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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Azeris





























Retratos.

Imagens do Azerbaijão.

O castelo que deveria ser conquistado.

Daniel Ricciardo mergulhando na felicidade.

A família cheia de orgulho com Lance Stroll.

E a fronteira.

Ensaio.

domingo, 25 de junho de 2017

Baku - 2017
























Não vou colocar imagem de gente bebendo alguma coisa em sapato.

Esclarecido.

Vamos para a corrida.

Aconteceu tanta coisa que as pessoas até se esqueceram do vencedor.

Daniel Ricciardo teve o benefício das circunstâncias.

Mas isso faz parte.

Não diminui em nada o mérito do piloto ou da sua equipe.

E olhando de forma mais atenta, descobrimos que o australiano fez sua jornada
calçando sempre pneus novíssimos.

Diferente dos três que chegaram logo atrás dele.

Vantagem.

Me incomodou a posição de Valtteri Bottas.

Ao ser concedido que o finlandês da Mercedes, que estava uma volta atrás,
descontasse essa desvantagem durante o safety-car, ele renasceu.

O cara guia pela Mercedes.

Se pensarmos bem, foi bem injusto com todos que foram ultrapassados por ele.

Acrescente um minuto e quarenta segundos ao seu tempo.

O pobre do Ericsson que chegou em décimo primeiro deve ter feito a conta.

Outro que se deu bem foi Lance Stroll.

Um final de semana limpo que lhe rendeu o terceiro lugar

Por menos de duas semanas ele não se tornou o piloto mais jovem a subir no
pódio da Fórmula 1.

(marca de Verstappen)

Não pense que foi por acaso.

Ao terminar o GP do Canadá, a Williams fez uma preparação intensa com
o rapaz em Austin.

Foram três dias com um bólido de 2014.

Tudo para ajudá-lo na comunicação com seus engenheiros, entender como
achar um melhor aquecimento de pneus e dados que colaborem no setup.

Mais.

No início da semana passada ele foi visto em Bruntingthorpe com Rob Wilson.

Um dos melhores preparadores de pilotos da Fórmula 1.

Se você não sabe, Raikkonen, Coulthard, Bottas e Montoya passaram na
unha desse neozelandês.

Felipe Massa também tem culpa.

Sua experiência no acerto do carro também tem servido ao canadense.

Há dedicação e trabalho.

Os frutos não apareceram por mágica.

Chegamos!

Vettel e Hamilton.

Aqui o troço pegou fogo.

"Eles são guerreiros.

Eles estão em guerra.

Eles estão lutando pelas vitórias e pelo campeonato.

Em um certo estágio, os melhores que competem pelo campeonato mundial
nesta fase de suas carreiras não podem ser amigos.

Talvez já tenhamos visto o limite hoje."

As palavras são de Toto Wolff.

Em Montreal, durante os treinos livres, eles se encontraram na pista.

Lewis fez questão de fazer testes de freios enquanto que Sebastian tentava
realizar sua simulação de corrida.

Nas entrevistas o inglês não disfarçou que foi intencional.

Provocações.

Mesmo com os dados a favor de Hamilton, Helmut Marko viu ali um desafio
de Lewis para com Vettel.

OK.

Nada justifica.

Vettel foi punido.

Segue o jogo.

Os problemas hidráulicos apresentados por Gina, obrigaram a Ferrari colocar
o motor de combustão interna (ICE) que já havia sido descartado depois de
Barcelona.

Diferente do novo, sem desenvolvimento.

O que custou pelo menos três décimos ao líder do campeonato.

Será outra coisa na próxima etapa.

Entretanto há muito para ser feito na parte aerodinâmica em pistas velozes.

Mesmo com a confusão entre seus colaboradores, a Force India chegou em
sexto com Esteban Ocon.

Kevin Magnussen trouxe sua Haas em seguida.

Ele é bom piloto.

Carlos Sainz Jr. se recuperou e colocou a Toro Rosso em oitavo.

Fernando Alonso e Pascal Wehrlein fecharam a turma que pontuou.

Primeiros pontos da McLaren.

Baku foi agitado e divertido!

Oito etapas.

Quatro vencedores diferentes.

Por fim.

Os números.

























quarta-feira, 21 de junho de 2017

Clipping


























Olhando para frente.

