição
maior para obter o retorno ideal.

A terceira foto mostra a Minardi de 2003.

Destacando a marca da Gazprom.

A poderosa estatal russa que domina o fornecimento de gás da Europa.

As palavras oficiais da empresa (de 13 anos atrás) não deixam dúvidas.

"A Fórmula Um é, sem dúvida, o auge do motorsport. O aparecimento de uma
bandeira russa no mundo lendário e de alto perfil desta categoria vai dar a Rússia
um imenso prestígio e abrir oportunidades significativas para os jovens pilotos do
nosso grande país."

Verdade.

E também um Grande Prêmio em Sochi!

Na quarta, e última, imagem surge a cervejaria Kingfisher na pele da
Benetton.

Isso mesmo.

Em 1996, Flavio Briatore fez Vijay Mallya sentir o gostinho das vaidades da F1.

Quem imaginaria, naquela época, que a Índia acolheria uma etapa e ainda contaria
com um time no circo?

Coincidência?

Pois fique sabendo que já em 1997 Bernie Ecclestone abriu tratativas para que a
Fórmula 1 fosse para o país.

Começou com uma conversa sobre uma corrida de rua em Calcutá.

(mas se o governo construísse um circuito, seria bem melhor)

Daí para o cartão de Hermann Tilke ter chegado até as autoridades locais deve
ter sido um pulo!

sábado, 23 de janeiro de 2016

Rascunho Drama



Hakkinen testando em Jerez.

O preguiçoso.

Atualidades?

Rio Haryanto já possui os recursos.

O piloto indonésio está levando 15 milhões de euros para a Manor.

Os detalhes burocráticos que precisavam ser ultrapassados em seu país
foram vencidos nas últimas horas.

Outro que parece estar com muito dinheiro é Alexander Rossi.

Pascal Wehrlein, apadrinhado da Mercedes, não apresentou tanto dinheiro
(uns 4 milhões de euros) e deve estar fora da briga por um cockpit da Manor.

Uma pena para o atual campeão da DTM.

Pois o menino é muito esforçado e coleciona elogios de Toto Wolff.

Nesse universo de pilotos flutuantes, Kevin Magnussen demonstra muita
confiança por um lugar.

Magnussen é queridinho deste Blog desde os tempos da World Series by
Renault, quando acompanhamos performances memoráveis deste jovem
dinamarquês.

Sei que ele já possui uma opção garantida.

O posto de piloto de testes da Renault.

Inclusive com seu molde de assento pronto.

Ouvi falar também de uma conversa do filho de Jan com a Mercedes para se
tornar reserva imediato de Lewis Hamilton e Nico Rosberg.

(interessante ver Magnussen no meio do furacão, enquanto que Vandoorne
se prepara para seu exílio nas pistas do Japão)

E ainda temos o inglês Will Stevens sonhando com uma vaga.

Não faltam opções para a Manor escolher!

Quem deverá ser anunciado como piloto de testes é o russo Sergei Sirotkin.

Tentei cavar, mas não sei por qual escuderia.

Sauber toda atrasada.

Felipe Nasr e Marcus Ericsson usarão o bólido do ano passado nos primeiros
testes de Barcelona.

Notem a diferença de tratamento.

Enquanto a Sauber patina em problemas,  a Haas, que também usa motor
Ferrari, é só festa!

O novo time coordena seus esforços em quatro bases ao mesmo tempo.

Em Kannapolis (nos Estados Unidos), as peças de metal estão sendo todas
fabricadas.

Em Varano (Itália), a Dallara começa a montar o carro que aguarda partes
que virão diretamente de Maranello.

Pelo o que o Tordo me disse, o motor, a transmissão, a suspensão e a direção
estarão a disposição para montagem no dia 7 de fevereiro.

Sem falar que todos os equipamentos técnicos de pit wall e box sairão de
Banbury, antiga sede da Marussia que foi adquirida pela Haas.

A nova equipe está viva e pulsante!

Alguém ouviu alguma coisa sobre McLaren e a espanhola Movistar?

Conversa sobre patrocínio master.

O novo carro de Alonso e Button?

Não tem como ser pior que a temporada passada, né?

Daniel Ricciardo entregou que a Red Bull vetou sua participação nas 24 horas
de Le Mans no ano passado.

