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quinta-feira, 18 de junho de 2020
Fila Indiana
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 4 de junho de 2020
Olivier Gendebien
O belga Olivier Gendebien foi um herói da Segunda Guerra
Mundial.
Do tipo que meteu chumbo nos nazistas.
Participou da resistência no seu país e também da divisão de
paraquedismo do exército britânico.
Seu nome também é lembrado por outros motivos.
Gendebien foi um dos maiores pilotos de Sportcars de todos
os tempos.
De família rica, na universidade se formou em engenharia.
Depois da guerra foi trabalhar na África.
No Congo.
Lá descobriu o Rally.
Seus bons resultados na categoria chamaram a atenção
de Enzo Ferrari.
Logo ele conseguiu um contrato com a Scuderia Italiana.
Seu jeito de conduzir era admirado pelo Commendatore.
"Um nobre ao volante".
Chegou a participar de 15 corridas da Fórmula 1.
Porém foi nas provas de Endurance que Gendebien se destacou.
E colecionou vitórias.
Reims, Sebring, Nurburgring...
De 1957 à 1962 seu nome no alto dos pódios virou rotina.
Três títulos na Targa Florio.
Quatro conquistas nas 24 horas de Le Mans.
Quatro!!!
Uma verdadeira lenda.
Em 1962 seus familiares o pressionaram para que deixasse
as pistas.
Havia o medo que Gendebien fosse mais um entre os dezenas
de mortos vítimas de acidentes na época.
Abastado, morreu em 1998 em sua casa no sul da França.
Perguntado certa vez sobre o segredo da sua carreira vitoriosa,
o belga respondeu:
"Dobrar as esquinas mais rápido do que se gostaria..."
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Humberto Corradi
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terça-feira, 8 de outubro de 2019
Pequenas Passagens
Zandvoort, 1960.
Quarta etapa daquela temporada da Fórmula 1.
Campeonato que foi vencido por Jack Brabham.
A foto acima é do inglês Lance Reventlow.
Foi abreviado.
São seis palavras que formam seu nome todo.
Assim como seis são o número de casamentos da sua mãe, a socialite Barbara
Hutton, uma milionária de sua época.
Seu progenitor fazia parte da nobreza européia, por isso Lance herdou o título.
Conde.
Seus pais viveram um casamento conturbado e em poucos anos se separaram.
Logo o jovem conde teria como padrasto o ator Cary Grant que o arrastou
para Los Angeles.
Hollywood.
O glamour do cinema.
Não durou muito.
Rapidamente sua mãe arrumou um novo amor: o príncipe Igor Troubetzkoy.
Foi neste momento que Lance, ainda adolescente, descobriu o automobilismo.
A razão foi simples.
O tal príncipe havia vencido nada mais nada menos que a edição da Targa Florio
de 1948 a bordo de uma Ferrari.
Foi a fome com a vontade de comer.
O garoto (rico) cresceu apaixonado pela velocidade.
Tanto que por conta disso se envolveu de vez no mundo das quatro rodas
construindo sua própria equipe a Scarab.
A equipe teve um início promissor, mas tentou um passo maior que a perna
ao correr na Fórmula 1.
Apesar de seu fracasso em sua aventura na Europa, o conde não se abateu
e passou então a se concentrar nos modelos esportivos na América.
Assim participou e ganhou diversas corridas nos Estados Unidos no final
dos anos 50 e início dos 60.
Nada mau.
Entre seus amigos e incentivadores estava o ator James Dean, um outro
apaixonado pela velocidade.
Dentre as pessoas que trabalharam com Lance estão pilotos como Carroll
Shelby, que chegou a ter pelo menos uma vitória a bordo de um Scarab, e
AJ Foyt.
Como tinha muito dinheiro, Reventlow nunca precisou fazer carros para
venda.
Por esse motivo existem poucos Scarabs.
Apenas aqueles que foram utilizados em corridas.
São verdadeiras raridades.
Aos 36 anos, num acidente de avião, o Conde Lance Reventlow perdeu
sua vida nas montanhas do Colorado, próximo a Aspen.
Porém 10 anos antes, em 1962, ele já havia se desligado dos autódromos.