Casa

De boa fonte, Sebastian Vettel estará na Ferrari em 2018.

De outra, que não conheço, vem a informação que Raikkonen continuaria
também.

Nova Escuderia

No último Clipping eu disse ao falar sobre a nova equipe na Fórmula 1 que
o motor Ferrari seria o escolhido.

Engano.

A conversa aqui caminha para Renault (forte) ou Mercedes.

Estranho.

Pois fui levado ao erro por conta de que é um ex-membro da Scuderia
Italiana um dos principais envolvidos na empreitada.

Lenha?

Jean Todt confirmou que a FIA recebeu uma sondagem recente sobre
um novo time.

Pink

O austríaco Lucas Auer está sendo cotado para o testes de jovens pilotos
da F1 em Hungaroring.

O sobrinho de Gerard Berger conduziria a Force India.

A adaptação deverá ser rápida.

Auer também pilota um carro rosa na DTM sob o mesmo patrocínio da
BWT que hoje também envelopa o time de Vijay Mallya.

Mais Force India

Por trás da conversa sobre a alteração do nome da equipe está um patrocinador.

Algo em torno de 30 milhões de euros anuais.

Calendário

Ímola?

Não há dinheiro.

Esqueça.

Quanto?

Equipe de fábrica.

Grande e tal.

Mas Toto Wolff esclareceu que a opção por Valtteri Bottas para o lugar
de Nico Rosberg foi facilitada porque o ex-piloto da Williams chegou com
seu patrocinador.

"O objetivo da equipe é gerar renda.

Um piloto com apoio sempre terá vantagem."

A fala de Wolff mostra um pouquinho da realidade.

Se na Mercedes é assim, imagine o resto.

Unidades de Força

O debate sobre como serão os motores da categoria máxima do automobilismo
após 2020 continuam.

A Renault acredita ter encontrado o caminho para diminuir a distância entre ela
e a dupla Ferrari / Mercedes.

E por isso os franceses clamam pela continuidade e estabilidade.

Ou seja, nada de mudanças bruscas.

A Porsche acompanha todas as discussões.

A presença dos alemães no WEC (LMP1) está garantida em 2018.

Para além, não.

Em Le Mans, Chase Carey conversou com a marca da Volkswagen.

Houve tratativas com a Toyota também.

A Liberty está tentando trazer outras opções para a Fórmula 1.

E iniciar uma nova era ao final do atual Acordo de Concorde.

Tem Contrato

A Renault deverá manter Jolyon Palmer até o final da atual temporada.

Em 2018 veremos um novo nome ao lado de Nico Hulkenberg.

Fritando

Na briga por um lugar na Toro Rosso, Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr.
estão com a vantagem.

As performances de Pierre Gasly na Super Fórmula decepcionam.

Gasly precisa logo mudar esse quadro.

Por fim

Baku.

Maranello não parece otimista.

Deve ser apertado?

Sim.










quinta-feira, 30 de junho de 2016

Vestígios



















































Baku.

Já retiraram toda a camada asfáltica que foi colocada para a Fórmula 1.

O piso original de paralelepípedos está lá como se nada tivesse acontecido.

domingo, 19 de junho de 2016

Rascunho do Mar Cáspio





























Baku.

Pista nova.

(articulada por Briatore, sabia?)

Rua.

(apesar de ter se revelado boa para ultrapassagens)

Era importante largar na frente.

Assim a Mercedes mostrou sua força na classificação do sábado.

Rosberg colocou mais de um segundo em cima de Ricciardo e Vettel.

É muito.

Nenhum piloto top normal perde com uma vantagem assim.

Pega o (bom) Lance Stroll da F3 e coloca na flecha de prata que dá certo.

Agora, não pode errar!

Hamilton cometeu muitos deslizes.

Se fosse Nico em seu lugar, diriam que ele não merce ser campeão...

Lauda soltou uma declaração sobre os problemas enfrentados por seus
pilotos na prova.

(sistema de recuperação de energia)

Rosberg achou a solução.

(que parece estar com os termos do novo contrato ajustados)

Lewis não.

Lauda deu a entender que a dedicação de Nico com seus engenheiros fez
a diferença.

A Mercedes suplicou a FIA permissão para ajudar Hamilton.

Ouviu um não.

Perez fez bonito.

Se continuar assim, a etapa mexicana será uma loucura.

