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quinta-feira, 14 de maio de 2020

Pequenas Passagens



























A Fórmula 3000 nasceu cheia de boas intenções em 1985.

O objetivo era ser mais acessível e barata que a Fórmula 2.

Uma boa ideia.

Ela se tornou a principal categoria de acesso para a Fórmula 1 até ser
substituída pela GP2 em 2005.

Funcionou.

Veja os nomes de alguns de seus campeões.

Ivan Capelli, Stefano Modena, Juan Pablo Montoya, Jean Alesi, Nick
Heidfeld, Justin Wilson, Sébastien Bourdais, entre outros.

Brasileiros?

Roberto P. Moreno, Christian Fittipaldi, Ricardo Zonta e Bruno Junqueira.

Conhecidos.

Famosos.

Björn Wirdheim.

Quem?

O campeão de 2003, penúltimo ano da categoria.

É interessante a história deste sueco.

Ele entrou no automobilismo incentivado por Örnulf, seu pai, que também
é piloto.

Fez a escalada.

Kart, Fórmula Ford, Fórmula Audi e F3 da Alemanha.

Até que chegou na F3000.

Em 2002, sua ano de estréia, fez bonito na Arden.

Ajudou o time a chegar ao título de construtores.

Trabalho que foi reconhecido com o troféu de Rookie do Ano.

A próxima temporada seria sua.

Novamente com a Arden, dominou completamente seus adversários.

Ricardo Sperafico, Vitantonio Liuzzi, Giorgio Pantano e Gary Paffett estavam
lá.

Segundo colocado, Sperafico fez bonito, mas Björn Wirdheim foi espetacular.

O Sueco foi campeão com 35 pontos de vantagem.

Um recorde.

Deixando Liuzzi, da Red Bull Junior Team (de Helmut Marko), na terceira
colocação.

Apesar disso, proporcionou um dos momentos mais constrangedores da
história do automobilismo mundial.

Eu conto.

Ocorreu na etapa de Mônaco.

Björn Wirdheim vencia a corrida com facilidade.

Na reta final, antes de receber a bandeirada, passou devagar junto ao muro
para cumprimentar sua equipe.

O momento de bobeira custou a vitória.

Björn diminuiu tanto que permitiu que o dinamarquês Nicolas Kiesa o
ultrapassasse antes da linha de chegada e ficasse com a troféu.

Veja o vídeo.


A decepção do seu chefe de equipe é evidente nas imagens.

Caso você não tenha reconhecido, se trata de ninguém menos que
Christian Horner.

De qualquer forma, Björn terminou 2003 com um título da F3000
debaixo do braço.

E assim ele partiu para a Fórmula 1.

Jordan e BAR fizeram convites.

Mas Björn fechou com a Jaguar.

Piloto de testes.

Durante 2004 ele cansou de andar com o carro verde nas sextas-feiras
de cada GP.

O futuro se mostrava amistoso.

Porém tudo ficou nebuloso quando a Red Bull comprou a Jaguar,
escuderia que pertencia a Ford.

Björn tinha feito um contrato de três temporadas.

Sua esperança de continuar aumentou ao descobriri que seu ex-chefe,
Christian Horner, assumiria o comando do novo time dos energéticos.

Triste.

Björn tinha um teste agendado para o final da temporada.

Obedecendo ao compromisso firmado, ele foi até Barcelona, local onde
se realizaria o ensaio.

Björn foi tratado com tamanho desprezo por Helmut Marko e Dietrich
Mateshitz (dono da Red Bull), que ele não teve outra alternativa a não
ser voltar para casa imediatamente.

Christian Horner cancelaria o contrato do piloto em seguida.

Sem permitir qualquer chance de negociação.

Björn fez uma tentativa na americana Champ Car e depois continuou sua
carreira no Japão.

Hoje ele tem sua trajetória vinculada com o Endurance.

O sueco se convenceu que a falta de sorte e o momento errado o fizeram
perder a chance de permanecer na Fórmula 1.

Pode ser.

Todavia deve ser muito esquisito lidar com o sentimento ao pensar no
assunto.

Ainda mais para alguém que esteve tão perto e tão longe ao mesmo
tempo da entrada na categoria máxima do automobilismo.


sábado, 9 de agosto de 2014

Disintegrating























Por Fabian Oefner.

Cada carro foi desmontado por completo.

Então o artista fotografou peça por peça separadamente para dar a impressão
de uma explosão.

Sensacional.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Jaguar





































Achei elegante e cheia de personalidade essa combinação de cores.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Rindo

























Bom dia a todos.

O Jaguar sendo conduzido por uma figura.

Figuraça...

Clique aqui .

terça-feira, 15 de maio de 2012

Resgate

 

Uma coisa que empolga.

A possibilidade de reproduzir com perfeição corridas das quais sabemos apenas as histórias.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Passou
























Bom dia a todos.

Jaguar e Porsche brigando.

Alemanha. 1990.

Nos 1000 km de Nurburgring.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Judd



















E aí, alguém sabe quem é o piloto tetracampeão que não foi aprovado nos testes
para a Fórmula 1?

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Mazda
























O Mazda vencedor da edição das 24 horas de Le Mans de 1991.

A briga da equipe japonesa pela vitória foi com a poderosa Jaguar.

