quarta-feira, 26 de março de 2014

Rascunho de Mudanças





















F3.

Temporada de 1971.

Dois futuros campeões mundiais da Fórmula 1 aparecem na imagem.

Alguém reconhece?

Nuvens sombrias aparecem no horizonte da Caterham.

Faltou cuidado na sua parceria com a Renault.

Por isso adeus projeto Alpine.

E o que será da equipe de Tony Fernandes sem os franceses?

A montadora tratava sua ex-sócia comercial com muito carinho.

O que gerava uma bela economia.

Lembrando que o acordo da Caterham com sua atual fabricante da unidade
de força termina em 2016.

A Shell apresentará uma nova mistura para a Ferrari em Sepang.

Em Maranello se espera um ganho de velocidade com a mudança.

Pode ser uma impressão.

Mas em meio a tantas novidades a Scuderia Italiana parece não estar se
encontrando.

Falando nisso, você já leu por aqui que a Red Bull poderia investir no seu
próprio motor.

Talvez seria a única alternativa lógica caso haja um rompimento com a
Renault.

Vem comigo.

Ferrari não dá mais (apesar do histórico com a Toro Rosso).

A Honda, o primeiro amor antes do acordo com os italianos, está vetada pela
McLaren.

E a Mercedes se tornou a adversária a ser batida.

Apesar do quase casamento entre as duas três temporadas atrás.

Não sabia?

Red Bull e Mercedes chegaram a selar um acordo...

Talvez o plano original de comprar a Cosworth possa estar de novo sobre a
mesa.

Na primeira vez, Adrian Newey foi contrário a ideia e sugeriu que a Renault
como a melhor opção.

Quatro títulos mundiais mostram que o projetista estava correto.

Se esse for o objetivo, a escuderia dos energéticos teria três anos para
executar seu plano.

O maior indício será uma não renovação com a Renault para além de 2016.

Fora o ruído de que Dietrich Masteschitz, dono da Red Bull, e Bernie Ecclestone
encabeçam um motim contra as novidades da categoria máxima do automobilismo.

O que na verdade não seria apenas reclamações e críticas vazias e sim um
real plano separatista.

7 comentários:

Paulo Alexandre Teixeira disse...

Jody Scheckter e James Hunt. Ambos na frente de Roger Williamson, na Formula 3 britânica. Williamson, claro, poderia ter sido outro campeão do mundo se não tivesse morrido em Zandvoort, em 1973, num dos acidentes mais cruéis da história do automobilismo...

Ituano Voador disse...

São James Hunt, no March #33, e Jody Scheckter, no Merlyn #88, ambos atrás de Roger Williamson, com o March #41, que venceu o ER Hall Trophy em Brands Hatch, preliminar da Victory Race de F1, em que morreu Jo Siffert.
Abs

Anônimo disse...

Alan Jones e James Hunt.

Arthur Simões

Anônimo disse...

"E.R. Hall Trophy" 1971, em Brands Hatch.

Roger Williamson na March 713M #41, à frente de Jody Scheckter (Merlyn Mk21, #88) e James Hunt (March 713M, #33).

A prova foi disputada em 3 baterias.
Os pilotos foram divididos em dois grupos e cada um deles correu uma das duas primeiras baterias.
Os primeiros 18 (mais ou menos) de cada bateria disputaram a batria final.

Na primeira bateria, Williamson venceu e Hunt foi o segundo.
Na segunda bateria, Scheckter foi o segundo.

Na bateria final, Scheckter abandonou (foto do post) por causa de um pneu furado; Hunt terminou a corrida em 2o mas foi desclassificado por causa da entrada de ar do seu carro (airbox) e Williamson venceu a corrida.
Ao final da temporada, no campeonato britânico de F3 - Lombard North Central - em que Williamson foi campeão, Scheckter terminou em 3o e Hunt...



um abraço,
Renato Breder

Anônimo disse...

no carro #33 , James Hunt, da para até reconhecer pelo q aparece do rosto, pela viseira; no #88 (ao q parece, esse o número), de inicio nao reconheci o capacete e pensei em Alan Jones pois há letras J e O abaixo da viseira, porém nao creio que o australiano estivesse na F3 em 1971 - porem há o patrocínio Lucky Strike junto do windscreen,, então deve ser Jody Sheckter (aquela marca de cigarros era tradicional patrocinadora no esporte auto motor sulafricano), aí sim a época e os pilotos se encaixam.
já no #41, de imediato pelo desenho do capacete, um de talento mas que o destino impôs a mais alta infelicidade neste particular meio esportivo, a morte disputando um GP de F1, num evento de proporção trágica a que todos os fãs hoje beirando os 50 de idade presenciaram ao vivo pela TV, incrédulos: Roger Williamson - em seu carro carregando, distintivamente, o nome de Tom Wheatcroft, um rico empresário da Midlands britânica, seu tutor no esporte, a quem sua morte terrível causou tamanho abalo que o fez desistir de qualquer novo envolvimento com apoio a pilotos em desenvolvimento na carreira.
Wheatcroft foi quem ressuscitou o circuito de Donington, q fora abandonado creio q desde após a II Grande Guerra, e teve uma grande recompensa emocional ao entregar pessoalmente a Ayrton Senna o troféu da vitoria do GP da Europa de 93, aquele da incrível primeira volta do brazuca, uma performance que nós por aqui presenciamos tambem por TV, mas que lá foi visto e instantaneamente reconhecido pelo publico presente como de importância histórica singular.
(cabe aqui um breve PS, quanto ao "nós pela TV": o Pandini, jornalista que sei acompanha este blog do Corradi, e tem o seu sob o título PandiniGP, estava lá em Donington Park, como credenciado a aquele GP, pela revista Grid.)

Fernando Amaral

walter disse...

Roger Williamson, Niki Lauda e James Hunt. Confesso que não reconheci o capacete do Lauda, mas com dica de que dois dos pilotos são campeões do mundo, ficou mais fácil.

A F3 revelava campeões. A F2, revelava azarados.

Tiago Oliveira disse...

Um casamento Red Bull e Mercedes nao parece ter entrave algum. O ódio e amor sempre presente na relacao autro-germanica pode dar asas a qualquer flecha.

Na entrevista que o Patrick Head deu pro podcast do Motorsport, ele disse q a REdBull deve pagar muito bem pra toda sua equipe tecnica aceitar que todos os creditos, as vezes de decisoes das quais ele nao tem nada a ver, sejam totalmente dadas a Adrian Newey.