Vettel cumpriu seu dever.

Pra não passar em branco.

Ricciardo (longo acordo) e Verstappen confirmados na Red Bull para
2017.

Por fim.

Os números.
















sexta-feira, 17 de junho de 2016

Sacada

























Bom dia petrolheads!

Coisas de circuito de rua.

Baku.

Imprevisível, não?

Ou alguém arrisca o nome do vencedor??

sexta-feira, 3 de junho de 2016

sexta-feira, 6 de maio de 2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Rascunho Figurativo
























Já podemos contemplar as mudanças em Baku.

Vale lembrar que se for necessário preservar o piso original, antes se aplica uma
película plástica para facilitar a remoção da camada asfáltica após a corrida.

Na Renault, Kevin Magnussen admite a necessidade de derrotar Jolyon Palmer.

O jovem piloto dinamarquês sabe que sua permanência na escuderia está ameaçada.

Por isso ele precisa esmagar seu companheiro e impressionar os cabeças do time
francês.

Mas ninguém vai facilitar.

Tanto que Magnussen cederá seu carro para Sergey Sirotkin andar no primeiro
treino livre em Sochi.

Olhando o site da FIA podemos entender um pouco as mudanças para 2017.

A parte aerodinâmica (carros, asas e pneus mais largos) está decidida.

Nos outros pontos, apenas dois ainda estão pendentes.

Na forma, não no conceito.

Unidades de força mais baratas (qual valor?) e a garantia de fornecimento de
motores pelas fabricantes.

Figuras.

Flavio Briatore colocou o dedo em Monza.

Alejandro Agag (Fórmula E) sorri com o sucesso da categoria elétrica em Paris.

Lembrando que este empresário espanhol possui laços estreitos com Briatore e
Bernie Ecclestone.

Foram sócios em concessões de TV da Fórmula 1 e na empreitada futebolística
inglesa Queens Park Rangers.

Agag também tem um braço na GP2 e na sua unha passaram nomes como Vitaly
Petrov, Romain Grosjean e Lucas di Grassi...

Viktor Kharitonin se tornou o dono solitário de Nurburgring.

Sócio de Roman Abramovich (Chelsea) em diversos negócios, o bilionário russo
comprou as partes de direito que ainda estavam nas mãos de outros investidores.

John Booth se mudou para a Toro Rosso.

O ex-Manor vai tentar colocar ordem em Faenza.

Por fim.

O Tordo diz que a ideia na Scuderia Italiana, por enquanto, ainda é manter
Raikkonen mais um ano.

Grosjean permanece como a primeira opção para o lugar de Kimi.














sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Nova


Bom dia petrolheads!

A apresentação do Baku City Circuit.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Rascunho Cavuca
















Vermelha e branca??

Por que não?

Atualmente a Honda é a maior patrocinadora de uma equipe de Fórmula 1.

Mas isso é uma questão menor.

A principal é o motor.

O desempenho deste poderá decidir o destino de Fernando Alonso.

Stephen Fitzpatrick (Manor) tem viagem marcada para Indonésia nesta semana.

Vai decidir de uma vez por todas se Rio Haryanto será ou não piloto de sua
equipe.

Para escrever o Rascunho a gente sempre procura algo a mais.

Informações que possam acrescentar e nos ajudar a entender um pouco mais
esse intricado mundo da Fórmula 1.

Cavuca.

Veja por exemplo o caso de Baku.

O Azerbaidjão receberá pela primeira vez a categoria máxima do automobilismo
nesta temporada.

Foi anunciado um contrato de dez anos.

Aí você descobre que na verdade são cinco + cinco.

Os primeiros cinco anos são obrigatórios e sujeitos a multas no caso de quebra
contratual.

Os outros cinco são opcionais.

A taxa anual cobrada pela FOM é de 30 milhões de euros.

Valor que facilmente dobra se pensarmos em todos os custos para realização
de um GP.

Mais?

O país ainda sofre forte influência da Rússia por conta do petróleo.

Vladimir Putin controla o vizinho com mão de ferro.

E suas boas relações com Bernie Ecclestone devem ter facilitado muito a
chegada da F1 por lá.

Mais ainda?

Fique sabendo que Flavio Briatore é o idealizador da corrida de Baku.

Sim.

Interessante como o empresário italiano está perto e longe ao mesmo tempo.

