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sábado, 8 de maio de 2021

Adaptação















Quem acompanha o Blog ou nossos comentários no twitter há mais tempo sabe que muitas vezes pedimos calma nos julgamentos.

Pois o primeiro impulso pode trazer uma visão turva.

E isso é bem comum na Fórmula 1 entre os milhares de fãs.

Calma.

Até porque a categoria máxima do automobilismo, apesar de sua absurda velocidade, é mais do que tudo calma.

Ou você acha que um afobado conseguiria ficar naquele invólucro apertado colocando o pneu no mesmo lugar nas curvas de forma repetida?

E sem direito a erros.

Tudo isso para tratarmos do assunto deste post.

Adaptação.

Que, segundo o dicionário, é o ajuste de uma coisa a outra.

No nosso caso, o ajuste de um piloto a sua nova equipe.

E ainda, a chegada de um estreante na F1.

O tempo tem mostrado que existe um período necessário de adaptação.

De ajuste.

Vamos exemplificar.

Lewis Hamilton desembarcou na Fórmula 1 em 2007.

Ao lado do já duas vezes campeão, Fernando Alonso.

Difícil, não?

Mas houve uma cuidadosa preparação para que o piloto inglês sentisse o mínimo no impacto da mudança da GP2.

Hamilton executou um programa brutal com a McLaren.

Testes e mais testes.

Na época podia.

Lewis rodou o equivalente a 24 GPs nas mais diversas pistas durante seis meses em 2006.

Por pouco Sebastian Vettel não faturou o título de 2009.

Acho que duas coisas pesaram também para que Button vencesse.

A primeira briga de verdade da Red Bull pelo título.

O que exige um minucioso planejamento.

E o fato de Vettel ser um novato no time principal.

Mais experiente, o time do energético passou a colecionar títulos nos anos seguinte com seu piloto mais ajustado.

Sabendo lidar melhor com os desafios, principalmente em 2010 e 2012.

Penso que o tempo de adaptação pode ser de uma ou duas temporadas.

Dependendo das circunstâncias.

Lembremos de Valtteri Bottas.

Pego no laço pela Mercedes após a saída abrupta de Nico Rosberg.

Foram duas temporadas complicadas.

Depois, mais ajustado, dois vice-campeonatos.

Michael Schumacher fez um retorno para a mesma Mercedes.

E sofreu para se encaixar.

E ainda tendo como referência um subestimado (na época) Rosberg. 

Tenso.

A história parece se repetir na Alpine com Alonso e, o mal avaliado, Esteban Ocon.

Vettel pena na Aston Martin.

Sergio Perez na Red Bull.

Carlos Sainz Jr. na Ferrari.

E Daniel Ricciardo na McLaren.

Todos os citados com momentos impressionantes na Fórmula 1.

Entretanto a coisa exige trabalho.

Repetição.

Pense em Mick Schumacher, Tsunoda e Mazepin.

Ou em alguns erros primários de Russell.

Não se guie por comentaristas afobados.

O tempo é cruel.

Sim.

Porém o tempo não apaga o que o talento já gravou.

Mais.

No caso, o tempo deverá aclarar.

E tende a nos lembrar do que é verdadeiro.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Clipping
























Um Clipping!

Fazia tempo...

Mão

Uma pequena história.

Financeira.

Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.

Eram 34 milhões de euros.

Muito.

A Petronas ajudou.

A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.

6 milhões.

Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.

Perguntar não ofende

Falando nisso.

Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.

Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.

El Dinero

A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.

Briga feia entre a Movistar e a DAZN.

Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.

Os vencimentos?

Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.

Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.

Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.

(provavelmente no capacete)

Vettel e a Mercedes

Assim.

2021.

Toto Wolff diz que o quer:

Hamilton / Russell.

A Daimler (dona da Mercedes) fala em:

Hamilton / Vettel

Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.

Decisão só daqui dois meses.

Quem?

Valtteri Bottas?

Ninguém fala mais nele.

Se ele for campeão em 2020??

Vocês perguntam cada coisa...

Dificuldades Financeiras

A McLaren e a Renault estão fazendo contas.

Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.

Já os franceses contam com o socorro estatal.

Trocas e Mudanças

No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.

O Time dos Energéticos disse não.

Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.

Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.

A Renault entrou na jogada.

Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.

Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.

E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.

No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.

Ricciardo não gostou.

A presença de Esteban Ocon também  lhe deixou incomodado.

A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.

(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)

Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.

Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.

Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.

Dois mais um.

2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).

Salário de 10 milhões de euros.

Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.

E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.

Ah, sim.

E o status de primeiro piloto.

Por Fim

Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).

Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).

OK.

E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?

terça-feira, 12 de maio de 2020

Para onde irá Vettel?



























Um movimento de mercado que agita toda a Fórmula 1.

Sebastian Vettel se separa da Ferrari ao final da temporada
de 2020.

A proposta?

Apenas mais um ano de contrato.

Redução salarial.

O piloto escolheu seguir outro caminho.

A razão?

Dinheiro?

Não.

A parte financeira poderia ser solucionada.

O curto período do acordo proposto pela Scuderia Italiana
foi o gatilho.

Vettel sabe que a Ferrari não vai vencer em apenas um ano.

2020

Ou dois.

Em 2021.

Necessita de mais trabalho.

E sua dedicação ao projeto, os gastos de energia tentando
melhorar a performance do carro, desgastaram sua imagem.

Enquanto que Charles Leclerc voava, se preocupando
apenas com sua pilotagem.

Chamando muita atenção.

Leclerc me lembra Senna...

E para onde vai Sebastian.

Minha visão é que ele deverá retornar para a Red Bull.

Ele é amado ainda por lá.

Marko e Horner pensam num equilíbrio ao lado de
Max Verstappen.

Podendo assim, disputarem novamente os dois títulos.

De pilotos e construtores.

A Honda aprovaria a empreitada.

Uma redução de salário deverá ocorrer.

De 35 milhões de euros anuais para 20.

McLaren? 

