sexta-feira, 25 de julho de 2014

Rascunho e a Pergunta: Quem Vai?
























"Você pode discutir comigo, mas não com os números..."

Célebre frase do Frangolino.

That's all folks!

Sebastian Vettel insiste em deixar seu futuro em aberto.

Por que?

Porque as propostas são tentadoras.

E ele sabe que não pode escolher errado.

Seus adversários adorariam colocar em seus acordos uma cláusula que
bloqueasse sua contratação.

As palavras do atual campeão são fortes para manter os boatos.

"Às vezes uma mudança pode fazer milagres..."

"Qualquer oferta deve ser considerada..."

Aí aparece a questão.

O piloto poderia deixar a Red Bull?

Sim.

Há uma brecha em seu contrato quando o assunto é performance.

A equipe precisa apresentar certos resultados.

A Mercedes colocou para Vettel um plano para 2016.

Lewis Hamilton tem uma opção já para 2015.

Mas...

Surpreendentemente a McLaren se mostrou mais agressiva.

A turma de Woking ofereceu um salário de 46 milhões de Euros para o motorista
alemão conduzir a Nova Era do motor Honda na Fórmula 1.



















A Red Bull, que não sabe ainda se continuará com a Renault ou fará uma parceria
com a Infiniti para desenvolver sua própria unidade de força, vai precisar dar uma
resposta a tantas investidas.

Há uma urgência por decisões.

Penso que Fernando Alonso está com os mesmos números da proposta de Vettel
nas mãos.

Ou então não deixaria a Ferrari tão ansiosa.

É pra parar e pensar mesmo, não?

Enquanto isso...

Pastor Maldonado deu pistas da aproximação de uma marca de cigarros com a Lotus.

Já falamos sobre isso.

Clique aqui para lembrar.

Em 2016 (New Jersey vem aí - de novo!) o Azerbaijão sediará o GP da Europa.

O americano Alexander Rossi, que foi desligado da Caterham, se juntou à Marussia.

Adrian Suttil disse que seu lugar (Sauber) nesta temporada não está ameaçado.

E o futuro de Romain Grosjean está associado a escolha que a Lotus fará para seu
motor em 2015.

Se continuar com a Renault, ele fica.

A vida é assim.

Feita de chegadas e partidas.



12 comentários:

Rubens disse...

Os números não dizem nada sem conceito, sem um contexto. Somar 25 pontos em uma única vitória contra 10 de antigamente por exemplo.

Além do que, vale lembrar que o "mito" Playstation boy pegou seu primeiro carro mais ou menos na RBR e já tá levando uma sacolada do Ricardão, se ele fosse esse talento todo pelo menos o companheiro de equipe ele bateria não?

Tanto que o fodão já tá querendo pular no banco do Playstation da vez.

TheEltonToptec disse...

Rubens, talvez o que você não ponderou é que Ricciardo seja igual ou talvez até melhor que Vettel. O pouco tempo que ele tem de Red Bull foi irretócavel. Acho realmente o australiano muito melhor do que poderia imaginar qualquer otimista.

Quanto a Vettel, é cedo pra subestimá-lo.

Abs

TheEltonToptec disse...

Olhando para a última década da Fórmula 1, é muito fácil perceber o declínio das duas maiores e tradicionais equipes vencedoras.

A espiral decendente da Ferrari e McLaren me faz achar que seria mais plausível a Red Bull se reerguer ou a Mercedes se manter no topo do que Maranelo e Woking conseguirem o "pulo do gato", nos próximos dois ou três anos. E não esqueçamos da Williams. Me parece que a tradição e história dessas duas grandes, mais atrapalham do que ajudam o progresso técnico.

Não é onde as duas vem sofrendo mais? A McLaren e a Ferrai, por mais inovações e tentativas que façam, não conseguem uma evolução satisfatória ao longo dos campeonatos, pelo menos nos últimos cinco.

Olharia com mais fé para Mercedes e Red Bull, afinal.

Marques disse...

Com números não se discutem? Então Schumacher foi beeem melhor que Senna. Ou é só nesse caso?

miguel fernandez disse...

si voçes me permiten (e disculpan a minha escrita fuleira) eu penso (humildemente) que alguns dos seguidores de esta blog, e que façen uns comentarios que dan moito para aprender , acreditem no meu respeito, fican anclados no pasado...si senna foi o primeiro piloto "profesional", nao á moito tempo o Corradi falou disso, a playst e o resto dos programas de simulaçao, incluso a nivel caseiro, e o futuro. Reconozcamos que é, ja, o presente...
basta asistir as carreiras de simulaçao que ja, hoxe, son emitidas na tv...
e son espectaculares tambem...a formula 1 ja nao tem a ver con a de senna e prost, como eles tamben ,seguro, decepcionaron alguns aficionados..

disculpen se lles parezco parvo, mas ajo que os jogos de computador comtribuen, e muito, a manter a formula 1, tamto de aficionados, como (segun voçes entendo que admiten) pilotos...

vivan os joguinhos!

