segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Rascunho Sem Riscos

























Uma vida.

Sebastian Vettel e a Red Bull.

A escolha de Danill Kvyat para substituir o campeão alemão, além de ser coerente
com a política de pilotos da marca, levou em conta o promissor mercado russo.

O negócio aqui é vender energéticos.

E facilita tudo ter um bom piloto que ajude a fazer isso.

Interessante.

Quando comentamos aqui sobre as brechas nos contratos de pilotos tops, muitos
duvidaram.

Cláusulas que permitem saídas e opções que precisam ser ativadas são coisas
bem comuns.

Geralmente com o poder de decisão ao lado das escuderias.

Mas há um movimento acontecendo.

Onde a trinca de ferro (Hamilton, Alonso e Vettel) não quer ficar presa a uma
equipe problemática e tenta deixar isso escrito em seus contratos.

No futuro próximo haverá mais movimentações no mercado.

Uma tendência que parece clara.

O acidente de Jules Bianchi causou comoção no mundo do automobilismo.

Algumas questões foram levantadas.

Sobre o piloto ser levado para o hospital de ambulância e não de helicóptero parece
ter sido uma opção dos médicos.

A aeronave estava lá pronta para decolar caso fosse necessário.

E o fez, logo depois da partida do carro que levava Bianchi com a equipe médica.

Também devemos prestar atenção nas palavras de Adrian Sutil.

O motorista da Sauber achou perigoso a baixa luminosidade da pista.

Lembrando que na transmissão as câmeras corrigem qualquer deficiência visual.























Certo ou errado acho que o importante é minimizar os riscos sempre.

Não acompanho a Fórmula 1 para saber quem vai quebrar a perna ou o pescoço.

Por fim.

A Honda.

11 comentários:

Jefferson disse...

É realmente complicada essa questão de segurança. Ainda mais quando há o conflito com os interesses financeiros (sempre eles!). Sempre temi por essas entradas de maquinas. A sorte sempre permeou as intervenções, mas onde entendo que deveria haver profissionais contratados e bem pagos, nesse mundo absurdamente rico e hipócrita, chamam voluntários! Com boa vontade claro, mas que também arriscam suas vidas, haja vista o acidente acontecido no Canadá, salvo engano no ano passado.

Renato Santos disse...

eU FUI UM DOS QUE ACHARAM QUE NADA MUDARIA, AGORA, RIA!

Társio disse...

Pingou um video do acidente do Bianchi. Foi violentissimo. Mesmo que fosse direto na barreira de pneus ele precisaria de sorte, quem dirá por baixo de um trator...

A pancada arrancou o santo-antonio do carro (o que é algo muito, muito estranho), mas antes passou pela cabeça do proprio Bianchi.

Com muita, muita sorte, será um novo Kubica (que bateu novamente no fds e segue brincando de pega-pega com a morte).

Pelo que entendi foi na saída da 130r. Alí não tem perdão.

Uma pena gigante.

Eu desacostumei a ver este tipo de coisa na F1 :(

Anônimo disse...

O acidente do Bianchi foi brutal. Uma pena.

Há de se observar que o vídeo mostra uma bandeira verde sendo agitada, e a cena da batida é chocante.

Torço pelo Bianchi, piloto de muito talento.

Pedro Henrique

Ron Groo disse...

Concordo.
Minimizar os riscos sempre, mas com certa coerência.
Detestaria que imputassem a culpa na pista de Suzuka.
Acho que ficou bem claro que o problema não foi o traçado, que não se mexa nele.

Marques disse...

A saída foi na curva Dunlop, não na 130R

Rodrigo Keke disse...

O acidente foi na Dunlop, depois dos esses, se não me engano. Assustador.

Anônimo disse...

O Google traduz driver como motorista, mas está errado! Motorista e piloto em português são coisas diferentes.

Anônimo disse...

Não foi na 130R. Foi na curva Dunlop, logo a seguir aos esses.

Paulo Alexandre Marques

Anônimo disse...

Pessoal, o acidente do Bianchi foi mesmo terrível. Dado as circunstâncias, ele teve foi sorte de não ser decaptado. Um carro de 600kg dar um tranco daqueles, chegou a erguer a traseira, num trator de uns 6000kg ou mais, foi mesmo muito forte. E outra, até a carenagem do trator já feita de chapas de 2 ou 3mm no mínimo, que a uma velocidade dessas se tornam lâminas cortantes. Teve sorte de não ter um destino parecido ao do François Cevert.
Já vimos que o procedimento de bandeiras estava correto.
Então onde está o erro?
A meu ver, o erro e grave, bem grave foi justamente colocar um trator daqueles pra remover o carro com a prova em andamento.
Quem não se lembra do Schumacher, se não me falha a memória em 2003 ou 2004 passar tirando tinta de um trator igual quando seu carro aquaplanou na Curva do Sol em Interlagos?
Nos anos 90 eles utilizavam uns guindastes com braço bem longo e retrátil que ficavam do lado de fora da pista, após as barreiras de pneus, praticamente anulando os riscos de choques como estes.

Danilo Cintra

Társio disse...

Tem razão, foi na curva Dunlop e não 130r.

Sobre a coisa de usarem os tratores ao invés dos guindastes, eu tenho a impressão que seja a pedido das proprias equipes, para não verem os segredos mirabolantes da engenharia embaixo dos carros sendo içados pelo guindaste - com excessão de Monaco pois lá não há opção.