Renault??

Seria dar murro em ponta de faca.

E para o seu lugar na Ferrari?

Leonildo aponta Sainz Jr.

Com Ricciardo, Giovinazzi e até Bottas (!) sendo citados.

Ver a Scuderia sem um campeão mundial será estranho.

Mas as opções são estranhas e mirabolantes.

Raikkonen.

(ressuscitar) Alonso.

Ou (desencavar) Rosberg (quem dera!!)

De qualquer forma a notícia do tetra campeão mundial
foi excelente.

Agitou a categoria máxima do automobilismo.

E retornou a mente aquela velha certeza.

A única.

Que tudo vai sempre mudar.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Mercado e uma ou outra coisa






























Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.

A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.

Nada contra o Endurance.

Muito menos contra o grande talento do espanhol.

Mas estava tudo errado.

Coadjuvantes para todos os lados.

Dividindo os carros com figuras obscuras.

A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.

Só.

Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.

Todo mundo sabia como iria acabar.

Parte da imprensa espanhola estava histérica.

Pior.

Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.

Ordens são ordens.

E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.

Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.

O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.

Foi um ensaio.

O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.

Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.

Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.

Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.

O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.

Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.

Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.

É clara a sua oposição.

O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.

Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.

Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?

Não.

Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!

Parei.

Não.

Tem mais.

Briatore também pisou na Red Bull.

Daniel Ricciardo não tem espaço.

Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.

Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.

E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.

Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.

Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.

The End.

Parece desespero?

É isso mesmo.

Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.

Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.

Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.

Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.

Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.

Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.

Já Ricciardo não precisa provar mais nada.

Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.

Ah, sim.

A Renault não foi procurada.

E também não pensa em Alonso.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Contratos, Poderes e Afins


























Tempo faz falta.

E é dinheiro.

Realmente.

Queria ter mais para escrever no Blog.

Falando nisso.

Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.

Casamento inabalável.

As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.

O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.

O novo acordo deverá ir até 2020.

A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.

Um pouco menos.

Um fixo mais premiação por vitórias.

(proposta de Toto Wolff)

Ou um fixo mais bônus por título mundial.

Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.

Amplamente divulgado no paddock.

Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.

Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.

Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.

E deixou o tempo passar.

(é dinheiro, lembra?)

A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.

Entretanto duas coisas aconteceram.

A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.

E a saída abrupta de Nico Rosberg.

Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.

Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.

O início de 2017 muda o cenário novamente.

Gina se mostra competitiva.

A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.

E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.

Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.

Com cláusulas de saída!

Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.

Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.

Uma situação inusitada.

Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.

Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.

Ficando em casa.

Onde foi criado.

E já conhece tudo e todos.

Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.

Esperto.

Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.

E acho que não estará errando.

Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.

Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dissonia

























Cuidado.

Pois é sempre difícil falar do futuro.

Cenários desenhados costumam mudar.

Acontece.

Mas é impossível deixar passar em branco as movimentações nos bastidores.

A Red Bull sabe que Max Verstappen está no mercado.

Para 2019.

A Ferrari tem tudo para ser seu destino final.

Já há uma proposta em torno de 25 milhões de euros por temporada.

Acordo plurianual.

Formando uma dupla fortíssima com Sebastian Vettel.

Sonho antigo.

Lembro que Maranello tentou ter em sua casa Seb e Fernando Alonso.

O espanhol deveria ficar com Felipe Massa apenas uma temporada...

(lembre que o brasileiro teve seu lugar ameaçado também por Robert Kubica)

Independente de qualquer decisão sobre Max, Vettel segue o plano.

Reconquistar o mundo novamente quatro vezes seguidas.

(2017-20)

Desta vez com a Scuderia Italiana.

Existem outros ruídos vindos de Milton Keynes.

Daniel Ricciardo está sob contrato até 2018.

O time dos energéticos se move para buscar uma alternativa para seu nome.

Assim como Verstappen, o australiano tende a trocar suas cores.

Uma voz me diz para olhar para a McLaren.

Porém o apelo de um time de fábrica deve falar mais alto.

Eu acredito que o cockpit da Renault estará esperando o garoto sorridente.

Como Carlos Sainz Jr. será apenas emprestado para os franceses, retornará
para a Red Bull ocupando uma das vagas.

Tudo isso apenas analisando o plano de fundo que está ainda num rascunho.

Efeito da insone corrida de madrugada?

Pode ser.

Em 2013 foi assim também.

Clique aqui para Lembrar

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Clipping


























Uns anos atrás...

Ferrari

As atualizações feitas pelos italianos nas últimas provas mostraram que houve
uma mudança na liderança da corrida armamentista.

O carro vermelho é melhor hoje.

Além das melhorias aerodinâmicas, o bólido da Scuderia Italiana possui agora
um sistema de refrigeração mais eficiente.

O que significa uma margem maior para ganho de potência.

A equipe parece ter achado também o equilíbrio na suspensão.

Havia dificuldade para achar o acerto ideal.

O que justifica a diferença de performance entre Spa-Francorchamps e Monza.

Vettel está utilizando todas as inovações.

Criadas debaixo de sua tutela para seu estilo de pilotagem, o piloto alemão se
adaptou rapidamente.

Já Kimi Raikkonen encontrou dificuldades.

O preferiu continuar com a suspensão tradicional.

As duas soluções funcionam.

Houve também alteração no centro de gravidade dos carros.

Ao conseguir baixar o centro de gravidade a Ferrari alcança uma melhor
performance.

E os problemas da Malásia?

O tipo de composto utilizado é a causa.

Houve fadiga de material numa mangueira de carbono em ambos os carros.

A FIA autorizou o reforço, sem penalidade, para que melhore a confiabilidade.

Na visão de Sebastian, o título está em aberto pois ele acha que pode vencer
em todas as etapas daqui até o final.

De qualquer forma a Ferrari tem uma boa base para trabalhar em 2018.

É inegável notar que a presença de Vettel alterou os rumos da Scuderia Italiana.

