terça-feira, 3 de julho de 2012

Quebrando























Bom dia a todos.

1979. Gilles Villeneuve querendo ultrapassar os limites do cockpit da Ferrari.

11 comentários:

Marcos Antônio Filho disse...

Nossa, que fotaça! Gilles com praticamente um torcicolo...rs

Marcelonso disse...

O cara era doido, mas guiava muito!


abs

politicamente_incorreto disse...

Não pertence a minha galeria de pilotos inesqueciveis mas não vou lhe negar o valor. fora que pilotou em uma época que o cara tinha que ter culhões e não o mundo dessas bichinhas anoréxicas de hoje em dia aonde até passar as marchas é feito de forma semi automatica e sem aquela coisa horrrorosa que os antigos chamavam de embreagem...cruzes!!!!! imagina uma direção que não seja eletrica ou hidraulica.... hoje só tem viadinho.

Rubem ROdriguez GOnzalez

fernando disse...

pela proximidade do fotógrafo com o carro, e pela curva 'fechada' que Gilles está tangenciando, acho que é no hairpin 'dos hotéis' em Mônaco, em seguida à Mirabeau. e em 1979, numeral 12 na maravilhosa T4 daquela temporada.

André Candreva disse...

Corradi,

esse era o estilo Villeneuve de pilotar...

abs...

Anônimo disse...

Concordo, Fernando!

Hoje em dia, não é possível essa "ampliação do campo visual" pelo piloto... as proteções laterais do cockpit e talvez o HANS, não a permitem...


um abraço,
Renato Breder

Ituano Voador disse...

"cruzes!!!!! imagina uma direção que não seja eletrica ou hidraulica.... hoje só tem viadinho."


hahahahaha... melhor comentário sobre os pilotos de hoje disparado! Concordo 100%.
Abs.

Anônimo disse...

Curiosidade é aquele manômetro no arco do santo-antonio, estava presente também no carro que Jacques pilotou esse ano em Fiorano, por ocasião das homenagens ao pai.

Zé Maria

fernando disse...

sem dúvida, Breder.
além dos 2 aspectos q você nota, também a posição do corpo muito mais deitada hoje em dia, com a ponta dos pés quase à mesma altura da linha dos olhos - isso junto com o HANS certamente impede movimentar a cabeça como nessa foto.
fico pensando: antes a visão periférica era fundamental nas disputas em pista, e todo vencedor tinha essa percepção muito aguçada; agora, os caras dispõem só do ângulo entre as rodas dianteiras (dispensando o meio que é bloqueado pela frente do cockpit e que não serve pra nada, o que importa é ver as rodas para as tangências de curvas).

e daí é um tal de "ah não vi que o outro estava ali..."

grande abraço

Anônimo disse...

Fernando,

já já o pessoal da F1 vai instalar uma mini-câmera de cada lado do carro e em um monitor, no cockpit ou no capacete do piloto, este terá a visão do que ocorre ao lado de seu carro... uma visão periférica virtual... só falta isso!!!


abraço,
Renato Breder

fernando disse...

boa Breder - e não duvido disso, as Ferrari GT já têm minicâmera funcionando como retrovisor.