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quinta-feira, 11 de março de 2021

A Saga de Lawrence















Começamos nas vésperas do outono europeu.

O ano era 2014.

Caterham, Marussia, Sauber e Lotus estavam em maus lençóis financeiros.

Lawrence Stroll estava caçando uma escuderia na Fórmula 1 para chamar de sua.

Durante a demanda, Gerhard Berger era seu guia.

Lotus e Sauber foram eleitas.

Bernie Ecclestone se aproximou do empresário canadense e sugeriu que ele pedisse conselhos para um velho conhecido.

Flavio Briatore.

O italiano, empresário de Fernando Alonso (já voltamos no piloto), apontou a Lotus.

O que se revelou ser mais difícil.

Havia o cheiro do dinheiro de Pastor Maldonado derramado por todos os cantos da equipe.

Era um empecilho.

A Sauber, parceira da Ferrari (academia de Lance), se mostrou mais viável.

Já no final daquela temporada (2014), Stroll e Peter Sauber não se entenderam.

Nem com quase 80 milhões de euros sobre a mesa.

O tempo passou.

Chegamos até 2017.

Com Lance conduzindo a Williams, seu pai apontou cada vez mais seus canhões para o time de Frank.

Na Casa de Grove, ele falou para Claire sobre uma proposta ousada.

Trazer Fernando Alonso (eu disse que ele voltaria) para correr ao lado de seu filho e ainda aumentar seu aporte financeiro na tradicional equipe.

Lawrence bancaria o salário de Ferdi (25 milhões euros) e assinaria um cheque de 40 milhões de euros para a Williams.

Claire recusou.

Em 2018 Stroll estava encantado pela Haas.

Pelo modelo seco.

Assim ele tornou a falar nos ouvidos da filha de Frank.

Um cheque de 80 milhões de euros, uma parceria mais estreita com a Mercedes e um sensível corte nos gastos (demissão de 200 cabeças).

A Williams ainda acreditava no sonho de ser grande sozinha.

E novamente disse não.

O fim nós já sabemos.

Lawrence foi embora e montou seu acampamento na conturbada Force India.

Nascia a Racing Point.

A ideia de ter a dupla de pilotos formada por Alonso e Stroll seguia no horizonte.

Além das pistas, Stroll queria repetir o sucesso da Tommy Hilfiger na marca Kimoa do piloto espanhol.

O horizonte seria 2020 por causa de acordos firmados com Sergio Perez.

O acidente em Austin e as declarações de Alonso sobre Stroll (piloto amador) acabam com tudo.

Palavras são flechas lançadas.















Briatore deve ter coçado a cabeça.

As temporadas de 2019/2020 foram de investimentos no time.

Stroll queria brigar pelo terceiro posto já em 2020.

Conseguiu.

Com a chegada dos novos regulamentos, o objetivo era estar sempre no pódio.

Acordos firmes de patrocínio foram selados (BWT).

Toto Wolff se tornou o melhor amigo.

A intimidade era tanta que, em Gstaad na Suíça, até tramaram um plano B (uma nova categoria) com Ecclestone e Montezemolo, caso a Liberty não atendessem seus interesses.

Stroll já investiu mais de 150 milhões de euros com a Racing Point.

A cartada final veio com a Aston Martin.

Direito de usar por 10 anos deste nome tradicional do mundo do automobilismo na Fórmula 1.

Com 17% de controle da marca.

Selou a parceria com Wolff e a Daimler.

E ainda possui 120 cabeças para construção de sua própria unidade de força.

Com projeção para apresentar o primeiro protótipo ainda nesta temporada.

Stroll construiu sua escuderia. 

Com um nome inquestionável.

Boas parcerias.

E com Sebastian Vettel.

Um piloto experiente, agregador e que caiu do céu graças a uma doideira da Ferrari.

Sorte?

Pode ser.

Mas sabemos que sem preparo, nem a sorte ajuda.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Mercado e uma ou outra coisa






























Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.

A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.

Nada contra o Endurance.

Muito menos contra o grande talento do espanhol.

Mas estava tudo errado.

Coadjuvantes para todos os lados.

Dividindo os carros com figuras obscuras.

A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.

Só.

Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.

Todo mundo sabia como iria acabar.

Parte da imprensa espanhola estava histérica.

Pior.

Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.

Ordens são ordens.

E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.

Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.

O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.

Foi um ensaio.

O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.

Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.

Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.

Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.

O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.

Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.

Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.

É clara a sua oposição.

O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.

Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.

Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?

Não.

Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!

Parei.

Não.

Tem mais.

Briatore também pisou na Red Bull.

Daniel Ricciardo não tem espaço.

Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.

Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.

E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.

Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.

Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.

The End.

Parece desespero?

É isso mesmo.

Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.

Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.

Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.

Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.

Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.

Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.

Já Ricciardo não precisa provar mais nada.

Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.

Ah, sim.

A Renault não foi procurada.

E também não pensa em Alonso.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Clipping













































Restaurante.

Com amigos.

Mercado

Christian Horner insistiu mais uma vez que Max Verstappen e Daniel Ricciardo
estarão defendendo a Red Bull  na próxima temporada.

E deixou claro que não existe qualquer brecha no contrato de seus pilotos que
permitiria uma saída.

O time aprendeu a lição após a perda de Sebastian Vettel para a Ferrari.

(lembra do improviso de Kvyat?)

Horner explica que, depois do segundo título, Vettel colocou no seu acordo
uma cláusula de performance.

O que lhe concedeu liberdade depois da temporada de 2014 ao lado de Ricciardo.

Assim, quando a Scuderia Italiana se livrou de Fernando Alonso, Seb foi viver
seu sonho.

Portanto a Red Bull está fechada.

O acordo de renovação entre Vettel e a Ferrari parece próximo de ser anunciado.

Kimi Raikkonen caminha no mesmo sentido.

Entretanto, no caso do finlandês, há opções.

Raikkonen é uma das alternativas da McLaren no caso de uma partida de
Fernando Alonso.

Steve Robertson, que cuida dos negócios de Kimi, fez a ponte.

Outra?

O eterno (e chato) Jenson Button

(não gosto dele. Sim, é uma agressão gratuita minha!)

