segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Rascunho - Muitas Questões
























Final de semana longe do computador.

Ficamos sem sinal por aqui.

Postando somente pelo celular.

Grato pela paciência.

Tony Fernandes confirmou que a performance de Heikki Kovalainen na Lotus
no final da temporada influenciou a decisão sobre ele ser titular neste ano.

O Blog havia cantado que o piloto estava certo para um dos lugares na Caterham.

Antes tivesse ficado quieto em casa.

Depois de ter dado apenas uma volta na sexta-feira, a Lotus conseguiu terminar os
100 km que tinha direito em Jerez.

Pastor Maldonado conduziu a máquina.

Parece que a Red Bull resolveu reagir.

Pelo menos sobre a perda de material humano.

Há indícios que Peter Prodromou pode permanecer com o time do energético
ao invés de ir para a McLaren.

Peça importante no planejamento aerodinâmico, Prodromou pode ter recebido
uma proposta irrecusável para evitar a mudança.

No dia 28 de fevereiro a FIA deverá anunciar a(s) nova(s) equipe(s) da Fórmula 1.

Existe o projeto americano do Haas (Dallara + Ferrari).

E o romeno que aproveitaria o espólio da falecida HRT.

Esse plural é motivado pelo desejo de Jean Todt.

Lembrando que é para 2015.

Interessante que Bernie Ecclestone prefere uma ideia completamente oposta.

Oito equipes com três carros cada uma.

Qual a sua preferência?

Um plano para fortalecer financeiramente as pequenas equipes existentes?

Abrir portas para novas equipes aventureiras?

O radicalismo de Ecclestone?

Ou deixa tudo como está?

27 comentários:

Tiago Oliveira disse...

Reducao de custos e uma freada nas equipes de ponta (seja tecnica ou esportivamente) ja que elas que puxam os custos pra cima, e uma sub categoria (um estilo de equipes CRT da Moto GP). Acho que sem dar uma parada nos custos das equipes de ponta as coisas dificilmente voltariam ao controle em termos de custos. E sossega um pouco a bunda na questao dos motores por uns bons anos.

Anônimo disse...

Corradi, o up to date era muito melhor!! Com o rascunho vc não esta usando o potencial possível, nem seu nem de seu blog. Volte logo com o utd e aposente esses rascunhos bagunçados!por favor

Blog do Júlio disse...

Gosto mais da ideia do Mr. E!

As equipes nanicas já vão para a quinta temporada e, nesse tempo todo, o máximo que fizeram foi comemorar a passagem para o Q2 umas 4 ou 5 vezes. Todas em condições especiais.

Gostaria muito mais de ver um Bianchi da vida brigando com um terceiro carro da Ferrari do que colocando a carreira em risco nessa merda de Marussia.

Até tenho alguma simpatia pela Caterham (pela Marussia, não!), mas também acho que eles não vão a lugar nenhum.

Minha única dúvida em relação a essa ideia do Bernão é que hoje há 9 equipes, hum, tradicionais. Qual delas sairia para que sobrassem 8?

Acho que ele está contando que a Lotus vai quebrar mesmo. Ou seria Sauber, ou Force India, ou Toro Rosso, ou (toc-toc-toc) Williams?

Devolvo a pergunta, meu caro Humberto, qual dessas equipes você acredita que não está na conta do Bernard?

Anônimo disse...

Eu abriria as portas para as aventureiras (quantas quisessem entrar, sem limite de número de carros) e autorizava a venda de chassis antigos pelas equipes grandes para as menores. Baixava o custo para as pequenas (custo de projeto) e amortizava o investimento das equipes grandes.

E, de quebra, colocava a 1ª seesão de treinos na sexta-feira apenas com os pilotos de teste, para dar quilometragem.

Abraço,
Diogo.

Renato Santos disse...

Por aqui onde? Eu moro a uma milha do autódromo de Santa Cruz do Sul e o sinal é bem ruim, isso que não sou um blogueiro famoso...

Paulo Alexandre Teixeira disse...

A Formula 1 sempre foi o "The Piraña Club", onde todos se comem uns aos outros. A longo da História, sempre acolheu as construtoras, mas também os sonhadores, os ambiciosos, os loucos e os agiotas. O Leandro Verde anda por estes dias a contar a história da Onyx, uma das equipas que andou na categoria, e o melhor exemplo de como um louco destroi um plano bem elaborado de uma equipa.