O fato do time entregar Gina ao seu gosto, mostra seu trabalho e influência.

Ao enfrentar os problemas sem desqualificar seus engenheiros e técnicos e sim
reconhecendo o esforço, traz cumplicidade entre as partes.

Perdemos juntos e vencemos juntos.

Uma filosofia que lembra Michael Schumacher.

Trabalho incessante.

Época em que a Ferrari podia testar e ocupava quatro circuitos ao mesmo tempo
para cavar décimos de segundos.

E colecionar vitórias.

Red Bull e Renault

Max Verstappen venceu.

O time dos energéticos colocou a conquista na conta da aerodinâmica.

Parece que o carro se move sem qualquer unidade de força...

Limites

Falando nisso.

Amarrado pelo contrato, Max Verstappen espera por 2018.

No ano que vem a Red Bull precisará cumprir cláusulas de desempenho para
manter o piloto holandês.

Os interessados no passe do jovem estarão atentos.

Poder

A Renault quer estar entre as grandes.

Apesar do ruído das adversárias, o tal Budkowski está indo mesmo para as
fileiras francesas.

A resposta para a insatisfação dos outros?

"Não estamos aqui para fazer amigos."

A empresa também vai alocar mais recursos em seu time de fábrica em 2018.

É a Renault entornando dinheiro na Fórmula 1.

Cadeiras

A Williams vai testar Robert Kubica e Paul di Resta.

Felipe Massa ainda é favorito para a vaga.

(as fontes dizem que a família Stroll não pode opinar no assunto)

Na Toro Rosso, Franz Tost queria na próxima temporada ceder o lugar de
Daniil Kvyat para Pascal Wehrlein.

(Wehrlein que conta com grande apoio de Toto Wolff na Williams)

Helmut Marko é contra.

Pierre Gasly deverá voltar para a Super Fórmula japonesa e Kvyat poderá
mostrar algum serviço em Austin.

Para não passar em branco.

Há um ruído.

Da Honda com Kubica e Toro Rosso.

O polonês foi muito bem no simulador de Milton Keynes.

Malaias

Valtteri Bottas foi sacrificado duas vezes.

Com o pacote aerodinâmico que não funcionou.

E ainda com a missão de segurar Vettel.

(obrigando o alemão a adiantar seu pit)

Daniel Ricciardo também não foi o mesmo.

Na comparação com Verstappen.

Explico.

O australiano usou o modelo antigo de suspensão e o seu companheiro o novo.

Em Suzuka ambos estarão com equipamentos iguais.

Por Fim

Depois da Caterham, foi a vez do GP da Malásia sumir do calendário.

A China quer outra etapa.

Tudo indica que com o novo acesso ligando a Hong Kong o destino deverá
ser Macau.











quarta-feira, 28 de junho de 2017

Azeris





























Retratos.

Imagens do Azerbaijão.

O castelo que deveria ser conquistado.

Daniel Ricciardo mergulhando na felicidade.

A família cheia de orgulho com Lance Stroll.

E a fronteira.

Ensaio.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Clipping
























O cavalo amarelo.

Uma Nova Escuderia?

Surgiu um forte rumor sobre o aparecimento de uma nova equipe na Fórmula 1.

Sede na Inglaterra (próximo de Renault, Williams, Mercedes...).

E dinheiro chinês.

A base seria o material humano da falecida Manor.

Christian Horner (Red Bull) admitiu que membros de sua escuderia
receberam convites nos últimos dias.

Apesar de muitos interessados, não houve nenhum pedido oficial de licença
para a FIA.

Ou seja, para a próxima temporada seria impossível.

Uma nota.

Você não vai ler nada do que está escrito abaixo em outro lugar.

Se houver um plano sendo elaborado, o motor será Ferrari.

Pois o modelo da Haas, pioneiro e de baixo custo, pode ser considerado
um sucesso.

Outra.

A Scuderia Italiana não se incomodaria em ter outra unidade de força
sua funcionando no grid e fornecendo informações.

Fiquemos de olho.

Não é a Hora

A aventura (ou desventura) da Honda está assustando os aventureiros.

A Hyundai estava estudando uma abordagem mais forte no automobilismo.

Entenda F1.

Recuou.

Vai ficar apenas no TCR (turismo).

Preto no Branco

A Red Bull tratou de esclarecer o vínculo com seus principais pilotos.

Pra não deixar dúvidas.

Daniel Ricciardo tem acordo até o final de 2018 com opção automática.

Max Verstappen vai ainda mais além com cláusulas bem mais rígidas.

Carlos Sainz Jr. também possui vínculos fortes.

Helmut Marko joga ainda mais luz sobre o assunto.

Os contratos são longos e somente nós (Red Bull) podemos rompê-los.

Proteção Dupla

A Ferrari não hesitou em se oferecer para testar a nova proteção para
os pilotos.

Aquela que foi denominada escudo.

Nós devemos ver o apetrecho no carro vermelho já em Silverstone.

A bondade vem com o desejo de entender primeiro o efeito aerodinâmico
do troço sobre o carro.

Sim.

A irmã de Gina já está sendo planejada.

Williams ou Red Bull?

Se for abandonada pela McLaren, a Honda não deverá ficar sem par
na próxima dança.

Descaminho da Honda

A Honda parece perdida.

Nada dá certo.

Alguns apontam a falta de intercâmbio.

Na Fórmula 1 é importante a divisão do conhecimento.

Isso ocorre ao contratar membros do exército inimigo.

A informação flui.

Exemplos não faltam.

Jock Clear trocou a Mercedes pela Ferrari.

Peter Prodromou saiu da Red Bull e fez morada na McLaren.

Bob Bell trouxe a filosofia da Mercedes para a Renault.

James Allison, que até ontem vestia vermelho, agora recebe ordens
de Toto Wolff.

E saindo do forno, Peter Machin (primeiro nome abaixo de Adrian Newey)
está se mudando para a Renault.

Essas alterações permitem que todos possam se aprimorar.

