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segunda-feira, 25 de julho de 2016
Clipping
Três imagens da Hungria.
A costumeira solidão de Hamilton.
A telemetria justificando o julgamento da FIA sobre a pole position de Rosberg.
E a Ferrari no escuro.
A corrida foi chata.
Decidida na primeira curva.
Lewis assumiu a ponta e foi assim até o final.
Sem ataques ou ameaças.
Parecia combinado.
Ficou estranho quando o piloto inglês diminuiu seu ritmo claramente para prejudicar
Nico no jogo de paradas em relação a Daniel Ricciardo.
A Mercedes percebeu e ameaçou chamar Rosberg primeiro ao box.
Hamilton imediatamente voltou a acelerar e com isso puxou seu companheiro.
Como eu disse, parecia combinado.
Sem ataques ou ameaças após a largada.
Uma notinha a mais vinda da Mercedes.
Nos contratos de seus dois pilotos consta uma cláusula de opção para 2018.
Que pode ser ativada ou não.
Toto Wolff joga pesado e mostra desta forma que os interesses da Mercedes estarão
sempre em primeiro lugar.
A interpretação das regras acabou ajudando Daniel Ricciardo, Max Verstappen,
Sergio Perez, Nico Hulkenberg e Valtteri Bottas na classificação.
Poderiam ter sido excluídos.
No Q1 eles ficaram acima dos 107% em relação ao tempo de Rosberg.
Falando em regras, haverá uma reunião entre a FIA e as escuderias na Alemanha.
A proposta é eliminar a partida inicial lançada após a entrada do safety-car.
Os carros alinhariam novamente na posição do grid de largada.
A McLaren desmentiu qualquer possibilidade de Stoffel Vandoorne assumir o lugar
de Rio Haryanto na Manor.
Sobre isso, a Pertamina (principal patrocinadora da Manor) pediu que até a próxima
quarta-feira a escuderia se posicione oficialmente em relação ao assunto.
A ameaça é de suspensão do pagamento do acordo de patrocínio.
A Fórmula E fechou um acordo com Montreal para sediar uma de suas etapas.
No circuito Gilles Villeneuve mesmo.
Bernie Ecclestone não gostou da história e diz estar pronto para tirar os canadenses
do calendário da Fórmula 1.
Pierre Gasly (Red Bull) assumiu a liderança da GP2.
"Hamilton: ser um campeão mundial não te dá o direito de desrespeitar os outros
competidores."
Frase de Esteban Gutierrez.
Por fim.
A mala de Carmen Jordá.
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Humberto Corradi
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13:59
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
Rascunho Arraial d'Ajuda
Agora sim.
Sem faltar ninguém!
Depois de muito tempo parada, Carmen Jorda fará o seu retorno às pistas.
Será neste final de semana competindo pelo Renault Sport Trophy.
Convido que voltemos nossos olhares para a Williams por alguns instantes.
Por que?
Surgiram notas interessantes sobre a equipe inglesa nos últimos dias
A escuderia britânica garantiu um orçamento inicial para esta temporada de
cerca de 120 milhões euros.
Essa grana tem origem no Pacto de Concórdia, premiação por classificação e
o extra da FOM.
Mas isso tudo está distante dos planos originais de crescimento.
E a busca pelo título mundial.
O ideal seria contar com 250 milhões de euros no caixa.
Para isso acontecer é necessário buscar um patrocinador master que cubra o
restante.
OK.
Coisa que todo mundo quer na Fórmula 1.
O que fazer?
A Williams descartou envolvimento acionário da família Stroll.
Apesar de Lance Stroll estar com seu futuro entrelaçado com Grove.
Mas aí surge uma pista do que deverá acontecer.
Claire Williams falou outro dia sobre o modelo "Pastor Maldonado" de negócio.
E que na categoria máxima do automobilismo até Fernando Alonso leva dinheiro
para a McLaren.
Juntou as peças?
Claire começa a justificar a entrada de um piloto pagante.
Assim, fica claro que, um dos assentos da Williams está à venda para 2017.
Falando em Williams, Valtteri Bottas deverá usar com exclusividade novas peças
na China.