Talvez nunca mais o veremos numa escuderia.

Houve uma última tentativa quando tentou ocupar o lugar deixado por Stefano
Domenicali em 2014.

Um erro.

Mal sabia ele que naquela mesma temporada Alonso estava sendo varrido e
qualquer pedido do asturiano se tornaria irrelevante.

Quanto mais exigências!

Nada (e nem ninguém) atrapalharia a chegada de Sebastian Vettel.

Por fim.

A assinatura de Kevin Magnussen com a Renault ofuscou a saída de outro
piloto dinamarquês.

Marco Sorensen não conseguiu se manter como piloto de reserva ou de
testes depois da mudança Lotus / Renault.

Indignado, ele colocou a boca no mundo.

Entregou que Carmen Jordá chegou a ser 12 segundos mais lenta que ele
nos simuladores de Enstone.

Sem dinheiro (perdeu o patrocínio da Saxo Bank), Sorensen ficou também
sem espaço dentro do time.

Pena.

Se tivesse recursos, com a saída de Maldonado, ele poderia almejar até
mesmo a titularidade.

Coisas da vida!

E Carmen Jordá?

Quais as razões de mantê-la?

São duas.

A primeira é a exposição que a piloto traz por motivos óbvios.

E vou te contar que a Renault está priorizando mais o marketing do que
os títulos.

A segunda é dinheiro.

Carmem (com certeza) traz recursos para a Renault.

A vaga não é gratuita.

Quanto?

Aí que está a parte mais divertida!

Pode deixar que logo a gente descobre.  

domingo, 6 de dezembro de 2015

Rascunho Dourado
























Imagens dos testes da Pirelli em Abu Dhabi.

Jordan King (Manor), Jolyon Palmer (Lotus), Pascal Wehrlein (Mercedes) e
Stoffel Vandoorne (McLaren).

Vandoorne que ficará exilado no Japão em 2016.

Existe uma dúvida no ar relacionada aos titulares da Renault (ex-Lotus).

Antes de ser absorvida, a equipe confirmou Jolyon Palmer e Pastor Maldonado
como titulares.

Haveria mudanças por conta da nova administração?

Pois bem.

Da Venezuela vem a informação que Pastor está confirmadíssimo.

Assim como veículos brasileiros costumam antecipar movimentos de Nasr
e Massa, a imprensa do país vizinho tem sido a melhor fonte de informação
sobre a carreira de Maldonado.

Fico com eles.

Interessante.

A Williams vai apresentar um novo projeto para 2016.

O conceito do carro usado nas temporadas 2014 / 2015 parece esgotado.

O time desistiu de novas soluções em agosto e passou a pensar apenas na
temporada seguinte.

Assim não esperemos por uma evolução nos bólidos de Felipe Massa e
Valtteri Bottas, e sim um revolução.

O GP do Azerbaidjão estreará ano que vem.

Pista de rua.

Mas mudanças são esperadas em relação ao local.

Existe no sul de Baku um milionário projeto denominado Khazar Islands.

(coisa para ser finalizada em 2025)

Típico desses novos tempos com edificações com design futurista, shoppings,
ilhas artificiais, hotéis, o prédio mais alto do mundo e... um circuito!




















Em relação ao autódromo, a palavra é de que terá a qualidade Fórmula 1.

Entendeu?

Calma que o desenho acima é apenas ilustrativo.

Hermann Tilke ainda não apresentou o projeto final.

Aproveitando, você sabia que até o traçado da Mercedes-Benz dentro de sua
Arena em Stuttgart, onde Hamilton, Rosberg, Mick Schumacher vão correr no
dia 12/12, tem a assinatura do arquiteto número um da Fórmula 1?

Não falta trabalho pro cara!

Silverstone já tem aprovação para reformas.

Em sua previsão, o plano traz hotéis, escritórios, novas arquibancadas, etc.





















Só falta dinheiro.

A Jaguar poderia ser a resposta, caso resolva comprar o histórico local.

Apesar de ter um contrato até 2026, a administração do circuito ainda deve
dinheiro a FOM pelo evento de 2015.

As palavras de Patrick Allen (diretor de Silvestone) mostram a situação.

"Posso garantir o futuro? Não, eu não posso."

Não está fácil pra ninguém.

Por fim.

Momentos de Fernando Alonso.