O tradicional Circuito de Monza estuda uma mudança em seu traçado.

Sergio Marchionne pressiona Bernie Ecclestone para que aceite a chegada
da Alfa Romeo.

Bernie refuta a ideia porque Marchionne quer um bônus de fabricante para
a Alfa assim como aquele que a Renault receberá nesta temporada.

Um jogo de xadrez.

Seria a lance final para que as fábricas alcancem o poder absoluto dentro
da Fórmula 1.

E um convite para o desembarque do restante da indústria na categoria
máxima do automobilismo.

Ditando as regras e tomando-a de assalto de uma vez por todas.

Vai vendo.

Ainda sobre a Ferrari, cabe um notinha.

A Williams será o termômetro nos testes de Barcelona.

Se a Scuderia Italiana estiver muito à frente, OK.

Atrás?

Drama!

Por fim.

A garagem de Sebastian Vettel.

Porsche 911 GT2 RS, Ferrari LaFerrari, Ferrari F40, Ferrari 430, BMW 320,
Fiat 500 Abarth, Mercedes SL65 AMG, Infiniti FX (série Vettel ), Bmw X3 e
um Volkswagen T5 (velho).























quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Rascunho de Navio




















Red Bull com Max Verstappen na Áustria.

A TAG Heuer ganha destaque na carenagem.

O time dos energéticos briga com Ferrari e Mercedes.

Por que?

Fornecimento de motores e regras.

As fabricantes fizeram a proposta de reduzir os custos para suas clientes a partir
de 2017.

Metade do preço cobrado hoje.

O milagre se daria com a padronização de certas partes da unidade de força.

Bernie Ecclestone quer mais.

Ele não abre mão da flexibilização das regras para que haja a possibilidade de
que um fabricante independente possa fazer um motor competitivo também.























Essa conversa toda possui apenas uma motivação.

Poder.

Felipe Massa torce para que as alterações nas regras para 2017 sejam grandes.

O brasileiro acredita que neste cenário sua experiência poderá fazer diferença
para achar um bom lugar após o fim de seu contrato com a Williams.

Atual campeão da DTM e piloto de testes da Mercerdes, Pascal Wehrlein ainda
não sabe o que fará nesta temporada.

Esclarecendo algumas coisas.

Kevin Magnussen está com dinheiro.

O piloto dinamarquês conta com o apoio da Bestseller A/S.

(uma empresa de moda de seu país)

Gigante, a Besteseller A/S domina hoje o difícil mercado chinês.

Estamos falando de bilhões de dólares.

Com essa alavanca, Magnussen abriu tratativas com duas equipes.

Manor e Renault.

A palavra de quem está próximo a Pastor Maldonado é que não existe possibilidade
do piloto venezuelano perder seu lugar na Renault nesta temporada.

Assim Magnussen poderia se tornar piloto de testes em 2016 com um acordo de
titularidade para 2017.

No caso da Manor a coisa seria imediata.

Boas opções.

Porém uma é uma escuderia de fábrica e a outra é apenas uma cliente.


























Os preparativos da Haas para o GP da Austrália.

Já?

É que a maioria dos equipamentos vai de navio.

(reparou nas cores?)

Interessante.

Günter Steiner (chefe da equipe Haas) contou que o nome de Esteban Gutierrez
passou pela aprovação de Romain Grosjean.

Está claro que a nova equipe trabalhará sob o conceito de dar prioridade para
seu piloto principal.

Papel que será executado por Grosjean, OK?

Por fim.

Em novembro ouviremos mais a respeito do segundo GP nos Estados Unidos.

Segundo se Austin sobreviver.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Rascunho Universal























Primeiro Rascunho do ano.

Sem perder tempo pra não enferrujar!

A Ferrari deverá trazer muitas modificações em seu bólido para este ano.

Segundo informações, o trio formado pelo inglês James Allison (diretor técnico),
o suíço Mattia Binotto (resposável pela unidade de força) e o italiano Simone
Resta (chefe de design) deve surpreender.

Algumas coisas.

No limite do regulamento, o bico do carro receberá uma solução parecida com
a encontrada por Adrian Newey na Red Bull em 2015.

