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quinta-feira, 14 de novembro de 2019
Pequenas Passagens
Certas coisas são difíceis de esquecer.
Ainda mais se as mesmas alteram toda uma vida.
Interlagos.
2008.
A última etapa daquela temporada segue sendo uma ferida aberta.
Para a torcida brasileira.
Para a torcida italiana.
Para a Ferrari.
E, principalmente, para Felipe Massa.
Um título que poderia ter mudado a carreira do piloto brasileiro.
Porque pertencer a galeria dos nobres faz toda a diferença.
Massa ao relembrar aquele ano tem mais mágoa por Singapura e o
escândalo do muro do que qualquer outra coisa.
Mas a corrida no Brasil teve requintes de crueldade.
E sempre traz dúvidas sobre a última volta.
Massa cruzou a linha de chegada como campeão.
Lewis Hamilton precisava de forma desesperada ganhar uma posição
para mudar a história.
Aparece então o personagem de Timo Glock.
O alemão abre sua derradeira volta se arrastando na pista.
Fez um giro horroroso.
Olhando a câmera on board nos passa a impressão de estar passeando.
Ele conseguiu ser cerca de vinte segundos pior do que em sua volta
anterior.
Vinte!
Por consequência disso foi ultrapassado por Sebastian Vettel, Hamilton
e mais três retardatários.
Dessa maneira Lewis alcançou seu primeiro título.
Deixando Massa com um amargo segundo lugar.
As dúvidas.
Apesar da situação (asfalto molhado, pneu desgastado), o giro de Glock
não poderia ter sido melhor?
Houve desinteresse por parte do alemão da Toyota?
Perder tanto tempo em relação a volta anterior não levantaria uma suspeita
válida?
Perguntas.
Entretanto temos um dado crucial e extremamente relevante.
Quando comparamos o desempenho de Glock com seu companheiro Jarno
Trulli.
Já que ambos estavam em condições praticamente iguais.
E surge a surpresa.
Ao olharmos o tempo de Trulli na volta final todas as questões são respondidas.
As pessoas acham a verdade bonita, mas ninguém gosta muito dela.
Os tempos dos dois pilotos da Toyota não são parecidos.
São idênticos.
Até mesmo nos milésimos!
E, como sabemos, os números contam sempre a verdade.
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Humberto Corradi
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09:11
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terça-feira, 8 de maio de 2018
Mercado e uma ou outra coisa
Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.
A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.
Nada contra o Endurance.
Muito menos contra o grande talento do espanhol.
Mas estava tudo errado.
Coadjuvantes para todos os lados.
Dividindo os carros com figuras obscuras.
A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.
Só.
Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.
Todo mundo sabia como iria acabar.
Parte da imprensa espanhola estava histérica.
Pior.
Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.
Ordens são ordens.
E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.
Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.
O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.
Foi um ensaio.
O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.
Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.
Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.
Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.
O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.
Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.
Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.
É clara a sua oposição.
O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.
Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.
Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?
Não.
Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!
Parei.
Não.
Tem mais.
Briatore também pisou na Red Bull.
Daniel Ricciardo não tem espaço.
Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.
Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.
E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.
Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.
Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.
The End.
Parece desespero?
É isso mesmo.
Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.
Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.
Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.
Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.
Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.
Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.
Já Ricciardo não precisa provar mais nada.
Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.
Ah, sim.
A Renault não foi procurada.
E também não pensa em Alonso.
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Humberto Corradi
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21:23
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sexta-feira, 31 de março de 2017
Reservas
Outro dia estava olhando algumas listas antigas de pilotos da Fórmula 1.
É curioso ver quem eram os pilotos reservas e os de testes de algumas equipes.
Uns se tornaram logo titulares.
Outros foram brilhar em outras categorias.
Destaquei alguns nomes interessantes.
Vamos lá!
2002
Ryan Briscoe aparece na lista da Toyota e um tal de Fernando Alonso, após sua
passagem pela Minardi, está nas fileiras da Mild Seven Renault.
O espanhol era o reserva de Jarno Trulli e Jenson Button.
2003
O chinês Ho-Pin Tung, vencedor da versão asiática da Formula BMW,
como premiação arruma um teste pela Williams.
Quase 10 anos antes do Ma Qing Hua (Caterham).
Naquele ano chama atenção a turma verde e amarela entre os suplentes
e testadores.
Felipe Massa (Ferrari), Antonio Pizzonia e Ricardo Sperafico (Williams)
e o Ricardo Zonta (Toyota).