Sapatinhos dourados!


















terça-feira, 14 de julho de 2015

Rascunho com Parênteses























Baku.

Azerbaidjão.

Parece mesmo um daqueles circuitos da Fórmula E.

Pista de rua com a beira-mar como cenário.

A Ferrari está um pouco decepcionada.

Todos (pilotos, engenheiros...) esperavam mais dos bólidos vermelhos.

Ainda falta muito para alcançar a Mercedes (e seu conjunto perfeito).

Talvez por isso o projeto de 2016 esteja tão adiantado.

Vale notar a confiança da Scuderia Italiana em James Allison.

O projetista está tendo total liberdade para criar.

(não há qualquer tipo intromissão externa em seu trabalho).

Falando em Ferrari, está havendo muito ruído entre Toto Wolff e a Williams.

Dizem que a coisa está ruim mesmo.

O motivo é o futuro de Valtteri Bottas.

O calendário da Fórmula 1 (que vazou) aponta para 21 etapas na temporada
que vem.

Olho vivo em duas coisas.

No Qatar que quer tomar a data da Austrália na abertura do campeonato.

E em Austin.

A entrada do México (datas coladinhas) ameaça o sucesso do evento
norte-americano.

Peter Prodromou (aquele que deixou a Red Bull para se juntar a McLaren)
não esqueceu sua parceria com Adrian Newey.

Algumas soluções do carro de Woking deixam isso muito evidente.

Por fim.

Nada como umas luzes nos lugares certos para esconder os segredos e
atrapalhar as imagens dos fotógrafos curiosos.

sábado, 2 de agosto de 2014

Rascunho Sábado

























Será que a Red Bull vai conseguir realizar sua mágica de verão novamente?

Nos últimos anos, sempre após o intervalo de agosto, a turma do energético
voltou imbatível.

Interessante.

O Azerbaijão, novo palco da Fórmula 1, está por trás da compra da Caterham.

Falando em circuitos, a pista de Sochi está pronta.

Com o patrocínio do banco russo Kuban.

 





Lembrando que é difícil ter uma pista com esse tipo de apoio  no calendário.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

quarta-feira, 5 de março de 2014

Rascunho de Óleo e Motor











































Depois de tantos feriados (acabou?) o Blog retorna com três imagens.

A imprensa está agitada com as citações de Bernie Ecclestone.

Primeiro sobre o Azerbaijão.

Bernie colocou o país no mapa da Fórmula 1.

Eles, os Azeris (quem nasce no Azerbaijão), querem um GP em Baku já para
2015.

Ecclestone dá certeza para 2016.

OK.

Voltemos para as figuras.

O projeto.

Reparou na imagem noturna?

Na mesma linha que Bernie quer discutir com o dono da Rússia, Vladimir Putin,
sobre Sochi.

Segunda.

Se você esqueceu, lembro que a FIA GT já correu por lá.

Terceira é o mapa.

Destaque para a proximidade de Sochi e Baku.

A Ucrânia também aparece.

Bernie e Putin estão unha e carne.

As linhas mostram os oleodutos.

O verdadeiro motivo de toda a confusão que estamos vendo nos jornais.

A Fórmula 1 parece ter entrado nesse quebra-cabeça do petróleo e gás
que se tornou a região.

E muito dinheiro, mas muito mesmo, deve estar trocando de mãos nesse
jogo geopolítico de interesses.

Enquanto isso o GP da Alemanha segue ameaçado.

Quando alertamos sobre isso no ano passado, alguns "especialistas" disseram
que era impossível a prova deixar o circo.

Veremos.

Só duas coisas.

A França saiu do calendário e ninguém morreu.

E surgem boatos (estamos atentos a tudo que envolve grana e F1) de Bali.

A Red Bull está  recorrendo aos engenheiros da Toro Rosso para a solução
de alguns problemas do RB10?

Ponto para James Key e sua turma.

E a unidade da Renault?

Impressionante.

Apenas o grosseiro projeto da Caterham para dar conta da coisa.

Qualquer tentativa aerodinâmica de melhorar a performance do carro até aqui
(Red Bull, Toro Rosso e Lotus) está sofrendo com problemas de temperatura.

Na Austrália veremos o show de horrores das quatro escuderias empurradas pela
incompetência da marca francesa.

Um desperdício.