Essa brincadeira foi deixada de lado pelo garoto rico.
Nesse instante toda a equipe técnica e suas instalações foram assumidas por
Shelby.
Ninguém melhor.
Assim Carroll Shelby começou a criar ali seus lendários Cobras e Mustangs.
Roteiro de filme.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 6 de março de 2017
Piero Taruffi
Piero Taruffi era Romano.
A maioria dos que nasceram na antiga capital do mundo gostam de ser reconhecidos
assim.
A família não sofria com problemas financeiros.
Por isso o jovem conseguiu estudar em ótimas escolas.
Sempre se destacou como atleta no meio de seus amigos.
Entre outras coisas, dizem, era um ótimo tenista.
Quando estava cursando o doutorado em engenharia industrial descobriu
as pistas de corrida.
Primeiro sobre duas rodas.
Na louca década de 20.
Se tornou campeão nacional das 500cc.
Com apenas 22 anos de idade.
Nessa época já estava envolvido em algumas disputas de automóveis também.
Na década seguinte se dedicou a quebrar recordes de velocidade.
Usando inclusive seus conhecimentos para construir seus próprios bólidos.
É sempre importante estudar.
Quando dirigiu pela Bugatti, na lendária Mille Miglia, logo despertou o interesse
de Enzo Ferrari.
O fundador tinha bons olhos para escolher seus cordeiros.
Assim Piero pilotou por um tempo pela Scuderia Italiana.
Taruffi continuava a dividir seu tempo entre carros e motos.
E ainda achava brechas para competir em campeonatos de esqui.
De verdade.
Falo de Olimpíadas.
O Commendatore não suportava essa divisão.
A dedicação deveria ser exclusiva.
Sempre.
Por isso o piloto acabou se mudando para a Maserati.
Nesse período ele obteve vários resultados expressivos em provas conhecidas.
24 horas de Spa-Francorchamps, Coppa Ascoli, Coppa Acerbo...
Após a Segunda Guerra Mundial, Taruffi voltou a atividade na Fórmula 2 italiana.
Vieram as pazes.
Graças a suas seguidas vitórias recebeu novamente o convite da Ferrari.
No entanto sua estréia na Fórmula 1 se deu a bordo de uma Alfa-Romeo em 1950.
Já no ano seguinte, aí sim na equipe Maranello, ele teve a oportunidade de participar
praticamente de toda a temporada.
O Silver Fox (apelidado assim devido ao seus cabelos grisalhos) terminou em 6° na
classificação final.
Em 1952 aconteceu sua única vitória na categoria.
Justamente no GP da Suíça.
Que abria o campeonato daquele ano.
Apesar do excelente começo, terminou a temporada na terceira posição.
Ao todo foram 18 participações na categoria máxima do automobilismo.
Fora da Fórmula 1 o piloto romano continuou a faturar muitas vitórias significativas.
Volta da Sicília, Targa Florio e a Mille Miglia, a última no formato de competição.
De 1957.
A fatídica prova onde ocorreu o acidente de Alfonso de Portago.
Clique aqui.
O acontecimento destruiu Taruffi por dentro.
Tanto que prometeu a esposa que nunca mais iria correr novamente.
Ali morreu o piloto.
O homem se foi muito tempo depois, em 1988, com 82 anos.
Não devia ser fácil ver seus companheiros perderem a vida.
Talvez por isso Taruffi sempre esteve a frente de seu tempo quando nem se
falava em segurança.
Ele foi um dos pioneiros no uso de cintos e de capacetes rígidos.
Com essa preocupação conseguiu chegar até a velhice e acompanhou toda a
evolução do automobilismo.
E viu como a coisa se tornou um negócio gigantesco nas mãos de um ex-piloto
que brigou com ele por posições nas pistas da Inglaterra.
Sem o mesmo talento que Taruffi, é preciso dizer.
Mas que no final acabou sendo o grande vencedor desse jogo.
Um tal de Bernie Ecclestone.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Targa Florio
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terça-feira, 24 de junho de 2014
Nas Avenidas
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domingo, 19 de janeiro de 2014
Avulsas
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Dificuldades
Corrida que em 1919 teve entre seus pilotos inscritos um jovem chamado Enzo.