2004
Scott Dixon, aquele mesmo da Indy, deu o ar da graça na Williams fazendo
uma figura.
2005
Ainda durante sua parceria com os motores alemães, a Williams faz o favor
de apresentar Sebastian Vettel e Nico Rosberg ao mundo da Fórmula 1.
2006
O piloto venezuelano Ernesto Viso e Adrian Sutil foram parar na Spyker.
Neste mesmo ano, o nome de Lewis Hamilton aparece pela primeira vez
na McLaren.
2007
Ricardo Zonta e Nelsinho Piquet formam a dupla brasileira de reservas da
Renault.
Mike Conway (Honda) Kamui Kabayashi (Toyota) e Giedo van der Garde
(Spyker) também estão nas listas daquela época.
2008
Na temporada vencida por Hamilton, Romain Grosjean e Lucas di Grassi
brigam por um espaço na Renault.
Nico Hulkenberg aparece na Williams.
2009
Paul di Resta inicia sua ligação com a Force India.
2010
Aqui a coisa pega, pelo menos na quantidade.
Muitos nomes conhecidos nessa safra.
Valtteri Bottas nasce na equipe de Frank Williams.
Esteban Gutierrez surge na Sauber e Luiz Razia na Virgin.
Daniel Ricciardo começa sua escalada na Toro Rosso.
Ho-Ping Tung, aquele chinês de 2003, reaparece testando pela
Renault.
Sei lá por que...
2011
Os italianos da Ferrari mostram o primeiro fruto de sua academia:
Jules Bianchi.
Enquanto isso, Jean-Éric Vergne tentava marcar seu território na
Toro Rosso
2012
Max Chilton tem seu nome citado pela Marussia.
2013
Heikki Kovalainen e o americano Alexander Rossi aparecem no
banco da Caterham.
E o venezuelano Rodolfo Gonzalez tinha esperança de seguir os
passos de Maldonado.
2014
Felipe Nasr e Susie Wolff eram os nomes na Williams caso houvesse
algum problema com a dupla Massa / Bottas.
Um menino chamado Max Verstappen é o reserva da Toro Rosso.
Esteban Ocon estva no banco da Lotus-Renault.
Alexander Rossi vagueia entre a Caterham e Marussia.
Giedo van der Garde (que traria problemas jurídicos) e Sergey Sirotkin
(que anos depois se juntaria a Renault) têm seus nomes relacionados pela
Sauber.
2015
Aparece Jolyon Palmer como reserva da Lotus-Mercedes.
2016
O mexicano Alfonso Celis Jr. inicia um programa com a Force India.
Jordan King (com altas expectativas de titularidade no ano seguinte)
fica vinculado com a Marussia.
Esteban Ocon e o russo Sergey Sirotkin esfregam as mãos na Renault.
Porém o destino traria surpresas...
E aí?
Lembrou de mais algum personagem interessante?
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Humberto Corradi
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11:00
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
Timo
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Humberto Corradi
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terça-feira, 17 de março de 2015
Rascunho Menos Um
Volantes da Red Bull.
A primeira e a última versão.
A F1 Team Haas está se movimentando a todo vapor.
A transformação da antiga sede da Marussia está bem adiantada.
Só para lembrar.
A Ferrari deu prioridade para a confiabilidade em sua unidade de força na
Austrália.
Existe uma sobra.
Os caros vermelhos podem ser bem mais rápidos.
(não digo a ponto de ameaçar a Mercedes)
Vamos conferir o limite do bólido da Scuderia Italiana em maio na Espanha.
A Red Bull precisa definir seus objetivos.
Continuar na categoria máxima do automobilismo como equipe ou apenas
como patrocinadora.
A primeira opção requer esforço.
Esforço que o time austríaco mostrou que é capaz em sua trajetória vitoriosa.
Já a segunda alternativa é vender seus times e se associar a outra marca
valiosa (Ferrari).
Parece que ainda estão se esforçando.
A busca de um novo parceiro para o fornecimento do motor indica isso.
O Tordo fala que a Toyota foi sondada.
Mas os japoneses disseram não.
Estranho perder Nurburgring.
Você sabe que a Sauber ainda está com o elefante na sala.
O preço da liberdade é 15 milhões de Euros.
Alto, não?
A Matemática de Van der Garde para chegar ao valor é simples.
Ele tem um cockpit assegurado no time suíço.
