sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Louis Vuitton, Mulheres e F1



Impressionante a máquina que a Hublot fez usando o nome da Ferrari.

Um relógio espetacular.

Pra quem não sabe, a marca de cronógrafos patrocina a Scuderia Italiana desde
2013.

Note.

Ferrari, que vinha mantendo cerca de onze apoiadores nos últimos dois anos,
fez uma grande alteração.

Em 2015 os italianos praticamente dobraram este número.

Agora são 20 ao todo.

Destaquei a Hublot por um motivo.

A grife criada pelo italiano Carlo Crocco em 1980, se encontra hoje dentro do
belo portfólio da Moët Henessy - Louis Vuitton ou simplesmente LVMH.

LVMH que é hoje detentora das marcas mais valiosas do continente europeu.

Desbancando gigantes como BMW, Unilever e Nestlé.

Entre outros ícones, sob seu guarda-chuva estão nomes que traduzem riqueza no
mundo da moda, relógios e bebidas.

Exemplos?

Além da Hublot, podemos citar Dior, Tag Heuer, Bulgari, Fendi, Kenzo, Givenchy,
Donna Karan, Baume & Mercier, Don Pérignon e Chandon.

Este último apareceu nos noticiários recentes.

Será o novo patrocinador da McLaren.

Assim a LVMH usará os carros de Woking para promover seu champagne.

Percebe-se que o glamour da Fórmula 1 preserva seus encantos.

E ainda ajuda a vender e criar conceitos.























E ninguém gosta mais de criar conceitos do que Bernie Ecclestone.

Alguns dão certo.

Outros não (lembra do desejo de molhar as pistas?).

Entretanto fiquei intrigado com a associação de seu nome com o de Carmen Jordá.

A piloto que possui a responsabilidade do desenvolvimento da Lotus.

Pelo menos essa é sua função na equipe.

No momento, Bernie estaria focado na missão de "encaixar" Carmen na Renault.

Já pensou?

Mas de onde Jordá conseguiu tanto apoio?

As respostas não são simples.

Um novelo de lã.

Ligações que incluem vários nomes e terminam com o da filha do Big Boss.

Tamara Ecclestone.

Todos da mesma turminha.

Além disso há o sonho de ver uma mulher como titular na Fórmula 1.

O caminho é difícil.

Contudo Bernie disse outro dia que Carmen não está sozinha.

E se derreteu em elogios para moça.

Assustador?

Para alguns.

Já a Louis Vuitton poderia amar, não?













5 comentários:

Daniel Chagas disse...

Sou a favor de mulheres no automobilismo com tanto que tenham talento para isso, tanto que até hoje torço para Danica Patrick vir para a F-1. Mas um dos grandes problemas da F-1(Eclestone) nos últimos 10, 15 anos é pensar somente no dinheiro ou em coisas superficiais e esquecer do esporte, da disputa na pista que convenhamos era pra ser o mais importante. A F-1 não é desfile de moda, f-1 é corrida de carros!! Aoa poucos a F-1 vai perdendo sua identidade,sua essência e por isso cada vez mais os fãs se afastam. Uma pena...

Anônimo disse...

Pô, se é assim a parada, vou torcer para alguém sugerir a Bia Figueiredo ao mr. E , eventualmente em suas vindas freqüentes ao bananal.
Podiam ao menos descolar um dia de testes para ela.

Fernando A.

Anônimo disse...

Mais uma imbecilidade do Bernie.

Carmen Jorda é péssima!!

Provavelmente pior que Susie Wolff.

Seus resultados em TODAS as categorias de base que correu são sempre os mesmos: ULTIMA DO GRID!!!

Se a efetivação dela realmente acontecer o Yuji Ide com certeza poderá não ser mais considerado o pior piloto que já andou de F1 nos últimos tempos (e com folga!)

Arthur Simoes

Wesley disse...

Pena que a Simona de Silvestro não teve uma chance real de
entrar na F1.

Seria a mais indicada para esse desafio.

Gerardo Furtado disse...

Se você parar para pensar, o automobilismo deveria ser louvado pelas/os feministas e por quem quer que lute pelo fim do machismo como um dos poucos esportes (senão o único) onde homens e mulheres são tratados em igualdade de condição.
Devido às óbvias diferenças físicas, existe futebol masculino e futebol feminino, vôlei masculino e vôlei feminino, basquete masculino e basquete feminino... Mas existem coisas que não fazem sentido, como xadrez masculino e xadrez feminino! (???)
No automobilismo não, é o "mesmo" carro, a mesma pista e as mesmas regras para todo mundo, independente do sexo.