Mostrando postagens com marcador Nars. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nars. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Rascunho Pernóstico
























Estou sem muito tempo para escrever.

Mas estou acompanhando as novidades.

Li centenas de comentários a respeito das últimas citações de Hamilton.

Estou com boa vontade.

Importante saber que pergunta foi feita ao inglês pelo jornal alemão.

Foi algo assim:

Caso você fosse um chefe de equipe, qual piloto você contrataria hoje?

Lewis respondeu:

“Tenho um grande respeito por ele (Vettel), mas é difícil avaliar o quanto ele é
bom, na verdade.

Ele nunca esteve numa equipe com alguém como Fernando Alonso, mas sempre
com gente como Webber, que não rendia ao seu nível, ou com Kimi Räikkonen,
que já não está no melhor momento da carreira.”

Engraçado.

Dizer que Raikkonen não está em seu "melhor momento" serve para justificar a
derrota sofrida em 2007 para o finlandês.

Kimi era o melhor piloto do universo.

E agora esqueceu tudo?

Aqui não há tolo para cair em tal argumento.

Falando ainda sobre 2007, foi a mesma temporada em que o atual campeão
empatou em número de pontos com Fernando Alonso.

Empatou.

A deselegância das palavras foi terrível.

Depois do nefasto comentário sobre Michael Schumacher, Hamilton demonstra
outra vez que falta a grandeza da conquista em sua personalidade.

Algo que sobra em Emerson Fittipaldi, por exemplo.

Por que tratar com menosprezo seus pares?

Acompanhamos por muito tempo a Fórmula 1.

Um detalhe pode significar uma derrota terrível.

(para Felipe Massa)

Ou uma vitória.

(para o próprio Lewis)

Cabe tanto orgulho?

Quando Lewis (por conta de dinheiro em 2010) se desligou do pai (que deu a vida
para que ele chegasse a categoria máxima do automobilismo) e ainda mergulhou
nas festas, me pareceu o fim.

Com novo empresário e novos amigos, a vida no Jet Set se tornou prioridade.

Tivesse permanecido naquele caminho de lágrimas por Scherzinger, por certo hoje
seria uma presa fácil para Nico Rosberg.

Mas a roleta da F1 tem dono.

E um tal Bernie Ecclestone (com ajuda de Niki Lauda) colocou a cabeça de Hamilton
no lugar e o seu talento num cockpit de um carro 2 segundos mais veloz que todos os
outros.

Nasceu aí um novo driver.

Focado na necessidade de conquistas reais para ser o Muhammad Ali, Tiger Woods
ou Usain Bolt do automobilismo.

(não estou inventando, a comparação é do próprio inglês)

Que alcançou mais dois títulos numa imbatível combinação com a Mercedes.

Porém a empáfia parece ainda dominá-lo.

Um orgulho sem razão.

Assim como não há motivo para comparações numéricas para justificar preferências.

Isso é bobagem.

Todos sabemos que Lewis, Sebastian e Fernando são fenômenos do esporte.

As pessoas admiram um ou outro por razões pessoais.

Uma última coisa sobre esse assunto.

Vettel não foi campeão quatro vezes à toa.

E menosprezá-lo é uma tolice que pode custar caro para qualquer adversário.

Outras.

A Fórmula E vai correr no autódromo Hermanos Rodriguez.
















Utilizará um traçado mais curto que o usado pela Fórmula 1.

A data é 12 de março de 2016.

Alexander Rossi descartou as bem encaminhadas conversas que poderiam levá-lo
para a Indy e confirmou que está bem otimista sobre estar no grid da Fórmula 1 na
próxima temporada.

Max Verstappen renovou seu contrato com a Toro Rosso.

Acordo de dois anos mais uma opção.

Porém a Red Bull quer o rapaz em seu time principal já em 2017.

Já aprendi que o futuro é um campo minado.

E como diz Yoda, ele sempre em movimento está.

Apesar disso, tudo caminha para que a Ferrari vá com Vettel e Grosjean.

E a Mercedes?

Ela já iniciou o processo de sedução do menino Verstappen para o lado negro
da força!

Rob Smedley trocando a Williams pela Haas?

Force India e Aston Martin continuam negociando.

Falta bem pouco para um acordo.

Falando nisso, a marca Johnnie Walker (que estará na equipe de Vijay Mallya) 2 anos
atrás recebeu um não de Ron Dennis quando apresentou uma proposta de pouco mais
de 60 milhões de euros (anuais) para se tornar patrocinadora principal da McLaren.

Pois é!

Depois de Alexander Wurz, Martin Whitmarsh (ex-McLaren) também recusou uma
oferta de trabalho como diretor da Manor.

Noviços.

O mexicano (outro) Alfonso Celis Jr. estará a partir de agora nas fileiras da Force India
executando o papel de piloto na parte de desenvolvimento.

Ele substituirá Steven Goldstein.

Quem??

Aquele colombiano.

Lembrou?
























Não?

Está perdoado!

OK.

O tal Celis já vai estar em Abu Dhabi para experimentar o carro da Force India
nos testes da Pirelli.

A equipe também anunciou que o jovem (que disputou a GP3 neste ano) terá a
chance de participar de 7 treinos livres ao longo da próxima temporada.

Bom pra caramba!

Resta saber quem será o premiado para ceder o carro para o menino.

Perez ou Hulkenberg?

Na Lotus, o chinês Adderly Fong vai somar forças com os pilotos Jolyon Palmer,
Camen Jorda e Pastor Maldonado.

