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quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Rascunho de Pouca Coisa
Na imagem acima aparece Max Verstappen.
Que finalmente (agora com 18 anos) poderá realizar seu sonho de dirigir um carro
de rua no Brasil.
Rascunho demorado (para aparecer).
Falta de assunto.
Ou melhor, de assuntos interessantes.
A McLaren fechou patrocínio com a Chandon (marca de champagne).
Pois tem muito a comemorar em 2015, não?
Isso não importa.
O que interessa?
A turma de Woking busca mesmo uma grana que faça diferença.
Para isso trabalha em duas frentes.
Em ambas sobre empresas do Oriente envolvidas com tecnologia de ponta.
Uma marca japonesa (num formato normal) para colocar seu nome na
carenagem do carro.
E outra chinesa, que além de estampar seu nome no bólido, entraria também
como acionista.
Mais de lá.
Parece que Fernando Alonso deixou claro para a McLaren seu desejo de participar
das 24 horas de Le Mans no próximo ano.
Incrível como a Lotus está abandonada esperando a conclusão do negócio
com a Renault.
Para conseguir trabalhar a escuderia negra fica pedindo emprestado tudo
quanto é tipo de equipamento para as outras equipes.
Uma vergonha.
Falando nisso, percebeu que a Renault / Lotus não anunciou o companheiro de
Pastor Maldonado para 2016?
É que a saída de Romain Grosjean para Haas (uma prova do comprometimento
do piloto com o projeto Ferrari) pegou todo mundo de surpresa mesmo.
A Lotus não vai se mexer.
Deixará para a Renault decidir quem ocupará o cockpit vazio.
Pierre Gasly assumiu o posto de piloto reserva da Red Bull.
O menino na GP2 faz parte da DAMS, mesma escuderia de Alex Lynn que
tem sua carreira ligada a Williams.
Aproveitando, vamos de Manor.
A equipe, que contará com a unidade de força da Mercedes na próxima
temporada, pode reservar surpresas na escolha de seus pilotos.
Pascal Wehrlein é o queridinho da turma da estrela de prata para um lugar.
Seu talento é cantado em prosa e verso por Toto Wolff.
Piloto reserva da Mercedes, conhece muito o carro da time da fábrica, pois
trabalha como ninguém no simulador dos alemães.
Seria a primeira opção caso a Manor peça desconto nos motores.
A segunda opção é Rio Haryanto.
Aqui o dinheiro deverá correr solto.
Com apoio da Pertamina (Estatal petrolífera da Indonésia), o piloto já foi
informado de quanto deverá desembolsar para cavar uma vaga na F1 em
2016.
E assim que soube foi até o Presidente da Indonésia contar a novidade.
O Chefe de Estado ordenou que seus ministros busquem apoio também na
iniciativa privada do país (além da Pertamina) para apoiar a aventura de sua
estrela da velocidade.
A terceira opção é o malaio Jazeman Jaafar.
Este patrocinado pela Petronas.
Aquela que fornece o combustível que move os bólidos de Lewis Hamilton e
Nico Rosberg.
Jaafar é outro que conta com a mão do governo na busca por apoiadores ricos.
Uma coisa menos empolgada, se comparamos com a situação de Haryanto.
A quarta opção é o americano Alexander Rossi.
O mais sombrio de todos.
Digo isso porque está difícil decifrar sua situação.
Rossi ganhou a chance de pilotar a Manor no lugar de Roberto Merhi em quase
todas as provas restantes de 2015.
Cabe perguntar quais são suas conexões e patrocinadores que o fizeram chegar
nesta posição.
Tudo muito obscuro e misterioso!
A Manor com a ajuda da Mercedes deverá se tornar um time interessante.
Poderão ser bons lugares (saindo do fundo para o meio do grid).
Difícil prever quem vai ganhar essa corrida.
Vamos aguardar.
Postado por
Humberto Corradi
às
16:29
9
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