quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Rascunho Inovação



Ecologicamente correto.

Estou falando do Circuito francês de Paul Ricard.

Toda água utilizada pelos aspersores para molhar o asfalto nos testes da
Pirelli foi proveniente do armazenamento da chuva.

Vale como curiosidade.

Outra?

Mick Schumacher vai pilotar contra Pietro Fittipaldi, Harrison Newey e
Giuliano Alesi.

O encontro de sobrenomes famosos será na Índia.

A Renault quer ver Jolyon Palmer agressivo na pista nesta temporada.

A ideia é ver o modelo "Max Verstappen" se repetir nas fileiras francesas.

Perigoso.

Pode dar certo.

Mas também pode dar errado e seríamos obrigados a assistir um jovem
piloto afobado.

Lembra da pressão e duras críticas sofridas por Romain Grosjean uns
anos atrás?

Falando em Verstappen, Carlos Sainz Jr. me saiu com essa sobre as
pessoas dizerem que Max é o novo Senna.

"E se eu ganho dele? Eu serei quem?"

Pierre Gasly foi confirmado como piloto reserva da Red Bull.

Ferrari mais Marlboro (branca) em 2016?

A corrida de Baku (GP da Europa) irá iniciar no instante final das
24 horas de Le Mans.

Interessante.

O Endurance e a Fórmula 1 escolheram caminhos diferentes.

A categoria máxima do automobilismo é reconhecida por sua tecnologia
de ponta e inovação.

Entretanto a diversidade do Endurance tem levantado questões sobre
esse dogma.

As principais fabricantes que competem nas maratonas automobilísticas
apresentam cada uma sua própria solução quando o assunto é motor.

Audi com seu turbo diesel V6.

Toyota e seu complexo sistema de recuperação de energia para sua
unidade V8 a gasolina.

Porsche de V4 híbrido.

E agora a BMW sinaliza aparecer em Le Mans com um bólido movido
a hidrogênio!

Onde está a inovação mesmo?

Mudando de assunto.

A movimentação da Ferrari em conjunto com a Haas não deverá ficar
sem resposta.

Toto Wolff também quer uma equipe número 2 pra chamar de sua.

E o plano já está em prática para que a Manor execute tal papel.

A chegada de Pat Fry (ex-Renault-McLaren-Ferrari) é um sinal bem
claro disso.

A assistência técnica da Mercedes dentro da Manor já existe.

Fry cuidará do futuro.

Ele entra para supervisionar os projetos para as próximas duas (!) temporadas.

O meta final é tornar o time de Stephen Fitzpatrick a filial da estrela de prata.

Neste cenário, teríamos algo assim: Red Bull / Toro Rosso, Ferrari / Haas e
Mercedes / Manor.

Pensou no que será da Williams?

A Mercedes não.



















18 comentários:

Richard disse...

E A Mclaren???

Júlio disse...

No caso do comentário do Sainz: ele vai poder escolher: novo Lauda, Prost, Piquet, Mansell ou Schumacher.

Rafael Vieira disse...

Esse braço de ferro entre a F1 e outras categorias, é algo que realmente me enoja, veja o que Bernie faz com as 500 milhas de Indianapolis, sempre no mesmo dia do GP de Mônaco, agora ele inventa o GP de Baku pra fazer frente a Le Mans, sinceramente, acho que o mundo não vai sentir mta falta dele quando ele partir.

Renato Santos disse...

O único perigo que corre a turma da Manor é de tanto rir, os dois cantos da boca se encontrarem atrás da nuca e o topo da cabeça cair.

Renato Santos disse...

Água da chuva? Então não precisam corrigir o pH?
Não sei se estou zoando ou não.

Renato Santos disse...

Outra coisa, alguém me explica por que o etanol não tem uma fábrica focada nele?

miguel fernandez disse...

cuanto a Pat Fry...acaso el e pago pela Mercedes??? aclare carago
cuanto a Sainz a resposta e clara, el e o novo Alonso

como sempre pido desculpas pela escrita deficiente...

Humberto Corradi disse...

Miguel Fernandez

Sem problemas.

Pat Fry será pago pela Manor.

Valeu

David Félix Krapp disse...

Fala Corradi

Citando Spock/Leonard Nimoy para o movimento da Mercedes - "It's only logical..."

E pro Sainz o seguinte recado... precisa vencer primeiro, quando ele conseguir vencer o Verstappen aí da pra começar a pensar no resto...

Pobre Williams, já está orfã na verdade, esse ano foi um exemplo

Anônimo disse...

Acho muito estranho essa história com o Palmer.

Não podem exigir que um piloto conduza de uma maneira que não a do próprio.

E o Palmer está longe de ser um Max Verstappen.
Tanto com relação ao potencial,quanto a agressividade na pilotagem.