Zak Brown (McLaren)  ainda trabalha com Flavio Briatore para conseguir
a unidadede força da Mercedes (condições) e que Ferdi permaneça em
Woking.

Um contrato de renovação de três anos está sobre a mesa.

Sobre as condições, da unidade de força, falo pensando no tratamento.

Ser mais uma (ao lado de Williams e Force India) esperando atualizações
já experimentadas no time de fábrica é dose.

Briatore estava em Baku.

(ele é o articulador do GP e ganha comissão com isso)

O consigliere de Alonso abriu tratativas sobre a possibilidade de encaixar
seu pupilo ao lado de Lewis Hamilton em 2018.

Sobre o passado, Briatore tenta vender a imagem que Alonso não tem
problemas com seus companheiros.

Toto Wolff demonstra receio com a aventura.

Pesa o fato que Valtteri Bottas vem superando expectativas.

Ao mesmo tempo, Luis Garcia Abad prospectava em outra frente.

O empresário de Ferdi esteve reunido com o comando da Renault.

Uma dupla Hulkenberg e Alonso é bem interessante no papel.

O salário seria algo em torno de 20 a 25 milhões de euros.

Mas difícil saber a duração do acordo.

Nada foi assinado na reunião entre Abad, Alain Prost e Cyril Abiteboul.

Outra opção é que Alonso possa estar em outro time mesmo sob contrato
da McLaren.

Até que a unidade de força da Honda se torne competitiva.

Vale notar que o asturiano estava bem feliz ao final do domingo no Azerbaijão.

Alguns chegaram a usar uma expressão curiosa.

Radiante.

Vettel x Hamilton

O mundo da Fórmula 1 não ficou calado sobre os acontecimentos de domingo.

Ainda mais que envolve os líderes do campeonato.

"Quem bate atrás é culpado. Erro de Vettel."

Niki Lauda (Mercedes)

"Hamilton fez um brake test. Ambos deveriam ser punidos. A justiça não tardou,
e o problema no encosto de cabeça da Mercedes completou o juízo."

Helmut Marko (Red Bull)

"Eu acho que Hamilton estava tentando colocar Vettel em dificuldade.

A reação de Vettel foi normal.

Mais para que Hamilton soubesse que ele estava ciente sobre o que o inglês
estava fazendo."

Bernie Ecclestone

"Parecia que Sebastian, obviamente, sentiu que Lewis o estava testando."

Christian Horner (Red Bull)

"Lewis o testou com freio. Eu sou um piloto e já estive lá.

Se um piloto fizesse isso comigo eu faria o mesmo que Sebastian.

(sobre o segundo contato)

"Ninguém bate com suas rodas viradas assim, você quebraria o seu próprio
carro, para bater em alguém você tem que estar com as duas mãos no volante!"

Jacques Villeneuve (Campeão de 1997)

"Seria muito simples colocar a culpa completa em um homem, mas o que iniciou
o mau comportamento foi o que aconteceu antes."

Jackie Stewart (Tricampeão Mundial)

"F1.

Impressionante!"

Nico Rosberg (Atual Campeão Mundial)

"Minha recomendação seria tirar Vettel da corrida e levar a questão para
o Conselho Mundial"

Max Mosley

A abordagem de Vettel me lembra um pouco Schumacher.

O trabalho profissional, a capacidade de construir uma equipe.

Michael não gostava de perder.

O que também pode ser dito de Vettel."

Jean Todt (Presidente da FIA)

"Nós não queremos reclamar, porque não é nosso estilo, mas analisando a corrida
e vendo o que aconteceu entre Bottas e Raikkonen e ainda o episódio de Vettel,
pergunto se a Fórmula 1 está no Coliseu?

Se estamos no Coliseu, basta fazer uma normativa técnica e todos nós vamos nos
adequar.

Na Áustria, nós vamos voltar mais determinados do que antes, pois falamos pouco,
mas trabalhamos muito."

Maurizio Arrivabene (Ferrari)

"Eu não estou tentando proteger Sebastian, mas acho que ele pensou que Lewis
estava fazendo testes de freio.

Todo mundo tem sua própria maneira de olhar para estas coisas. Eu só posso
imaginar que Sebastian agiu devido à falsa suposição de que Lewis queria
atrapalhar a ele de propósito.

Eu também não posso imaginar que ele fez isso de propósito.

Sebastian apenas não queria perder tempo na relargada e Lewis não fez nada
de errado.

Ele teve sua sentença e, portanto, está tudo bem.

Minha cabeça já está na Áustria.

A Fórmula 1 nos une.

Em cada GP, normalmente, eu sempre tomo café da manhã com a Ferrari nas
manhãs de domingo."

Toto Wolff (Mercedes)

Evidente que o comandante das Flechas de Prata não tem interesse algum em
alimentar o ocorrido.

Nem Maurizio Arrivabene (Ferrari).

É uma história que quanto mais se cava pior fica.

Não Acaba

A Pirelli estuda um novo composto mais macio.

Depois do Ultra Soft viria o Mega Soft.

Dessa maneira o pneu médio passaria a ser o mais duro de todos.

Air

A Force India vai apresentar para a FIA a sugestão para seu novo nome.

Force 1 foi escolhido.

Segundo Otmar Szafnauer, a palavra Força permanece para lembrar as
origens.

Dignidade

Ainda bem que a Mercedes não atendeu os pedidos de Hamilton para que
Bottas bloqueasse Vettel ao final da corrida em Baku.

Caos

Desde 2013 não tínhamos mais de duas escuderias diferentes vencendo.

E nove equipes diferentes pontuando?

Novos

Jean Todt trabalha para atrair mais uma montadora para a Fórmula 1.

Quanto aos empreendedores independentes, Todt parece levantar barreiras.

Não é todo mundo que dispõe de quase 20 milhões de euros apenas para
uma inscrição.

Ou só para dizer que pretende entrar antes de desembolsar mais 300 milhões
de euros para iniciar uma nova escuderia.

Limite

Acho que em breve a FIA vai falar sobre a regulamentação.

O assunto?

Limitar o que foi feito por Hamilton (não só ele, outros pilotos também fazem)
enquanto o safety car estiver na pista.

E se isso acontecer, será esclarecedor.

