segunda-feira, 10 de abril de 2017

BMW Williams






























Ensaio.

Imagens da FW26.

BMW Williams F1 Team.

2004.

Interessante notar os patrocinadores.

Compaq, Niquitin (produtos contra o vício da nicotina), Petrobras, Castrol,
Allianz, Oris (relógios), Thomson Reuters, Hamleys (brinquedos), Budweiser,
HP, Fedex e, claro, BMW.

Vale lembrar que foi a vitória nas 24 horas de Le Mans da parceria BMW
Williams (com o V12 LMR) em 1999 que selou a entrada da marca alemã na
Fórmula 1 no ano seguinte.

O casamento das duas no maior esporte do planeta durou seis temporadas.

11 comentários:

maxwellman disse...

Casamento que deu o pior divórcio da história da Williams.

Victor Nunes disse...

"Minha" Williams favorita =)

Daniel Chagas disse...

Depois dessa separação a Williams se apequenou e nunca mais voltou a ser a mesma. Se transformou em uma equipe medíocre, uma pena pois o potencial ainda está lá. Enquanto a equipe não voltar a ter uma parceria com uma montadora vai continuar sendo isso que vemos, uma equipe média.E outra uma BMW da vida trás patrocinadores ou pelo menos tem potencial para isso.

Danilo Silva disse...

Lá vem eu e a bandeira dos custos (hehehe): muitos patrocinadores. Pois é, sim, o mundo mudou, o capitalismo entrou num buraco há 9 anos e ta difícil de sair. O que a F1 fez nesse período? Adotou teto de gastos? O oposto, continuou subindo exponencialmente os custos, com simuladores (pra substituir os testes), softwares de CFD (para substituir os túneis de vento) e essas famigeradas milionárias unidades de potência turbo cheio das frescuras que só duas marcas no mundo conseguem fazer de modo decente (Mercedes e Ferrari). Resultado: carros pelados, macacões vazios (ver o Alonso de costas voltando para os boxes e aquele macacão completamente branco é sinal que a coisa ta muito preta) e vagas custando bagatelas que só ultramilionários (banqueiros, sheiks, etc.) podem custear para seus ungidos. O fim do caminho está muito próximo se a liberty media não mexer radicalmente nos custos.

James Morais disse...

Por que a parceria acabou?

Társio disse...

BMW é uma das minhas montadoras favoritas desde sempre. É uma pena que eles não tenham um maior compromisso com a F1. Assim como a Honda vão e voltam conforme lhes convem :(

Abç
Tarsio

Leandro Angelo disse...

Uma coisa que aprendi nesse e com esse blog que sempre existe uma razão oculta para certas postagens.

Às duvidas:

1 - Flashback amoroso do casal da foto?
2 - BMW voltando à F1?

Charles disse...

A parceria acabou porque o Frank Williams, arrogante e presunçoso como sempre, se negou a ceder mais % da equipe para os alemães, que, com a negativa, saíram e criaram equipe própria. A mesma coisa tinha acontecido quando o mago da engenharia, Adrian Newey, cria da Williams, pediu metade das ações para continuar, Frank disse não, ele foi para a Mclaren e foi campeão.

Anônimo disse...

Fiquei curioso, de quem é aquele capacete da primeira foto?
alguém sabe?
Vlw
Wagner Dezordi

Jefferson disse...

Tio Frank realmente andou pra trás nessas decisões Charles, mas sobre Newey, ele deve ter ae aprimorado em Groove, pois a primeira equipe de F1 a utilizar seus serviços, ainda que a distância, foi a Copersucar-Fittipaldi.
Inclusive com a estréia do chassis em fibra de carbono, que soh foi vingar anos depois nos MP4.

Anônimo disse...

Sumiram com a Antonia Terzi... tb, de revolucionário, passou a fiasco...