Que na primeira infância sonhava em ser cantor de ópera.
Porém aos dez anos se apaixonou pelos automóveis ao ser levado por seu pai para
ver uma corrida de rua.
A chamada Coppa Florio, vencida por um carro da FIAT.
O menino, que poucos anos depois ficou órfão de pai, se tornaria piloto de testes de
uma pequena montadora que o inscreveu para correr na prova siciliana acima citada.
Vida dura.
O piloto novato teve que sobreviver a um ataque de lobos nas montanhas de Abruzzi
para conseguir chegar ao grid de largada.
Foi salvo graças ao revólver que carregava na cintura.
Já na corrida, aconteceram outras dificuldades.
Seu tanque de combustível saiu do lugar após a largada.
Isso o fez perder muito tempo.
No entanto o rapaz não desistiu e, depois do conserto, acelerou o máximo para recuperar
os minutos perdidos.
Tudo ia bem até que, quase chegando a linha de chegada, deu de cara com a comitiva
presidencial italiana.
Seu carro foi impedido de passar pelos policiais que faziam a escolta.
Sem alternativa precisou esperar que o presidente terminasse seu discurso numa vila
próxima.
Quando finalmente cruzou a linha de chegada, os cronometristas já haviam ido embora.
O jovem Enzo só foi incluído no resultado final após implorar para Vincenzo Florio,
o patrono da corrida.
Talvez a pequena história não queira dizer nada.
Ou, ao contrário, explique muita coisa.
Porque a superação é uma marca dos vitoriosos.
Talvez assim tenhamos encontrado a razão da Ferrari ser a maior equipe de corrida de
todos os tempos.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Alma
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Flores
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Estrada
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sábado, 26 de janeiro de 2013
Palermo
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Osella
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Alvorada
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Seppi
Bom dia a todos.
Seria apenas mais um flagra fotográfico dos malucos do Sidecar.
Mas esse é diferente.
O corajoso que arrisca a cabeça no asfalto é conhecido.
Jo Siffert!
O suiço que trocou as motos pelos carros e marcou seu nome na história
do automobilismo.
Teve uma bonita carreira e conquistou importantes vitórias na Fórmula 1,
Can-Am e até mesmo na lendária Targa Florio.
Nas provas de longa distância ele foi peça importante nas primeiras conquistas
da Porsche, principalmente com o temido 917.
Nunca imaginei que havia tanta loucura no início de sua trajetória nas pistas.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Florio
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
Memória
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terça-feira, 6 de março de 2012
Multi
O piloto inglês Vic Elford tem sua história confundida com a da Porsche.
Foi ele quem deu a primeira vitória em provas de 24 horas para a marca alemã.
Fez história em Daytona.
Já possuía o título de Campeão Europeu de Rally.
E das 84 (!) horas de Nurburgring.
Sempre a bordo do 911.
A fábrica despertou para seu talento.
Houve a convocação para que testasse um experimento.
O carro estava na Ligne Droite des Hunaudières.
A reta de 6 km que existia em La Sarthe.
Foi ali que o piloto encontrou o 917.
O monstro.
Considerada a melhor máquina já construída pelo homem.
Precisando ser domada.
Sem a devida aerodinâmica o carro fez um zigue-zague na pista.
Mas Elford não parou de acelerar em nenhum momento.
Gostava.
Venceu de tudo.
Targa Florio, 1000 km de Nurburgring, 24 horas de Le Mans, Interserie, Trans-Am...
Passava todas as quatro estações do ano pilotando.
Podia ser na Nascar, Can-Am ou no Rally de Monte Carlo.
Em suas treze participações na Fórmula 1 nunca subiu ao pódio.
E daí?
Alguém se importa?
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Vincenzo
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Ofídio
Bom dia a todos.
Targa Florio. 1964.
O filhote de Carroll, o Shelby Cobra, sendo conduzido por Phil Hill.
Piloto que não suportou o circo da Fórmula 1.
Mais? Clica aqui .
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Humberto Corradi
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