Reciclados

Paul Ricard vai alugar as arquibancadas de Mônaco para serem reutilizadas
no GP da França em 2018.

Treta

A confusão colocou fogo no campeonato.

Guerra entre os pilotos.

Não espere tréguas.

Não Pode

A coisa do óleo na gasolina pode ter pocado no colo da Ferrari.

Boa

Gina estava toda remendada (menos 3 décimos) e mesmo assim foi bem
num circuito de baixa carga aerodinâmica que é Baku (mais motor).

Lembrando que, após Baku, Vettel completou impressionantes 4.822 km
somente com seu primeiro motor!

O carro foi muito bem construído.

Pra quem achava (tipo eu antes dos testes) que 2017 seria um passeio
da Mercedes...

Por fim

Fim mesmo.

A caçada de Bottas!



quarta-feira, 19 de abril de 2017

Barenitas
































Retratos.

A Scuderia Italiana indo receber seu piloto.

Encontro de velhos amigos.

Pascal Wehrlein marca território.

E Minttu Virtanen esperando. Duas vezes.

Ensaio.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Clipping
































James Allison anima suas tropas.

A batalha deverá ser árdua.

Guerra

Mercedes e Ferrari prometem uma das brigas mais sensacionais dos últimos
anos.

Os conceitos dos carros são bem diferentes.

Duas filosofias distintas no design.

Mas de forma impressionante ambas têm obtido resultados semelhantes.

Na classificação a Mercedes continua preservando vantagem.

Existe algo a mais.

Vettel quase não acreditou quando lhe disseram que havia perdido a pole
novamente.

As temperaturas mais baixas também parecem trazer alívio para as Flechas
de Prata lidarem com os pneus.

O ambiente em Brackley parece mais leve sem a sombra ameaçadora de
Nico Rosberg.

Hamilton está mais confortável e relaxado na posição de primeiro piloto.

Bottas tem se mostrado um companheiro cordato fora e dentro da pista.

Um novo Kovalainen?

Após seu erro na China, Toto Wolff tratou de acolher o novato do time.

Seus pontos serão importantíssimos para alcançar o título de construtores.

Não é hora de abandonar os soldados.

No lado da Ferrari a confiança é grande.

E o trabalho também.

Matia Binotto não foi visto em Shanghai.

Permaneceu em Maranello com seus engenheiros para preparar a primeira
grande atualização do SF70H na temporada.

A crença é que o carro precisa estar em constante evolução.

Salta aos olhos a cutela de Sebastian.

Muito conservador nas largadas e só mostra todo seu talento e ousadia
quando é realmente necessário.

Não quer correr riscos.

Ou desperdiçar qualquer ponto

Assim.

Se não puder vencer, chegará em segundo.

Cuidado.

O quinto título mundial nunca esteve tão perto.

Ajustes

A Red Bull admitiu ter problemas nos dados obtidos no túnel de vento
em relação com a realidade nos circuitos.

Quando está mais pesado o carro consegue ter um rendimento melhor
pois alcança mais rápido a temperatura ideal dos pneus.

Fora o motor Renault.

Na sede em Milton Keynes, a busca por respostas é incessante.

Mas novidades mesmo apenas em Barcelona.

Achou que houve muita diferença de rendimento entre Ricciardo e
Verstappen na China?

Há uma razão.

O primeiro saiu com configuração para pista seca.

O outro com um setup ajustado para pista molhada.

Daí a oscilação.

Aniversário

A Williams está perto de completar 5 anos sem vitórias na Fórmula 1.

Segunda Chance

A Honda vai experimentar uma nova unidade de força nos testes após
a prova do Bahrein.

Para Briatore (empresário de Alonso) os japoneses nunca alcançarão
Ferrari e Mercedes.

"Eles não escutam.

Quando fizemos o acordo com a McLaren nunca pensamos que isso
poderia acontecer!"

O time de Woking já abriu que quer renovar com o espanhol.

De forma discreta, Briatore tentou a Mercedes já no ano passado.

Lewis não quer.

Wolff não quer.

E a direção da Daimler também não quer.

Todos farejam problemas.

Ferdi prega que o que aconteceu na McLaren anos atrás não se
repetirá.

Só que ninguém acredita.

2006

Está no ar.

Ao invés de introduzir um novo motor a partir de 2021, a ideia
seria congelar o desenvolvimento das unidades de força atuais.

O mesmo que fizeram quase dez anos atrás.

A medida reduziria custos e estabilizaria o desempenho.

Motores inquebráveis, lembra?

Por consequência aumentaria a importância do chassi e do
gerenciamento dos pneus.

A ver.

Calendário

França, Turquia, Alemanha...

Com 21 etapas.

Por Fim

Na próxima não deve haver chuva.




sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Clipping


























Alguns testes são marcantes.

Mais Uma

A Honda está expandindo sua fábrica em Milton Keynes.

O objetivo é poder atender outra equipe no futuro.

Porém é preciso lembrar que provavelmente a McLaren ainda possui o poder
de vetar esse tipo de aventura.

Ganhando Experiência

O mexicano Alfonso Celis Jr. continua com sua programação de testes com a
Force India.

Nova Direção

Os planos da Liberty (nova controladora da Fórmula 1) passam por três pontos
básicos.

Mais patrocinadores.

Mais atividades nas TVs por assinatura.

E mais corridas no calendário.

Projeto Manor

A Manor possui um plano definido para seu futuro.

O time mostrou isso ao abandonar o desenvolvimento virtual (herança da Caterham)
que reduzia os custos de forma significativa.

Entretanto, esse modelo não trazia resultados na pista e atrasava a evolução dos
bólidos.

E a evolução constante é um dos segredos da categoria máxima do automobilismo.

Com isso em mente, Fitzpatrick investiu em pessoas.

A lista é boa.

Pat Fry (McLaren e Benetton) engenharia, Gianluca Pisanello (Toyota e Caterham)
na estratégia de pista, Luca Furbatto (Toro Rosso e McLaren) no design, Thomas
Mayer (Renault) chefe executivo, Nikolas Tombazis (Ferrari, Benetton e McLaren)
aerodinâmica, Dave Ryan (McLaren) para as coordenar as corridas e como diretor
técnico temos John McQuilliam (Williams e Jordan).