Melhorar conceitos.

O pensamento é que a Honda tem dificuldade nessa metodologia de trabalho.

Os japoneses tem orgulho de formar seus vencedores.

Pode estar aí a causa do fracasso até aqui?

Boa pergunta.

Mas podemos ir mais além.

Existem sempre dois caminhos para o sucesso.

A história ensina.

O primeiro é a continuidade.

Palavra fortíssima e essencial dentro da categoria máxima do automobilismo.

A Honda abdicou dela.

Ao contrário da Renault.

Os francese nunca tiraram seus olhos completamente da Fórmula 1.

Seja apenas como fornecedora de motores ou com participação em projetos
como Supertec ou Mecachrome.

A continuidade permitiu que a Renault retornasse como equipe na atual
Era Híbrida.

A segunda trilha exige sacrifício.

A Ferrari abriu mão da temporada de 2016 já nos últimos meses de 2015.

Só assim foi possível criar um bólido de primeira linha em 2017.

A Mercedes fez algo semelhante em 2013 ao preparar seu domínio nas
temporadas seguintes.

Lotus, Williams e McLaren já fizeram o mesmo no passado.

Voltemos.

A Honda não fez nem uma coisa e nem outra.

Após deixar a categoria ao final de 2008, não fez questão de preservar
uma unidade de monitoramento visando um retorno competitivo no
futuro.

No alvo!

Ao voltar, encontrou um abismo tecnológico entre ela e suas concorrentes:
Ferrari, Mercedes e Renault.

Pior.

Ao deixar de abrir mão de uma temporada, apostou na modificação de conceito
em sua unidade de força.

Uma eterna metamorfose que busca resultados sem uma devida maturação.

Hoje os japonese estão na sua terceira geração de motores.

Três gerações de unidades de força com diferentes conceitos em três temporadas
seguidas.

Sem resultado.

Com custos que beiram a marca de 1 bilhão de euros (total de três anos).

E um terrível efeito colateral.

O de assustar todo membro da indústria automobilística que pensa em investir
na Fórmula 1.






















domingo, 16 de abril de 2017

Bahrein - 2017

























Rádio.

"Yes guys!

Buona Pasqua, grazie mille, la macchina è stata un piacere oggi!

Woohoo"

Uma vitória maiúscula.

Novamente Sebastian Vettel e sua Ferrari mostraram sua força.

Corrida emocionante.

Ainda durante os treinos livres de sexta-feira a Scuderia Italiana percebeu
que não estava longe de ser vitoriosa no domingo.

Sim.

Houve dificuldades no sábado.

Mas o time italiano já detectou que a resposta está com a Shell para fechar
a lacuna e buscar a primeira pole.

Valtteri Bottas foi brilhante na classificação.

Porém sua corrida foi difícil.

E ter que aturar ordens de equipe quando se sonha com a vitória foi um golpe.

Seu semblante no pódio denunciava.

Conquistou pontos importantes.

Digo, pontos com a Mercedes.

E Bottas pode crescer muito ainda em 2017.

A largada de Vettel foi fundamental.

Quebrar as flechas de prata ao meio era parte do plano.

Depois veio a opressão sobre Valtteri.

Troca.

Não havia tempo a perder.

Vettel ultrapassou Perez, Sainz e Hulkenberg em uma volta!

Safety-Car.

Mercedes nos pits.

Hamilton reconheceu seu erro.

Reduziu para 57 km/h e aumentou de forma brusca para 75 km/h.

E os vermelhos estavam na frente.

O final foi tenso.

Lewis com pneus mais novos tentando como um leão alcançar Seb.

Tenso para os que não sabiam dos dados.

"Eu tinha reserva."

Revela o vencedor.

"Sem preocupação. Ele apenas administrou o final."

Completa Binotto.

"Eles estão muito rápidos. O desafio será difícil."

Afirmou Hamilton.

Os outros?

Foi bom ver Grosjean nos pontos.

Como demora a aquecer os pneus essa Red Bull!

Ricciardo sofreu.

Massa colocou a Williams perto da Force India.

Entretanto ele precisa da ajuda de Stroll.

Alonso continua impressionando com a McLaren nas curvas.

Se continuar assim, Bottas e Raikkonen serão decisivos para definir
o mundial de construtores.

E espero que continue.






quarta-feira, 12 de abril de 2017

Replay

























Nesta temporada ele completa 28 anos.

Pra onde vai Daniel Ricciardo?

Sempre me pergunto.

Inclusive já fiz um ou dois post falando sobre isso.

Pois a herança da Red Bull a cada dia parece pertencer mais a Max Verstappen.

O time do energético ainda patina.

Falta um motor para chamar de seu.

Deverá vir de uma das marcas da Volkswagen (Audi, Bugatti).

Mas não agora.

A Renault não liga.

Está construindo devagar suas conquistas.

Não subestime os franceses.

Eles vão chegar lá.

E o tempo passa rápido.

Falo do ciclo, do período de maturação de um projeto.

Bob Bell (ex-Mercedes) costura as partes.

Ele viu tudo.

Aprendeu como se faz com os alemães.

O segredo da interação na construção de uma máquina.

Bom falar da Mercedes.

Pois a história poderia se repetir.

Um piloto roeu o osso.

Nico Rosberg.

Mas uma estrela foi chamada para brilhar, Michael Schumacher.

Mesmo derrotando seguidamente o maior campeão, havia dúvidas que
o filho de Keke pudesse ser mais do que um coadjuvante.

Então veio Lewis Hamilton.

A dupla se saiu melhor do que o esperado.

E a tal repetição na Renault?

Nico Hulkenberg faz o papel de Rosberg.

Logo haverá a necessidade de uma estrela, quando a brincadeira ficar séria.

Assim como foi o pensamento na Mercedes.

E na McLaren-Honda ao contratar Ferdi.

Ninguém vai derramar milhões de dólares sem contar com uma mão capaz
ao volante.

É imperativo ter alguém para liderar e ter o time ao redor de si.