Se você também não lembra, Fong já fez testes pela Sauber na Espanha em 2012.





















O Circuito de Austin atrasou o pagamento devido a FOM.

Compreensivo, Bernie Ecclestone estendeu o prazo.

(com juros, claro)

Tenso.

Aqui.

No calendário, quem não tem Austin, corre com Baku.

Por fim.

No paddock há um boato.

O brasileiro Felipe Nasr procura um time mais competitivo.

Com o Banco do Brasil na mochila.

Coisas para 2017.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Rascunho Grove





















Que beleza essa Shadow, não?

A imagem é de 1976.

Por enquanto, quando o assunto é velocidade final, a Ferrari comanda a festa.

Interessante saber que a Audi em seus protótipos utiliza uma tecnologia especial
de armazenamento de energia desenvolvida pela Williams.

Originalmente seria usada na Fórmula 1.

Mas a equipe teve que  descartar a inovação por conta do regulamento
proibitivo.

Descartar, não.

Vender para outra categoria que permite mais criatividade.

Ainda dentro da Williams.

O time confirmou Felipe Nasr e a parceria com o Banco do Brasil.

Sem disfarçar, o pessoal de Grove tratou de colocar o brasileiro na pista
do Bahrein.

Steve Robertson, seu empresário e também de Kimi Raikkonen, bem que
tentou colocar o piloto em outras equipes.

Bateu nas portas de Ferrari e McLaren tempos atrás.

Recebeu, em ambos os casos, um não como resposta.

Você leu isso por aqui tempos atrás.

Robertson queria um lugar de titular para seu pupilo.

Conseguiu um de reserva.

Reserva?

Comentamos outro dia que o valor investido pelo Banco do Brasil aponte para
outra coisa.

10 milhões de Euros não é brincadeira.

Lembra de Bruno Senna entrando na Lotus no meio da temporada?

Então.

Robertson não vai sossegar enquanto não cavar a titularidade para Nasr.

Bottas, que não fala português, não deve estar entendendo as piadas internas...

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Silly Season
























As férias de verão da Fórmula 1 começaram.

E como acontece sempre neste intervalo da temporada as especulações estão
surgindo em todas as partes.

O motivo maior é o assento vago da Red Bull em 2014.

Muitos querem ser o substituto de Mark Webber.

A lógica seria dar espaço para um dos pilotos da Toro Rosso.

Mas você acredita que Daniel Ricciardo é merecedor de tal oportunidade?

O time austríaco também tem suas dúvidas.

São tantas que Webber já começa a rever a decisão de deixar a categoria.

Acredite.

Seu porta-voz-não-oficial-mas-que-sabe-tudo Flavio Briatore mandou mensagens
cifradas pela imprensa.

Um balão de ensaio.

Aquilo.

Se colar, colou.

Porém de concreto mesmo foi a sondagem que a Red Bull fez no badalado Kimi 
Raikkonen.

O Finlandês precisa decidir sua vida.

Acho que fica na Lotus.

Acho, OK?

A proposta de Eric Boullier agradou a Steven Robertson.

O empresário agora parece apenas tentar tirar mais dinheiro da escuderia negra.

Para isso plantou na imprensa o interesse da Ferrari no seu protegido.

Por que eu penso assim?

Duas coisas.

Primeira.

Ele já fez isso no passado.

Mais de uma vez.

Segunda.

E Luca di Montezemolo e o piloto se odeiam.

De verdade.

Outros membros da Ferrari já até tentaram uma aproximação dos dois.

Sem sucesso.

Interessante que por fora disso tudo, o outro da Lotus, Romain Grosjean, está
amadurecendo e se tornando um piloto que não pode ser mais subestimado.

Pode se tornar uma peça cobiçada ao final da temporada.

Na Mercedes tudo segue tranquilo.

Lewis Hamilton e Nico Rosberg trouxeram o equilíbrio de forças que faltava.

Claro que precisamos lembrar dos pesados investimentos dos alemães em todas as áreas.

Lógico que uma hora os frutos começariam a aparecer.

No entanto o pessoal de Sttutgart quer mais.

E não perde as oportunidades de assediar Sebastian Vettel.

Entendo.

Basta imaginar uma situação.

Última corrida da temporada, valendo o título, e o instável Lewis Hamilton precisando
fazer sua parte como nunca.

Você confiaria?

Já vimos esse filme.

Fernando Alonso me passa uma imagem que está desconfortável com sua situação atual.

Ninguém questiona que o espanhol é talentoso e aguerrido.

Mas o tempo está passando.

E a coisa pode ficar pior.

Se Maranello resolver substituir Felipe Massa por um nome de peso, como Jenson Button
ou Nico Rosberg, as comparações podem fazer estragos.

E todos nós sabemos que os italianos não são conhecidos por sua paciência.

E os brasileiros?

Não vejo movimentação por parte de Felipe Massa.

Gostaria que ele buscasse opções além da Scuderia Italiana.

Já o Felipe Nasr vem fazendo excelente temporada na GP2.

O mesmo Robertson, que cuida dos interesses de Kimi, tenta definir o futuro do jovem.

E não é de hoje que vem batendo em diversas portas.

Acho promissor.

Para ambos.

Porque que tanto a entrada de um quanto a permanência do outro depende mais do
que tudo de suas performances nas pistas.

E, hoje, não depender de fatores externos pode ser a coisa mais valiosa para um piloto
na Fórmula 1.