Outro passo foi a parceria com a Mercedes, que ultrapassa o fornecimento de motores.

As presenças de Pascal Werhlein e Esteban Ocon refletem isso.

No paddock a escuderia recebeu o apelido de Toto Rosso, numa referência clara
a influência de Toto Wolff.

Tudo isso para se transformar em uma equipe sólida.

E daqui a quatro temporadas estar brigando no meio do grid ao invés das últimas
colocações.

Conflitos

Existem muitos rumores sobre quais pilotos estariam na Renault em 2017.

Diversos nomes foram (e estão) sendo cogitados.

As dúvidas nasceram da divisão de poder entre Frederic Vasseur e Cyril Abiteboul.

Abiteboul cuida parte administrativa e está sempre presente nas duas sedes de
Viry-Chatillon e Enstone.

Já Vasseur é o homem da prática, figura fácil nos circuitos.

Apesar dos trabalhos definidos, existe uma confusão na hora de definir a estratégia
de contratação de pilotos.

Vasseur abriu tratativas com Felipe Massa, Valtteri Bottas e Carlos Sainz.

Ele também colocou sobre a mesa a possibilidade de fornecer unidades de força
com desconto para a Toro Rosso em troca de seus drivers.

As negociações com Daniil Kvyat e Sergio Perez envolvendo patrocinadores
foi o ápice do problema.

Pois Vasseur invadiu a parte (financeira) que cabe a Abiteboul.

Os atropelamentos acabaram por empacar qualquer avanço.

Apesar de tantos nomes.

Entretanto, um piloto jovem parece ser um ponto pacífico.

Nesse sentido, Kevin Magnussen (que foi sondado pela Sauber) e Esteban
Ocon são os nomes preferidos.

Olhando o cenário, fica a impressão de uma briga por poder.

E briga não combina crescimento.

Frase

"Quando eu olho para Lewis, ele vejo um DJ, um rapper.

Ele tem um grande talento, mas se você quiser vencer precisa se concentrar apenas
em uma coisa.

Se eu fosse ele, eu iria me preocupar menos com a música e mais com a Fórmula 1."

Flavio Briatore.

Por Fim

Uma imagem

Massa e Alonso com Stroll













quarta-feira, 22 de junho de 2016

Clipping


































Algumas curvas do circuito de Baku foram considerada bem desafiadoras pelos
pilotos.

Segundo Vettel, em certos momentos "você não vê nada.."

A vaga de Felipe Massa na Williams continua sendo cobiçada.

Nasr é candidato.

Steve Robertson possui um grande desafio, já que o piloto brasileiro deverá perder
o apoio do Banco do Brasil.

Perez sonda suas possibilidades.

E a própria Williams admite estar em tratativas com Jenson Button.

A situação de Daniil Kvyat na Toro Rosso pode ter virado.

Por conta dos resultados fracos de Pierre Gasly.

E do assédio (declarado) da Renault em cima de Carlos Sainz Jr.

O espanhol pode ser seduzido pelo time francês.

Principalmente após a renovação da dupla Verstappen-Ricciardo.

(Franz Tost quer contar com o russo em 2017)

Entretanto Kvyat procura outras portas.

Briatore reconhece ter sido um erro a mudança para a McLaren.

Rosberg.

Pelo menos, desta vez, ele parece estar fazendo tudo pelo sonho.




sexta-feira, 10 de junho de 2016

Rascunho Open Your World

























Bernie Ecclestone aprontou mais uma.

A cabeça pensante da Fórmula 1 trouxe um patrocínio milionário para a categoria.

A chegada da Heineken promete.

Não só dinheiro (mais de 400 milhões de euros).

Além de patrocinar provas específicas (Monza), existe a expectativa que a cervejaria
ainda ressuscite algum GP tradicional na Europa nos próximos anos.

A marca também estará no comando de divulgação da Fórmula 1 na internet.

Ousadia.

Depois de adquirir visibilidade com a Liga dos Campeões (Futebol), a Heineken adianta
suas tropas sobre o automobilismo numa plataforma que alia negócios (eventos privados)
e a chamada publicidade tradicional.

Lembra da Índia?

Buddh?

Logo teremos novidades (F1).

Raikkonen declara querer ficar mais um ano na Ferrari.

E Minttu (a mulher de Kimi) fala em ter mais um filho.

A Mercedes já iniciou os testes de seu bólido 2017 no túnel de vento.

Ainda sem o halo.

A Pirelli já descobriu como se dá a maracutaia usada na pressão dos pneus.

Suspeitas?

Mercedes e Red Bull (além das filiais Force India e Toro Rosso) são alvos da
Operação Soffiando (eu que inventei o nome).

Red Bull passou no crash test e vai pro Canadá com um bico mais curto.

Mesmo tamanho do usado pela Mercedes atualmente.

Segundo Ricciardo, é tudo ou nada.

"Esta corrida vai nos dizer sobre o resto da temporada."

Por fim.

Fernando Alonso afirma que sua prioridade continua sendo a Fórmula 1.

Porém se nos testes do ano que vem a McLaren não demonstrar força, ele
poderia olhar para outras categorias.

Interessante.

Pela primeira vez Ferdi fala abertamente sobre deixar a F1.

Desde sua entrada na categoria máxima do automobilismo, Alonso coleciona
elogios.

Merecidos.

Apesar da grande sorte no início da carreira ao encontrar Flavio Briatore que
lhe proporcionou o impulso que seu talento necessitava para brilhar.

Interesses, claro.

Briatore havia ganho (de Ecclestone) os direitos de transmissão da F1 na Espanha.

Para valorizar o presente (e aumentar a audiência) nada melhor que cultivar um
herói local.

Anos mais tarde o empresário colheria os frutos vendendo seus direitos por milhões
de euros.

Voltando.

Alonso fala em outra categoria.

Não poderia ser outra escuderia?




















quarta-feira, 27 de abril de 2016

Rascunho Figurativo
























Já podemos contemplar as mudanças em Baku.

Vale lembrar que se for necessário preservar o piso original, antes se aplica uma
película plástica para facilitar a remoção da camada asfáltica após a corrida.