Novo bico e nova asa dianteira.
A Mercedes vai trocar a caixa de marchas de Lewis Hamilton.
Por isso o atual campeão perderá 5 posições no grid.
Depois de Guan Yu Zhou ter se juntado a Academia Ferrari de Pilotos, agora a
Renault fecha com o jovem Sun Yue Yang.
Tudo pelo mercado automobilístico chinês.
Por fim.
Bernie Ecclestone e Gerhard Berger revelam que a Mercedes ajudou a Ferrari a
desenvolver seu bólido.
Sim.
Houve troca de tecnologia entre as gigantes.
Achou isso uma coisa sem pé e nem cabeça?
Ecclestone explica.
A propaganda fica melhor se você derrotar uma Ferrari ao invés de outra equipe
menor que usa o mesmo motor Mercedes.
Se você não sabe, isso não é uma coisa inédita.
Quando a Honda dominava a F1 (com a McLaren) também teve a mesma atitude
com a Scuderia Italiana.
A realidade pode ser às vezes bem sem graça, não?
Postado por
Humberto Corradi
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09:37
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Rascunho Cavuca
Vermelha e branca??
Por que não?
Atualmente a Honda é a maior patrocinadora de uma equipe de Fórmula 1.
Mas isso é uma questão menor.
A principal é o motor.
O desempenho deste poderá decidir o destino de Fernando Alonso.
Stephen Fitzpatrick (Manor) tem viagem marcada para Indonésia nesta semana.
Vai decidir de uma vez por todas se Rio Haryanto será ou não piloto de sua
equipe.
Para escrever o Rascunho a gente sempre procura algo a mais.
Informações que possam acrescentar e nos ajudar a entender um pouco mais
esse intricado mundo da Fórmula 1.
Cavuca.
Veja por exemplo o caso de Baku.
O Azerbaidjão receberá pela primeira vez a categoria máxima do automobilismo
nesta temporada.
Foi anunciado um contrato de dez anos.
Aí você descobre que na verdade são cinco + cinco.
Os primeiros cinco anos são obrigatórios e sujeitos a multas no caso de quebra
contratual.
Os outros cinco são opcionais.
A taxa anual cobrada pela FOM é de 30 milhões de euros.
Valor que facilmente dobra se pensarmos em todos os custos para realização
de um GP.
Mais?
O país ainda sofre forte influência da Rússia por conta do petróleo.
Vladimir Putin controla o vizinho com mão de ferro.
E suas boas relações com Bernie Ecclestone devem ter facilitado muito a
chegada da F1 por lá.
Mais ainda?
Fique sabendo que Flavio Briatore é o idealizador da corrida de Baku.
Sim.
Interessante como o empresário italiano está perto e longe ao mesmo tempo.
Talvez nunca mais o veremos numa escuderia.
Houve uma última tentativa quando tentou ocupar o lugar deixado por Stefano
Domenicali em 2014.
Um erro.
Mal sabia ele que naquela mesma temporada Alonso estava sendo varrido e
qualquer pedido do asturiano se tornaria irrelevante.
Quanto mais exigências!
Nada (e nem ninguém) atrapalharia a chegada de Sebastian Vettel.
Por fim.
A assinatura de Kevin Magnussen com a Renault ofuscou a saída de outro
piloto dinamarquês.
Marco Sorensen não conseguiu se manter como piloto de reserva ou de
testes depois da mudança Lotus / Renault.
Indignado, ele colocou a boca no mundo.
Entregou que Carmen Jordá chegou a ser 12 segundos mais lenta que ele
nos simuladores de Enstone.
Sem dinheiro (perdeu o patrocínio da Saxo Bank), Sorensen ficou também
sem espaço dentro do time.
Pena.
Se tivesse recursos, com a saída de Maldonado, ele poderia almejar até
mesmo a titularidade.
Coisas da vida!
E Carmen Jordá?
Quais as razões de mantê-la?
São duas.
A primeira é a exposição que a piloto traz por motivos óbvios.
E vou te contar que a Renault está priorizando mais o marketing do que
os títulos.
A segunda é dinheiro.