A lista é curta.

Hamilton, Vettel, Verstappen, Alonso...

Poderia ser Ricciardo, não?

Até porque só pode haver um.

terça-feira, 28 de março de 2017

Clipping




























Imagem feita em Le Mans.

1967.

Motores e Afins

As pessoas, vendo o drama da Honda, questionaram se não teria sido possível
a marca japonesa copiar o modelo da unidade de força da Mercedes que
trabalhava nos carros da McLaren ao invés de adotar um conceito original

A resposta é não.

A relação entre as fabricantes e suas clientes é muito peculiar.

Primeiro que todos os componentes e peças da unidade de força são construídos
dentro das fábricas.

Brixworth (Mercedes), Maranello (Ferrari) e Viry-Chatillon (Renault).

As equipes que resolvem adquirir uma dessas unidades recebem os desenhos
e especificações assim que o projeto para o ano seguinte é concluído.

Nesse instante cada cliente pode então ajustar seus carros para envelopar
o motor.

Repare a vantagem das fabricantes.

Elas constroem seus bólidos numa interação única.

Numa interdependência entre a aerodinâmica e a unidade de força.

Já as clientes fazem na verdade adaptações em seus chassis.

Geralmente as escuderias clientes só recebem suas unidade de força na
pista.

A cada final de semana.

Todos os motores tem o mesmo design (time principal e clientes).

O software que regula as especificações de limite de funcionamento do motor
também é igual para todos.

Isso determina quantas voltas podem ser feitas em cada modo do motor e
define as margens operacionais de segurança.

Interessante que durante um final de semana de GP, a empresa responsável
pelos fluidos e combustível monitora o tempo todo o desempenho tanto da
equipe principal como das clientes.

Centenas de amostras são recolhidas pelos técnicos durante os dias de testes,
qualifying e corrida.

Tudo isso ajuda entender o desgaste do motor e traçar os limites operacionais.

Ao término de cada etapa todas as unidades de força (time principal e clientes)
são inspecionadas e seladas.

Dependendo do tempo elas retornam para a fábrica ou são enviadas para a
próxima sede de GP.

(veja a dificuldade em se tentar roubar um projeto)

A interação entre as informações do time principal e as clientes ajuda a melhorar
o desempenho.

Daí se percebe a importância de se ter clientes.

Mais informação.

Assim a chance de se tomar as melhores decisões aumentam.

Fumaça e Fogo

Durante os testes de Barcelona a Red Bull acusou a Mercedes de usar óleos no
combustível para melhorar o rendimento do motor.

Como as unidades de força da Fórmula 1 funcionam num sistema fechado, a
possibilidade de utilizar óleo como combustível aumentou.

Isso violaria as regras que limitam os produtos químicos que podem ser utilizados
para alimentar os motores.

A Mercedes negou que houvesse feito tal ação.

E Toto Wolff declarou que a Time dos Energéticos estaria vendo fantasmas.

Pois bem.

No paddock de Albert Park ficou claro que a fonte da informação utilizada
pela Red Bull foram técnicos e engenheiros que trocaram a Mercedes por
outras equipes nos últimos anos.

Repare que as fontes estão no plural.

Ninguém mais duvida que a prática era corriqueira na Mercedes durante a
classificação.

Com a denúncia, as diferenças entre os tempos de largada não deverão ser
mais tão gritantes.

Formiga e Cigarra

Niki Lauda sempre teve obsessão pela perfeição em seu trabalho quando
era piloto.

Cuidava do físico numa época em que poucos pensavam nisso.

Perseguia o detalhe.

Não havia vitória sem esforço, sem testar de forma exaustiva.

Ao olhar Kimi Raikkonen na Austrália, o velho homem não se conteve.

"Veja como está comodamente sentado com seus óculos de sol.

Não há uma gota de suor!"



Fiquei com pena do Ricciardo e seus problemas.

Cruel acontecer essas coisas em casa.

Também cortou o coração o abandono de Romain Grosjean.

Fez uma bela classificação (a frente da Williams) e chegaria fácil nos pontos.

Lance Stroll

Calma.

Trocas

A cada dia ferve mais o caldeirão McLaren / Honda.

Não importando as melhorias, algumas vozes importantes já dão o ano
de 2017 como perdido.

Yusuke Hasegawa reconhece a pressão da equipe e dos pilotos.

Um acordo poderia estar sendo costurado.

Veja algumas informações.

Primeira.

A McLaren poderia romper o contrato e indenizar os japoneses.

Com isso a Honda desembarcaria na Sauber.

E a escuderia de Woking novamente utilizaria os motores Mercedes.

Niki Lauda (contra) e Toto Wolff (a favor) parecem ainda discordar.

Segunda.

Force India (conversas mais adiantadas) e Williams (no início ainda) poderiam
trocar a unidade de força da Mercedes pela Honda.

Terceira.

(essa só aqui)

Surpreendentemente, a McLaren já sentou na mesa com a Renault.

Vamos ver o que vai sair desse balaio de gatos.

Colando Cacos

Interessante.

Na Austrália houve uma reaproximação entre Jos Verstappen e Toto Wolff.

Max foi um sonho que acabou para o contrariado chefe da Mercedes.

Nas tratativas, a opção de Verstappen pela Red Bull deixou mágoas.

Como eu disse, interessante.

Ultrapassagens

Na China deverá ser mais fácil, não?





















sábado, 19 de novembro de 2016

Notícias de Woking



















O recorte acima é de um Rascunho daqui mesmo do Blog.

De 30 de setembro de 2015.

Clique aqui para ver o post completo

Pois bem.

Pouco mais de um ano se passou e Ron Dennis deixou o comando da McLaren.

A tentativa de compra através de uma parceria com investidores chineses não
deu certo.

O fundo de investimento do Bahrein, Mumtalakat, e Mansour Ojjeh, que juntos
controlam 75 % das ações da empresa, fizeram valer suas vontades.