Na Renault, Kevin Magnussen admite a necessidade de derrotar Jolyon Palmer.

O jovem piloto dinamarquês sabe que sua permanência na escuderia está ameaçada.

Por isso ele precisa esmagar seu companheiro e impressionar os cabeças do time
francês.

Mas ninguém vai facilitar.

Tanto que Magnussen cederá seu carro para Sergey Sirotkin andar no primeiro
treino livre em Sochi.

Olhando o site da FIA podemos entender um pouco as mudanças para 2017.

A parte aerodinâmica (carros, asas e pneus mais largos) está decidida.

Nos outros pontos, apenas dois ainda estão pendentes.

Na forma, não no conceito.

Unidades de força mais baratas (qual valor?) e a garantia de fornecimento de
motores pelas fabricantes.

Figuras.

Flavio Briatore colocou o dedo em Monza.

Alejandro Agag (Fórmula E) sorri com o sucesso da categoria elétrica em Paris.

Lembrando que este empresário espanhol possui laços estreitos com Briatore e
Bernie Ecclestone.

Foram sócios em concessões de TV da Fórmula 1 e na empreitada futebolística
inglesa Queens Park Rangers.

Agag também tem um braço na GP2 e na sua unha passaram nomes como Vitaly
Petrov, Romain Grosjean e Lucas di Grassi...

Viktor Kharitonin se tornou o dono solitário de Nurburgring.

Sócio de Roman Abramovich (Chelsea) em diversos negócios, o bilionário russo
comprou as partes de direito que ainda estavam nas mãos de outros investidores.

John Booth se mudou para a Toro Rosso.

O ex-Manor vai tentar colocar ordem em Faenza.

Por fim.

O Tordo diz que a ideia na Scuderia Italiana, por enquanto, ainda é manter
Raikkonen mais um ano.

Grosjean permanece como a primeira opção para o lugar de Kimi.














quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pequenas Passagens





























Curioso como os patrocinadores da Fórmula 1 revelam histórias.

Conseguimos detectar movimentos estratégicos, experiências e os primeiros sinais
de grandes projetos apenas olhando fotos do passado recente da categoria máxima
do automobilismo.

Selecionei algumas imagens.

Na primeira, de cima para baixo, podemos ver a Subaru com o nome estampado na
carenagem da Coloni.

Era o início dos anos 90.

A pequena escuderia italiana estava quase morta no final de 1989.

Então a Subaru chegou como o raiar de um novo dia.

A montadora japonesa assumiu o controle da equipe (e das dívidas) e ainda
trouxe um motor que prometia ser competitivo.

Ilusão pura.

A máquina oriental era um lixo e antes do meio da temporada a Subaru já havia
devolvido suas ações para Enzo Coloni.

Destruída, a Coloni sobreviveu por mais uma temporada com somente seis pessoas
e um carro baseado num projeto estudantil.

Ainda em 1991, Enzo Coloni vendeu sua equipe para um aventureiro.

Nascia assim a lendária Andre Moda.

Na segunda imagem temos a Martini em destaque.

A marca de bebidas patrocinou a Ferrari por duas temporadas (2007/2008).

Um retorno depois da Brabham e Lotus nos anos 70.

Talvez uma experiência que trouxe a conclusão que era necessário uma exposição
maior para obter o retorno ideal.

A terceira foto mostra a Minardi de 2003.

Destacando a marca da Gazprom.

A poderosa estatal russa que domina o fornecimento de gás da Europa.

As palavras oficiais da empresa (de 13 anos atrás) não deixam dúvidas.

"A Fórmula Um é, sem dúvida, o auge do motorsport. O aparecimento de uma
bandeira russa no mundo lendário e de alto perfil desta categoria vai dar a Rússia
um imenso prestígio e abrir oportunidades significativas para os jovens pilotos do
nosso grande país."

Verdade.

E também um Grande Prêmio em Sochi!

Na quarta, e última, imagem surge a cervejaria Kingfisher na pele da
Benetton.

Isso mesmo.

Em 1996, Flavio Briatore fez Vijay Mallya sentir o gostinho das vaidades da F1.

Quem imaginaria, naquela época, que a Índia acolheria uma etapa e ainda contaria
com um time no circo?

Coincidência?

Pois fique sabendo que já em 1997 Bernie Ecclestone abriu tratativas para que a
Fórmula 1 fosse para o país.

Começou com uma conversa sobre uma corrida de rua em Calcutá.

(mas se o governo construísse um circuito, seria bem melhor)

Daí para o cartão de Hermann Tilke ter chegado até as autoridades locais deve
ter sido um pulo!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Opções - Villeneuve e Massa



























Interessante pedaço da história.

Jacques Villeneuve revelou outro dia que recebeu uma oferta da McLaren através
de Adrian Newey após seu título mundial de 1997.

Mas houve outras sondagens.

Na metade do ano 2000, Ron Dennis voltou a carga sobre o piloto canadense.

A conversa era para o ano seguinte, 2001.

Mas nada foi escrito no papel.

Já com a Renault a coisa foi diferente.

Flavio Briatore já havia procurado o filho de Gilles em nome dos franceses.

Briatote estava autorizado a oferecer trinta milhões de dólares por três anos
de contrato.

Villeneuve chegou a colocar condições para aceitar o trato.

Sendo uma delas ter Giancarlo Fisichella como companheiro.

A coisa ficou muito próxima de se concretizar.

Entretanto Craig Pollock (seu sócio na BAR) o convenceu a permanecer
com um salário maior que o oferecido por Briatore e a Renault, claro.

Durante a temporada de 2001, Ron Dennis tentou convencer a Mercedes
sobre trazer Villeneuve para Woking.

Mercedes?

Sim.

Explico.

A Mercedes sempre bancou os pilotos da McLaren durante o período em
que forneceu motores para a escuderia inglesa.

Mas a pedida de Jacques foi muito alta para os alemães.

Quase vinte milhões de dólares anuais (salário da BAR na época).

A ideia da Mercedes era apostar num piloto mais jovem criando um vínculo
mais duradouro.

