sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Triple Delta


 Imagens raras.

O projeto de um Fórmula 1 feito por Ruldolf e Robbert Das e apresentado para
a BRM em 1973.

Os irmãos holandeses que se tornaram famosos por suas visões futurísticas em várias
áreas da arquitetura e do design.

A proposta não foi aceita por Mike Pilbeam, o homem que na época respondia pelo
setor dentro da escuderia.

Legal?

6 comentários:

harerton disse...

Muito interessante!

Traseira "Coke bottle" e perfil inferior invertido, antecipando a ideia dos carros asa e, posteriormente, do difusor traseiro!

XerosoNews!!! disse...

Cockpit mais "fechado" também...

Jaime Boueri disse...

Lembra muito o Alpine-Renault A500 Turbo, um projeto de 1976.

principalmente a traseira...

Paulo Alexandre Teixeira disse...

Poderia ter sido um predecessor dos carros-asa. Curiosamente, lembro-me de um projeto semelhante, em 1969, também apresentado à BRM, e que foi recusado. Creio que era um projeto do Robin Herd, que depois foi para a Lotus.

Anônimo disse...

Essa tentativa de "carro asa" já havia aparecida na própria BRM anos antes... em 1969!

Vendo as imagens do post, também me lembrei do BRM P142, que o Paulo Alexandre citou.

Só que foi um projeto de Peter Wright. A BRM e seu 'diretor técnico' Tony Ruud recusaram o projeto e preferiram evoluir o modelo P138.

Mais tarde, quando Wright foi para a Lotus, encontrou-se novamente com Ruud por lá. E aí suas idéias serviram para o projeto da Lotus 78.

Imagens do BRM P142:
==>> http://8w.forix.com/6thgear/brm-p142-2.jpg
==>> http://8w.forix.com/6thgear/brm-p142-4.jpg
==>> http://8w.forix.com/6thgear/brm-p142.jpg
==>> http://8w.forix.com/6thgear/brm-p142-3.jpg


um abraço,
Renato Breder

Anônimo disse...

Se considerarem "viagem na maionese", me perdoem, mas os conceitos desse carro estão todos no Fittipaldi FD01 de 1975, projeto do competentíssimo Ricardo Divila.
À saber, linhas fluídas da carenagem totalmente envolvente, esta de formato trapezoidal, radiadores traseiros, sem falar na tomada de ar do motor, que no caso do carro brasileiro era embutida no arco interno do santo-antônio, sendo portanto mais avançada ainda que a dos desenhos acima.
Abraço.

Zé Maria