Carmem (com certeza) traz recursos para a Renault.
A vaga não é gratuita.
Quanto?
Aí que está a parte mais divertida!
Pode deixar que logo a gente descobre.
Postado por
Humberto Corradi
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17:57
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Louis Vuitton, Mulheres e F1
Impressionante a máquina que a Hublot fez usando o nome da Ferrari.
Um relógio espetacular.
Pra quem não sabe, a marca de cronógrafos patrocina a Scuderia Italiana desde
2013.
Note.
A Ferrari, que vinha mantendo cerca de onze apoiadores nos últimos dois anos,
fez uma grande alteração.
Em 2015 os italianos praticamente dobraram este número.
Agora são 20 ao todo.
Destaquei a Hublot por um motivo.
A grife criada pelo italiano Carlo Crocco em 1980, se encontra hoje dentro do
belo portfólio da Moët Henessy - Louis Vuitton ou simplesmente LVMH.
LVMH que é hoje detentora das marcas mais valiosas do continente europeu.
Desbancando gigantes como BMW, Unilever e Nestlé.
Entre outros ícones, sob seu guarda-chuva estão nomes que traduzem riqueza no
mundo da moda, relógios e bebidas.
Exemplos?
Além da Hublot, podemos citar Dior, Tag Heuer, Bulgari, Fendi, Kenzo, Givenchy,
Donna Karan, Baume & Mercier, Don Pérignon e Chandon.
Este último apareceu nos noticiários recentes.
Será o novo patrocinador da McLaren.
Assim a LVMH usará os carros de Woking para promover seu champagne.
Percebe-se que o glamour da Fórmula 1 preserva seus encantos.
E ainda ajuda a vender e criar conceitos.
E ninguém gosta mais de criar conceitos do que Bernie Ecclestone.
Alguns dão certo.
Outros não (lembra do desejo de molhar as pistas?).
Entretanto fiquei intrigado com a associação de seu nome com o de Carmen Jordá.
A piloto que possui a responsabilidade do desenvolvimento da Lotus.
Pelo menos essa é sua função na equipe.
No momento, Bernie estaria focado na missão de "encaixar" Carmen na Renault.
Já pensou?
Mas de onde Jordá conseguiu tanto apoio?
As respostas não são simples.
Um novelo de lã.
Ligações que incluem vários nomes e terminam com o da filha do Big Boss.
Tamara Ecclestone.
Todos da mesma turminha.
Além disso há o sonho de ver uma mulher como titular na Fórmula 1.
O caminho é difícil.
Contudo Bernie disse outro dia que Carmen não está sozinha.
E se derreteu em elogios para moça.
Assustador?
Para alguns.
Já a Louis Vuitton poderia amar, não?
Postado por
Humberto Corradi
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16:23
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terça-feira, 3 de março de 2015
Reserve Driver
Depois dos testes em terras espanholas, tive um pensamento.
Nada a ver com desempenho ou voltas rápidas.
Fiquei intrigado com a questão dos pilotos reservas.
Três dos maiores pilotos da categoria máxima do automobilismo tiveram
que ser substituídos em algum momento.
Nico Rosberg, Lewis Hamilton e Fernando Alonso em instantes (e por motivos)
diferentes faltaram aos testes.
A Mercedes recorreu a Pascal Wehrlein.
Piloto que estava programado para dirigir para a Force India no dia.
Quase um improviso.
Mas Pascal é o reserva oficial das flechas de prata.
Apenas foi chamado num momento inoportuno.
No caso de Alonso, a McLaren contou com Kevin Magnussen.
E o resto do paddock?
A irmandade Red Bull / Toro Rosso tem no banco Sebastian Buemi.
Na Williams a oficial é Susie Wolff e o piloto responsável pela parte de
desenvolvimento é Alex Lynn (atual campeão da GP3).
O reserva imediato da Ferrari é Esteban Gutierrez.
Enquanto que o francês Jean-Eric Vergne tem o título de piloto de teste da
Scuderia Italiana.
A Sauber conta com Raffaele Marciello no caso de problemas com seus titulares.
Piloto da Academia Ferrari.