Apesar da derrota, os ingleses ficaram com o segundo, terceiro e quarto lugar.
 
A Mercedes conseguiu colocar seu carro em quinto, se metendo na briga.

Michael Schumacher estava entre os três pilotos do time alemão.

Com o futuro heptacampeão da Fórmula 1 ao volante, o C11 fez a volta mais rápida
da prova.

E os brasileiros?

Um capítulo à parte.

Foi uma bela participação.

O carro da Jaguar em que estava Raul Boesel foi o que chegou em segundo lugar.

E Maurizio Sandro Sala, num outro Mazda, chegou na sexta posição.

Nada mal.

Nada mal mesmo.

Ainda mais se pensarmos que um triunfo no circuito de La Sarthe pode transformar
em lenda os nomes dos vencedores.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dundrod























 

O inglês Mike Hawthorn com seu Jaguar D-type abrindo caminho nas estradas do circuito
de Dundrod (Oeste de Belfast) na Irlanda do Norte.

Circuito...

Na verdade uma estrada. 

Mato, pedras, barrancos e buracos aguardando os distraídos.

Não era um lugar para os fracos.

A edição da Tourist Trophy mostrada acima é a última. 

No início de 1950.

O vídeo é uma preciosidade.

Batalha pela vitória ficou entre o já citado Hawthorn e Stirling Moss.

Jaguar contra as poderosas Mercedes 300 SLR.

Fangio também estava lá defendendo a equipe alemã.

Mas foi Moss quem levou a melhor.

Um pedaço dessa história de rivalidade.

Mais? Clica aqui e depois aqui.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Versus























Bom dia a todos.

Porsche e Jaguar nas 24 horas de Le Mans. 1988.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Paulada

























Primeiro dia do ano.

Todo mundo um pouco cansado das festas.

Sonolento.

Podia aliviar.

Começar devagar.

Aqui não...

Corvette, Jaguar e Lotus.

Uns monstrinhos.

Do jeito que a gente gosta!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Continua?



















Aventador, Gallardo, Murciélago, Revénton. Ferruccio Lamborghini sempre gostou
de batizar seus carros com nomes de touros.

No entanto, é um outro touro vermelho, vindo da Áustria, que anda assombrando o mundo.

A imagem do Jaguar R4 com o novo esquema de cores.

sábado, 12 de novembro de 2011

Times






















Jaguar XJR passando pelo Porsche 962 e abrindo caminho para a vitória na IMSA.
500 km de Riverside, 1987.

domingo, 30 de outubro de 2011

1-2


























1957, a Jaguar com seu D-type mandando nas 24 horas de Le Mans.

sábado, 15 de outubro de 2011

Extinto































O piloto inglês Mike Hawthorn sempre ria de seu compatriota Stirling Moss.

O motivo?

Moss era um metódico.

Planejava e organizava.

Em plena década de cinquenta ele possuia um administrador, assessoria de imprensa
e um preparador físico.

Enquanto isso Hawthorn estava preocupado onde seria a próxima festa e se sua caneca
de cerveja estava cheia.

Moss apontava para o que seria o futuro dos pilotos na Fórmula 1: profissionalismo e
dedicação.

Hawthorn, sem saber, representava o passado.

Fazia parte de uma raça em extinção.

Mesmo assim chegou a ser campeão mundial.

Um feito que o valoroso Stirling Moss, em 10 anos na categoria, nunca conseguiu
alcançar.

Uma das maiores injustiças da Fórmula 1...

Porém as festas de Hawthorn acabariam tristes.

Em 1955 nas 24 horas de Le Mans causou o pior acidente já visto no automobilismo.

Ao frear de forma brusca, causou um colisão em série que resultou numa tragédia:
85 pessoas perderam a vida.

Ele venceu a prova com seu Jaguar, mas não havia o que comemorar.

Também estava amargurado ao se sagrar campeão em 1958 na Fórmula 1.

Sofria muito com uma doença nos rins.

Não só isso.

Perdeu tantos companheiros nas pistas, entre eles Peter Collins, um quase irmão,
que não havia mais a alegria de pilotar.

Sem amigos e com a pressão do profissionalismo, abandonou as pistas.

Estava fora de seu ambiente.

Nada era mais trivial ou lúdico.

A festa havia terminado.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Noturna
























Hoje não tem desafio, mas coloquei umas coisinhas pra noite não passar em branco. Vamos
lá, de cima para baixo: Peugeot 905 em Silverstone 1992, um arranca rabo de Porsche e  
Jaguar nas 24 horas de Daytona 1991 e a Mercedes, em 1991, também em Silvertone,
toda escancarada. Legal?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Carreira





















O Porsche 962 pilotado pela dupla Raul Boesel e Hans-Joachim Stuck, em 1990 nas
12 horas de Sebring. Boesel é um piloto brasileiro que fez uma bonita carreira fora da
Fórmula 1.

Com a Jaguar, no Final dos anos 80, foi campeão mundial de Marcas e venceu as 24 horas
de Daytona. Já em 1991 chegou em segundo lugar nas 24 horas de Le Mans. Acho que,
sua útima grande vitória foi nas Mil Milhas Brasileiras, em 2002, usando um Porsche GT3.

Corrigindo: também venceu a edição de 2008 das mil Milhas (do próprio Boesel via Twitter)