Anônimo disse...

Vettel perdeu muito do seu encanto, esse ano mostrou os números que ele conquistou foram somente por ter o melhor carro e superado o fraco Webber. Ricciardo até o ano passado não tinha feito nada de especial, inclusive Vergne que era o cotado pra assumir a RedBull número dois. Não acho que Vettel poderia fazer alguma coisa no desenvolvimento da Mclaren ou da Ferrari, Vettel é um piloto que gosta de acelerar só carro bom, de grife, como é todo carro do Newey. Se o carro está ruim, ele já solta lagartos, dizendo que o barulho é uma merda e abandonando os testes, como fez em Jerez.

Fabrizio Salina disse...

Quanto simplismo, quanto reducionismo! O cidadão tem o mesmo número de títulos do Prost, merece mais consideração, moçada.

Esse menosprezo aos pilotos atuais se deve ao fato de que a F1 se tornou um porre de assistir. Motivo, na minha opinião, a hegemonia de uma única escuderia por temporada. Ferrari, nos tempos Schumacher, Red Bull, com Vettel. Começa o ano, depois de 3 provas as outras já direcionam o desenvolvimento para o ano seguinte. A Ferrari, tens umas 5 temporadas que só desenvolve carro para o ano seguinte!
Imagine Senna ou Prost, só um deles na Mclaren: seria um passeio, seriam penta, antecipariam a chatice dos domingos da era Vettel.
Aí chego ao ponto sobre as críticas ao Vettel: se acostumou com a maciota, pois correu sozinho, nunca teve sombra e ainda recorria ao "multi 21'. Pela primeira vez em sua história de F1 há um referencial ao lado, e salvo engano, se tivesse um companheiro do nível de um Hulkenberg no lugar de weber, penso que não seria tetra. O mesmo se aplica para Schumacker se tivesse um Alonso como companheiro de equipe.

Se alteram regras e continua sempre a mesma pasmaceira de uma equipe dominante, a FIA deveria instituir um rodízio obrigatório de pilotos, proibindo a permanência em qualquer escuderia por mais de três anos. Assim, mesmo com a hegemonia de um carro, seria obrigatório variar, ao menos, o condutor.

Outro ponto, seria limitar o desenvolvimento do novo carro somente a partir de novembro. Não teríamos este absurdo de abandonar um projeto com apenas corridas.

Eric Musashi disse...

Hehehe, a galera subestimando o Vettel e ele crescendo de novo. Já foi melhor que Ricciardo no Canadá e na Inglaterra, porém deu azar na estratégia.

Estou vendo de novo o filme de 2010 e 2012, acho que em anos pares ele só cresce depois da metade do campeonato, kkk.

Anônimo disse...

É Eric, só que não! Trocentos pontos, mil vitórias e rodando sozinho na pista, levando uma luneta do companheiro? Qual a explicação Corradi, Vettel era muito ruim ou Riccardo é um Senna? Acho que é a primeira opção.

Anônimo disse...

"Ricciardo é um Senna" ?!? Que frase..
Como se o Senna ainda fosse o melhor de toda a história.

O próprio Vettel já passou o Senna. Os números não mentem.

Anônimo disse...

Maior é diferente de melhor. Senna foi um dos melhores, morreu antes de conquistar mais números. Vettel pode ser um dos maiores, mas está longe se ser um dos melhores, Ricciardo está fazendo o mesmo que Senna fez quando chegou na Mclaren, só que Vettel é mais fácil de bater que um Prost.

Ituano Voador disse...

Não creio que o fato de uma equipe dominar uma temporada seja determinante para deixar a F1 "um porre". Vejamos: Ferrari em 52/53, Mercedes em 54/55, Ferrari em 61, Lotus em 63 e 65, Matra em 69, Tyrrell em 71, Ferrari em 75, Lotus em 78, McLaren em 84, Williams em 87, McLaren em 88/89, Williams em 92/93... domínio sempre houve; a questão é que de uns 5/6 anos para cá a F1 enveredou por um artificialismo que descaracteriza sua essência. Pneus esfarelantes, KERS, DSR, safety car a rodo, Tilke, punições e mais punições... isso entedia.
Abs