Ecclestone apanhou dezenas de tipos como este ao longo da sua carreira, daí que ele queria adotar um plano que o Luca de Montezemolo fala há anos: três carros por equipa.

A ideia está lá: fazer da Formula 1 um clube exclusivo, fechado aos aventureiros, do qual só acederiam por convite. E com oito equipas, as fatias do bolo seriam mais generosas, sem que ele perca dinheiro - se calhar, até ganharia mais algum - e por exemplo, evitaria tetos orçamentais de 150 milhões de euros, que Jean Todt quer implementar.

E repara: oito equipas... temos onze neste momento. Uma poderia cair por si mesma, as outras duas, se calhar, teriam de ser "convidadas a sair", se fossem convencidas de que a sua presença seria "prejudicial ao negócio".

Enfim, é mais uma jogada do Bernie, sem dúvida. Mas ele está velho e acossado com os processos na Alemanha, Estados Unidos e Grã-Bretanha. Em muitos aspectos, é mais areia para os olhos.

Anônimo disse...

Olá!

Sou a favor de uma F1 com dois carros por equipes, e equipes pequenas com um carro, como era no final dos anos 80.

Abraço!

Mauro Santana
Curitiba-PR

Mr. K disse...

Claro que o Ecltestone quer menos equipas, porque assim são menos equipas para receber o dinheiro a que têm direito e menos equipas a chatear-lhe o juízo.

Quanto a mim quantas mais equipas melhor, mais competição....

Wesley disse...

Queria que fosse igual a 1989:trocentas equipes com
trocentos pilotos,pré-qualificação e o escambau.

Estão matando a Fórmula 1 aos poucos...

Anônimo disse...

Vou mais ou menos na mesma linha do Diogo e do Mauro Santana...

Não exatamente equipes "aventureiras"... mas equipes que tenham um histórico mínimo de competição automobilística e que queiram se "aventurar" na F1, deveriam ser bem vindas! Por exemplo, Prodrive, Epsilon Euskadi, etx. Sem limitar o número de equipes...

Também acho interessante a venda de chassis do ano anterior para as novats... mas apenas no ano de estréia.

Acho intressante a opção da equipe ter 1, 2 ou 3 carros. Sendo que 1 carro apenas para as novatas, quem sabe nos seus 2 primeiros anos ou só no de estréia.

Deveria haver mais testes para pilotos novatos, ou os pilotos reserva ou de testes...

Formula 1 com apenas oito equipes, cada uma com três carros, talnez tenha sido proposto só para contrariar a ampliação do número de equipes que a FIA está promovendo...


um abraço,
Renato Breder

maxwellman disse...

No Grande Prêmio saiu a notícia de que não saiu o acordo da Lotus com a Sony. E que o martin seiládasquantas não vai dirigir a equipe.

Anônimo disse...

Sou a favor de uma terceira solução:

Dar um carro Red Bull para todos os pilotos, dai saberiamos qual o melhor, de fato.

Ron Groo disse...

Time americano? ainda duvido.

João disse...

Para mim, era claramente as equipas pequenas poderem comprar o projecto a uma equipa grande, e daí, desenvolvê-lo como achar melhor.

Se não for o projecto todo, então que seja quase todo. Essencialmente a criação do conceito, equipa cliente.

Anselmo Coyote disse...

1. Mercedes, McLaren, Red Bull, Ferrari, Williams, com 4 carros cada uma. O resto é resto mesmo e pode ir p/GP2 (algumas nem isso). F1 é p/gente grande, não p/amadores.

2. Proibido vender cockpit.

3. O campeão da GP2 2014 tem de ir p/F1 2015, para o lugar do piloto que der o pior resultado. A equipe é obrigada a aceitar.

Abs.

PS. Radical sim.

Anselmo Coyote disse...

Anônimo, vc tem razão. Eu não tenho dúvida de quem é o melhor, mas a sua sugestão tornaria a coisa objetiva. O problema é que F1 é corrida de automóveis, é guerra tecnológica, e não de pilotos. Por isso que o piloto representa menos de 5% no resultado.
Abs.

