terça-feira, 21 de outubro de 2014

Rascunho de Fragmentos























A1 GP.

Uma parte da carreira de Nico Hulkenberg passou por aí.

Carreira vitoriosa, é preciso dizer.

O piloto alemão colecionou títulos até desembarcar na Fórmula 1.

Willi Weber era quem abria as portas.

O homem que planejou todos os detalhes da carreira de Michael Schumacher
tentou uma segunda vez.

Porém os dias eram outros.

E Weber percebeu que aquele tempo (meados dos anos 90) quando McLaren,
Ferrari, Benetton (e até Frank Williams) derramavam propostas para seu pupilo
já havia passado.

Talento nunca faltou para Hulk.

Williams, Force India, Sauber...

Apesar das mudanças, seu gráfico na categoria máxima do automobilismo segue
uma crescente.

Pegou uma fase complicada.

Sem grandes apoiadores, é difícil encontrar uma oportunidade de vitória.

Falo de um lugar entre as grandes.

O piloto tinha uma pretensão de Ferrari.

Massa saiu, entrou Raikkonen.

Alonso está indo embora por uma porta enquanto Vettel está entrando por
outra.

Kimi (você leu por aqui) ainda deve prorrogar seu contrato.

Não há pontes para a McLaren, Mercedes e Red Bull.

Neste cenário, é compreensível o alívio de Hulk em conseguir permanecer
na Fórmula 1.

A Force India (mesmo com aquela nuvem financeira escura fora das pistas)
é um time muito bem organizado na parte técnica.

E conta com o motor Mercedes.

Mas fica uma pergunta.

Há futuro para Nico além da escuderia de Vijay Mallya?


Interessante.

Os carros da Caterham (depois de desembarcarem na Alemanha,) fizeram
um bate-volta (algumas horas) em Leafield, sede da equipe.

Apenas para pintura.

Mas já estão novamente resguardados na base germânica de Colin Kolles.

Olho na ligação da equipe verde com a Dell.

Lotus e Fernando Alonso?

A proposta (fora de hora) serve apenas para  valorizar a equipe no mercado.

Lotus que vai testar com um novo bico nos Estados Unidos.

A Ferrari trabalhou com novidades aerodinâmicas para 2015 em Suzuka e
em Sochi.

Apenas no carro de Raikkonen.

Somente o finlandês experimenta as novidades.

Por fim.

Felipe Nasr diz que seu empresário, Steve Robertson (o mesmo de Kimi),
negocia com algumas equipes da Fórmula 1.

2 comentários:

Jefferson disse...

Realmente uma pena o que o destino reservou para o outro Nico. Muito talento e a falta de um grande apoiador financeiro. Isso seriam os males de se ter vários compatriotas no grid e uma história recente muito vitoriosa de seu país no certame?! Creio que apenas uma nova Brawn GP poderia dar uma guinada em sua trajetória. Quem sabe VJ acha uma brecha no regulamento 2015!

Renato Santos disse...

Raro caso em que os fragmentos, unidos, rendem mais do que um cristal inteiro. Muito bom, mostrando as patacoadas e fogos-fátuos (ninguém mais usa essas palavras, ainda mais no plural) Abraço, meus dias são bem melhores lendo seu blog.