E a F1 se dividindo entre equipes da fábrica e clientes,está se aproximando cada vez mais da MotoGP.
Infelizmente...

Arthur Simões

Marcos José disse...

A WEC só foi criada para abrigar uma única prova : as 24 Horas de Le Mans (e sem ela hoje a WEC talvez nem existiria)! E por falar em inovação...cadê o tal do espetacular e ousado projeto do "GTR-LM" da Nissan (literalmente foi jogado no lixo pela marca...é só ver a foto do carro na internet...fora o marketing "soberbo" que fizeram sobre ele antes do campeonato começar...e a vergonha que a marca passou quando percebeu que o "soberbo e ousado" projeto não correspondia a "empolgação" que anteriormente o marketing criou...)?? Ué...se a Mercedes quer a Manor como sua equipe-B na F1 porque que a marca alemã achou "bem caro" o valor pedido pela equipe inglesa?? E pra terminar...a "briga" pelas vagas de pilotos titulares da Manor será entre Rio Haryanto, Alexander Rossi e Will Stevens (Magnussen, Merhi e Werhlein já estão fora desta "briga" e na minha opinião...Haryanto e Rossi ficam com as vagas)!!

Tiago disse...

Palmer sempre se deu bem por ser mineiro, comer por fora e ganhar a corrida (e o campeonato) enquanto os outros se estrepavam. Mas, nunca impressionou pelo talento.

A Williams poderia se dar bem se voltasse a se aliar com a Renault, mas na atual conjectura, é apostar na Mercedes até exaurir as possibilidades dessa parceria, que ainda parece estar em seu auge. O futuro nao da mais tanto medo ao cla Williams. Agora na Sauber...

Felipe disse...

Naturalmente a Mercedes não irá investir na Williams como "time B" uma vez que já deve ter percebido que a mesma poderia representar uma ameaça para o time principal futuramente, e poderia causa grande incômodo assim como quando a Toro Rosso supera a Red Bull. Williams poderia brigar por uma parceria proxima a Renault ou a Honda, caso tenham mais vantagem em ter um motor Mercedes empurrando seus carros. Manor vai continuar a ser um time muito mais modesto do que a Mercedes pois esta está apenas preocupada em desenvolver pilotos e talvez componentes novos para benefício próprio. McLaren se não entrosar com a Honda logo pode perder a parceria para outro time que começa a pensar em buscar um novo motor (Sauber), como li aqui no blog.

WEC. Não acompanho tanto as corridas, gostaria de ter mais tempo para poder faze-lo mas fica claro pra mim que é uma categoria em ascensão plena, podendo superar (se já não superou) a xerxelenta F1 a nível de interesse entre o público. Porém temo que a FIA tenda a cortar as asinhas das fabricantes no WEC, a fim de polarizar ainda mais a F1.

Max, o novo Senna. Eles ainda acham mesmo que alguém vai poder refazer tudo o que o brasileiro fez. Assim como apostam em Vettel como o novo Schumacher. Nada a ver.

Marcos José disse...

Renato Santos, a resposta para a sua pergunta é bem simples: não há "interesse" (porque agora a moda é ser "verde" e "preservar" o meio ambiente; sendo os híbridos e os elétricos a "prioridade" neste momento...) pelo etanol!!

Rafael Vieira disse...

Dando pitacos nos comentários do Felipe, a Williams realmente jamais seria apoiada de verdade pela Mercedes, pois é o velho papo de se criar cobra em casa. No entanto se a Williams quer voltar a ser vencedora, ela vai ter que achar uma fornecedora forte como a Renault ou alguém que queira retornar a F1, como uma Ford/BMW/Toyota por exemplo, mas ser cliente de Mercedes, Ferrari ou Honda, esquece, nunca vai ganhar nada.

Agora, eu tentaria me amarrar na Renault, eles pegaram equipe novamente, precisam de ajuda no desenvolvimento e não acredito que darão Motor ou Software defasado nos 2 primeiros anos não.

Eduardo Sacramento disse...

Eu sempre achei que os motores deveriam ser quase livres, adequando apenas alguns termos específicos, tal qual era antigamente. F1 cria regras sobre regras.

Se a Williams fizer um carro excepcional em aerodinâmica, pode sim derrotar a Mercedes, cm a Red Bull conseguiu vencer em 3 corridas ano retrasado. Mas realmente é mais difícil.

Thomaz Ribeiro disse...

Prezados, a maneira mais viável de se produzir etanol é extraindo da cana. A Indy se não me engano, há quase dez anos deixou o metanol pelo etanol, porém o custo para ser "verde" era elevado, visto que a produção lá é do milho. Li um tempo depois que a intenção da Indy era exportar etanol do Brasil, visto justamente o custo de produção.

José Wilson Carvalho de Mesquita disse...

Sauber-Honda? Acho q rola.