Mostrando postagens com marcador Prodromou. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Prodromou. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
O Caso Budkowski
Fatos.
Marcin Budkowski é um engenheiro polonês com larga experiência no
automobilismo.
Iniciou sua carreira com a Peugeot.
Passou pela Prost Grand Prix em 2001.
Na Ferrari trabalhou por cinco anos com James Allison até 2007.
Depois se mudou para a McLaren onde permaneceu até 2014 quando foi
substituído por Peter Prodromou (ex-Red Bull) e sua equipe.
Sempre na área da aerodinâmica.
Nos últimos dois anos ele fez parte do staff da FIA.
E no início desta temporada assumiu o posto de Chefe do Departamento
Técnico da Fórmula 1 no lugar de Charlie Whiting.
Pois bem.
Agora Budkowski está deixando seu posto e indo ao mercado.
O que está deixando as escuderias da categoria máxima do automobilismo
em polvorosa.
A razão é que o ex-diretor sabe tudo o que as equipes estão planejando
para a próxima temporada.
(havia necessidade de sua aprovação técnica)
E ele conhece em detalhes todos os segredos dos atuais carros da Fórmula 1.
Pela lei trabalhista, apenas três meses separam todo esse conhecimento ser
adquirido por um dos times.
Para onde Marcin Budkowski vai?
Ao ser questionado no grid de Singapura, ele não respondeu.
A especulação indica ser a Renault o seu destino.
Temos um novo elemento no jogo.
Um coringa que pode mudar muita coisa.
Postado por
Humberto Corradi
às
10:05
7
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 31 de julho de 2016
Max Verstappen e a McLaren
Um pensamento.
As vitórias não surgem do acaso.
Principalmente na Fórmula 1.
Hoje vivemos um domínio absoluto da Mercedes.
Domínio que foi cuidadosamente construído.
Assim como foi o da Benetton e o da Ferrari alguns anos atrás.
As citações aqui não são gratuitas.
Pois em todas aparecem as figuras de Ross Brawn e Michael Schumacher.
Lewis Hamilton apenas colhe os frutos.
Poderia ser Rosberg, Vettel ou Alonso no lugar dele.
Tanto faz.
Ressalto a importância de se criar uma base.
Desde os nomes que formarão todo o time de engenheiros, passando pela
metodologia de trabalho e influência política.
Sim, a política também entra.
Pois saber para onde as regras caminham, ou direcioná-las ao seu favor,
possibilita a vantagem ideal sobre seus adversários.
Falei tudo isso pra chegar na McLaren.
Um tempo atrás, quando todos apontavam o interesse da Ferrari em
Max Verstappen, a gente apontou que a Mercedes foi quem colocou
uma proposta real sobre a mesa para o jovem piloto.
(graças ao Tordo)
Proposta que, devido aos termos, foi recusada.
O que causou certa irritação em Toto Wolff.
(que no momento monitora com cuidado a carreira de Lance Stroll)
Pois agora o Tordo indica que o destino final de Verstappen pode ser a
McLaren.
A tradicional equipe de Woking traria o holandês para ser sua estrela.
Mas antes disso precisa trabalhar sua base para um futuro de sucesso.
Assim a Honda, Peter Prodromou e Fernando Alonso estariam no time de
Ron Dennis fazendo o mesmo papel da dupla Brawn e Schumacher nas
experiências citadas acima.
Para que outro possa receber as benesses.
Não que Ferdi esteja intencionalmente trabalhando para isso, claro.
Entretanto note a repetição da história.
Precisamos lembrar que existem apenas quatro equipes de fábrica.
Ferrari, Renault, Mercedes e McLaren (Honda).
E estar ligado a uma delas é essencial para lutar pelo título.
Ser grande.
Esse seria o grande apelo.
Max Verstappen viria assim para substituir Fernando Alonso no futuro.
E comandar a McLaren-Honda para novos dias de glória.
Alguém aí pensou em Stoffel Vandoorne?
OK.
Entretanto não acredito que o que ocorreu entre Nico Rosberg e Michel
Schumacher, ou mesmo entre Lewis Hamilton e o próprio Alonso, venha
a acontecer novamente.
Quando o mais novo surpreendeu o mais experiente.
O menino Belga (caso a substituição de Button se confirme) será devidamente
esmagado pelo bicampeão espanhol.
Pois a equipe pertence a Alonso.
Ele é o dono.
A estrela.
Pelo menos por enquanto.
Postado por
Humberto Corradi
às
06:48
14
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Alonso,
Brawn,
F1,
Honda,
Max Verstappen,
McLaren,
Prodromou,
Schumacher
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Rascunho da Volta do Domador de Ventos

Sem pneus.
E na chuva...
Mas havia Graham Hill!
Uma galera vai testar os carros da Mercedes na DTM em Jerez.
Jazeman Jaafar (você conhece daqui do Blog).
O britânico Jake Dennis, vencedor do McLaren Autosport BRDC
Award de 2012 e piloto Mercedes da F3.
Giedo Van der Garde.
E, surpresa, Kevin Magnussen.
Pertinho de acertar com a Porsche, Magnussen recebeu o convite de
Toto Wolff para experimentar o bólido da categoria alemã.
"...mas não há nada definido para 2016."
Informa Toto, o manda-chuva da equipe campeã da Fórmula 1.
Com expectativa de mudança do atual campeão, Pascal Wehrlein, para
a Manor, o time da estrela de prata deverá ter um lugar vago em 2016.
Nesta semana a FIA anunciou que fará a verificação dos motores Mercedes
e Ferrari.
Foram selecionadas duas unidades de força.
A que deu o título para Lewis Hamilton em Austin e a que empurrou Sebastian
Vettel para a vitória em Cingapura.
Enquanto não for concluída a tal inspeção, o título de 2015 permanecerá em
aberto.
As unidades de Renault e Honda não serão verificadas.
OK.
A FIA faz uma demonstração de força logo após Bernie Ecclestone ver sua
proposta do motor alternativo ser vetada.
É isso.
Mas as mudanças virão.
De outra forma.
Lewis Hamilton já reclama aos quatro ventos como as alterações previstas
para 2017 serão prejudiciais para a categoria.
O piloto inglês fala da principal: a aerodinâmica.
A previsão é que os carros fiquem bem mais rápidos do que são hoje.
Tá companhando?
Pois o melhor vem agora.
Todas as modificações seguem as sugestões propostas pela Red Bull.
Red Bull que já fez seu acordo em relação ao motor para a próxima
temporada.
Assim, 2016 deverá ser um ano de transição pra o time do energético.
Um ano.
Tempo suficiente para Adrian Newey planejar a melhor forma de envelopar,
sob as novas regras técnicas que ele mesmo criou, o motor de 2017.
Um novo foguete feito pelo domador de ventos.
E o piloto?
Ricciardo?
Verstappen??
Alonso???
Hamilton, claro, não quer nada disso.
A tendência com a mudança, e pelo ciclo natural, é a Mercedes cair após
três anos (com 2016) de hegemonia.
Já vimos isso acontecer antes na história da Fórmula 1.
Analisando desta forma, os principais opositores deverão estar em Maranello
e Woking.
Esperamos que James Allison possa mostrar todo o seu talento e apresentar
uma Ferrari que faça frente a Newey.
E que Peter Prodromou (McLaren), ex-braço direito de Adrian na Red Bull,
consiga brigar de igual pra igual com seu antigo parceiro.
Pelo bem do campeonato.
E nossa diversão!
A luta começa na prancheta.
Postado por
Humberto Corradi
às
17:04
11
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)