A Magneti Marelli entregou uma unidade geradora mais compacta e eficiente para
fazer frente a usada pela Mercedes.

A parte de trás do carro será mais estreita para melhorar o fluxo de ar.

A tendência é que Allison apresente um carro com mais aderência que o usado por
Raikkonen e Vettel no ano passado e que tracione melhor nas curvas de baixa.

OK.

Mas não será muito otimismo quando Esteban Gutierez diz que Vettel irá brigar
pelo título nesta temporada?

Ainda sobre a Scuderia Italiana.

Luca Baldisserri deixou o comando da Ferrari Drive Academy.

Massimo Rivola assumirá a direção do programa.

Baldisserri passará a cuidar exclusivamente da carreira de Lance Stroll.

(olho nele, Massa!)

Assim o jovem piloto de desenvolvimento da Williams contará com um tutor que foi
engenheiro de Schumacher nos anos em que o alemão se tornou multi-campeão.

Haja dinheiro!
























Giancarlo Minardi soltou que, para comandar seu novo projeto, a Renault trabalha
para tirar Fernando Alonso da McLaren.

Faz sentido.

Os franceses pretendem investir (nos próximos dez anos) algo em torno de dois
bilhões de euros na Fórmula 1.

Tantos recursos sem contar com um piloto acima da média em suas fileiras?

Não tem cabimento!

Pensei em outro nome.

Nico Rosberg.

Só um pensamento.

Umas notinhas sobre a mudança Lotus / Renault.

Antes da transferência, a Lotus demitiu mais de 90 funcionários para enxugar
sua folha salarial.

A Genii Capital (que ainda controla 10% da equipe) já negocia com novos
patrocinadores.

Para assumir os 90% restantes do time, os franceses tomaram pra si uma dívida
de 135 milhões de euros da Lotus.

E a McLaren?

Há uma boa expectativa.

Alguns falam em até dois segundos de ganho!

Na Red Bull (após observarem a unidade força japonesa) ninguém tem dúvida
que a Honda irá dar um salto de qualidade.

Adrian Newey chegou a dizer que os problemas são de fácil solução.

Que tristeza o tal de Magnussen!

Ele confirmou que Jenson Button deixaria a equipe no final da temporada.

(lembra que cansamos de falar isso por aqui?)

Ron Dennis afirmou a Kevin que o lugar era dele.

Antes da mudança de planos, Button havia até pintado um capacete especial
para o adeus.

Que coisa!

A FIA elaborou um documento para expor as diferenças entre a GP2 e a nova
Fórmula 2 que chega em 2017.


































Uma das coisas interessantes é a preocupação com a redução de custos.

A meta é que um piloto possa com 1.500.000 de euros correr a temporada toda.

Outra coisa.

A comissão chefiada por Stefano Domenicali aponta para carros difíceis de conduzir
e que sejam verdadeiros desafios para as habilidades dos aspirantes da Fórmula 1.

A administração deve continuar com Bruno Michel, que hoje comanda a GP2 e é
figura de confiança de Bernie Ecclestone e Flavio Briatore.

Ah sim, Bernie falou outro dia.

Disse que espera motores novos já para 2017 na F1 e mostrou um futuro sombrio
para o GP da Alemanha.

Entretanto (como você pode ver na imagem abaixo) Nurburgring está em reforma.























Veja os extremos.

Enquanto os governantes italianos salvam Monza, os espanhóis tiram recursos do
Circuito de Barcelona.

O crash test da Haas está marcado para acontecer entre os dias 7 e 8 de janeiro.

A nova equipe trabalha a todo vapor em três locais: Banbury (antiga sede da Marussia),
Varano e Maranello.

Rio Haryanto espera pela burocracia da FIA para concretizar seu acordo com a Manor.

As datas para o pagamento do 15 milhões de euros já estão estabelecidas.

A primeira parcela viria logo depois da assinatura do contrato.

A segunda seria entregue durante o GP da Austrália.

E a terceira aconteceria mais para o final da temporada.

A indonésia trata o piloto como um herói nacional.

Frase.

"Existem cláusulas de demissão no contrato de Hamilton. Se houver dano a imagem
da Mercedes por mal comportamento, por exemplo."

Toto Wolff.

Por fim.

Olha 2016 aí menino!

Tá vendo não?