A Force India, como vimos em Barcelona, deve pegar emprestado com a Mercedes
numa emergência.
Da Manor não tem nem como falar.
A galera nem confirmou seus titulares ainda...
Por fim a Lotus.
O pessoal de Estone trouxe Jolyon Palmer para compor seu elenco.
E ainda a piloto espanhola Carmen Jordá.
A mulher responsável por desenvolver os bólidos negros.
Por desenvolver podemos entender simulador e tal, OK?
Uma historinha sobre a Carmen.
No último campeonato da GP3 ela foi afastada por sua equipe no final da
temporada por suas performances abaixo do esperado.
Assim, a moça não conseguiu nenhum pontinho.
Injusto?
Não posso dizer, até porque não acompanhei a categoria de perto.
Porém o seu substituto, o inglês Dan Stoneman, ao assumir o carro que era
da espanhola venceu duas etapas.
Tenso.
Vamos torcer para que Romain Grosjean, Pastor Maldonado e Jolyon Palmer
tenham saúde em 2015.
Para o bem da Lotus.
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Humberto Corradi
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05:52
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Rascunho Treta
Curvinha chata!
Doida pra causar confusão.
Vamos ao que interessa.
Olhando os resultados dos testes até aqui, parece claro como dia que os
outros irão brigar pelo terceiro lugar.
Os outros são aqueles que não os carros prateados de Nico Rosberg e
Lewis Hamilton.
Massa foi o mais rápido do dia.
Mas Lewis fez um tempo fabuloso com pneus de concreto e ainda por
cima num momento muito ruim da pista.
A treta com Fernando Alonso foi grave.
Há um grande risco da McLaren ter que substituir o espanhol por Kevin
Magnussen na Austrália.
Além disso, Button já foi escalado para (tentar) andar amanhã.
(escrevo de quinta pra sexta)
Uma última notinha sobre o pessoal de Woking.
A McLaren confirmou a renovação do acordo técnico que havia
anteriormente com a Manor / Marussia.
Para ajudar o time, claro.
Existem dívidas e tal.
Você sabe.
Mas a verdade é que Ron Dennis quer a Manor para si.
Numa parceria semelhante a da Ferrari com a (futura) Haas.
Vandoorne?
Vai vendo.
Quer comprar um lugar aprazível em Portugal?
Estão vendendo por lá a casa que pertenceu a Ayrton Senna.
Qualquer 10 milhões de euros, tá levando.
E a turma do energético?
James Key apareceu com uma Toro Rosso completamente diferente.
A outra era uma enganação?
Interessante saber que Max Verstappen tem conseguido tempos no simulador
que estão envergonhando Daniil Kvyat.
A coisa está tão gritante que até uma troca de assentos foi sugerida.
Ainda no assunto cockpits, a Lotus anunciou a espanhola Carmen Jordá
na posição de piloto de testes do time.
Muitos estão achando que ela (Indy Lights) é apenas um rostinho bonito.
Entretanto... é só isso mesmo.
Nurburgring vai se ajeitando para voltar.
Bernie deve arranjar outros Emirados Árabes para sustentar as (falidas) pistas
tradicionais da Europa.
Logo teremos duas dúzias de finais de semana de corrida na temporada F1.
A Force India (pagou as contas) e estará com seu carro 2015 no final dos
testes.
Por fim.
A cada nova entrevista que leio, vinda de Maranello, fico com mais certeza
que a Ferrari já estava acertada com Sebastian Vettel e que Fernando Alonso
não fazia mais parte dos planos da Scuderia Italiana.
Ou alguém pensa que uma marca bilionária como a Ferrari resolve tudo
de última hora ou, pior, deixa nas mãos de um piloto o poder de decisão
sobre o futuro da equipe?
Em abril do ano apassado, quando Domenicali deixou o time vermelho,
três pilotos fizeram questão de ligar para o diretor italiano.
Raikkonen, Alonso e... Vettel!
Sendo que sobre este último, Stefano se recusou a comentar qualquer
detalhe do telefonema.
O Tordo crava um contrato feito ainda em 2011.
Pode ser.
Postado por
Humberto Corradi
às
00:29
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