Seguindo este pensamento, o dinheiro se moveu para que a McLaren retirasse
a jovem promessa Kimi Raikkonen da Sauber.

Peter Sauber embolsou mais de vinte milhões de dólares para liberar seu prodígio
e Kimi acertou um salário de pouco menos de dez milhões de dólares anuais.

Todos ficaram felizes.

Percebeu que Jacques Villeneuve não correu pela Renault e pela McLaren naqueles
tempos por causa de grana?

Simples.

Diferente do caso de Felipe Massa.

Piloto que dá a entender que nunca recusou nada por conta de dinheiro.

Aqui o motivo é a sedução do vermelho Ferrari.

O brasileiro recebeu duas sondagens que poderiam ter mudado sua trajetória na
Fórmula 1.

A primeira se deu em 2007.

A Red Bull procurava um líder.

Suas buscas se concentraram em uma seleta lista de pilotos.

Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Robert Kubica e Felipe Massa.

Tá.

Massa não trocaria a Scuderia Italiana por aquilo, né?

(lembre-se que estamos em 2007!)

Hamilton não passou de uma conversa.

Kubica eu não sei até onde foi.

E para Alonso foi oferecido um caminhão de dinheiro.

Que foi recusado.

(mesmo desfecho da proposta da Red Bull para Schumacher um ano antes...)

Voltemos a Massa.

A segunda chance de mudança se deu no início de 2009.

A McLaren queria dois pilotos fortes.

Massa foi o alvo de Ron Dennis para substituir o fraco Heikki Kovalainen.

A dupla que brigou até a última corrida de 2008 poderia ter alinhado junta
em 2010 na McLaren!

Massa era um boa opção e, melhor, mais barata que Raikkonen.

Como o brasileiro tinha a expectativa da renovação com a Ferrari, descartou
uma mudança para Woking.

Pouco tempo depois (naquela mesma temporada) veio a molada e o resto
todo mundo já sabe.

OK.

Mas vai saber o que poderia ter sido...






















terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Rascunho Cavuca
















Vermelha e branca??

Por que não?

Atualmente a Honda é a maior patrocinadora de uma equipe de Fórmula 1.

Mas isso é uma questão menor.

A principal é o motor.

O desempenho deste poderá decidir o destino de Fernando Alonso.

Stephen Fitzpatrick (Manor) tem viagem marcada para Indonésia nesta semana.

Vai decidir de uma vez por todas se Rio Haryanto será ou não piloto de sua
equipe.

Para escrever o Rascunho a gente sempre procura algo a mais.

Informações que possam acrescentar e nos ajudar a entender um pouco mais
esse intricado mundo da Fórmula 1.

Cavuca.

Veja por exemplo o caso de Baku.

O Azerbaidjão receberá pela primeira vez a categoria máxima do automobilismo
nesta temporada.

Foi anunciado um contrato de dez anos.

Aí você descobre que na verdade são cinco + cinco.

Os primeiros cinco anos são obrigatórios e sujeitos a multas no caso de quebra
contratual.

Os outros cinco são opcionais.

A taxa anual cobrada pela FOM é de 30 milhões de euros.

Valor que facilmente dobra se pensarmos em todos os custos para realização
de um GP.

Mais?

O país ainda sofre forte influência da Rússia por conta do petróleo.

Vladimir Putin controla o vizinho com mão de ferro.

E suas boas relações com Bernie Ecclestone devem ter facilitado muito a
chegada da F1 por lá.

Mais ainda?

Fique sabendo que Flavio Briatore é o idealizador da corrida de Baku.

Sim.

Interessante como o empresário italiano está perto e longe ao mesmo tempo.

Talvez nunca mais o veremos numa escuderia.

Houve uma última tentativa quando tentou ocupar o lugar deixado por Stefano
Domenicali em 2014.

Um erro.

Mal sabia ele que naquela mesma temporada Alonso estava sendo varrido e
qualquer pedido do asturiano se tornaria irrelevante.

Quanto mais exigências!

Nada (e nem ninguém) atrapalharia a chegada de Sebastian Vettel.

Por fim.

A assinatura de Kevin Magnussen com a Renault ofuscou a saída de outro
piloto dinamarquês.

Marco Sorensen não conseguiu se manter como piloto de reserva ou de
testes depois da mudança Lotus / Renault.

Indignado, ele colocou a boca no mundo.

Entregou que Carmen Jordá chegou a ser 12 segundos mais lenta que ele
nos simuladores de Enstone.

Sem dinheiro (perdeu o patrocínio da Saxo Bank), Sorensen ficou também
sem espaço dentro do time.

Pena.

Se tivesse recursos, com a saída de Maldonado, ele poderia almejar até
mesmo a titularidade.

Coisas da vida!

E Carmen Jordá?

Quais as razões de mantê-la?

São duas.

A primeira é a exposição que a piloto traz por motivos óbvios.

E vou te contar que a Renault está priorizando mais o marketing do que
os títulos.

A segunda é dinheiro.

Carmem (com certeza) traz recursos para a Renault.

A vaga não é gratuita.

Quanto?

Aí que está a parte mais divertida!

Pode deixar que logo a gente descobre.  

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Rascunho Atrasado























O Team Haas.

Com a cabeça de Teddy Mayer e as mãos de Patrick Tambay e Alan Jones.

Coração Ford.

1985.

Estamos naquele período de vácuo.

Entre o final da temporada e o início dos testes de inverno.

As notícias diminuem.

O Blog não vai parar.

Há muito no estoque.

Falta tempo para escrever mais!

Agora foi a vez de Toto Wolff confirmar a informação de que Max Verstappen
está na mira da Mercedes.

Informação conhecida dos leitores deste espaço.

Porém o comandante da Mercedes não vai brigar pela promessa.

Wolff quer que Verstappen resolva com a Red Bull se quer sair ou não.

Você sabia que (antes do veto de Ron Dennis) a Honda disse para a Red Bull
que o preço da sua unidade de força era de 35 milhões de euros?

Falando ainda sobre os energéticos, quem encerrou sua relação com a Red Bull
foi o português Felix da Costa.

Depois de Peugeot e Audi, agora é a vez da Jaguar se juntar à Fórmula E.