RenatoS. disse...

Prefiro como está...

Equipes aventureiras não acho uma boa, porque são aventureiras demais. Chegam sem uma estrutura capaz de fazer frente a experiência e grana dos que lá estão, ficando pelo caminho...no muito, lá atrás do grid. Vide HRT.

Além disso, precisam de tempo para se desenvolver e de grana também, formando uma conta que não fecha: investimentos sem retorno = fuga de patrocinadores = fim da fonte.

Três carros por equipe, também não acho legal. Isso tornaria a categoria ainda mais cara para as pequenas, tornando ainda maior as distâncias de rendimento.

Alguém citou as grandes correrem com dois carros e as pequenas com um. Tb não me agrada. A maiores continuariam tendo mais chance por terem mais carros na pista. E não adianta falar que as pequenas teriam mais recursos para desenvolver um carro legal, porque isso as grandes já fazem e, com os dois.

Portanto...sobra o que já está.

Mas, o que faria é diminuir a distância do prêmio de construtores, repartindo melhor o bolo...a fim de fortalecer as médias e pequenas e diminuir as distâncias.

Eu sei que as grandes chiariam, mas não se o Bernie e sua turma abrir mão (o que duvido) e ceder uma porcentagem maior na bolada final.

Enfim...penso que há equipes muitos boas - Williams, FIndia, Sauber, Lotus - precisando só de um empurrao$inho pra chegar nas grandes.

Emerson Fernando disse...

Gosto da idéia de 3 carros por equipe.
Desgosto da idéia de não termos as pequenas. Fechar o circo é impedir as novas idéias.
Gosto da idéia de poder usar chassis comprados os alugados.
Desgosto da idéia de as pequenas alugaram os cockpits infependente da qualidade do piloto.

Fabiani C Gargioni #27 disse...

Concordo com o Wesley e ainda por cima deixa as pequenas ter um carro só, libera pra qtas equipes quiserem "experimentar" a F1 e deu. Se não vão matar mesmo a categoria!!!

Verde disse...

A ideia de reduzir ainda mais o número de equipes é descabida, ridícula, imbecil e inaceitável sob qualquer ponto de vista.

Aos que defendem ideias como a sugerida acima, a de limitar o número de equipes a apenas quatro, uma perguntinha: e se a Mercedes resolve sair da Fórmula 1? E se, sei lá, descobrem um esquema criminoso poderoso por trás das gastanças da Red Bull?

A pensar. Por mim, viveríamos um 1989 revival.

Anônimo disse...

1989 revival, totalmente apoiado!

Anônimo disse...

Sobre a HRT, a notícia ano passado era que todo o equipamento havia sido vendido em um leilão para uma empresa espanhola de reciclagem, desde os carros até a mobília. A não ser que Colles tenha resgatado alguma coisa, ou levado antes.

Cristiano

Anônimo disse...

Aliás, e a tal Scorpion Racing que fez parte dos boatos em relação à sucessão da HRT ano passado?

Cristiano Buratto

Renato Santos disse...

Bernie tende a pensar fora da caixa, nem que seja só para agitar a sopa. Ele nasceu fazendo jogadas tipo blefes, lembram dos episódios relatados no livro "Não sou um anjo" onde ele oferecia uma quantia para todo um lote de motos e carros, e o vendedor achava que estava fazendo um grande negócio no, quando na unidade estava ganhando pouco?
Estamos diante de um mestre do pensamento lateral, uma raposa daquelas que não se produzem mais, observem, aproveitem o privilégio, porque depois desse não teremos mais a chance. Um prestidigitador do mundo corporativo, esportivo, tributário, do espetáculo e entretenimento encaixem o seu preferido aqui, que é o fim da frase.

Rafael Schelb disse...

Por mim tinha que ser igual era até os anos 90: entra quem quiser e se virem pra se classificar no grid de 26 carros.

Rafael Schelb disse...

Já ia esquecendo: também sou a favor da venda de chassis e motor pra quem quiser comprar e entrar com time privado.

Anônimo disse...

Sempre tem louco pra tudo, mas louco a ponto de ressuscitar a HRT...

HRT facilmente esta no mesmo nível de Andrea Moda, AGS e outras bizarrices...