Com certeza esse montante é a pedida para garantir outra porta em outra
escuderia da F1.
Só pra você ter uma ideia, a Williams (Martini, Petrobras, Unilever e outros)
alcança 50 milhões de euros com todos os seus patrocinadores.
(PS: o acordo entre a Sauber e Giedo foi sacramentado - 18.03.2015)
A direção da casa garante que a Manor vai rodar na Malásia.
Bernie Ecclestone soltou a bomba.
A Mercedes foi favorecida pela FIA no desenvolvimento de seu motor.
Quem acompanha o Blog sabe que essa revelaçao é mais uma jogada do chefe
na briga pelo poder.
Por fim.
O motor de Max Verstappen, apesar dos problemas em Albert Park, será o
mesmo na Malásia.
Já a unidade de força da McLaren de Kevin Magnussen (leia Fernando Alonso)
deu perda total.
O espanhol agora conta com apenas 3 motores até o fim da temporada.
Por acaso, Ferdi estará nesta quarta-feira em woking.
Trabalho no simulador.
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Humberto Corradi
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23:32
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Rascunho Claro
A felicidade é inegável.
Dias românticos (retornaram???) na Fórmula 1.
Acho que que pode ser isso.
Até aqui a Lotus aguentou bem as batidas da FIA no crash-test.
Mudaram os donos de Nurburgring.
E mudou a conversa.
Bernie Ecclestone não gostou e (a surpresa e desprevenida!) Hockenheim está
de volta.
Falando em circuitos, com o novo plano de urbanização, Mônaco (!) deverá ter
seu traçado alterado nos próximos anos.
McLaren (depois de encerradas as conversas com a Telefonica) deverá vir lisa
novamente.
Mais mídia para a Honda.
Ainda sobre o pessoal de Woking.
Antes de ter seu acordo renovado, ao buscar alternativas, Jenson Button abriu
conversas com a Williams e com a Lotus.
Apenas a segunda opção ofereceu um contrato.
Nada perto (compreensível, dada a condição da Casa de Estone) de valores
aceitáveis.
Do outro lado, Ron Dennis ofereceu 6 milhões de salário mais bônus por produtividade.
Baixo.
Button tinha um sinal da Toyota (concorrente da Honda, claro) o apontando para
Le Mans.
O que levou a grande virada.
Os japoneses (da Honda) não queriam ver o piloto nas linhas inimigas.
Assim a parceria foi renovada.
Com 8 milhões de euros de salários mais bônus (melhores que os anteriores).
OK.
Nada perto dos antigos 16 milhões euros.
Fechando dessa maneira a porta para o promissor Magnussen.
(e seus números extraordinários)
Olhando agora, me parece que faltou um "empresário" para Kevin poder continuar
no jogo.
Ou, se preferir, não basta ser bom jogador, é preciso conhecer bem as regras.
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Humberto Corradi
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11:02
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domingo, 19 de janeiro de 2014
Ventania
Curiosidade.
Nas imagens acima vemos alguns dos mais requisitados túneis de vento da Europa.
De cima para baixo.
O da Toyota, queridinho das equipes da Fórmula 1, instalado em Colônia na Alemanha.
Depois o da Universidade de Southampton, muito utilizado pela Red Bull.
Apesar da equipe dos energéticos possuir um só seu, e excelente por sinal.
Por último o da Dallara, que anda requisitado por conta dos experimentos aerodinâmicos
da Porsche que se prepara para seu retorno às 24 horas de Le Mans.
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Humberto Corradi
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18:34
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terça-feira, 21 de maio de 2013
Up to Date
Bom dia a todos.
Bom Negócio
Os boatos sobre a BMW e a Toyota retornando à Fórmula 1 na nova Era Turbo
possuem uma raiz em comum.
Os custos.
Nunca a categoria foi tão barata para as montadoras.
Pode esperar que outros nomes aparecerão.
Para Investidores
A SporsPro, que avalia o potencial de marketing de um atleta, colocou quatro pilotos
na lista dos 50 mais promissores dos próximos 3 anos.
Interessante os nomes.
Lewis Hamilton, Sebastian Vettel, Sérgio Perez e... Robert Kubica!
Made in USA
Bernie Ecclestone está pronto para adquirir o controle sobre o circuito de New
Jersey.
O plano para a Fórmula 1 nos Estados Unidos é audacioso.
Bernie pretende colocar três etapas do calendário em terras ianques.