Isso explica em parte outras negociações que corriam em paralelo.

A Ferrari fez três propostas diferentes para convencer Eric Boullier a ocupar
o lugar de Maurizio Arrivabene.

Todas recusadas.

Pode ser um indicativo um aumento de poder do francês em Woking com a
saída de Dennis.

Futuro?

Max Verstappen estava nos planos.

Mas sua repentina promoção da Toro Rosso para a Red Bull e os resultados
recentes mostram que seria muito improvável que a turma do energético
pensaria em perder sua joia.

O paddock espera um aumento de atrito entre o holandês e Daniel Ricciardo.

Exemplificando.

A Mercedes que tentou Verstappen no passado vigia agora os passos do piloto
australiano.

Um seguro.

Caso Rosberg confirme o título, dificilmente continuará além de seu contrato
sob o comando de Toto Wolff.

Difícil também é decifrar que piloto comandará a McLaren nos próximos anos.

A permanência de Jenson Button na reserva revela tal insegurança.

Cairia do céu uma temporada avassaladora de Stoffel Vandoorne frente
Fernando Alonso.

Entretanto é complicado para o menino com a retirada da proteção de Ron
Dennis.

No outro lado da sala, a Honda assiste a tudo isso de forma atenta.

Nós também.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Notinhas de Segunda

























Imagem de Valtteri Bottas.

O piloto finlandês declarou seu desejo de estar na Mercedes em 2017.

Com sua carreira sendo gerenciada por Toto Wollf, por que não?

Porque não.

O jornal espanhol Marca também falou da Mercedes.

Só que sobre uma possível movimentação de Fernando Alonso para as flechas
de prata.

E ainda que a McLaren estaria atrapalhando a tal transferência.

Leu as entrelinhas?

Eu ajudo.

Ninguém está contando com a renovação de Nico Rosberg.

Interessante, não?

Já Romain Grosjean abriu seu coração outra vez.

"Sonho com a Ferrari desde eu tinha 8 anos!"

Salários 2016 (em dólar / ano).

Vettel segue sendo o mais bem pago (50 milhões), seguido por Ferdi (40 milhões)
e Hamilton (30 milhões).

A casta dos campeões segue na ordem.

Raikkonen (28 milhões) e Button (13 Milhões).

Nico Rosberg (15 milhões) invadiu o clube dos ricos mesmo sem ter um título.

Depois temos a segunda divisão.

Massa, Hulkenberg, Grosjean e Ricciardo (todos com ganhos em torno de 5 milhões).

O grupo restante é formado pelos pagantes.

Que ajudam no orçamento das escuderias e recebem uma pequena volta.

A exceção são os pilotos da Toro Rosso.

Eles não são pagantes e nem trazem patrocinadores.

Por fim.

Fiquei debruçado todo o final de semana sobre os números da corrida de Mônaco.

O duelo entre o rebento de Felipe Massa e Daniel Ricciardo
foi revelador.

Aproveitando a melhor adaptação aerodinâmica de seu carro, Felipinho largou melhor.

Manteve Ricciardo a uma boa distância e no último stint apenas conservou seu equipamento até a linha de chegada.

Após a derrota o piloto da Red Bull me pareceu desmotivado.

Não sabemos que efeito isso terá em sua carreira.

Preocupante?

Aguardemos.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Ricciardo Move





















Daniel Ricciardo começou a movimentar sua peças.

Foi o segundo da turma.

(quem acompanha o Blog sabe que o primeiro foi um brasileiro !)

Qual turma?

Aquela que após a temporada de 2016 não possui contrato.

Pode deixar que eu recordo os nomes para você.

Kimi Raikkonen, Valtteri Bottas, Felipe Massa, Daniel Ricciardo, Kvyat,
Sergio Perez, Kevin Magnussen, Jolyon Palmer, Carlos Sainz, Nasr,
Marcus Ericsson e Jenson Button.

Apesar da Red Bull ter oferecido uma acordo para três temporadas, o piloto
australiano concordou numa renovação de apenas de um ano.

Ele sabe que se não estiver ligado a uma fabricante, dificilmente haverá
futuro neste modelo atual da F1.

A tal herança, lembra?

Clique aqui

Interessante prestar atenção em suas palavras.

"Você quer estar em um carro vencedor em algum momento e ter uma chance."

No meu entender, existem três caminhos para o aussie.

Permanecer na Red Bull (caso 2016 se revele um bom ano), Renault ou
McLaren-Honda.

Com tantas opções (e pilotos no mercado) fica difícil fazer uma previsão,
não?

sábado, 23 de janeiro de 2016

Rascunho Drama



Hakkinen testando em Jerez.

O preguiçoso.

Atualidades?

Rio Haryanto já possui os recursos.

O piloto indonésio está levando 15 milhões de euros para a Manor.

Os detalhes burocráticos que precisavam ser ultrapassados em seu país
foram vencidos nas últimas horas.

Outro que parece estar com muito dinheiro é Alexander Rossi.

Pascal Wehrlein, apadrinhado da Mercedes, não apresentou tanto dinheiro
(uns 4 milhões de euros) e deve estar fora da briga por um cockpit da Manor.

Uma pena para o atual campeão da DTM.

Pois o menino é muito esforçado e coleciona elogios de Toto Wolff.

Nesse universo de pilotos flutuantes, Kevin Magnussen demonstra muita
confiança por um lugar.

Magnussen é queridinho deste Blog desde os tempos da World Series by
Renault, quando acompanhamos performances memoráveis deste jovem
dinamarquês.

Sei que ele já possui uma opção garantida.

O posto de piloto de testes da Renault.

Inclusive com seu molde de assento pronto.

Ouvi falar também de uma conversa do filho de Jan com a Mercedes para se
tornar reserva imediato de Lewis Hamilton e Nico Rosberg.

(interessante ver Magnussen no meio do furacão, enquanto que Vandoorne
se prepara para seu exílio nas pistas do Japão)

E ainda temos o inglês Will Stevens sonhando com uma vaga.