A marca inglesa está sendo conduzida pela Williams, que fornece as baterias
para a categoria elétrica.

Outra.

A Mahindra passou a ser controladora do lendário estúdio Pininfarina.

Novos tempos.

Palco da melhor corrida de 2015, o circuito de Hungaroring foi todo reformado.

Colocaram até um asfalto novo.

Navegando dentro do portfólio da Volkswagen, Stefano Domenicali poderá
trocar a Audi pela Lamborghini.

Aldo Costa não quer saber de mudanças no regulamento para 2017.

O desenhista do foguete da Mercedes está mais do que feliz com o Status Quo.

Os acionistas da Aston Martin não estão empolgados com essa tal de Fórmula 1.

Por fim.

Na confusão entre os pilotos da Mercedes em Spa-Francorchamps do ano passado,
Flavio Briatore elaborou uma proposta de troca.

A Ferrari cederia Fernando Alonso para que Lewis Hamilton deixasse a estrela de
prata e rumasse para Maranello.

A própria Scuderia Italiana tratou de matar tal possibilidade.

Em segredo, o acordo com Sebastian Vettel já havia sido concretizado.

Briatore não desistiu.

As insatisfações recentes de Toto Wolff trazem uma nova esperança.

A McLaren não ficaria triste se algo do tipo acontecer.

Apesar das aparências, existem muitos questionamentos sobre o piloto
espanhol.

Possibilidade?

A esperança é a última que morre.

Mas morre.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Mais Noites de Cingapura



Ensaiando?

No aeroporto, horas após a patifaria na prova de Cingapura, um jornalista brincou
sobre como o acidente de Piquet Jr. (cérebro lavado) acabou favorecendo a vitória
de Fernando Alonso.

Insinuações.

Briatore respondeu:

"Impossível!

O filho de Nelson é uma besta.

Se tivéssemos elaborado um  plano, ele nunca seria capaz de executá-lo..."

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Rascunho (e um pouquinho de história!)























Muita história!

Imagem da Eau Rouge.

Apenas dois anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.

A Genni Capital (atual proprietária da Lotus) pretende vender o controle da equipe
para a Renault.

Porém o grupo de investimento deseja ficar ainda com uma parte da escuderia.

A Grand Prix Drivers Association (GPDA) colocou uma questão em sua pesquisa.

"Por favor, nomeie as primeiras cinco marcas ou empresas que patrocinam corridas,
equipes ou pilotos que vêm à sua mente no universo da F1."

O que deu?

Na ordem: Red Bull, Shell, Marlboro, Martini, Petronas, Santander, Pirelli, Ferrari,
Mercedes e Rolex.

Interessante que a Renault (ou Infiniti) não ficou entre as dez favoritas.

Repare também a força das marcas (Marlboro!!) que apoiam a Scuderia Italiana.

O energético (com dois times e um circuito particular no calendário) parece estar
tendo seu esforço e investimento recompensado, não?

A Williams reclamando que a abordagem da Ferrari sobre Bottas foi muito agressiva.

E que isso desestabilizou o piloto e o time.

Não sei vocês, mas a mim parece uma tentativa de justificar uma bela indenização.

Se alguém quiser comprar a Sauber da foto abaixo (que foi pilotada pela última
vez por Simona de Silvestro num teste em Fiorano), ela está à venda.

Preço?

250.000 dólares.






























A Haas (que em algumas semanas pretende começar a fabricação de suas peças)
está negociando atualmente com 10 pretendentes aos seus cockpits.

Leilão, né?

Por fim uma historinha.

Final da temporada de 1992.

Na Inglaterra, Flavio Briatore faz um convite verbal para Ayrton Senna.

A ideia é contar com a estrela na Benetton pelas duas temporadas seguintes.

Senna (que viu a raposa italiana tratar Piquet como um lixo) pede que a proposta
venha por escrito.

Assim não haveria espaços para brechas.

Briatore nunca retornou.

Sabia que não poderia atender os pedidos de Senna.

Flavio notou logo que a conversa era diferente com aquele ali.

Entretanto (no futuro) não faltariam Piquets no caminho do empresário...























sábado, 1 de agosto de 2015

Rascunho de Férias

























































Imagem da família de Raikkonen na estrada.

Tipo isso.

Férias.

Fábricas fechadas.

Ou quase isso.

Em seu dia de filmagem, a Toro Rosso aproveitou para afinar seu carro
no novo procedimento de largada.

Max Verstappen fez as honras em Ímola.

Enquanto que Sainz continua sem contrato para o ano que vem.

Sabe quem voltou?

Flavio Briatore.

Calma.

Estamos falando de Futebol.

O empresário italiano foi contratado para desenvolver a marca da Sampdoria.

Baku diz que está pronta!

E Monza ainda depende dos humores da FIAT para sobreviver.

O prazo para inscrição de novas equipes na Fórmula 1 foi adiado.

Bernie espera pela Renault e ainda acena com mais de 10 milhões de euros
como sinal de boa vontade.

Renault que manteve reuniões fechadas com a Sauber na Hungria.

Valtteri Bottas anda irritado com tantos rumores sobre sua ida para a Ferrari.

Na Bota, alguns falam que a Scuderia Italiana vai renovar com Raikkonen e
apresentar um novo contrato para o projetista James Allison.

O que está pegando é o valor pedido pela Williams.

O Tordo diz que os vermelhos estão blefando (pois querem Bottas).

E quem dá a palavra final não abriu a boca.

Estamos em agosto.

Não tem nada acontecendo na Fórmula 1!

sábado, 4 de julho de 2015

Rascunho 2017!
























Que trio!

Vou facilitar e dizer o que aconteceu nos capítulos anteriores.

Lawrence Stroll é um bilionário canadense que fez fortuna no ramo do vestuário.

O cara é um apaixonado por corridas.

Tanto que, tempos atrás, adquiriu o circuito de Mont-Tremblant.

Porém suas tentativas de entrar na Fórmula 1 foram frustradas até aqui.

Num passado recente, Stroll abriu negociações com a Sauber, Marussia e Lotus.

E nenhuma delas vingou.

Agora ele volta suas cargas para a Williams.

Stroll tem um filho que é piloto: Lance.