Austin, New Jersey e Los Angeles.
Cobrindo assim todas as regiões do país.
Mais.
Nos bastidores costura um acordo no qual a família France (Nascar) assumiria
a organização das provas.
A Indy que se cuide...
El Camiño
Ao apoiar a McLaren substituindo a Vodafone, e se ainda continuar a investir
na Sauber, a TelMex se tornará uma das maiores patrocinadoras da Fórmula 1.
Não faltará lugar para os apadrinhados de Carlos Slim...
Xadrez dos Motores
Em Monte Carlo, a Toro Rosso deverá anunciar oficialmente sua parceria a partir
de 2014 com a Renault.
Lello
Dica.
Olho em Rafaelle Marciello.
O piloto, destaque da Academia da Ferrari, vem obtendo ótimos resultados na F3
européia.
Na foto: F1 na América.
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Humberto Corradi
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10:13
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sábado, 20 de abril de 2013
Up to Date
Bom dia a todos.
Só umas notinhas.
Made in Japan
Parece que os japoneses estão empolgados com o retorno dos motores turbos
à Fórmula 1.
Além da Honda, outra montadora animada é a Toyota.
Pilha
Velha raposa.
Niki Lauda, tentando tumultuar o ambiente da Red Bull, coloca lenha na fogueira
sobre a possibilidade da contratação de Kimi Raikkonen.
Enquanto isso a Red Bull cozinha Mark Webber.
O australiano quer ficar.
A equipe não vai decidir nada antes de agosto.
As opções no mercado estão sendo estudadas.
Na foto: Rosberg contraria Ross Brawn...
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Humberto Corradi
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11:18
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Ventos
Hoje a Marussia e a Caterham apresentaram seus carros para 2013.
A Caterham pensando em 2014.
Já a Marussia...
Sem Luiz Razia.
E sem muitas esperanças no campeonato.
Enquanto a equipe usa o túnel de vento da McLaren para desenvolver seu bólido,
a própria McLaren, assim como a Ferrari, utiliza o da Toyota na Alemanha.
Entendeu?
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Humberto Corradi
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16:49
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
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Bom dia a todos.
Analisando
Gian Carlo Minardi fez uma avaliação outro dia da situação financeira da Formula 1.
Disse que se querem reduzir custos os carros da categoria devem ser menos sofisticados,
com menos eletrônica e aerodinâmica.
Outra coisa dita por ele foi a importância de favorecer o desenvolvimento de mais soluções
que possam chegar até os carros de rua.
O homem que deu as primeiras oportunidades a Fernando Alonso e Alessandro Zanardi
também destacou que a redução no número de testes não trouxe uma economia real já que
os recursos acabaram sendo investidos na simulação.
Dupla
Toyota e BMW cada vez mais juntas.
Lançam um esportivo numa parceria ao final deste ano.
Viva
Marussia firmou acordo com Bernie Ecclestone.
Mais dinheiro para a equipe.
Mulher
Sabe quem vai experimentar primeiro a nova Williams?
Ela mesma: Susie Wolff!
Fará testes aerodinâmicos na pista de Idiada.
Na foto: uma mulher de volta ao grid 2014?
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Humberto Corradi
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09:10
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sábado, 10 de novembro de 2012
Up to date
Bom dia a todos.
Preparação
A Ferrari está em Idiada novamente.
Testa hoje e amanhã.
Os últimos da temporada.
O foco é dar uma chance para Alonso largar na frente de Vettel em Austin.
James Bond
Parece que a Aston Martin está sendo vendida.
A Toyota é a principal interessada.
Fumaça?
Pode não ser nada.
Mas dizem que a Marussia não quer assinar o Pacto de Concórdia.
O acordo que rege as relações entre as equipes de Fórmula 1,
a FOM e a FIA.
Nas fotos: testes. Patrese.
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Humberto Corradi
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10:26
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Toyota
Os japoneses da Toyota em ação.
Mais acima, de helicóptero, o Toyopet Crown.
O modelo que em 1957 a montadora escolheu para entrar no mercado americano.
E logo abaixo, dez anos depois, os testes do Toyota 2000 GT de 1967.
Tudo isso algumas décadas depois de terem tomado duas bombas atômicas na cara.
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Humberto Corradi
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14:39
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Propaganda
Aprovado por: Spectreman, Jaspion, Ultraman, National Kid e Power Rangers.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
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Humberto Corradi
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19:21
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