Não faltam opções para a Manor escolher!

Quem deverá ser anunciado como piloto de testes é o russo Sergei Sirotkin.

Tentei cavar, mas não sei por qual escuderia.

Sauber toda atrasada.

Felipe Nasr e Marcus Ericsson usarão o bólido do ano passado nos primeiros
testes de Barcelona.

Notem a diferença de tratamento.

Enquanto a Sauber patina em problemas,  a Haas, que também usa motor
Ferrari, é só festa!

O novo time coordena seus esforços em quatro bases ao mesmo tempo.

Em Kannapolis (nos Estados Unidos), as peças de metal estão sendo todas
fabricadas.

Em Varano (Itália), a Dallara começa a montar o carro que aguarda partes
que virão diretamente de Maranello.

Pelo o que o Tordo me disse, o motor, a transmissão, a suspensão e a direção
estarão a disposição para montagem no dia 7 de fevereiro.

Sem falar que todos os equipamentos técnicos de pit wall e box sairão de
Banbury, antiga sede da Marussia que foi adquirida pela Haas.

A nova equipe está viva e pulsante!

Alguém ouviu alguma coisa sobre McLaren e a espanhola Movistar?

Conversa sobre patrocínio master.

O novo carro de Alonso e Button?

Não tem como ser pior que a temporada passada, né?

Daniel Ricciardo entregou que a Red Bull vetou sua participação nas 24 horas
de Le Mans no ano passado.

O tradicional Circuito de Monza estuda uma mudança em seu traçado.

Sergio Marchionne pressiona Bernie Ecclestone para que aceite a chegada
da Alfa Romeo.

Bernie refuta a ideia porque Marchionne quer um bônus de fabricante para
a Alfa assim como aquele que a Renault receberá nesta temporada.

Um jogo de xadrez.

Seria a lance final para que as fábricas alcancem o poder absoluto dentro
da Fórmula 1.

E um convite para o desembarque do restante da indústria na categoria
máxima do automobilismo.

Ditando as regras e tomando-a de assalto de uma vez por todas.

Vai vendo.

Ainda sobre a Ferrari, cabe um notinha.

A Williams será o termômetro nos testes de Barcelona.

Se a Scuderia Italiana estiver muito à frente, OK.

Atrás?

Drama!

Por fim.

A garagem de Sebastian Vettel.

Porsche 911 GT2 RS, Ferrari LaFerrari, Ferrari F40, Ferrari 430, BMW 320,
Fiat 500 Abarth, Mercedes SL65 AMG, Infiniti FX (série Vettel ), Bmw X3 e
um Volkswagen T5 (velho).























sábado, 10 de outubro de 2015

Ricciardo e a Herança





















Daniel Ricciardo.

A frase.

"Acho que a Renault é uma das melhores opções para a Red Bull em 2016."

Este piloto australiano é uma figura interessante.

Um ótimo piloto em 2014.

Um bom piloto em 2015.

Mudaram as condições.

E Ricciardo parece ter sentido dificuldades.

O parâmetro é seu companheiro Daniil Kvyat.

Os dois se engalfinharam até aqui com bastante equilíbrio.

Depois da temporada passada, não era o que esperávamos.

Acho que o carro fez diferença.

Talvez o modo de condução de Ricciardo não tenha se adaptado ao projeto
do RB11.

Fato é que o piloto tem tido uma temporada apagada.

Não cobro vitórias.

Mas performance.

De tirar o melhor do bólido dado pela equipe.

McLaren?

Ayrton Senna encantou o mundo mesmo quando estava de Toleman e Lotus.

Fazendo o melhor com um equipamento inferior.

Ricciardo não é Senna.

Pertence a linhagem de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e, se quiser um exemplo
mais recente, Jenson Button.

Pilotos de repetição.

Irritantes.

Que volta após volta colocam o carro na mesma posição na curva.

Mais.

As coisas estão dando errado para Ricciardo em 2015.

Estamos agora nos bastidores.

Ele está visivelmente preocupado com seu futuro.

A frase que está nas primeiras linhas deste texto entregam.

Ele está fora da herança.

Vettel tem a Ferrari.

Hamilton tem a Mercedes.

Alonso (bem ou mal) tem a Honda.

Ricciardo tenta se agarrar a esperança da Renault.

Entretanto vemos o movimento de Grosjean para a Haas.

(indo para a linha sucessória da Scuderia Italiana)

Fugindo do motor francês.

Existe alternativa para o aussie?

Respirar novos ares seria a resposta?

A segunda cadeira da Manor, mirando a Mercedes 2017?

Haas ao lado de Romain, para brigar com o francês pelo lugar de Kimi?

Difícil, não?

Ainda pra piorar aparece Max Verstappen (como um filhotinho adorável)
roubando o brilho na Casa dos Energéticos.

Tudo tem conspirado para que Ricciardo encontre ainda mais dificuldades
em sua carreira.

Posso estar enganado.

(tomara!)

Mas Ricciardo está me lembrando Nico Hulkenberg.

Hulk é apenas dois anos mais velho.

Porém dá a impressão de ser um veterano sem lugar.

Perceba que Nico é outro piloto que não está em nenhuma linha sucessória
das unidades força.

Único caminho para se tornar rei na Fórmula 1.

Ricciardo olha o horizonte e não enxerga o sonho do título.

Seu futuro é incerto e está nas mãos do destino.

Bons resultados?

Hulkenberg também tem e ainda um inesquecível (ou esquecido?) título nas
24 horas de Le Mans!

Às vezes mesmo podendo escolher seu lugar, a situação se torna tortuosa.

Vide Fernando Alonso.

Imagine para aqueles que não possuem alternativas.

Triste.

Haverá um sorriso ao final dessa história?






















domingo, 6 de setembro de 2015

Rascunho Parlando























Para entender.