O menino, que faz parte da academia Ferrari e atualmente compete do Europeu
de Fórmula 3, é a maior aposta do pai.

Não é ruim.

Com o ótimo apoio, o garoto (16 anos) tem conseguido bons resultados.

A notícia é que existe um acordo entre Stroll e Frank Williams para 2017.

E muito dinheiro deve estar envolvido.

Não é de agora que, a pedido do próprio Bernie Ecclestone, Stroll ouve conselhos
de Flavio Briatore.

E a raposa italiana deve ter enxergado a oportunidade.

O lugar no time de Grove que está ocupado por Felipe Massa estaria ameaçado?

Sim.

Na TV ouvimos que a escuderia deve confirmar a opção com o brasileiro para 2016.

E que Hulkenberg deverá ser seu companheiro.

Toto Wolff já abriu que Valtteri Bottas está com a conversa com a Ferrari bem
encaminhada.

No entanto Massa não tem nada certo para 2017.

Estaremos atentos.

Falando em Toto Wolff, o dono da Mercedes F1 já olha a necessidade de um
acordo para o caso da (Renault compra) Lotus.

Parece que já foi.

Lotus que está envolvida numa nebulosa operação financeira.

Daqui a pouco estoura.

Por fim.

Pace puxa a fila.












sexta-feira, 29 de maio de 2015

Rascunho Moeda




















A teoria de Flavio Briatore faz sentido.

Ela diz que a Ferrari se tornou a segunda força da Fórmula 1 graças ao pior
desempenho de Williams e Red Bull.

O empresário italiano baseia sua ideia em duas premissas.

A primeira. já citada acima, diz respeito aos adversários.

A segunda surge ao comparar os tempos que separaram a Scuderia Italiana
da Mercedes em Barcelona (nesta e na temporada passada).

Pois mostram números semelhantes.

A mesma coisa na classificação em Mônaco.

A vitória de Vettel ele explica como sorte (pelo erro tático dos alemães).

Briatore está assim defendendo Fernando Alonso.

São bons argumentos.

Porém posso confirmar (como disse em outro post sobre os motores) que os
italianos evoluíram sim.

E que os erros da Mercedes são causados pela necessidade de montar estratégias
perfeitas.

Coisa que não acontecia na temporada passada dada a superioridade gritante.

Em 2015 existe um adversário, ele é vermelho e está empolgado.

O motor é melhor.

E para brigar pelo título os italianos já perceberam que precisarão de algo novo
para alcançar o ideal aerodinâmico.

Empolgados?

Sim, mas para 2016.

Complicada a história da Renault adquirir uma equipe.

As opções parecem limitadas entre Toro Rosso e Lotus.

A segunda, por conta do preço, poderá ser um negócio mais fácil.

A FIA deixou aberta até o dia 30 de junho a possibilidade para que interessados
possam inscrever novas escuderias para o circo da Fórmula 1.

Sobre isso vale uma observação e dois boatos.

Equipes podem estar trocando de mãos.

A Honda estaria bancado um novo time.

E a francesa Art Team desembarcaria na categoria máxima do automobilismo.

Com presença na GP2 (hoje com Vandoorne - McLaren - e o japonês Matsushita),
GP3 e DTM, o time que já contou com nomes como Bianchi, Maldonado, Hulkenberg,
Grosjean, Nico Rosberg e Lewis Hamilton, parece sonhar novamente em subir o mais
alto degrau.

Novamente porque já houve tratativas no passado para entrar na Fórmula 1 (em 2010)
com o apoio da Toyota e Michelin.

Por fim.

Quem sabe não esse seja isso que falte para Fernando Alonso?

O grande segredo de Vettel!

A moeda que o piloto alemão carrega sempre em sua sapatilha direita.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Rascunho Fiel


























Todo final de ano é a mesma coisa.

Surge a pergunta.

Pra onde vai o Blog?

Nesta época a gente estaciona e pensa o que fazer.

Houve tempos onde existiam mais fotos, biografias e até as notinhas eram
organizadas no Up to Date.

As fotos ainda existem.

Milhares no computador.

Quase nem pesquiso mais.

As histórias podem voltar.

Dependem dos personagens.

E o confuso (admito) Rascunho matou seu polido antecessor

Mudanças para 2015?

México, Coréia (?), superlicença e o fim dos comentários anônimos.

Sem identificação? Nem um nome no final da mensagem?

Direto pro lixo.

Meu sentimento por este espaço se torna diferente a cada ano que passa.

Parece a relação de Lewis Hamilton com a McLaren.

Aqui há mais confiança e fidelidade.

Nada contra o inglês que assinou uma opção de segurança com Ron
Dennis no início da temporada.

E a desfez durante as festas de verão europeias, quando estava certo
do foguete que tinha nas mãos.

Nada pessoal, só negócios.

Fidelidade.

Assim é a relação de Fernando Alonso com Flavio Briatore.

O espanhol tenta empurrar seu conselheiro para dentro da McLaren.

Pobre Ron...

Seria interessante ver Ferdi (Hulkenberg,Button,Vergne e Chilton) no
Endurance?

Fidelidade é uma palavra forte demais.

Depois de perder a Unilever, agora é a empresa de tecnologia Avanade que
ruma também para a Williams.

Um rombo para a Lotus.

Nada que não possa ficar pior.

Já que (depois de sua viagem para a Dinamarca) a instituição financeira
Saxo Bank pode ter deixado seus papéis dentro da mala de Ron Dennis
para que ele os leve para Woking.

Estão pilhando com força o forte de Estone.

Fidelidade é tudo!

Adrian Sutil tinha um contrato.

Por isso vai aos tribunais.

As pequenas escuderias tinham esperança.

Por isso jogam pesado (com informações) nos bastidores.

Por fim.

Foram 300 km em Fiorano.

E 30 minutos com o presidente.

(tudo que Ross Brawn queria para voltar: um canal direto com quem manda)

O ar está mais leve na Scuderia Italiana.

Apesar do otimismo, todos já sabem que 2015 não será fácil para os vermelhos.

Sem problema.

Nada que o tempo não resolva.

Muita esperança de dias melhores.

Pois a fidelidade dentro do cockpit já foi renovada.