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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Rex Mays 300 - Riverside
























Imagens raras.

1967.

As 300 milhas de Riverside.

Uma beleza esses carros, não?

No grid de largada: Mario Andretti, Jim Clark e John Surtees.

Nomes de peso.

Só que o autódromo de Riverside, aquele que foi demolido para dar lugar
a um Shopping Center, era conhecido por ser a casa de Dan Gurney.

Havia motivo para se falar assim.

Foi por causa de uma corrida ali, dez anos antes, que Gurney foi contratado
pela Ferrari.

Nos anos em que esteve na Europa venceu na Fórmula 1 e nas 24 horas 
de Le Mans.

Claro que não faria feio em seu lar.

Pelo contrário.

Apesar dos adversários, venceu e deu um show.

Foi mais uma prova de seu talento absurdo.

Talvez o único piloto ao mesmo tempo admirado e temido por Jim Clark
em seu reinado nas pistas.




quinta-feira, 21 de março de 2013

Tá doido!






















"Não pode esquecer! Se o carro capotar você se abaixa, OK?"

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nossa


























Peço desculpas as outras, mas a beleza da Can-Am é fundamental!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

sexta-feira, 4 de maio de 2012

1962





























Temporada de 1962 da Fórmula 1.

A Ferrari de Ricardo Rodriguez na Holanda.

E Dan Gurney fazendo a última checagem na Bélgica.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Dan Gurney























O autódromo de Riverside, aquele que virou shopping center, possuía um título.

"A casa que Dan Gurney construiu."

Ele era um piloto local.

Ali mesmo, em 1957, ele foi convidado a participar de uma prova.

Para competir entregaram-lhe uma Ferrari.

Não era um presente.

Ninguém queria o troço.

E não havia bobos.

Entre os que recusaram a dádiva estava Carroll Shelby.

O motor estava em seus últimos dias de vida e dava sinais claros disso.

Porém Gurney mesmo assim foi bem na corrida.

E chamou atenção de Luigi Chinetti.

O ex-piloto italiano que era o braço comercial de Enzo Ferrari na América.

A carreira de Dan Gurney acelerou.

No ano seguinte esse americano defendeu a Scuderia Italiana em Le Mans.

E chegou à Fórmula 1.

Talento puro.

E reconhecido.

Tinha ganho a admiração de Jim Clark.

Não era pouca coisa.

Jack Brabham falou pra quem quisesse ouvir.

"Se Dan tivesse permanecido reinaria absoluto."

Gurney deixou a equipe em 1965.

Brabham e Hulme foram campeões nos dois anos seguintes.

Gurney era muito melhor que os dois.

Mas havia esse defeito.

Acabou tomando decisões erradas.

Fez o mesmo ao deixar a Ferrari em 1959 e a BRM em 1960.

Ambas conquistando o título após sua saída.

Mas a história desse piloto não se resume a isso.

É preciso contar as alegrias.

Foram quatros vitórias na Fórmula 1.

Uma em especial.

Em 1967 ele venceu em Spa-Francorchamps.

Um americano pilotando por um time americano.

A única vitória da Eagle, sua equipe, na categoria.

Uma semana antes ele venceu as 24 horas de Le Mans com o Ford GT 40.

E de forma inédita jogou champagne em todos.

Nascia assim uma tradição entre os vencedores...

Mas os prejuízos da Eagle acabaram bicando todo seu dinheiro.

Emerson repetiria a aventura alguns anos depois.

Mas isso não diminui o seu brilho.

Fora da Europa, Gurney sempre fazia bonito nas categorias americanas.

Nascar, Trans-Am, Can-Am e na Indy.

Em todas colecionou vitórias.
  
Suas escolhas e a busca do "Sonho Americano" na Fórmula 1 talvez o tenham
atrapalhado demais.

Vou repetir: era talento puro.

Mas isso, ao que parece, não é o bastante para se alcançar o título na categoria máxima
do automobilismo.

domingo, 16 de outubro de 2011

Pessoal


























Confesso que ando um pouco fascinado pelos anos 60 na Fórmula 1. Pilotos, equipes,
circuitos e todas as histórias. De cima para baixo: Jim Clark tomando um banho na
Bélgica, depois, Porsche de Gurney na Alemanha e por fim, Surtees, com sua Ferrari,
perseguindo Hill e sua BRM em Mônaco.