Lewis Hamilton e Nico Rosberg ficaram sob investigação após o delegado da
FIA descobrir que os pneus de suas Mercedes estavam com a calibragem abaixo
do limite estabelecido pela Pirelli.

Os comissários ouviram todas as partes (equipe, delegado e a Pirelli) e decidiram
não punir o time alemão.

O motivo da perda de pressão seria a especificação do cobertor térmico.

Entretanto os comissários pediram critérios mais claros para fiscalização no futuro.

Balela.

Foi uma decisão política.

Os bólidos da estrela de prata estavam fora do regulamento.

Outra balela: a Pirelli não alterou as regras.

A mudança se deu apenas nas especificações (que muda a cada prova).

É uma questão de segurança e portanto obrigatória.

É tanta balela que dois pilotos foram desclassificados pelo mesmo motivo,
pressão irregular dos pneus, na GP2.

Trapaça grosseira e pega no flagra.

No rádio, durante a prova, a Mercedes (já sabendo de tudo que havia feito!)
alertava para que Lewis acelerasse esperando uma punição por tempo.

Ou sabendo ser inocente alguém se arriscaria tanto assim?

Pura balela.

Enquanto isso, Jenson Button espera ser informado rapidamente da decisão da
McLaren para 2016.

Complicado.

Pois caso a escuderia de Ron Dennis resolva ativar a opção de renovação, o
salto salarial previsto pode elevar o salário do piloto em 7 milhões de euros.

Pesa?

Pesa.

Quem não tem essa preocupação é a Red Bull.

A proposta de renovação para Ricciardo é de 30 milhões de euros por três
temporadas.

O piloto quer se comprometer por apenas duas.

Para convencer seu titular, o time do energético poderá subir os valores.

Na Williams (que não conta com recursos ilimitados) a conversa com Bottas
foi outra.

Para facilitar o entendimento salarial, a Casa de Grove prometeu construir um
padrão de favorecimento para seu piloto mais jovem.

Assim, Valtteri deverá ser o primeiro piloto.

Entende-se com isso favorecimento nas estratégias e prioridade nas novidades
técnicas.

Ainda neste mês a Haas promete anunciar seus pilotos.

O motor usado por Lewis Hamilton em Monza trouxe os primeiros testes de
desenvolvimento da Mercedes para a próxima temporada.

Por fim.

Um conto.

Quando eram companheiros na Toro Rosso, Sebastien Bourdais revela que ficava
impressionado pela dedicação e atenção a todos os detalhes de Sebastian Vettel.

Enquanto o francês arranhava o inglês, o futuro multicampeão já discursava em
italiano com todos os mecânicos e engenheiros de Faenza.

Tudo conta!




domingo, 26 de julho de 2015

Rascunho Hungaroring





















A alegria italiana!

Interessante a largada do GP da Hungria.

Se continuar assim as Mercedes sofrerão até o final desta temporada.

Ou alguém acha que haverá sempre um safety car para salvar a pátria?

Nós agradecemos por tanta emoção.

Kimi Raikkonen estava muito bem.

Assim como Valtteri Bottas.

Problemas extras diminuíram o brilho dos finlandeses.

Massa não se achou com o carro.

Alonso e Button, remando, tiveram seus trabalhos recompensados.

Pobre Rosberg.

Foi melhor que seu companheiro que cometeu mais erros por conta própria.

O novo Lewis precisa matar de vez o velho e ansioso Hamilton.

Sebastian Vettel faz sua equipe se apaixonar.

Perfeito.

Dedicado ao extremo (após o funeral de Bianchi, foi direto para o simulador na sede),
faz a Ferrari sonhar.

No mais.

Apesar do desejo do piloto, Felipe Massa ainda não assinou com a Williams.

Não há contrato para o ano que vem.

As partes  ainda não se reuniram para discutir qualquer coisa.

Daniel Ricciardo hesita em assumir um compromisso longo com a Red Bull.

E a Renault (mais perto do que nunca de ter novamente um time próprio) conversa
com o australiano.

Ricciardo é ambicioso (não quer ser coadjuvante) e quer brigar pelo título um dia.

Por isso deixa todas as portas abertas.

Surpreendentemente, Jenson Button abriu negociações com a Williams.

A mudança não é vista com bons olhos pela McLaren.

Ron Dennis prefere ver o campeão de 2009 em seu time ou aposentado!

Nem que tenha que pagar por isso.

domingo, 21 de junho de 2015

Rascunho Zeltweg
























Vitória de Nico Rosberg na Áustria num final de semana em que apenas o Q3 não
havia sido bom para o piloto alemão.

Lewis cometeu um erro bobo (uma distração?) na saída do box.

A Ferrari errou com Sebastian Vettel.

O que custou o pódio.

Felipe Massa bem constante.

E um domingo para Raikkonen esquecer.

Anters da prova, Marchionne disse que o finlandês precisa mostrar resultados se
quiser continuar.

Também confessou ter tido conversas com a Red Bull sobre o fornecimento do
motor.

Não há uma pedra sobre o assunto.

Uns dias atrás escrevi.

"Ricciardo com contrato novo até 2018 (valores baixos e cheio de brechas)."

O piloto ainda não assinou.

Pediu uns meses para decidir se continua.

Com certeza, Daniel tem uma ou duas propostas.

Ou caminhos.

Kimi vaga na Ferrari --> Bottas --> vaga na Williams --> Ricciardo.

Kimi Vaga na Ferrari --> Ricciardo.

Seriam grandes mudanças para a próxima temporada.

No mais tardar em Suzuka, teremos as definições.

Entretanto.

"Valtteri Bottas quer ser um campeão do mundo conosco", disse Claire 
Williams.

O Tordo conta que o time de Frank não quer ficar dependente da Mercedes 
para sempre.

O desejo é assumir o papel de protagonista com outro motor.

Pirelli e Michelin?

Ecclestone está sondando o mercado de pneus.

A Dunlop (via twitter) disse não.

Mas a japonesa Yokohama e a coreana Hankook também serão visitadas 
por Bernie.